Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por dgs_apolo

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SURPREENDIDO PELA ESTAGIÁRIA 4 4 Comentários Hetero dgs_apolo 1613 2 Nota 4.5
MÉNAGE COM AS UNIVERSITÁRIAS 1 1 Comentários Orgias dgs_apolo 1340 2 Nota 5
UNIVERSITÁRIA APRENDENDO UMA LIÇÃO 1 1 Comentários Hetero dgs_apolo 924 2 Nota 4
UNIVERSITÁRIA TESUDA 2 2 Comentários Hetero dgs_apolo 1498 3 Nota 4.5
TRÊS PAUZUDOS E UMA AMIGA DA FACU Orgias dgs_apolo 3400 4 Nota 4.5
PUTINHA CASUAL Hetero dgs_apolo 1256 0 Nota 0
FUNCIONARIA NOTA 10 Hetero dgs_apolo 2082 5 Nota 4.5
DELICIA DE CUNHADINHA Teens dgs_apolo 3678 4 Nota 4.5
AOS 18, UMA NINFETA E DOIS CACETES Teens dgs_apolo 4449 7 Nota 4.5
A SECRETÁRIA NINFETA DE 18 ANOS 1 1 Comentários Teens dgs_apolo 3896 5 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 1 Teens dgs_apolo 4593 6 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 2 Teens dgs_apolo 1630 4 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 3 Teens dgs_apolo 1395 5 Nota 4.5
AS PUTINHAS DO MSN - PARTE 4 Teens dgs_apolo 1785 4 Nota 4.5
SANDUICHE COM A NAMORADA DO AMIGO Hetero dgs_apolo 2865 5 Nota 4.5
DEPILANDO UMA JOVEM BOCETINHA Hetero dgs_apolo 3054 6 Nota 4.5
DEVORANDO UMA CASADA POR INTEIRO Hetero dgs_apolo 4548 4 Nota 4.5
A GOSTOSA DO MESSENGER Hetero dgs_apolo 2119 2 Nota 5
EMPREGADINHA FOGOSA Teens dgs_apolo 6505 5 Nota 4.5
MEU PRIMEIRO MÉNAGE Orgias dgs_apolo 8250 11 Nota 4.5
MINHA DOCE CUNHADA DE 15 ANOS Teens dgs_apolo 16354 24 Nota 4.5
TREPANDO NA PRAIA DESERTA Hetero dgs_apolo 3946 3 Nota 4.5
UM TESÃO DE NINFETA 1 1 Comentários Teens dgs_apolo 6761 6 Nota 4.5
NOVA VIZINHA ME TIROU DO SÉRIO Hetero dgs_apolo 3131 6 Nota 4.5
LIÇÃO DE CASA: METENDO NA COLEGIAL Teens dgs_apolo 11724 66 Nota 3.5
UMA GATA AMANTE DO SEXO CASUAL Teens dgs_apolo 2817 45 Nota 3.5
ESPIONADO PELA VIZINHA GOSTOSA Teens dgs_apolo 5956 43 Nota 3.5
USEI E ABUSEI DA NINFETA CASADA Teens dgs_apolo 8273 63 Nota 3.5
VIZINHA TESUDA DEMAIS Hetero dgs_apolo 7260 82 Nota 3.5

UNIVERSITÁRIA APRENDENDO UMA LIÇÃO

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Escrito dia 02 de novembro de 2008 na categoria Hetero por dgs_apolo

Estou de volta com a continuação do relato anterior onde me envolvi com um grupo de universitárias que me procuraram para ajudar em uma apresentação na faculdade do qual dependia sua aprovação na matéria. Joana chegou no final da tarde na casa de Juliana para saber se eu havia concordado em ajudá-las no trabalho, e acaba nos pegando dormindo nus e abraçadinhos. Percebi que Joana ficou com água na boca ao fitar meu pau duro que durante a tarde inteira fodeu sua amiguinha putinha. Porém o que não imaginava era que Joana era a mais puta de todas e com ar de safada Joana falou: “Com uma ajuda dessas, vamos tirar 10 com certeza”.

Vestimos uma roupa e fomos para a sala discutir sobre o trabalho. Combinamos de nos encontrar no dia seguinte (domingo) para preparar a apresentação. Logo cedo recebi uma ligação de Juliana me pedindo que eu fosse só à tarde, pois suas outras amigas haviam dormido lá e a casa estava simplesmente uma zona. Cheguei após o almoço e em menos de 3 horas concluímos a apresentação. Neste período Joana me dava indiretas demonstrando que estava louquinha para dar, pois com certeza sua amiga Juliana deveria ter detalhado nossa transa nos mínimos detalhes, aguçando ainda mais a curiosidade de Joana.

Após tudo concluído, comentei que pelo menos uma nota 8.0 era garantida, uma vez que o professor delas era muito exigente. Joana com um olhar de puta safada me respondeu: “Precisamos de um 10 de qualquer jeito, pois nossa situação é muito crítica. Se você nos conseguir um 10, faço TUDO o que você quiser em sinal de agradecimento”. Como eu já tinha um encontro marcado com uma gata logo mais, resolvi me controlar esperando o resultado da tal nota que sairia no dia seguinte. Com muita dor no coração, larguei as duas gatas ali sozinhas e fui para meu encontro, mas meus pensamentos ficaram a mil, fantasiando Joana sendo devorada do jeito que eu quisesse.

Para resumir, elas ganharam a tão sonhada nota 10 e depois da faculdade o quarteto de mulheres me convidaram para ir a uma choperia comemorar. Depois de tomar todas, sussurrei no ouvido de Joana: “quero que você pague sua promessa ainda hoje dando seu rabinho pelo resto da noite...” Ela meteu a mão por baixo da mesa, agarrou minha bermuda junto com meu pau duríssimo, e respondeu toda sorridente que já havia sonhado com isso. Na saída, Joana pediu uma “carona” e após nos despedirmos de suas amigas fomos para o estacionamento. Ela atirou-se em meus braços e me deu um beijo na boca delicioso. Abracei aquela garota com força, beijando-a com mais vigor. Ainda, mordi seus lábios delicadamente, chupei sua língua e seu pescoço, lisinho e perfumado. Joana suspirava e eu podia sentir sua pele toda arrepiada. Ela estava excitada da cabeça à ponta dos pés. Com um olhar pidão e uma voz embargada, Joana pediu que a levasse para a cama, confessando que não estava mais resistindo ao tesão e que seria capaz de me comer ali mesmo. Dei-lhe mais um beijo, liguei o carro e saí em direção ao meu apartamento. Durante o percurso, Joana inclinou o corpo e deitou-se em meu colo. Suas mãos, que iniciaram carinho em minhas coxas, subiram lentamente ao encontro do meu cacete. Eu estava completamente excitado e meu cacete parecia querer rasgar a bermuda. Joana passou a roçar os lábios e morder meu cacete por cima da bermuda mesmo. As carícias me deixaram ainda mais maluco, e de repente a safada abre a bermuda caindo de boca chupando gulosamente. Como morava perto do barzinho não deu tempo de encher sua boca de leite, e no elevador demos continuidade aos amassos. Abri sua blusinha e mamei deliciosamente seus peitos, até chegar ao meu andar. Abri a porta do meu apartamento e fomos logo nos atirando no sofá. Joana abriu minha calça, tirou meu caralho e caiu de boca nele. Sua boquinha me engolia lenta e gostosamente, fazendo a cabeça do meu pau deslizar por seus lábios e bater na garganta; sua língua quente e macia fazia uma massagem em movimentos circulares na glande.

Enquanto ela se deliciava em meu membro, eu tirava ao mesmo tempo minha roupa e a dela. A cada peça de seu vestuário que arrancava eu ficava mais excitado. Joana é muito gata e também muito puta – uma combinação de arrasar. Ela tem longos cabelos castanhos claros, pele clara, olhos verdes, 23 anos, 1.68m, 54 kg e 88cm de quadril. Essa capricorniana fogosa tinha um corpo formidável. Sua pele era tão macia quanto uma seda e um par de peitos turbinados e suculentos.

Ela estava um verdadeiro tesão, completamente tarada e querendo trepar. Fomos direto para o quarto e caímos na cama. Ela se ajeitou dizendo que estava morrendo de vontade de chupar meu caralho. Por cima, Joana passou a mamar meu pau com fúria. Chupava a cabeça com força, sugando e roçando a língua, enquanto alisava meu saco. Com as pernas bem abertas, Joana ainda esfregava a boceta na minha cara, no nariz e me fazia morder seu grelo durinho. Minha língua deslizava pelo cu de Joana que soluçava de prazer.

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Acabamos nos ajeitando no chão, onde fizemos um gostoso 69. Comecei a beijar, chupar e cheirar intimamente aquele majestoso rabo. Joana empinava bem a bundinha, para que eu pudesse lamber cada pedacinho da sua boceta e do seu cuzinho. Ela rebolava na minha cara ao mesmo tempo em que continuava chupando meu pau. Eu também não parava de trabalhar com minha língua, que fazia círculos em seu anel perfumado. A cada lambida minha seu rabinho se abria mais, ficava macio e pronto para meu bote.

Ficamos nessa chupação toda até que ela percebeu que eu estava prestes a gozar. Joana muito sacana ficou me provocando um tempão. Ela saiu de cima de mim e disse que eu gozaria no lugar de que eu mais gostava, ou seja, o seu cuzinho. Assim ela aprontou uma comigo. Pegou umas cordinhas que tirou da sua bolsa e amarrou meus braços e pernas na cama. Depois ela sentou a bunda na minha cara e me mandou chupar seu rabo, para deixá-lo bem molhado. Que delícia de cu ela tinha. Joana rebolava a bundinha na minha língua, que passeava por seu orifício róseo e o deixava cada vez mais umedecido. Ela foi descendo seu corpo até que minha pica ficasse apontada para seu buraquinho.

Joana segurou minha pica e a dirigiu até seu rabo. Ao sentar-se, vi meu monte de carne e veias se esconder dentro dela. A rola foi sumindo lentamente, até que apenas as bolas do saco ficaram para fora. Joana passou a fazer movimentos de sobre-e-desce vagarosamente, para que meu rijo cacete não a machucasse. Ela subia sua bunda, deixava a cabeça do pau chegar bem na beiradinha do cu, para depois descer e esconder-se novamente. Ela repetiu esses movimentos até sentir que seu orifício já estava bem alargado, para só então, iniciar uma cavalgada veloz, que até me fazia sentir uma certa dorzinha no pau.

Ela estava disposta a tirar o máximo proveito daquela transa. Dizia que eu iria sofrer muito e que só iria gozar quando ela quisesse. Para controlar a chegada de nossos gozos, Joana interrompeu os movimentos, inclinou seu corpo e me deu um beijo na boca. Ela mordia meus lábios, chupava minha língua, descia a boca até meu peito e mordia meus mamilos. Levantou-se novamente, abriu bem os quadris e voltou a rebolar em meu caralho latejante. Joana ordenhava meu pinto atolado em sua bunda. Ela piscava o cu sem parar, apertava e soltava cada vez mais forte, fazendo-me tremer, gemer de tesão e quase chorar de dor. Joana ainda meteu a mão por baixo de suas pernas, segurou meu saco com força e apertou as bolas durante algum tempo, como se fosse uma massagem de tortura.

Joana controlava também suas contrações anais. Com tanta fonte de prazer, disse a ela que ia gozar. Ela soltou meu saco e piscou o cuzinho rapidamente. Soltei jatos abundantes entupindo aquele cu maravilhoso de porra. Enquanto eu gozava, Joana foi girando seu corpo sobre mim e ficou de costas, com a bunda bem arreganhada. Uma posição em que pude ver perfeitamente meu caralho pulsar e o cu dela piscar. Joana rebolava de tal forma que parecia uma dançarina árabe. Suas contrações ficaram mais fortes e rápidas, ela também estava gozando. E se seguiram uma sucessão de gritos e gemidos altos. Pensei que ela fosse desmaiar de tanto tesão.

Diante de tanta gemedeira e palavras eróticas, meu cacete insistia em permanecer duro. Joana também não parava de gozar, continuava o rebolado e as contrações dos músculos no cu. Sua bunda estava inteiramente à disposição do meu pinto. Joana só parou quando não mais agüentou tantos orgasmos seguidos. Seu cu estava arrombado, esfolado e todo vermelho. Ela saiu de cima de mim e permanecendo de quatro foi enfiando um dedo no cu e outro na sua bocetinha. Não agüentando mais de tesão, dei fortes palmadas na sua bunda gostosa e meti de uma só vez todo meu caralho naquele rabo dilatado. Após 3 ou 4 estocadas gozei fartamente inundando o buraquinho com meu leite quente. Joana deitou-se ao meu lado, suspirando e gemendo baixinho, mas muito satisfeita com o trato que levou. Caímos em sono profundo e lá pelas 4 da madrugada acordei com muita sede. Após voltar ao quarto comecei a reparar em Joana que dormia nuazinha com seu bundão virado pra lua. Meu pau cresceu na hora e o sono desapareceu. Resolvi provocá-la de surpresa introduzindo a língua em sua grutinha com movimentos que fizeram minha putinha acordar na hora. Comecei a bolinar sua bocetinha e simultaneamente dedilhar o seu cuzinho. Joana empinou sua bundinha ao máximo e pedia para não parar. Os movimentos de vaivém levaram-na ao delírio, e minha gostosa acabou gozando duas vezes seguidas na minha boca. De sua bocetinha perfumada escorria um líquido viscoso, que era recolhido por minha língua. Enquanto eu a chupava, ela resolveu dar um trato completo em minha pica. Sua boca quente se movimentava com rapidez, subindo e descendo, e às vezes sua língua trêmula trocava meu saco. Se continuasse assim, ela certamente me levaria a gozar em sua boca. Sabendo disso, Joana foi reduzindo o ritmo das chupadas e virando-se de costas com as pernas bem abertas começou a gritar: “Vem gostosinho... coloca sua vara no meu rabo”. Meu pau pulsava de tesão. Com toda delicadeza, meti a língua em seu cuzinho e dei umas boas lambidas para que ele ficasse bem lubrificado. Joana não suportou o prazer e teve outro orgasmo, apenas com o trabalho de minha língua. Ajoelhei-me atrás dela, passei um pouco de KY em seu cuzinho e na cabeça do meu pau e apontei para o seu buraquinho. A rola deslizou com relativa facilidade, pois Joana estava bem à vontade, relaxada e ansiosa para ser enrabada. Quando a penetração chegou à metade, ela deu um empurrão com a bunda pra trás para me receber todinho. Seu cuzinho parecia ficar mais largo a cada estocada. Minha gostosa urrava de prazer, dançava na minha rola e ao mesmo tempo brincava com seu grelinho, tocando-o com os dedos. Os gozos se sucederam, um após o outro, fazendo seu ânus latejar no meu cacete. O meu gozo também veio forte e descarreguei um mar de porra no seu orifício. Ficamos assistindo um filme pornô e uma hora depois a putinha já estava de quatro no sofá massageando sua bocetinha e enterrando seu dedo no rabinho. Joana era uma filha da puta mesmo, porém uma puta gostosa dotada de uma das mais belas bundas que já comi na minha vida. Seu cuzinho perfumado, delicado e muito quente acabou sendo arrombado mais uma vez e gozei dentro dele a pedido dela.

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Email e MSN: dgs_apolo@hotmail.com

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