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UM DIA MARAVILHOSO
Minha mulher tinha ido numa peregrinação com vizinhas lá da rua, ia demorar o dia todo e só voltava tarde da noite. Como minha filha solteirona, saiu p’ra trabalhar logo cedo, fiquei sozinho em casa para fazer o que mais gosto, vestir-me de mulher. Tomei um banho, fiquei bem perfumado, pintei as unhas dos pés e das mãos, fiz um leve risquinho nos olhos e estava pronto para ser a Bruna. Do quarto de minha filha escolhi uma lingerie bem gostosa, ela tem bons gostos e uma certa sensualidade, embora já tenha trinta e oito anos, mas ainda não conseguiu arranjar um homem, nunca percebi porquê. Escolhi umas calcinhas de seda, cor roxa, com um lacinho à frente e uma rendinha branca nas bordinhas. Peguei num soutien da mesma cor com uma rendinha branca que fazia conjunto, vesti-os e pus um enchimento leve para que os seios ficassem testos. Coloquei umas meias de seda com renda larga como elástico. Em seguida, vesti uma mini-saia de seda de cor banca e cinza plissada. Por fim, um top de cetim rosa choque de finas alças, bem justo que fazia salientar meus seios. Para terminar de me produzir, calcei uns sapatos de salto alto pretos, em cima deles meu cuzinho ficava empinado, conforme vi no espelho. Um lenço de seda cinza arrematava a cabeça, com um laço lateral no pescoço. Pus um colar de pérolas de duas voltas e uns brincos de mola iguais. Olhei-me no espelho e vi a Bruna, uma mulher sedutora, mas que ainda não tinha tido a coragem de se assumir ao mundo. Nesta altura, tinha a piça dura de tesão e passeava-me pelo corredor rebolando a peida como uma puta. Não resisti mais, sentia as calcinhas molhadas com a pré-esporra. Fui junto do espelho, sentei-me na cama, levantei a mini-saia, segurei a beira com os dentes, tirei a calcinha para o ladinho e bati uma punheta olhando aquela mulher, aquela puta que sentia já o olho do cu a latejar de tesão. Mesmo no momento em que me esporrava na mão e contra o espelho, a porta abriu-se e a minha filha, que logo nesse dia saiu mais cedo do emprego, deparou comigo naqueles trajes com a piça na mão. Ficamos a olhar um para o outro. Eu sem saber o que dizer, ela espantada com o meu descaramento. Foi ela que ao fim de uns segundos, articulou esta frase: — Não precisas ficar atrapalhado, fetiches não se discutem!... Ela vinha de calças pretas, muito justas e de um tecido brilhante como cetim, com uma blusa branca de seda, que cobria um soutien finíssimo de renda onde se notavam uns mamilos lindos e hirtos de tesão.
Num gaguejar ridículo perguntei: — Não ficas chocada? Não te importas? — Não pai, até ficas linda, vestido assim. Tem nome essa tua imagem? — Bruna. Respondi sentando-me na cama e limpando a mão à toalha que tinha sobre a cama. Minha filha sentando-se a meu lado disse: — Não! Não limpes, deixa que eu limpo-te a mão. E pegando-me nela, lambeu a esporra que ainda restava. Depois empurrou-me para trás e pôs-se de joelhos abertos em cima de mim, desapertando a blusa e o soutien à frente, pondo uns seios lindos à mostra dizendo: — Chupa Bruna... Adoro que me suguem as mamas! Meti a boca naqueles mamilos castanhos de grandes aureolas e chupei até ela ter um orgasmo entre gemidos e ais: Chupa... Mama meu amor... Lambe Bruna... Mama os biquinhos dos meus seios... Aiiii... Aiiii... Faz-me vir.... Uiiii... Uiiii... que me veeennnhhhoo....
Nesta momento a minha piça estava de novo dura de tesão e a minha filha tirando as calças num repente, afastou as sua calcinha fio dental de seda vermelha, convidando-me: — Mete Bruna... Mete-me essa piça na cona... Come-me Bruninha... E guiava-me a piça para a entrada da sua gruta, pincelando os lábios vaginais com ela, para depois se enterrar devagar, até sentir os meus pintelhos se colarem ás suas nádegas. Eu de saia arregaçada, com a piça toda metida naquela coninha quente e húmida da minha filha, peguei-lhe pelas ancas e ajudei-a a enfiar-se mais e mais, enquanto olhava aquela carinha de puta que de olhos semicerrados, cavalgava como uma cadela, continuava a gemer. — Dá-me piça... Quero piça... Dá-me... Mete-me esse caralho por mim acima... Dá-me a tua piça Bruna... Minha filha em delírio, apalpava as minhas “falsas” mamas com sofreguidão, passando a língua por elas, beijando-me a boca com batom e mais uma vez alcançava um orgasmo divinal: — Aiiii... Aiiii... Que me venho... Aiiii... que booommm... Fode-me Bruna... Faz-me gozar na tua piiiiiiiççaa... Saindo de cima de mim, agarrou-me a piça batendo-me uma punheta, enquanto com a outra mão apalpava-me suavemente os culhões, indo com os dedos até ao meu reguinho, enfiando-me dois deles no cu, fazendo-me esporrar abundantemente, cujo os primeiros jactos a atingiram no rosto e o resto se espalhou pela minha saia e pelo top de cetim, onde grandes nódoas de esperma surgiam agora. Ficamos os dois exaustos, ali deitados olhando o tecto do quarto, quando lhe perguntei: — Gostaste mais como macho ou como Bruna? — Os dois pai!
Porque pensas que nunca me casei? Lembras-te que fiquei quase noiva? — Sim, é um facto que nunca entendi... — Pois é pai... naquela altura cheguei-me apaixonar pela irmã do meu noivo, ele descobriu ao dar com as duas na cama, o noivado ficou desfeito mas prometeram não divulgar o meu gosto pelo dois sexos. Sou bissexual, gosto de dar uma boa foda com um homem, mas adoro ter na boca a cona gostosa de uma mulher. E agora vejo de onde vem esta minha tendência, afinal também és bi!.... Por isso hoje, adorei ter os dois géneros ao mesmo tempo contigo vestido de travesti. Era como se fodesse uma mulher (a Bruna), mas ao mesmo tempo ser fodida por um macho gostoso (a tua piça). Aquilo que minha filha disse, fez com que levantasse a piça de novo, eu era desejada como mulher e homem ao mesmo tempo. Beijei-a de novo, entrelaçamos nossas línguas enquanto nossas mãos exploravam nossos corpos novamente em fogo. Ela levantou-me as pernas dizendo: — Vou-te lamber a coninha Bruna... E afastando as minhas calcinhas de lado, enfiou-me a língua no cu. — Aiiii... Aiiii... que bom... Disse com voz de menina — Uiiii... Uiiii... Meu amor chupa... Mama a minha coninha... Minha filhinha lambuzou-me o olhinho do cu todo, aquilo punha-me louco de tesão e sentia o cuzinho a latejar. Até que... — Tenho aqui nesta gaveta aquilo que precisas. E mostrou-me uma piça linda de silicone, que meteu na boca salivando-o, dizendo: — Toma Bruninha, chupa comigo este caralho. Abocanhei aquela piça linda como louca, mamando sem parar, então a minha fêmea/machona, passou-mo pelo rego do cu tentando mete-lo à força até que conseguiu: — Toma Bruna... Toma... Faz-te mulher com esta piça no cu... Consola-te com ela meu amor... Eu deliberava com aquele caralho enfiado pelo cu acima. Ela bombava com mestria atiçando o meu tesão: — Anda minha bichinha vem-te pelo cu... Esporra-te pela coninha... Eu já não aguentava tanto gozo: — Sim, sim meu amor, meu macho... Fode-me com esse cacete... Come-me o cu... Dá-me esse consolo... Faz-me mulher... Come-me... Come a tua fêmea... Fode a tua mulher... Estas palavras atiçaram-lhe o tesão e ela acelerou os seus dedos na sua cona, numa punheta louca que a fez vir ao mesmo tempo em que eu, sem sequer tocar na piça, lançava um rio de leite que me inundou a barriga, manchando de nódoas mais uma vez, o meu top de seda rosa choque. Ela deitou-se em seguida a gemia: Anda Bruninha, chupa-ma a cona... Faz-me vir na tua boca... Mama-me o clítoris... Faz um broche neste grelo que me mata de tesão... Eu introduzi a língua naquela gruta perfumada de mijo, esporra e alfazema, lambi aqueles lábios inchados, beijei aqueles pintelhos, chupei aquele grelo duro e senti-lhe os espasmos de gozo, quando bebi aqueles líquidos que o seu orgasmo lhe proporcionou, levando a minha fêmea/macho ao máximo do prazer. — Aiiii... Aiiii... que me venho meu amor... Aiiii... Que loucura... Ficamos durante uns minutos a descansar daquela luta celestial de luxúria. Ela ajudou-me a despir e tomamos um banho juntos, depois, pôs a roupa suja na máquina para lavar, Eram quase onze da noite estávamos muito agarradinhos no sofá da sala, quando ouvimos a chave na porta. Era minha mulher que chegava da sua peregrinação. Disfarçamos dando-lhe as boas vindas, vinha cansada, depois de dar um beijo recolheu-se ao quarto para dormir. Minha filha também se foi deitar, não sem antes me segredar ao ouvido. — Obrigado meu amor pelos bons momentos. Sempre que queiras, veste o que quiseres, tens o meu guarda-roupa à tua disposição e, este segredo fica entre nós, havemos de fazer mais vezes. Mas... Para a próxima quero ser eu a vestir-te de Bruna. Minha filha a partir desse dia, foi-me ofertando roupinhas lindas e bem femininas, lingerie de sonho que usei em muitos dos nossos encontros fora de casa. Tínhamos um motel onde nos encontrávamos, eu levava uma mochila com minhas coisinhas e ela ajudava-me a produzir, fazendo de mim uma Bruna linda e apetitosa que ela cada vez mais adorava de comer e ser comida. Comprou para minha alegria, uma calcinha com um pénis negro enorme, que punha à cinta para me foder como um macho de verdade. Era a mistura de um incesto transexual e bissexual, de onde saíamos consolados de gozo e prazer. Eu vivia feliz com minha amante macho e ela feliz com sua amante fêmea. Bendito o dia em que nos encontramos assim. Aquele dia do nosso primeiro encontro, tinha sido um dia inesquecível. Um dia maravilhoso.