Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos

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descabaçado no pique-esconde 1 1 Comentários Gays mooky1 1236 5 Nota 4.5
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o Boizão do meu cunhado atochou a tora na minha xoxota/ Narceja Hetero Narceja 926 5 Nota 4.5
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Meu Professor de Gramática e Eu

Compare Preços de: Bolinhas | Bombas peniana | DVD Zoofilia | DVD Gay | Algemas

Escrito dia 19 de novembro de 2008 na categoria Gays por Valtinho

Quando eu iniciei o curso colegial recebia cantadas de todo lado; das meninas que me achavam muito gato, dos rapazes que na sua maior parte tinham inveja dos meus negros cabelos encaracolados, lábios carnudos e vermelhos, bunda redonda, arrebitada, musculosa, firme. Nessa época eu tinha algumas dúvidas sexuais a serem resolvidas; nas aulas de educação física ficava admirando o meio das pernas dos colegas, aqueles pacotes apertados pelos shorts, o bumbum, os mamilos, as coxas; no chuveiro do Colégio ou depois das aulas de natação no Clube ficava discretamente olhando os paus, testículos, pêlos, bundas, coxas; ficava imaginando aqueles paus juvenis eretos, duros; como seriam ? Alguns colegas mais desinibidos me encoxavam, ou por pura malandragem, ou por puro tesão mesmo; eu sempre fazia um charminho, ficava bravo, mas sempre deixava por isso mesmo, pois no fundo, no fundo, adorava ser objeto de desejo; aprendi a curtir um pau quente no meio da bunda, molhado na cabeça, mas não passava disso. No meio do ano letivo comecei a ficar preocupado, pois as minhas notas em Gramática estavam um fiasco;e a continuar daquele jeito teria que fazer exame ao final do ano e isso não me animava.; conversei com meus pais, alguns amigos e todos foram unânimes: eu precisava de aulas particulares. Fui conversar com o professor, um dos melhores de todo o curso; ele estava ficando grisalho nas têmporas e as meninas diziam que ele era um gatão, uma perdição e por aí a fora; ele se prontificou em me dar algumas aulas particulares. Combinamos que as aulas seriam nas quartas feiras, à tarde, dia em que a sua esposa fazia curso de artesanato; no dia da primeira aula cheguei na sua casa e fomos para a biblioteca. Iniciamos a aula e ele muito próximo de mim explicando os exercícios, os macetes, as regras, analisando textos eróticos. Ele usava um perfume muito delicado e de cara me peguei pensando que aquele perfume realmente era de macho. Ele começou a me envolver quando começou a falar das meninas da escola o que achava desta ou daquela; perguntou-me se eu já havia saído ou ficado com alguma; elogiou o meu porte, a minha beleza, etc. e etc. O clima estava delicioso; ele falava muito de perto, dava pra sentir o seu hálito quente; eu via claramente a sua língua passeando pelos seus lábios, os seus olhos nos meus, as vezes claramente nos meus lábios; ele me ganhava a cada instante; depois de algum tempo ele disse que ia buscar um refrigerante para fazermos um intervalo; apontou-me sobre uma mesinha de canto umas revistas suecas raras; fiquei folheando enquanto aguardava e o meu pau começou a ficar duro; neste momento ele chegou da cozinha e percebeu a situação; sorriu e disse que ele também se excitava muito com aquelas revistas; sentou bem ao meu lado, coxas com coxas, e ficou vendo as mesmas fotos que eu; sobre a bermuda começou a massagear o seu pau e a falar sacanagem; depois de alguns minutos tirou o pau para fora dizendo que estava muito atrasado e tesudo; eu nunca havia visto um pau de homem da sua idade; duro; era realmente lindo; a cabeça grande, azulada e brilhante se destacava; o corpo do pau era reto, não muito grosso; os pentelhos negros, encaracolados como os meus cabelos; o saco não muito volumoso destacava os testículos; disse-me que estava a fim de se masturbar e disse-me para fazer o mesmo; ele continuava a me envolver dizendo que o meu pau era maior do que o dele, mas o dele tinha mais experiência; falando isto chegou perto do meu e encostou a cabeça do dele no meu e depois pegou na minha mão e levou até o pau dele. Fiquei sem respiração, mas peguei no dele e ele no meu. Era um pouco estranho, mas gostoso; um pau duro, quente, pulsava na minha mão; a pedido dele punhetei suavemente para ele e ele também pra mim; em seguida me deu um beijo suave, mal tocou nos meus lábios; repetiu mais uma vez e mais outra. Uma loucura. Fiquei totalmente entregue; pediu para eu ajoelhar e chupá-lo; relutei, fiz charme; continuei a punhetá-lo; a sua respiração estava ofegante; ele estava taradíssimo por mim; levou-me pela mão até o sofá, pediu-me para ficar entre suas pernas e continuar a acariciar o seu pau; pegou minha cabeça e levou até o seu pau; não resisti mais; comecei a chupá-lo desajeitadamente, mas com muito carinho e tesão; a princípio achei o sabor meio estranho, mas a sensação era muito boa; ele foi me orientando a usar a língua, muita saliva, a virilha; ensinou-me a punhetá-lo com o pau na boca; loucura total. Minha saliva era tanta que saia para os lados deixando o pau, os testículos, as coxas, os pentelhos, todos molhados. Ele gemia e dizia: “ -- Não tenha pressa; deixe-me saborear este momento mágico”. Isso me encantava; aquele macho sabia como conquistar um garoto virgem. Pediu-me para tirar toda a roupa, tirou a sua, abriu o sofá-cama, deitamo-nos, ensinou-me a fazer um 69; que maravilha chupar aquele pau e acariciar o seu cuzinho; passou gel no meu cuzinho e nos meus dedos; ensinou-me como comer o cuzinho do parceiro durante o 69; esse realmente era um grande professor; durante o 69 ele percebeu claramente que o meu cuzinho era virgem. Disse: “ – Vou te dar a maior felicidade que um homem pode ter: ser enrabado por outro”. Eu não agüentava mais; queria ser dele, de qualquer forma; preparou-me com gel, colocando-o com o seu dedo indicador, depois massageou-me com o médio, depois com o polegar, depois com o indicador e o médio juntos; eu estava pronto para ser possuído; ajeitou duas almofadas no meu pescoço, colocou-me de lado, pediu para trazer os joelhos até o peito; com uma das mãos abri a minha bunda e ele dirigiu o seu pau para a porta do meu cuzinho; forçou algumas vezes, colocou mais gel, até que aquele cabeça azulada passou delicadamente pelas preguinhas até então intocadas; o seu pau me invadiu suavemente, quente, grosso, duro, carinhoso, até que as suas bolas bateram na minha bunda; então virou-me de bruços, colocou duas almofadas sob a minha barriga e colocou todinho o seu pau dentro de mim; eu fiquei sentindo aquele macho gemer de tesão, pondo e tirando o seu pau; ele se acomodava dentro de mim como se tivesse sido feito sob medida; deu várias estocadas e avisou: “—Por favor, receba o meu gozo”; e ele veio farto, quente, em jatos. Ele usava o seu gozo como lubrificante e enfiava e tirava o pau, enfiava e tirava, enfiava e tirava, até que diminuiu os movimentos e deitou-se sobre mim; beijando a minha nuca, perguntou: “—Você será somente meu ?” Respondi: “—Somente seu, de corpo e alma”. Aí relaxamos; deitei-me sobre o seu ombro e fiquei quieto. Depois de algum tempo fomos ao chuveiro; ele ensinou-me como tirar o esperma do cuzinho com a ducha do chuveiro; secamo-nos; ele me colocou de quatro e passou pomada cicatrizante nas preguinhas; ele era um carinho só. Terminamos e aula e marcamos retorno para a próxima 4ª. feira.

OS DIAS SEGUINTES

Dormi como uma pedra, sem sonhos; acordei um tanto preocupado pensando na forma como ele me trataria; foi um exemplo de gentleman; perguntou-me delicadamente se estava doendo, se estava arrependido; às duas perguntas respondi com um sorridente não ! Os dias seguintes foram de quente expectativa para a próxima 4ª. Feira; eu não via a hora; recordava silenciosamente os aqueles maravilhosos momentos; eu ficava pensando no que ele iria me oferecer novamente; eu era todinho dele, corpo, alma, pensamentos, desejos; eu relembrava principalmente os seus beijos delicados na minha boca; eu os queria agora com bastante saliva, língua, desejo. Finalmente a 4ª. Feira chegou; na aula ele disse-me discretamente: “—Se puder chegar mais cedo ....” Obedeci, claro. Cheguei à sua casa impaciente; eu já me sentia dono da situação: tinha um corpo desejado por todos, tinha um macho tesudo e carinhoso; eu já tinha me resolvido: meu negócio agora era aquele homem. Abraçamo-nos, tiramos a roupa e deitamos no sofá-cama já aberto; carinhos, mão na mão, mão no pau do parceiro; na virilha, no rego; mamilos, axilas, pescoço, nuca, coxas; e principalmente, beijo e mais beijos. A sua língua invadia a minha boca como o seu pau invadiu o meu cuzinho; eu estava um pouco ardido ainda e falei pra ele; ele me disse que tinha uma pomada anestésica e que podia confiar; fizemos um 69 magnífico; o seu pau estava prá lá de duro e eu me imaginava se a sua mulher estaria cumprindo o seu papel; pensei “—Azar o dela, eu satisfaço esse macho do jeito que ele quiser ele é meu e eu sou somente dele”. Quando senti o seu pau aumentando ainda mais de tamanho na minha boca; pedi-lhe pra me comer; fui prontamente atendido; em minutos eu já estava com aquela magnífica vara atolada no meu rabo; pura tesão, puro desejo. As suas estocadas eram vagarosas evitando que as preguinhas “reclamassem” depois. Virou-me de frente, colocou uma almofada nas minhas costas e muita pomada no cuzinho; delicadamente colocou-me na posição frango assado; colocou o pau, foi até o saco; contrai o cuzinho procurando segurá-lo o mais fundo possível, senti a textura, a grossura, o calor; que pau, que pau, era só isso o que eu pensava, a sua boca percorria os meus lábios, orelhas, pescoço, mamilos, axilas; o meu pau também participava; estava duro e ele sabia manuseá-lo; quando ele percebeu que eu estava prestes a gozar, mudou-me de posição para ficar de quatro, postou-se de pé ao lado da cama e penetrou-me até que eu senti as suas bolas batendo na minha bunda, os seus pentelhos nos meus; acelerou a sua mão esquerda no meu pau e gozamos juntos, aos borbotões; ele gemia roucamente, eu suava com aquela vara todinha dentro de mim, ele usava o seu esperma como lubrificante estocando e tirando, estocando e tirando, estocando e tirando, até que o seu fôlego diminui, tirou o pau e deitou-se ao meu lado; ele somente repetia: “Você é meu, você é meu, você é só meu”; me acariciava o rosto com a sua mão que cheirava a esperma, dele e meu; perfume de machos satisfeitos, apaixonados, tesudos, resolvidos, prá sempre.

Comentários 1 Comentários

  • boysafadinho boysafadinho

    Comentário feito por boysafadinho 02.01.2009

    Bem,não sei se ele te ensinou o que tinha que ensinar (RISOS)mais creio que sim pois parece mesmo um escritor profissional,mais voltando ao assunto além das aulas de gramáticas,ele te ensinou maravilhas,e acho que você deve ir fundo,ou melhor deixar ele ir fundo em você.

    Um Forte Abraço...

    Ass.:Boy Safadinho

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