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Sexta, 23 de novembro de 2007
Querido Diário, vou te deixar de boca aberta hoje :)
Como eu te disse que queria fazer, levei o Vitinho para conhecer a fazenda na sexta passada (pois é, o seu Modesto dispensou todo mundo cedo; ele resolveu vender o mercado em vez de fechar). Chegando lá, empurrei o portão e comecei a mostrar o jardim, a piscina e a casa por fora. Logo vi que tinha alguém em casa porque algumas janelas estavam abertas. Não demorou muito, o Augusto apareceu na porta e disse que, como sempre, tinha vindo sozinho. Eu expliquei o que estava fazendo e, enquanto isso, notei que ele estava olhando o Vitinho de alto a baixo, certamente já descobrindo que o menino é “menina” porque ele não consegue parar de empinar a bunda, desmunhecar e falar daquele jeito. O Augusto estava um anjo! Mostrou a casa todinha para o Vitor e até serviu refrigerante para gente enquanto contava a história da família. Irreconhecível! A gente deve ter ficado umas duas horas lá e quando a gente se despediu, eu senti que o Augusto tinha gostado.
Agora vem a parte interessante. No sábado à noite, o Vitinho foi lá em casa todo esbaforido para falar comigo. A gente foi pro quintal e ele desandou a falar. Ele me disse que no final da visita à fazenda, o Augusto aproveitou um instante de distração meu (acho que foi quando eu levantei no salão para ir ver uma revista) para convidar o Vitor para voltar lá no dia seguinte, sábado de manhã. O danado não me contou nada e foi! Bom, ele me disse que assim que chegou, o Augusto atendeu, mandou ele entrar e estava todo agitado olhando fixamente para ele. Sabe como é o Vitor, né? Também foi ficando nervoso, sem entender nada. Daí a pouco, o Augusto desembuchou. Disse disse que nunca tinha feito isso na vida, mas que não podia deixar o momento passar. O Vitor ainda não estava entendendo direito, mas começou a notar que o Augusto estava olhando com tanta insistência e de um jeito tão... animado, que acabou entendendo que aquilo só podia ter a ver com amor ou sexo. E foi tiro e queda. O Augusto se declarou para ele, dizendo que tinha achado o Vitor muito bonito e sonhado com ele à noite. Quando o Vitor perguntou que tipo de sonho, ficou com ódio de si mesmo só de imaginar a noite que ele teria passado com o Augusto se não tivesse ido embora! Dali em diante, Diário, o Vitor disse que eles começaram a se beijar arrancando a roupa um do outro, ficaram de amasso durante horas e acabaram transando. Bem que a minha mãe acha estranho, o Augusto vir sempre sozinho ou com um amigo! Mas ela só sabe da missa a metade. Depois de contar com detalhes tudo que eles fizeram, o Vitor disse que ia lá de novo no dia seguinte – domingo – para tomar banho de piscina, mas queria que eu fosse junto e já tinha pedido ao Augusto. Perguntei por quê, mas ele só disse que preferia, porque não queria que o Augusto pensasse que ele estivava interessado demais, porque não estava. Eu aceitei, o Vitor foi para casa e no dia seguinte às 10 horas, a gente se encontrou para ir para a fazenda.
Chegando na fazenda, o Augusto já estava na piscina, sentado na beira com as pernas dentro d’água. Ele nos recebeu super bem, dizendo para a gente entrar na casa se precisasse colocar a roupa de banho. Não precisamos porque estávamos com ela por baixo. Reparei que ele olhou muito para nós dois quando tiramos a roupa. O Vitor tirou primeiro. Estava de sunga branca minúscula, indecente, que deixa as polpinhas de fora e fazia uma bola na frente! Não sei como ele tem coragem, Diário! Com aquele bundão de mulher que ele tem, a sunga entrava toda! O Augusto quase engasgou quando o Vitor começou a desfilar para a gente nas lajotas da piscina. Aliás, ele nem se esforçou para esconder a sunga com a mão e eu vi o troço dele todo duro para o lado. Mas como eu te disse, ele olhou para nós dois. Quando eu comecei a tirar a blusa, quietinha no meu canto, ele não parou de olhar. E quando eu fui andando para a escadinha da piscina, parecia que ele ia me comer com os olhos e fez questão de me deixar ver que estava tudo duro dentro da sunga. Entendi logo que ele não estava interessado só no Vitor.
Nunca te descrevi o Augusto, não é, Diário? Ele tem 23 ou 24 anos, 1,75m, é forte porque fez natação dos 5 aos 18 anos, tem cabelo castanho cortado curtinho, os olhos castanhos bem escuros, o nariz afilado e curtinho e a boca e o queixo dos homens da família. No domingo, descobri que ele tem coxas fortes e grossas e uma bundinha curta que deve ser uma tentação e uma delícia de apertar. O peito e a barriga dele também são bem bonitos, mas dá para ver que ele deve ter sido mais definido quando nadava. Os braços e as mãos dele também são muito bonitos. Ele estava de sunga preta bem justa, de lateral larguinha com um friso branco fininho.
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Eu fui com um biquini estampado que a Isabel me deu. Eu não acho esse muito indecente, mas ele é cavado, bem justinho e o tecido é muito fino. O Augusto olhou tanto para mim que o Vitor até estranhou, mas não disse nada e foi sentar do lado dele para conversar. Eu entrei na água, que estava uma delícia, depois fui tomar sol, olhando discretamente os dois conversando baixinho bem de pertinho. De repente, eles levantaram e foram andando até desaparecerem do outro lado da casa. Logo imaginei besteira, mas o sol estava tão bom que a curiosidade perdeu. Só que eles começaram a demorar e eu fui ficando doida para beber alguma coisa. Levantei, dei a volta à casa, mas nada de ver os dois. A porta dos fundos estava aberta e entrei para me servir na geladeira. Quando comecei a subir a escadinha, ouvi a voz do Vitor. Quer dizer, não a voz, mas gemidos ou grunhidos, sei lá. Foi só quando eu pude ver a mesa grande, branca, do café da manhã, que eu entendi. O Augusto estava sentado na mesa com o Vitor entre as coxas. Eles estavam se beijando, mas de vez em quando o Vitor abaixava, chupava o pau dele, que estava bem duro e apontando para cima, e voltava para a boca. Dava para sentir que os dois estavam alucinados de tesão e que não iam sair dali sem transar. De onde eu estava, via os dois de perfil, então dava para ver o Vitor segurando o pau duro do Augusto. Fiquei quietinha atrás da paredinha onde eu estava escondida, esperando para ver o que ia acontecer. Não demorou muito, o Vitor se livrou da sunga e ficou se encostando no Augusto, que agarrou ele por trás e ficou beijando o pescoço, e mordiscando e lambendo a orelha. O Vitor estava que nem uma fêmea no cio, meio parado, esperando, com o rosto todo vermelho como naquele dia da transa com o namoradinho no mercado. Depois, o Augusto pulou da mesa e ficou se esfregando nele com aquele pau todo duro. Eles se beijaram, ele cochichou alguma coisa e logo depois o Vitor virou e debruçou na mesa com a bunda arrebitada. Parei até de respirar pra não fazer barulho, Diário! Aí o Augusto foi até o meio da mesa, passou dois dedos na manteiga do café da manhã e espalhou no pau dele todinho. Estava tão duro que quase encostava na barriga dele! Ele voltou para trás do Vitor, agarrou na cintura dele e foi metendo. Só vendo como o Vitinho gemia e choramingava, dizendo “Vai! Mete tudinho bem gostoso!” Até eu fui ficando com tesão, Diário! Quando o Augusto começou a mexer fazendo vaivém, eu tive que enfiar a mão no biquini porque já estava toda molhada. Às vezes o Augusto tirava tudinho de dentro do Vitor, ficava olhando para a bunda dele, mexia nela, apertando, acariciando, beijando, e voltava a meter e socar com toda força, fazendo o Vitor gritar, dizendo que ele era o macho dele. Isso deixou o Augusto com mais tesão ainda e ele falou que ia gozar. Só ouvi o Vitor pedindo “tira”, o Augusto tirar rápido e começar a dar jatos e mais jatos nas costas dele, gemendo super forte. O Vitor ficou um tempo debruçado na mesa, enquanto o Augusto foi pegar um guardanapo para limpar tudo. Depois eles se beijaram e eu saí correndo para a piscina. Eu não queria que eles soubessem que eu assisti à transa deles. Quando eles reapareceram, me viram deitada numa espreguiçadeira. Mal eles chegaram na piscina, eu pedi um refrigerante e o Augusto teve que voltar à cozinha para pegar. Enquanto isso, eu perguntei ao Vitor aonde eles tinham ido e ele riu para mim fazendo sinal de que eles tinham transado. Eu ri, mas não disse nada.
O Augusto voltou trazendo Coca-cola e Doritos. Nós ficamos um tempão conversando. De vez em quando, um entrava na piscina. Quando o Vitinho ia para a água, o Augusto me perguntava um monte de coisas e falava muito do meu corpo, que ele achou lindo. Como ele é do meu tipo, resolvi não esconder e comentei que o achava bem bonito. Ele me olhava sorrindo com muito charme e eu fui vendo que ele estava ficando cada vez mais interessado em me “conhecer” melhor. Quando ele se esticava na cadeira, eu olhava disfarçadamente para o treco dele, que eu já tinha visto em ação, e torcia para que acontecesse alguma coisa de sexual entre nós dois e – quem sabe – até entre nós três. Quando o Vitor voltava, queria saber do que nós tínhamos conversado e o Augusto inventava altas mentiras! No início, eles mal se tocavam na minha frente, mas lá pelas 2 horas da tarde eles já estavam até trocando estalinhos sem se importar comigo e no fim da tarde, o Vitor já fazia algumas brincadeiras bem ousadinhas, tipo sentar no colo dele e desfilar de costas baixando a sunga até o meio do bumbum.
Quando o sol parou de bater na piscina, o Augusto nos convidou a entrar para tomar banho e comer pizza congelada. O Vitor voou para o chuveiro e eu fiquei na cozinha com o Augusto, escolhendo as pizzas no freezer e pondo a mesa. Teve uma hora que eu me estiquei toda para alcançar um copo e o Augusto encostou em mim por trás. Assim que eu senti o contato do corpo dele com o meu, fiquei tão excitada que me virei para trás e ele já estava esperando para me beijar. Foi inevitável, Diário. A gente deu um beijo longo e profundo, o Augusto me abraçou e eu pude sentir a excitação dele contra o meu corpo. Por mim, a gente teria subido para o quarto na mesma hora, mas teria sido falta de consideração com o Vitor. Tive que me contentar com a mão do Augusto no meu bumbum e entre as minhas pernas, e só retribuí com um carinho nele por fora da sunga. O Vitor saiu do banheiro e entrou na cozinha todo perfumado e se rebolando todo, indo direto dar um beijo no Augusto. Deve ser tão complicado ser bissexual!
Nós comemos pizza conversando animadamente sobre o futuro e sobre os desejos de cada um. Eu fiz muitas perguntas ao Augusto sobre a vida no Rio e descobri que ele gasta muito tempo procurando por sexo. Ele confessou que é meio viciado em sexo, que não consegue ficar um dia sem pensar nisso e que precisa transar pelo menos três vezes por semana. Isso me animou toda, Diário. Se eu pudesse, também transaria várias vezes por semana e agora eu tinha a chance de fazer isso com um Albuquerque, unir o útil ao agradável. Perguntei como ele faz para conhecer gente legal para isso e ele explicou que no Rio é fácil, principalmente no fim de semana, porque as pessoas se encontram em festas, barzinhos e são muito abertas. Não é como nesta cidade chata, onde nada acontece e a gente é obrigada a sair com os mesmos meninos se quiser se divertir. O Vitor disse que também adora sexo, mas é fiel e gosta de ficar um tempão com a mesma pessoa. Enquanto ele falava, brincava com a mão do Augusto, com jeitinho apaixonado. Não sei por que, mas fiquei com um pouco de pena dele, Diário. Acho que é porque eu logo entendi que ele se enganou com o Augusto. Ele pensou que o apaixonado fosse o Augusto, mas quem estava caidinho era ele!
Depois da pizza, o Vitor foi para o salão e acabou pegando no sono num sofá. Eu e o Augusto lavamos a louça, começamos a arrumar tudo, mas a atração era tanta que acabamos nos agarrando e beijando na cozinha. O Augusto chegou a baixar a sunga e me deixar pegar, mas a gente queria mais. Acabamos indo lá para cima, subindo a escada e percorrendo o corredor de tábua corrida com todo cuidado para não acordar o Vitor. Chegando no quarto do Augusto, que tem uma cama de casal enorme no meio da parede do fundo, ele abriu a porta e, assim que eu entrei, puxou o laço do sutiã do meu biquini e me deixou só de calcinha. Ele pediu para ficar me olhando e começou a dizer que me achava linda, que o meu corpo era gostoso... Nunca ninguém falou como ele, eu fiquei toda boba, me olhando no espelho do guarda-roupa e sorrindo. O Augusto chegou pertinho e começou a fazer carinho nos meus seios, beijando os biquinhos, sugando.... Depois beijou meu pescoço, minha boca, apertou e acariciou a minha bunda, me abraçou com força... Fui ficando doidinha de vontade de dar para ele. Minha mão só teve que descer até o elástico da sunga dele e soltar o pinto que ficou dançando todo duro na minha frente. Cochichando no meu ouvido, Augusto perguntou se eu queria chupar um pouco. Respondi que sim e já ia abaixando para abocanhar aquela maravilha, grande e grossa, com aquele cabeção brilhante que ia encher a minha boca todinha, mas o Augusto me interrompeu e me levou até a cama.
Ele sentou na beira da cama e tirou a minha calcinha. Depois, tirou a sunga toda, deitou de costas no meio da cama e me pediu para vir por cima dele, na posição de 69. Assim que eu fiquei de frente para o pauzão dele, senti um puxão e a língua quente dele colar em mim e começar a me lamber com força. Eu já devia estar encharcada e me molhei mais ainda, me sentindo toda quente e gemendo sem parar. Comecei a rebolar que nem doida em cima do rosto dele, tentando engolir aquele pau gostoso que estava pulsava sem parar na minha mão. O Augusto me lambeu todinha, esfregando meu grelinho e tentando entrar com a língua no meu buraquinho virgem. Não sei se ele percebeu de saída, mas acabou sabendo, porque tentou várias vezes entrar com o dedo e eu não deixei, impedindo com a mão. Mas ele me lambeu com tanta força, com tanta vontade, que eu gozei várias vezes só com a língua dele. A ondinha vinha, minhas pernas começavam a ficar sem controle, eu sentia um tipo de tonteira, vertigem, sei lá, e logo o gozo começava, me obrigando a fechar as pernas e quase espremer a cabeça do Augusto, que parecia continuar com mais e mais força, de propósito para ver o que aconteceria se me levasse à loucura. Foi só quando ele parou um pouco que eu pude chupar o pau dele direito. Era grosso e a cabeça bem grande, mas assim que ela entrou na minha boca, consegui mamar bem gostoso, fazendo o Augusto gemer enquanto acariciava a minha bunda e as minhas coxas, passando a língua no meu reguinho e até no cuzinho, que não parava de piscar. Fiquei mamando um tempão, sentindo aquela delícia deslizar na minha língua, para dentro e para fora da minha boca, ouvindo o barulho da saliva, sugando e engolindo a babinha transparente e deliciosa. De todos os meninos que eu chupei, Diário, o Augusto é o mais resistente. Ele não reclamou, não me mandou parar ou chupar mais devagar ou com menos força e não parou de me lamber e me acariciar enquanto eu estava chupando. Pelo contrário, ele ainda ajudava com os movimentos da cintura, como se estivesse transando com a minha boca, tentando enfiar até o fundo da minha garganta.
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Mas por mais resistente que o Augusto fosse, teve uma hora que ele não agüentou e me virou na cama. Fiquei deitada, desarmada, olhando para ele. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas e veio me lambendo e beijando de baixo apra cima, mamando meus peitinhos e beijando a minha boca, dizendo “você está linda, quero te comer”. Eu estava pronta para ele, Diário, pronta para ser deflorada, encharcada, sentindo os lábios inchados e o calor dele pertinho da minha entrada. Fiquei olhando para ele bem nos olhos, desejando entregar a ele o que eu sempre tinha recusado aos outros. De vez em quando, eu sentia o contato da cabeça entre as minhas pernas e isso me dava um arrepio pelo corpo inteiro. O momento era aquele, eu não podia e não queria recuar. Joguei os braços para trás e me preparei para ser penetrada. Ainda ajoelhado, ele me puxou, botou minhas pernas por cima das coxas dele e veio pra frente. Daí ele ajudou com a mão a botar o pau na portinha e empurrou uma, duas, três vezes, mas não conseguiu e eu pedi para parar porque doeu. Ele parou um pouco, ficou ajoelhado, olhando entre as minhas pernas, sorrindo e dizendo que o meu cabacinho era valente. Eu abri mais ainda as pernas, pedi para ele voltar, ele tentou de novo, mas continou não conseguindo. Eu queria que fosse de frente porque queria ver o rosto dele quando ele entrasse todinho em mim, mas estava meio sem saber o que fazer. Então, ele me perguntou se eu era bem flexível, eu disse que sim e ele pegou minhas duas pernas e levantou, empurrando bem para trás. Eu logo entendi e ajudei, puxando as pernas para mim o mais possível. Ele chegou para frente e se debruçou por cima de mim, apontando de novo o pau e separando os lábios com ele, depois encostando a cabeça quente, lisinha, escorregadia, bem na entradinha fechada. Daí ele me beijou e, ao mesmo tempo que enfiou a língua na minha boca, forçou o pau. Diário, a única coisa que eu consegui fazer foi apertar os olhos e engolir um grito, enquanto uma dor aguda ia até o meio das pernas! Foi como se estivessem me rasgando embaixo. Depois Augusto deu várias estocadas, mas meu cabaço se recusava a deixar ele entrar. Foi só quando ele se apoiou nas minhas duas coxas, me espremendo com elas e me arreganhando todinha, olhando bem nos meus olhos para me dar coragem, que a cabeça passou e o pau grosso deslizou para dentro de mim, quente e liso. Augusto me beijou, enfiando a língua toda na minha boca enquanto dava as primeiras socadas. Assim que a dor passou um pouco e ele pegou ritmo, comecei a gozar que nem uma doida e o pau dele pôde entrar e sair com toda a facilidade. A grossura do pau combinada com a fricção provocam a sensação mais maravilhosa que eu já senti na vida. Cheguei a me arrepender de não ter dado para todos os meninos que eu só deixei penetrar atrás, mas logo me lembrei do meu projeto e sorri satisfeita agarrada ao pescoço do meu amante Albuquerque. Augusto, mais relaxado, começou a socar com vontade, se enterrando em mim até o saco. Eu queria tudo, queria mais, queria ele todinho dentro de mim, me abrindo, me rasgando, me fazendo engasgar de tanto prazer. Minhas pernas estavam tão dobradas contra mim que, quando eu olhava para cima, via os meus pés subindo e descendo, de um lado e outro da cabeça. Quando a posição ficou incômoda para o Augusto, ele me virou de costas, me pôs de joelhos e meteu por trás, agarrando na minha cintura como ele tinha feito com o Vitinho. Nessa posição, ele socou tão rápido que a fricção deixou minha gruta em chamas. Fiquei tão bamba que acabei deitada na cama, ele me fazendo sentir cada centímetro daquele pau gostoso. O tempo todo, ele ficou dizendo que estava doido pelo meu corpo e que eu era a menina mais gostosa que ele conhecia. Isso me deixava toda molhada e eu agradecia massageando o saco dele por baixo das pernas. A gente mudou de posição várias vezes, o Augusto socava com a mesma vontade, mas nada de gozar. Quando eu estava começando a me perguntar se tinha sido por causa da transa com o Vitinho, ele saiu de mim e veio ficar com o pau pertinho do meu rosto. Eu sorri e me lembrei que todos os meninos gostavam de gozar no rosto e na boca. Sorri e o Augusto me pediu para terminar tocando punheta nele. O pau dele foi ficando cada vez mais duro e pulsando muito, o Augusto começou a gemer, jogar a cabeça para trás e, de repente, começou a gozr, esguichando com muita força. Levei uns seis jatos na boca e arregalei os olhos para mostrar que eu estava indecisa. Foi só quando o Augusto olhou para mim e sorriu que eu me soltei totalmente. Logo depois que eu engoli, o Augusto pediu para eu chupar até deixar limpinho. Depois, ele me beijou com carinho e até dividiu comigo o resto que eu tinha na boca e também engolindo. Exaustos, acabamos pegando no sono e só acordando com o Vitor chamando pelo Augusto lá embaixo.
Pronto, Diário. Não sou mais virgem e tenho certeza que não foi só com o cara certo, mas com o Albuquerque certo. No fim de semana, o Augusto vai me levar para conhecer o Rio. A gente vai ficar num hotel. A gente conversa muito e ele é super sincero, diz que sente atração pelo Vitor e não vai parar de sair com ele, mas quer que eu aceite ser a namorada dele porque ele nunca se sentiu tão bem com nenhuma outra menina. Ele acha que a gente combina e que pode até ficar junto muito tempo. A sensação de namorar um dos Albuquerque é como estar finalmente numa montanha depois de ter passado um tempão só olhando para ela na paisagem: parece que não é a mesma montanha, parece uma coisa diferente. Isso me fez pensar nos meus projetos, nos meus desejos e eu já não penso tanto em casar com um Albuquerque para fugir da minha vida. Os Albuquerque sairam da paisagem e viraram realidade. Acho que despertei.
--- FIM---
N.B. Que os amigos da Bruna não fiquem tristes. Vou continuar a publicar episódios da vida dela, mas serão relatos isolados, à medida que ela vá me autorizando a contá-los.
Adorei todos os contos de Bruna e estava ansiosa por este momento srrs
Parabéns e continue a escrever para nos deliciar com mais contos de Bruna srsr
Beijinhos
Clara
Nossa!
a Bruna tinha que perder a virgindade realmente desta forma!
explendida!
adorei todos os contos e rezo pra que ela autorize que vc continue postando os relatos de sua vida!
abraços!
Nossa adorei acompanhei toda historia espero que ela permita vc escrever outros, bom e eu tbm gosto muito dos seus contos bjos...