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Relatos eróticos de Sado

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ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO

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Escrito dia 13 de novembro de 2008 na categoria Sado por sandra

Com o corno bem imobilizado e o cuzinho sobejamente preenchido pelo Plug-in anal que eu lhe enfiara, meu actual amante Renato mandou que lhe colocasse um prendedor de seios, graças ao qual nos entretivemos durante longos minutos a torcer-lhe aquelas partes e a esticá-las. Meu amante Renato ria-se bastante com os gritos de dor do meu corninho R, e ia-lhe dizendo que se fosse habituando pois que nessa noite não seriam só os seus seios a serem esticados.

- Com a pilinha tão pequenina que tens – observou-lhe – pareces mais uma fêmea que um macho, e uma fêmea de verdade quer-se com as mamas grandes como a Sandra, por isso não grites, agradece-nos antes o que te estamos fazendo. Vais ver como com as mamas maiores ficas mais feminina e então é que não te há-de faltar homens com vontade de te ir ao cu, panasca.

Após uns bons esticões e torções nas maminhas de R, Renato entregou-me um cordel.

- Amarra-lhe a piça e as bolas – ordenou-me. Esta é uma tortura que fazemos muitas vezes e eu começava a ver o que Renato tinha em mente, por isso com um nó bem apertado amarrei-lhe os genitais, procurando fazer com que o cordel lhe passasse mesmo sobre a costura dos tomates de R de modo a dividi-los claramente ao meio. Meu marido submisso gania de dor e Renato admoestava-o:

- Para que precisas tu da piça, meu punhetas de merda, se ela não te serve de nada e já tens o cu bem entalado por uma tora cujo tamanho tu adorarias ter nascido? Goza com o cu que é o que bichas como tu estão habituadas a fazer.

Com os tomates e o piçalho bem amarrados, envolvi as minhas mãos naqueles. Os tomatinhos de meu corninho são, tal como a sua pila, tão pequenos que ficaram cobertos pelas minhas palmas, e eu tratei de os espalmar como se os estivesse a espremer o que lhe fez soltar os bocadinhos de esporra que ainda continham. Depois, porque adoro fazê-lo, torci-os como fizera com as mamas, direccionei-os para cima, para baixo e para os lados, esticando-os o máximo que conseguia, começando também a humilhá-lo:

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- Vamos meu querido corninho, não grites tanto que daqui a bocado ainda vais sofrer mais. E diz lá se apesar disso não vale a pena? Pelo menos assim sempre ficas com os colhões maiores, como as mulheres que nunca comeste tanto gostam.

Renato brincava com o seu pirilau com as mãos o que não é muito usual nele, demonstrando-me como eu o excitava com aquilo, e só parou para me entregar um objecto metálico em formato de um anel ainda que não totalmente fechado num dos lados, muito parecido com uma argola de guardanapo como se usava em casa de meus tios sempre que recebiam visitas para almoçar. Uma das extremidades do lado não totalmente fechado apresentava três buraquinhos de onde pendiam três correntes prateadas que eu não percebi logo para que serviriam mas que não tardei a ver em acção.

- Enfia-lhe esta argola, Sandra – disse-me Renato – inteligente como és não deve ser necessário dizer-te aonde.

Bom, aquilo não devia ser para enfiar nos pulsos do corno mas apesar do escasso tamanho dos bagos de R parecia-me impossível conseguir enfiá-los dentro daquele aro que não teria mais de 4 ou 5 cms de diâmetro. O olhar aterrorizado de R parecia ser da mesma opinião.

- Cabem, cabem – asseverou-me Renato – essa argolinha já apertou dentro dela colhões quase com o dobro do tamanho deste meia piça. O segredo está em que terás de lhos apertar com força para eles entrarem todos. Mas primeiro chupa-me a gaita que eu só de te ver tratando o corno como ele merece já estou outra vez de pau feito.

Fiz-lhe uma boa mamada apesar de Renato não se ter querido esporrar, e tratei então de me ocupar dos tomates de meu marido tal como me fora mandado. Na verdade tive de os apertar ao máximo com as mãos junto à base do caralho dele, procurando deixá-los o mais fininho possível para poderem caber dentro daquele aro apertadinho que eu lhe estava enfiando pela parte de baixo dos mesmos. Felizmente para R que ele os tem bem molezinhos. O corno gritava e pedia para parar procurando levantar-se da cadeira mas as correntes que o prendiam pela coxas não o deixavam erguer-se.

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- Estás gritando muito para o meu gosto – fez-lhe notar Renato – vou calar-te e já que tens uma boca tão boa para a brochada como a da minha puta vou aproveitar a ocasião para te pôr a fazer-me outra mamada.

Um ring-bag foi-lhe então colocado de maneira a que R não pudesse fechar a boca mas também não pudesse gritar tão sonoramente, embora o receio de que a vizinhança ouvisse os gritos não existisse. Com a boca assim entreaberta Renato não correndo o risco de ser trincado, meteu-lhe o seu caralho e como meu marido não o conseguisse chupar bem meu amante ocupou-se gostosamente em foder-lhe a boca embora também desta vez não se tivesse querido vir.

- Oh, que buraquinho bom tu tens aqui, paneleiro de piça curta – dizia-lhe Renato – e mais apertado que o teu cu de bicha e que o pito da tua esposa puta.

Como o aro comprimindo-lhe os colhõezinhos, meu amante demonstrou-me qual a finalidade das três correntes entregando-me igual número de pequenos pesos que no seu conjunto pesavam mais de 1 kilo e mandando-me suspendê-los nas extremidades das correntes.

- Não seus tarados – suplicava R com o olhar–por favor nos colhões não, que eles não vão aguentar. Vocês vão-me arrancar os colhões com isso.

- Na verdade – confirmava Renato apalpando-lhe os bagos – os teus colhões não são grande coisa, mas por isso mesmo não te deves preocupar. Mesmo que os pesos tos arranquem, e eu ainda não conheci ninguém a quem isso acontecesse, a sua utilidade é tão escassa que até deveria ser uma bênção para ti ficares sem eles.

Comecei por lhe suspender os pesos mantendo a palma da mão por baixo para que eles ficassem apoiados nela de maneira a R não sentir logo a pressão da força da gravidade puxando-os para baixo, mas quando a retirei e os guizos do corno foram violentamente esticados este deu outro grito que apesar do ring-bag se ouviu perfeitamente. Podia ver nitidamente que os pesos exerciam uma violenta acção sobre eles pois a pele que separava a piroca dos colhões apresentava agora uma distensão de talvez uns cinco centímetros. A dor devia ser grande pois que ele se debatia imenso.

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- Aguenta, panasquinha que se não fosse a devassa da tua esposa ainda tinhas o olho do cu por estrear – gozava-o cruelmente Renato – aguenta-te que é para aprenderes a não te esporrares sem nossa autorização.

R que se entesara bastante no início, não estava achando graça nenhuma àquilo pois que a fita métrica debaixo do seu piçalhito indicava que este começara a mingar e já nem chegava aos 9 centímetros.

- Já não tens tesão, corno? – perguntava-lhe agora eu esticando-lhe ainda mais os pesos – Estás a ficar com a piça no seu tamanho normal. É pena porque o meu macho abonado está cada vez com mais tusa.

E estava. O caralhão enorme de Renato estava completamente armado e tão duro como se já não fodesse há várias semanas.

- Talvez se o boi me vir comendo-lhe a esposa puta volte a ficar de pau feito – sugeriu Renato – queres experimentar Sandra?

Eu também estava ficando no ponto de rebuçado e com uma vontade enorme de sentir a sua coisa deliciosa dentro da minha pássara, pelo que lhe disse que sim. Meu amante começou então por exigir uma espanhola nas minhas mamas, que tirei para fora do corpete, após o que me montou com fúria embora mais uma vez sem se esporrar e sem deixar que me viesse, dizendo-me que uma dominadora como eu nunca pune um escravo sem estar com tesão. Terminada a foda, o pau de R estava um bocadinho maior, ou o seu grande prazer sexual não residisse essencialmente nos olhos, mas mesmo assim não chegava aos 10 cms.

- Vais precisar que a Sandra te faça crescer mais a piça, paneleiro. Para o tamanho que eu quero que ela atinja hoje ainda falta muito, e duvido que só com o trabalho de mãos dela consigas lá chegar, mas vamos ver – disse-lhe Renato – Sê boa esposa minha amada putazinha e toca-lhe uma punheta como o teu corno tanto gosta para que ele saiba que não és boa só a torturar.

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Isso já R está careca de saber e eu dizendo-lhe que não queria ver nenhuma esporradela comecei a masturbá-lo, primeiro lentamente, com carícia como quando namorávamos, mas depois com força puxando-lhe a pila com violência e fazendo-o dar pulinhos curtos na cadeira, já que as correntes não o permitiam mais. Mas o tratamento sofrido não o permitia entesar-se muito e a sua amostra de caralho pouco mais cresceu apesar dos meus esforços pois não saiu da marca dos dez centímetros.

- Então paneleiro impotente– atirou-lhe novamente Renato – que homem és tu que te esporras uma vez e ficas logo com a piça murcha por umas semanas, apesar da delicia de mão que ta está consolando? Achas que a Sandra merece isso? – e zás pás trás os nós dos dedos de Renato bateram com força no seu órgão fininho e pequenino a que eu acho tanta graça. Nessa altura já lhe tínhamos removido o ring bag e R voltara a suplicar com garra que parássemos, algo que obviamente não estava nos nossos planos.

- Eu logo imaginei que a tua pila não cresceria à base da punheta – comentou Renato sempre com o seu bacamarte inteiramente inflamado e batendo-lhe com ele na face – Azar o teu, cornudo. A Sandra vai-to fazer crescer através de um processo mais drástico.

A guia da trela do caralho de R foi-me entregue por Renato e eu sem uma palavra tratei de lha a amarrar o mais próximo possível da cabeça da sua gaita, mas de modo a não escorregar.

- Muito bem, minha querida Sandra – elogiou meu amante – pela primeira vez na vida vais fazer com que este fode-com-a-mão tenha orgulho da piça com que nasceu, tornando-lha maior. Para já vais fazer com que ela alcance um tamanho mínimo aceitável que uma piça deve ter e cuja medida vais ser tu a fixar uma vez que puta como foste sempre, percebes mais de tamanhos do que eu.

Disse-lhe que para mim o tamanho mínimo que todos os caralhos deveriam ter seria 15 cms pois que com tal medida já uma mulher se sente consolada. Renato contrapôs que quanto a ele um caralho com menos de 18 cms não é digno de foder mas aceitou a minha medida como primeira marca a atingir pela pila de meu marido, ainda que não desistindo de a ver alcançar nessa noite a medida 18. R estava aterrorizado com a nossa conversa pois percebeu que isso significava esticar-lhe, para já, o seu órgão pendente em pelo menos quase 5 cms.

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- Vocês são doidos? – questionou-se – a Sandra por pouco me arrancou os guizos de tanto os esticar há pouco, e agora querem ver se me fazem o mesmo à piroca? Mesmo que ela não sirva muito para consolar as mulheres sempre me serve para mijar. Além de não quererem que eu foda também não querem que eu mije?

Sossegámo-lo dizendo que se lha arrancássemos sempre lhe restaria um buraquinho saindo da barriga por onde ele poderia evacuar a urina. E depois se ficasse sem ela, lembrou-lhe Renato, era de maneira que não teríamos mais necessidade de lhe colocar o cinto de castidade de que R tanto se queixa. A pila foi-lhe então esticada por mim enquanto meu amante ficava esfregando a sua nas minhas costas. Quanto mais esticava a pilinha do corno mais a piçorra de Renato ia ficando dura e inchada, demonstrando o quanto sádico ele é, tão sádico como meu marido é masoquista. A de R pelo contrário, embora fosse sendo esticada parecia ir ficando cada vez mais fininha.

- Por favor não – pedia-nos - enrabem-me com uma pixota de meio metro, arrombem-me o cu, chicoteiem-me, mas por favor Sandrinha, meu amor, não me estiques mais a piça, NÂO, NÃO.

Infelizmente tal não dependia de mim mas de Renato a quem eu obedeço pois sou tão sua escravo como o corno o é de nós dois. Sinceramente não acreditava ser possível esticar-lhe tanto o caralho, uma vez que representava cerca de 5 cms de aumento peniano só à força de tracção, mas progressivamente a pila de R ia-se aproximando da marca dos 15 centímetros, ainda que na verdade mais parecesse que lha estava arrancando, tão distante a base dela e dos colhões ainda com os pesos ao penduro ia-se distanciando do baixo ventre onde sempre estivera pegada. Quanto mais R gritava de dor mais prazer eu sentia em esticar-lhe a bilharda até que finalmente a pelezinha do seu prepúcio abeirou-se da marca 15 da fita métrica.

- Mais um pouco, Sandra, ainda não chegou bem ao 15. E tu corno, vês como tens a piça mais elástica do que imaginavas? Só que com tal puxão duvido bastante que voltes a ter tesão durante pelo menos o próximo mês.

Eu também assim me parecia e para ter a certeza quando alcançou a medida determinada voltei a punheteá-lo e se há pouco o seu pauzinho pouco se entesou agora não se entesou de todo.

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- Estás impotente como é justo que o sejam todos os mal formados de piça - era Renato a dizer-lho, ainda que eu tenha a certeza de não estar a ser sincero, e enrabou-me uma vez que é o buraco onde ele mais me gosta de meter enquanto me masturbava o grelo com a saia levantada pois que não me despi durante toda a sessão, não tardando muito a fazer-me gemer de prazer.

- Estás a ver, meu boi manso – voltava a dirigir-se a R meu amante – como uma puta quente como a Sandra não se importa nada que o seu macho cobridor a faça gemer, até sente antes muito prazer nisso? Pois te garanto que para atingir o local do reto onde o meu caralho chega, o teu ainda tinha que ser bastante esticado, e eu só não mando a Sandra fazer-to porque tendo tu um caralho tão grande como o meu ela não sentiria tanta vontade de te cornear, e eu gosto muito de a foder enquanto tu assistes com uma vontade doida de tocar ao bicho - mas mais uma vez não se veio o que para mim queria dizer que estava guardando a última ejaculação para mais tarde quando tudo aquilo estivesse terminado e nos encontrássemos sós, o que eu bem queria pois estava húmida e com meu grelo maduro bem inchado de tesão. E foi o que sucedeu. Depois de me ter comido o olhinho de trás, Renato voltou a insistir que queria ainda ver a piroca de R atingir os 18 cms e eu depois de lhe ter torcido selvaticamente os tomatinhos moles, de lhe ter rodado os prendedores de seios dos mamilos e de ter brincado um bom pedaço com os pesos suspensos do saco voltei vagarosamente a esticar-lhe o pénis e os acompanhantes, procurando fazer com que eles chegassem aos 18 cms. Foi difícil, R apresentava a região toda vermelha e os nós que lhe prendiam o pau e as bolas pareciam querer comer-lhe a carne das partes tão dentro as penetrou fazendo com que o pau parecesse muito mais robusto à frente do que atrás. Escusado será referir os gritos lancinantes do corno.

- Parem, parem, seus pulhas! Antes o cinto de castidade, assim não Sandrinha querida que me vais arrancar os instrumentos. NÃO; POR FAVOR, PÁRA! – mas no seu intimo mortinho por conseguir ver pela primeira vez a sua pilinha atingir tal extensão.

Na verdade não consegui atingir a marca determinada por meu amante ainda que por 2 ou 3 cms. Foi esse aliás o azar de R pois que quando rondava tal marca, Renato entusiasmado dizia-me que eu ia conseguir e insistia para continuar o que prolongou o sofrimento de R por muito mais tempo. Em todo o caso nada que assuste um masoquista como ele. Quando finalmente Renato se convenceu que era impossível deu por encerrada a brincadeira:

- Deixa lá Sandra, senão na verdade ainda arrancas o penduricalho desta bichinha, tão fraquinho o tem que nem se consegue fazê-lo atingir o tamanho decente que a Natureza lhe negou. Mas tu, meu grande boi manso, que nem podes com o peso da testa e que és melhor a ver os outros comerem a tua mulher do que a fodê-la tu próprio, não penses que não vais ser castigado por a tua porca pilota se ter negado a cumprir os meus desejos.

Desapossado dos pendentes balouçando do seu escroto – em que estado teriam ficado seus balões se o tivéssemos forçado a passar o resto da noite com eles! – mas continuando com o Plug-in anal hospedado no cu, o corno foi amarrado na cruz e açoitado por Renato que é tarado por usar o chicote nos seus amantes masculinos. O caralhito de meu marido apresentava-se totalmente mirrado como se tivesse despejado os colhões muitas vezes e estes pareciam ter descido um pouco. De facto visto de trás parecia tê-los maiores e eu e Renato voltámos a rir-nos por isso.

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Dormimos nessa noite num sofá cama que arrastámos para a Sala de Torturas a fim de fazermos companhia a meu marido atado na sua cruz. Com as luzes apagadas meu corninho só distinguia os nossos vultos mas ouviu perfeitamente a última trancada que meu amante me deu antes de adormecermos e os sons de prazer que soltamos durante ela. Não se pode dizer que essa noite não tenha assim terminado igualmente bem para ele e se duvidas existissem disso o estado do seu caralho erecto na manhã seguinte apesar do tratamento nocturno, lá estava para o comprovar.

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