Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
A LIÇÃO DE SUBMISSÃO DO SEGUNDO SÁBADO DE NOVEMBRO Sado sandra 1403 9 Nota 4.5
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 1935 9 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 1270 6 Nota 4.5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 1161 3 Nota 4.5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1483 3 Nota 4.5
O Minete do Namorado Corno Depois de Ter Transado Com Três Clientes Fetiche sandra 1409 2 Nota 4.5
Os Dois Cus e a Salada de Grelos que Meu Amante Comeu à Chegada 1 1 Comentários Orgias sandra 2665 9 Nota 4
MEU MARIDO, MEU PANASQUINHA Fetiche sandra 2877 5 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - II Parte 1 1 Comentários Traição sandra 3931 13 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS- I Parte Exibicionismo sandra 5941 12 Nota 4.5
HUMILHAÇÃO PÚBLICA DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 2169 16 Nota 4.5
O ORGASMO DOS MEIAS PILA 2 2 Comentários Fetiche sandra 1406 8 Nota 4.5
Apanhando Com Leite de três nas Minhas Duas Gretas 1 1 Comentários Incesto sandra 5110 18 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3925 7 Nota 4.5
VIOLAÇÃO CONSENSUAL NO BUNGALOW Traição sandra 4435 14 Nota 4.5
TREPADA E BOCHECHO NO TÁXI 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 3921 16 Nota 4.5
NOVA ENRABADELA A TRÊS 1 1 Comentários Orgias sandra 2152 8 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 3102 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5409 17 Nota 4.5
O TESTE DO CORNO Traição sandra 4747 17 Nota 4.5
CONFISSÕES POÉTICAS DE UMA MULHER CASADA MUITO SAFADA 2 2 Comentários Traição sandra 3555 23 Nota 4.5
PUNHETA COM MEU FILHO 2 2 Comentários Incesto sandra 20720 24 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3345 15 Nota 4.5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 5169 22 Nota 4.5
A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ 4 4 Comentários Exibicionismo sandra 7402 21 Nota 4.5
COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS Exibicionismo sandra 4026 15 Nota 4.5
ORGIA ANAL COM MEU AMANTE Orgias sandra 4333 16 Nota 4.5
PILADA NA PRAIA Exibicionismo sandra 4773 11 Nota 4.5
A NOITE PASSADA NA CAMA DO CORNO Traição sandra 5996 11 Nota 4.5
FANTASIA SEXUAL NA CELA Fetiche sandra 2972 18 Nota 4.5
DESBUNDA ANAL NO FINAL DA TARDE Orgias sandra 6158 16 Nota 4.5
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4960 17 Nota 4.5
CONSOLANDO MEU AMANTE COM O CU E O MARIDO CORNO COM AS CALCINHAS Exibicionismo sandra 4364 23 Nota 4.5
A FESTA DO BROCHE EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 4926 28 Nota 4.5
A TRANSA QUE FEZ MEU NOIVO GANHAR FAMA DE CORNO Traição sandra 4494 30 Nota 4.5
TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA Exibicionismo sandra 3902 21 Nota 4.5
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA Exibicionismo sandra 2522 24 Nota 4.5
SODOMIZADA PELO AMANTE NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2105 16 Nota 4.5
CORNEANDO MEU MARIDO NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2819 11 Nota 4.5
DUPLA PENETRAÇÃO A QUATRO Orgias sandra 4441 14 Nota 4.5
FANTASIA A TRÊS COM PEPINO E TOMATES Fetiche sandra 2383 15 Nota 4.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3794 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1870 12 Nota 4.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4765 15 Nota 4.5
ENRABANDO MEU MARIDO Fetiche sandra 5694 12 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME COM MEU MARIDO Fetiche sandra 3837 15 Nota 4
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO- II PARTE Orgias sandra 3212 10 Nota 4.5
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 3132 10 Nota 4.5
ORGIA COM PAU DE CABINDA Orgias sandra 2305 12 Nota 4.5
DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO Orgias sandra 4306 8 Nota 4.5

ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO

Compare Preços de: DVD Carnaval | DVD Amadores | Bolinhas | Bombas peniana | Infláveis

Escrito dia 12 de novembro de 2008 na categoria Sado por sandra

- Quem te mandou vir-te antes de nós, panasca? - meu actual amante, Renato, acabara de me dar uma soberba trepada e ameaçava agora meu marido submisso, R, que a ela assistira por não ter evitado uma ejaculação prematura que o esfregar de meus pés no seu pirilau lhe provocara -Vai-te custar caro não teres aguentado o leitinho nos tomates, vadio - ameaçou-o - e vai ser a putinha que te corneia quem se encarregará de te punir. Mas antes disso quero que lambas essa mancha de esporra que deixaste cair ao chão.

O corninho lambeu as marcas do seu gozo com bastante eficiência, provavelmente contente por saber que seria eu o seu algoz em vez de Renato já que prefere dominação feminina à masculina, e este determinou que me vestisse, embora os dois homens permanecessem integralmente nus, meu amante dizendo que não valia a pena vestirem-se, um, o corno porque ia ser torturado nu (como sempre) nas partes que lhe mais doem, e ele porque além de o facto de estar nu o fazer apreciar mais ver-me judiando um homem, as cenas que se seguiriam não tardariam a fazer-lhe ficar com o cacete de novo em pé, e portanto com necessidade de entrar em acção, pelo que qualquer peça de roupa seria um estorvo, o que não pude deixar de concordar.

- Tu é quem tens de estar vestida, Sandra. Não só porque aqui o piça curta já te viu nua que chegue para o mês todo quanto mais para um dia só, mas também porque uma Dominadora nunca revela seu corpo quando está a punir o seu submisso – disse-me Renato, entregando-me um corpete branco, algo transparente na zona da barriga e costas, mas forrado na zona dos mamilos para não os expôr, ainda que deixando-me o decote das mamas a descoberto, e uma saia rodada azul, bastante vaporosa, um pouco por cima dos joelhos. Uma vez que não vestia calcinha o que dizia bem das intenções de meu amante me voltar a meter, completava meu vestuário uns sapatos abertos igualmente azuis, de salto algo alto.

Renato possui uma divisão da sua casa a que ele chama a Sala das Torturas, e cuja decoração e objectos que a compõem fazem estarrecer qualquer alma sensível, mas que a ele, a mim e ao meu cornudo marido com amostra de pila de homem, nos dá um tesão danado. Foi para ela que conduzimos R, ou melhor, conduzi-o eu, de mãos algemadas atrás das costas, tal como quando o trouxera, uma coleira de couro ao pescoço onde está gravado o meu nome e o de Renato para que R não se esqueça nunca que é propriedade dos dois, e uma trela em redor da pilinha que era por onde eu o puxava. Meu amante caminhando atrás dele ia-lhe desferindo pesadas chibatadas nas nádegas e nas costas, cujos plaffs sonoros ecoavam audivelmente nos corredores da casa. Algo me dizia que não seriam contudo as chibatas e os chicotes os principais instrumentos de tortura dessa noite, pelo que a uma apreciadora do spanking como eu sou, o som da chibata mordendo-lhe a pele me parecia simplesmente divino. R que adora ser chibatado também devia estar sentindo o mesmo que eu, pois na trela senti que seu caralhito voltara a endurecer apesar da recente punheta que lhe eu tocara enquanto estivera apanhando de Renato, o que mereceu mais alguns comentários maldizentes deste:

- Ficas com mais tesão vendo uma chibata, cabrão, do que uma boazona de pernas abertas. Mas podes ficar certo que quando vires o tratamento que te espera às mãos da tua esposa, vais perder o tesão por uns bons tempos.

O pauzito ainda mais se lhe engrossou. As expectativas do corno em relação ao castigo que o aguardava eram tão grandes como as minhas que tal como ele não sabia o que o meu amante planeara, muito embora depreendesse pelas suas palavras que as bolinhas e o seu simulacro de pila iam ser as principais vitimas dessa noite de tortura. Não me enganava.

Encontre as morenas mais safadas em sua cidade!!!

A primeira coisa que me chamou a atenção quando entramos na Sala de Torturas, foi um cadeirão de madeira, com as costas em forma de cruz e com correntes metálicas para prender os braços. Os pés da cadeira apresentavam igualmente o mesmo tipo de correntes para manietar os tornozelos e duas tiras de cabedal, ajustáveis, encontravam-se encaixadas na parte dianteira do assento, de maneira a poderem ser presas em torno das coxas de quem nela se sentasse, e desse modo impedir que a vítima se erguesse da mesma por mais que o tentasse. Num dos cantos da parede, repleta de instrumentos de dor que fariam as delícias de qualquer carrasco medieval, uma cruz plástica de Santo André, já minha conhecida, e de meu marido.

- De gatas, corno – ordenou meu amante. Quando está com um de nós e lhe mandamos pôr-se de gatas o meu corninho de pila muito pequenina já sabe o que o espera. Renato passou-me então para as mãos um Plug-in anal representando um senhor caralho de silicone, azul, com um quarto de metro de comprimento e dez centímetros de grossura. Não é a primeira vez que lho enfiámos no cu, mas o corno sempre estremece só de o ver.

- É um bacamarte digno de um paneleiro como tu – brincou Renato – por isso tenho sempre muito gosto em ver-to enfiado no olho de trás. É certo que não tens o cu assim tão aberto ainda porque falta-te, tal como na piça, a experiência que só a putice dá. Mas garanto-te que se o usares regularmente nunca terás problemas de ficares com o olho do cu fechado. Enraba-o Sandra.

Renato fora-lhe ao cu antes de me comer a mim, e a sua piroca pouco mais pequena é do que o Plug, embora mais fina, pelo que o olhinho do meu marido estava assim por isso aberto. Eu pelo meu lado, adoro enrabar R, aliás fui eu a primeiro pessoa a comer-lhe o rabo, metendo-lhe há vários anos um vibrador nele. Por isso com um esgar de satisfação fiz um pequeno broche ao vibrador, enquanto lhe cuspia abundantemente. Depois pedi a Renato que lhe afastasse as bordas já bastante vermelhas das chibatadas das nalgas para os lados, pois que uma coisa com a espessura daquela necessitava de um par extra de mãos para meter e R algemado não o podia fazer, embora se procurasse rebolar o mais possível para facilitar a penetração.

- Ponham lubrificante nisso – suplicava R entre gemidos, á medida que eu muito vagarosamente para lhe prolongar o sofrimento da enrabadela e gozar mais com a situação lhe ia enfiando o Plug-in – afinal de contas não sou nenhum paneleiro da rua para levar com um soardo desses a seco.

- Então, meu amorzinho a quem tanto gosto de colocar os chifres nessa cabecinha marota – gozava –o eu – estás a gemer tanto só por causa de um caralhinho? Lembras-te de uma noite em Coimbra em que eu me prostituí com sete mancebos que tinham ido à inspecção militar? E não me ouviste gemer assim, pois não? E quando levei com a pixota do teu colega de tropa, o Rogério que tem um caralho que mede 26 cms, quase debaixo do teu nariz, também não chorei. E levei com ele nas minhas duas entradas de baixo, ao passo que tu só estás a levar na única que tens, ainda que ela de facto seja mais apertada que qualquer uma das minhas. Vamos, procura consolar-te o mais possível, corninho. Para quem já não despejava os tomatinhos minúsculos há três meses, esta é a tua noite da sorte. Viste-me nua, viste-me fodendo com o meu homem, fizeste-lhe um broche a ele e um minete a mim, toquei-te uma punheta como tanto gostas, apanhaste no cu com uma piroca a sério e agora vais levar com uma postiça para veres qual aprecias mais, e se portares bem talvez Renato não te deixe acabar a noite sem te assentar uma valente dose de chicotadas na pele, como tanto gostas e então é que tu vais ficar com a piça grande de tanto tesão.

Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!

Renato riu-se com os meus comentários e até arranjou inspiração para acrescentar mais uns poucos da sua lavra. Quando lhe enfiei o Plug-in todo e o prendi certificando-me que ele não saía, eu que gosto de obedecer a Renato pois em relação a ele sou tão submissa como meu marido o é em relação a nós e a mim especialmente, perguntei-lhe com os olhos o que deveria fazer mais, e este igualmente com o olhar indicou-me a estranha cadeira.

- Vamos, marido tão galhudo como um alce, para a cadeira. Vais ver agora o que te vai custar teres gozado antecipadamente – e desalgemando-o fi-lo sentar-se nela. - Os braços para cima! – pois mesmo sem ainda saber o que meu amante queria concretamente, percebi que era para o amarrar nela. O corno levantou os braços, permitindo-me fechar-lhe as correntes nos pulsos, tendo igualmente procedido da mesma maneira no que respeita aos tornozelos e coxas. Quem construíra a cadeira sabia o que fazia pois que nosso comum escravo não se podia mexer, como constatei deliciada. Não duvidava nada que R fosse lamentar a sua presença naquele local pois mesmo para um masoquista como ele aquilo tinha todo o ar de ir ser uma sessão algo pesada. R decerto também pensou o mesmo quando Renato vendo-o imobilizado se lhe dirigiu e sem lhe tirar a trela da pila, colocou aberta debaixo dela uma fita métrica de carpinteiro de maneira a que aquela pudesse ser facilmente medida, e verificou quanto assinalava. R estava tão teso como nós com aquilo, e a sua piroca apresentava quase 12 cms de lonjura, o que nele é quase o tamanho máximo que consegue atingir.

- Nada mau para ti, punhetas – observou-lhe meu actual amante - mas hoje não sairás desta cadeira enquanto a Sandra não fizer a tua piça apresentar um tamanho mais digno de um homem. E é bom que ela o consiga fazer facilmente, de outra maneira ainda te arriscas a ficar sem ela e sem os teus colhõezinhos.

A coisa prometia. Meus biquinhos das mamas ficaram duros ouvindo aquilo, como sempre que me excito, e a meia pila do meu cornudo cônjugue, que sempre teve a fantasia da castração, também cresceu mais um ou dois centímetros. Ia ser o bom e o bonito fazê-la crescer ainda mais, pensava eu. Mas meu inventivo amante sabia como. Prometo que logo, logo conto o resto.

Comentários 0 Comentários

Faça seu comentário

Download Legal