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UM DIA MARAVILHOSO 2
Mais uma vez a minha mulher foi numa peregrinação com vizinhas, desta vez a Lurdes e durante um fim-de-semana. Logo que soubemos (disfarçadamente), eu e minha filha não cabíamos em nós de contentamento. Imaginávamos que esse fim-de-semana, seriam dias maravilhosos. Minha mulher partiu na sexta à noite e mal acordamos no sábado pela manhã, começamos os nossos preparativos para extravasar a nossa luxúria. Minha filha nomeou esse dia, o dia das lésbicas e no domingo e dia dos gay’s. Tomamos banho de sais e muita espuma, perfumamo-nos e maquilhamo-nos a rigor. Agora possuía uma cabeleira postiça de longos cabelos negros, depois de lábios e olhos pintados, meu rosto resplandecia de beleza helénica. Vestimo-nos muito femininas. Ajudado por minha filha, que escolheu toda a roupinha que vesti, eu estava uma verdadeira mulher de sonho. Tinha um vestido verde-escuro de seda, com finíssimas alças que me deixava um colo airoso, totalmente depilado por ela. A depilação tinha sido total e eu sentia meu cuzinho mais feminino que nunca. Por baixo, um conjunto de lingerie mimosa, de rendas e seda cor verde-salsa. A calcinha era de fio dental e podia senti-la bem atacadinha no meu reguinho. O sutiã todo em renda nas copas com esponja própria que faziam um enchimento perfeitamente anatómico. Um ligueiro da mesma cor, prendiam-me as meias de seda e renda nas coxas. Por fim, uma túnica toda em “musselina” de cor verde-garrafa, fazia conjunto com meu toialete de senhora coroa, mas elegante. Minha filha estava vestida com um conjunto de saia e bolero bege de seda pura e uma blusa, também de seda em cor de vinho com aplicações rendadas a bege. Chegado ao corpo, trazia um conjunto igual ao meu, mas de cor salmão clarinho. Ambas calçávamos salto alto e quando nos vimos ao espelho do quarto, estávamos duas mulheres lindas e apaixonadas, uma pela outra. O meu pirilau, dobrado para trás, doía já do tesão que sentia. Sempre frente ao espelho, beijávamo-nos ardentemente como duas lésbicas com cio. Minha filha mandou-me deitar na cama que tinha feito com lençóis de cetim branco, tirou da gaveta umas algemas e prendeu-me as mãos aos lados da cabeceira, depois de me tirar a túnica e descer as alças do meu vestido. Então lentamente, foi-me arregaçando o vestido enquanto beijava e lambia cada parte do corpo da Bruna, desde os pés, pernas, coxas, barriga, até chegar aos seios. Então, por sobre o sutiã, apalpava e chupava as minhas mamas gemendo: Oh meu amor... Oh Bruna minha querida... Que mamas que tu tens, que me põem louca de tesão... Entretanto, com a saia arregaçada, esfregava a cona nas minhas coxas e eu podia sentir a humidade através das suas calcinhas totalmente encharcadas. Meu tesão era enorme e a minha piça sai do lugar e estava agora ao alto, tesa como pedra e molhando as calcinhas de seda. Sem me poder mexer, apenas gemia e encorajava a minha amante a satisfazer seus desejos de gozo: Chupa as minhas maminhas Laura... goza com elas meu amor... Esfrega-te no meu corpo querida... Ama a tua fêmea Laurinha... Faz amor com a tua amante, faz... A Laura subiu até à minha boca e introduziu-me a língua ardente de febre num beijo de amor lésbico. Tirando seus lindos seios para fora, meteu-me na boca aqueles biquinhos duros de tesão para que os chupasse. Rodei-os com a língua, sorvi-os, beijei-os, mordi-os. Depois, arregaçando mais a saia e de joelhos com as pernas de lado, pôs a cona em minha boca para que lhe lambesse por cima das calcinhas de seda. Senti na língua aquela textura macia e toda molhada do tecido, passeei a língua a toda a extensão. Laurinha gemia: Aiiii... Uiiii.... Até que tirou as calcinhas e deu-me aquela cona perfumada e de pintelhos macios para lhe fazer um minete. Com os dedos abriu os seus lábios vaginais para eu poder introduzir mais a minha língua e eu senti um clítoris inchado e quase a explodir de gozo, lambi-o, mordi-o, beijei-o enquanto ela gemia de prazer e num delírio total gritava: Chupa Bruninha... Chupa a minha coninha... Morde o meu grelinho... Bebe os meus sucos de amor... Toma minha amante... Toma meu amor... Toooommmma o meu leitinho... E teve um orgasmo, a que se segui outro e outro simultaneamente. Suas coxas cheirosas de lavanda, apertava-me a cabeça, contra aquela cona de onde pingava um mel viscoso e muito doce, que eu ía engolindo e sorvia cada gota, como uma mulher que tem na boca a cona da sua amante de sonho. Ainda de joelhos abertos em cima de mim, mas agora com o cuzinho virado para mim, roçava as mamas na minha piça que queria sair das calcinhas. Neste momento doía-me os culhões de tanto tesão, mas não era esse o objectivo de Laurinha, a sua boca procurava o meu olhinho do cu, que piscava de tesão, desejoso por ser ocupado com algo que o satisfizesse. Laurinha chegou-se para cima, até encostar a cona em minha boca, dando início assim a um delicioso 69, agarrando-me as nádegas e enfiando-me a língua no cu como se duma cona se tratasse: Lambe-me a cona Bruna, enquanto eu chupo a tua coninha... Metia a língua com força, rodava bem lá dentro, chupava a minha vulva enquanto com as mãos afastava as bochechas do meu cuzinho. Eu lambia-lhe a cona num fervoroso minete, enquanto sentia a sua língua fazer-me vibrar de prazer, com as mamas dela coladas ao meu caralho que se esporrou por dentro das calcinhas, inundando de esperma os pintelhos e os culhões, ao mesmo tempo que a minha amante Laurinha tinha mais um orgasmo na minha boca, entre sons abafados de Hummm... Hummm... hummmmmmm...
Minha filha adorada, ainda não totalmente satisfeita, veio lamber-me a langonha através do tecido das calcinhas, pondo depois, mais uma vez, seus seios lindos na minha boca lambuzada dos seus sucos de amor dizendo: — Chupa Bruna... Adoro que me suguem as mamas! Meti a boca naqueles mamilos castanhos de grandes aureolas e chupei até ela ter um novo orgasmo entre gemidos e ais: Chupa... Mama meu amor... Lambe Bruna... Mama os biquinhos dos meus seios... Aiiii... Aiiii... Faz-me vir.... Uiiii... Uiiii... que me veeennnhhhoo....
Nesta momento a minha piça estava de novo dura de tesão e a minha filha arregaçando a saia até à cintura (Sim, porque o verdadeiro erotismo não é os amantes ficarem nus), num repente, afastou a sua calcinha fio dental de seda e pediu-me: — Mete Bruna... Mete essa piça na minha coninha... Come-me Bruninha... E libertando a minha piça aprisionada, guiou-a até á entrada da sua gruta, para se enterrar devagar, até sentir os meus pintelhos colados ás suas nádegas. Eu de vestido arregaçado, com a piça toda metida naquela coninha quente e húmida da minha filha, preso pelas algemas à cama, era um suplício não poder pegar naquele corpinho de puta, apenas olhava aquela carinha de vaca que cavalgava como uma cadela, continuava a gemer. — Dá-me piça... Quero piça... Sinto-me uma puta... Dá-me... Mete-me esse caralho por mim acima... Consola esta vaca, esta cadela....Dá-me a tua piça Bruna... Minha filha em delírio, apalpava-me as mamas em delírio, passando a língua por elas, beijando-me a boca onde os sabores dos nossos batons se misturavam, junto com nossos líquidos de gozo e mais uma vez alcançava um orgasmo divinal: — Aiiii... Aiiii... Que me venho... Aiiii... que booommm... Fode-me Bruna... Engravida-me... Faz-me um filho....Faz-me gozar no teu caraaaalhooooa.... Saindo de cima de mim, bateu-me uma punheta, enquanto com a outra mão, enfiava-me os deles pelo cu acima, fazendo-me esporrar abundantemente e um rio de esperma alagou-me a barriga que a minha Laurinha lavou com a sua língua quente, até à última gota. Desprendeu-me as algemas e ficamos os dois exaustos, ali abraçados, agradecendo um ao outro, mais aqueles momentos de delírio e de prazer imenso.: — Gostaste Bruna? — Adorei, embora seja uma tortura não poder mexer as mãos no teu corpo Laurinha. — Mas a intenção é mesmo essa... é uma tortura boa...Não é meu amor? — É minha querida, somos duas lésbicas malucas.
Tomamos um banho juntas, para depois de tarde, tornarmo-nos a vestir, com outras peças de roupinha linda. O fim-de-semana seria assim feito de sonho, gozo e prazer. Por agora, andamos pela casa apenas de lingerie e um avental gracioso para fazer o almoço. Éramos duas mulheres, duas putas, duas lésbicas, amantes e desejosas uma da outra. Amanhã, para minha alegria, seria o dia gay e eu morria de desejo por aquela calcinha com um pénis negro enorme, que meu macho punha à cinta para me foder o cu de verdade. Foi um domingo inesquecível, tínhamos dormido juntas vestidinhas de lingerie com umas camisinhas de seda de alças e uma abertura lateral com renda. A minha, era de cor azul-cobalto e a da Laura de cor dourada. Durante a noite não resistimos e fodemos como duas loucas naquela cama de lençóis de cetim, que fazia nossos corpos deslizarem com a fricção das sedas que vestíamos. Logo pela manhã produzimo-nos de forma diferente do dia anterior, mais alegres e mais “bichas”. Eu vesti uma mini-saia preta muito justa, que fazia realçar meu cuzinho de veado e um top vermelho de seda com finas alcinhas, rematadas por dois lacinhos, as beiras eram rendadas e o decote generoso, deixava ver quase metade do sutiã de copas rendadas e de cor preta, iguais ás calcinhas de fio dental. A Laurinha que hoje era um gay e se chamava Lauro, vestiu umas calças jardineira de jeans, e uma camisa de seda branca, arregaçada nas mangas e aberta no peito, sem sutiã e de cueca branca muito justa, claro que por dentro, tinha colocado uma piça de tamanho médio atada à cinta, mas cujo o enchumaço era de admirar. Começamos frente ao espelho a beijar-nos enquanto eu apalpava aquela piça por cima das calças e o Lauro devorava-me o cu com as mãos. Para que tudo fosse mais parecido com o natural, comecei por implorar: Que piça boa e já dura de tesão, tens meu querido... Dá-me essa piça para chupar... adoro mamar uma piça... Lauro abrindo o fecho da braguilha: Mama meu querido... Mama meu bichinha... Esta piça é toda tua... Eu logo abocanhei aquele membro com chupadas e lambidelas sexy’s, gemendo: Que bom... Uiiii... Uiiii... que maravilha de piça... Hummm... Hummm... Lauro deitou-se e eu entre as suas pernas continuava aquele broche com prazer. Lauro com o dedinho enfiado na cona gemia: Aiiii... Que tesão que me fazes meu bichinha... Chupa esse caralho... Chupa meu paneleiro... Engole essa piça até à garganta... Engole... E Lauro teve o seu primeiro orgasmo... O meu homem deitou-me na cama de cuzinho para cima, prendeu-me de novo os braços à cabeceira da cama com as algemas e levantando a minha mini-saia, começou-me a beijar o cuzinho por cima das calcinhas pretas de seda: Uiiii... Uiiii... que bem que beijas meu macho... Aiiii... Aiiii... Lambe-me o cuzinho amor... Meu homem arregaçou-me o top e com a língua subia pelo meu corpo acima, deixando um rasto de saliva fresca e um arrepio gostosa na espinha. Apalpava-me as maminhas, até que retirando e fio dental do meu olhinho, introduziu-me a língua no buraquinho, que me fez vir pela piça sem lhe tocar, que amassada contra os lençóis de cetim, os inundou de esporra. Quase desfalecia com aquela língua entrando e rolando no meu olhinho do cu. Então senti a frescura do creme com que Lauro me besuntava. Oleou seu membro e encostou a ponta da piça nas bordas do meu cuzinho: Aiiii... Meu macho não me tortures... Come logo esse cu que já não aguento mais... Come... Fode-me... O meu macho pressionando a sua piça, introduziu-me aquela caralho com meiguice, deixou um pouco dentro sem se mexer para me habituar àquele intruso no meu recto, depois começou a bombar lentamente: Toma meu amor... Toma a minha piça no teu cuzinho... Rebola-te nela... esfrega-te bem... Consola-te meu querido... Esporra-te pelo cuzinho meu bichinha... Anda meu gayzinho... Vem-te meu paneleiro... Foi aumentando o ritmo até eu gritar de gozo: Dá-me... Fode-me... Meu querido... Fode-me Lauro... Enraba-me com teu caralho gostoooossssosss... E mais uma vez me esporrei abundantemente, alagando o lençol. Aiiii.... Uiiii... Dá-me na boca... Dá-me... Lauro tirou a piça do cu e deu-ma na boca para chupar. Senti aquele cheirinho a merda misturado com creme e o meu liquido de gozo. Mamei como um bezerro, e cai exausto de cansaço. Meu homem desatou-me, pôs-se de quatro e pediu-me que o fodesse no cu. Untei então a piça e aquele cuzinho do meu macho e introduzi o caralho com fervor e tesão por ele dentro. Meu macho, gemia de gozo: Dá-me... Dá-me essa piça meu bicha... Também quero... Também quero levar no cu... Fode-me... Fode-me o cuzinho... E com os dedos metidos na cona, Lauro rebolava a peida de gozo enquanto eu lhe apertava os bicos das mamas duros de tesão: Toma meu amor... Toma, meu querido... Toma a piça da tua bichinha.... Vem-te nela meu boizinho... Lauro por entre gritos de prazer, veio-se como louco pela cona com a minha piça enterrada no cu: Aiiii... Aiiii... Que me vennnnhhhhoooo... Ficamos ali deitados de ladinho, eu agarrado ao seu corpo e ele com a minha piça murchando em seu cuzinho.
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Era a tal mistura de um incesto transexual e bissexual, de onde sempre saíamos consolados de gozo e prazer. Eu vivia feliz com minha amante macho e ela feliz com sua amante fêmea. No fundo eramos os dois machos e os dois fêmeas. Foi um fim-de-semana para não mais esquecer. Quem tem assim uma filha como eu, vive feliz com o sexo e a vida. Foi mais “Um dia maravilhoso”.