Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos de Incesto

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Iara

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Escrito dia 08 de outubro de 2008 na categoria Incesto por AribJr

Iara, simplesmente Iara

Sexta-feira, 16 de maio de 2003.

Naquela sexta-feira já tinha decidido não ir trabalhar, a ressaca da noitada e as poucas tarefas para o dia me davam essa oportunidade de feriar sem ser feriado e quando a mana falou que Iara ia vir aqui em casa resolvi que o melhor mesmo era ficar espreguiçando, mas minha sobrinha afilhada se encarregou de dar outras cores aos acontecimentos.

- Mano... Iara vai passar por aí....

Tinha levantado há pouco, a noite inteira acordado nos bares da orla marítima e o excesso de álcool deixava a boca amarga e o corpo dolorido, ainda não tinha acordado direito e ficou escutando sem saber direito se era sua irmã ou alguma amiga, pois não era de todo incomum o chamarem assim, mano.

- Ei! Já acordou Jangalão? - era a irmã, a única que ainda recordava do apelido de infância - Tua afilhada vai aí pra ver uns negócios na internet...

Conversaram um pouco e soube que ela já devia estar riscando, tinha saído há uns dez minutos.

Me chamo Oswaldo, tenho 39 anos e sou divorciado. Tenho um casal de filhos que moram com a mãe. Minha irmã mais velha se chama Suely casada com Joaquim e tem ima filha - Iara, minha afilhada que tem tirado meu sono, que tem 14 anos e é moreninha, cabelos negros e lisos cortado rente ao ombro, olhos castanhos amendoados, corpinho bem feito, seios médios e cintura de violão. Minha outra irmã se chama Siméria, divorciada com um casal de filhos: Gilberto e Valéria.

- Depois leva ela pro Tropical - a irmã pediu - Parece que vai se encontrar com a turminha...

Desligou o telefone e entrou no banheiro para um banho que o trouxesse à vida. Tinha terminado o banho, ainda estava no banheiro, quando a campainha tocou. Se enrolou na toalha e foi abrir a porta, era ela.

- Oi tio! - passou correndo pro banheiro - To quase fazendo xixi na calça... - falou alto.

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Oswaldo trancou a porta e voltou pro quarto vestir uma roupa, ao passar pelo banheiro viu que a porta estava aberta e Iara sentada no sanitário, calcinha arreada e olhos fechados.

- Que foi, andou comendo melancia? - brincou ao passar.

Ela abriu os olhos e sorriu, ia saindo quando ela se levantou e secou a xoxota com papel higiênico. Oswaldo estremeceu, o pau deu pulinhos e saiu rápido para o quarto fugindo daqueles pensamentos. Estava pescando uma cueca na gaveta de roupas quando ouviu.

- Tio... Me dá uma camisa de meia - ele se virou, ela estava entrando envolta numa toalha amarela - Essa calça jeans é muito quente.

- Pega no guarda roupa - falou e sentou na cama esperando que ela saísse para poder vestir a cueca.

- Essa daqui é legal... - escolheu uma branca - Posso usar essa?

Falou que sim, que poderia usar o que quisesse e ela deixou cair a toalha sem se importar que o tio a visse nua, estava pelada e Oswaldo se espantou com a naturalidade dos movimentos cadenciados, leves e sensuais com que ela se vestiu. Não falou nada, não tinha nada o que falar e ele vestiu a camisa, pegou a toalha caída no chão e saiu como se trocar-se na frente do tio fosse a coisa mais normal desse mundo.

- Vou usar teu computador, posso? - Iara apareceu à porta do quarto - Tenho que pesquisar uns trecos pro colégio...

Oswaldo apenas balançou a cabeça ainda com a imagem do corpo nu e cheio de curvas singelas, nas nádegas que compunham a perfeição, dos pequenos seios - quase infantis - encimados por aréolas claras em contraste à pele escurecida pelo sol, mas com tonalidade quase idêntica à das nádegas alvas.

- Como vai teu pai? - falou quase sem perceber.

- O mesmo turrão de sempre - riu e caminhou para a pequena biblioteca repleta de livros onde o computador reinava majestoso em um canto bem iluminado – Agora deu de pegar no meu pé por qualquer coisa...

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Ele deu razão às preocupações do cunhado, não devia estar sendo fácil conduzir aquele pequeno pedaço de perdição despontando para a vida e fazendo seu espaço nesse mundo bem à sua preferência.

- Você já tomou café? - sentiu-se abobalhado ao perguntar, claro que já deveria ter feito o desjejum afinal já era quase meio dia - Você quer lanchar? - concertou.

- Quero não tio... - ouviu o sinal de inicialização do computador - Cadê teu laptop? A mãe falou que tu comprou um...

- Deve estar lá na sala - terminou de vestir-se - Você quer usar ele?

Iara disse que não, só queria ver e ele foi buscar. Tinha mesmo que atualizar uns cadastros novos e inserir alguns dados importantes. Ligou e ficou entretido com o serviço. O silêncio tomou conta do ambiente, apenas o som do teclado e, vez por outra, algum alerta de acesso indevido no computador e a exclamação de chateação da sobrinha.

- Essa merda! - ele ouviu e sorriu.

- Que foi? - levantou a cabeça e prestou atenção nela - Deu pau?

Não era incomum travar de quando em vez, principalmente quando os dedos nervosos da garota queriam seguir o pensamento e clicava ensandecida em várias teclas.

- Está muito lerdo esse teu computador... - Iara reclamava quase para si mesma - Estou ficando puta da vida com isso...

Oswaldo levantou e foi ver o que tinha acontecido, ela estava teclando com amigas no messenger - várias janelas ativas - e tentava receber um sem número de arquivos ao mesmo tempo.

- Tenha paciência... - afagou a cabeça da sobrinha - Essa máquina não agüenta tanto arquivo ao mesmo tempo, espera primeiro baixar um para tentou o outro...

Iara respirou fundo e fechou uns quatro ou cinco arquivos travados.

- São fotografias que as meninas estão mandando... - ela falou sem tirar a atenção do monitor - A gente fez uma festinha na casa da Valéria...

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Oswaldo puxou a cadeira e sentou colada a ela.

- Tu não vai querer olhar essas fotos, vai? - Iara minimizou a tela.

Ele olhou para ela e não entendeu.

- E o que é que tem? - voltou a olhar para o monitor - Posso ajudar quando der algum problema...

Iara olhou para o tio, depois olhou pra o monitor.

- É que tem umas fotos meio pesadas... - olhou pra ele - A Val puxou uma brincadeira que... - olhava no rosto do tio sem piscar, estava meio séria - A gente bebeu demais e... E... E...

Ele entendeu e sorriu.

- Ficaram peladas, não é isso?

Iara ficou calada, era verdade, tinham feito um showzinho de strip quando quase todos saíram e ficaram apenas ela, Valéria, Suzana e Alberto.

- Está bom tio... - respirou e o rosto ficou mais alegre - Mas... Tu não vai dizer nada pro papai, viu?

Ele fez carinho na cabeça da sobrinha e falou que poderia confiar nele, que não ia falar nada pro Joaquim. Iara ainda ficou uns instantes encarando o tio antes de maximizar a tela e escolher a pasta onde tinha guardado as fotos. E eram fotos mau feitas, algumas tremidas e outras muito escuras, mas todas mostravam as garotas tirando as roupas. Em algumas mais detalhadas dava para ver com perfeição a beleza dos corpos, os seios rijos, as bocetas, as bundas e em outras - essas as tremulas e com pouca luz - poses eróticas, beijos na boca, umas chupando os seios das outras e simulação de cunilíngua ou abrindo as vaginas onde dava para ver as vulvas, clitóris e os poucos cabelinhos emplumando os sexos juvenis.

- Olha aqui a Valéria... - mostrou - Ela estava meio chapada... - maximizou e detalhou – E muito doida... Até transou com o Beto na frente da gente... - escolheu outra foto - Olha... - era uma penetração - Eles treparam e a gente ficou tirando fotografia... Essa daqui foi quando o Beto meteu nela... Espera... - escolheu outra - Ela era cabacinho... - a foto mostrava a vagina melada de sangue - A gente fez uma aposta, jogamos baralho e quem perdesse tinha que fazer o que os outros mandassem... Eu quase perdi... - olhou pro tio - Mas o Beto me passou uma carta, ninguém viu, e eu bati... Foi a maior sacanagem cara... Quem deu a idéia foi Suzana... O Beto não queria, mas a Val estava pra lá de doida e tirou a cueca dele... - escolheu outra – Olha essa... Essa foi quando ela chupou a rola dele... - escolheu outra - A Su também chupou... Eu chupei também, só que não tinha ninguém pra bater as fotos - riu - O Beto pediu pra gente só ficar na chupação... Mas trato é trato, né mesmo? - escolheu outra foto - Olha a cara dela quando entrou tudo... Ela deu um berro... A gente pensou que todo mundo tinha escutado - risos - Mas ela não deixou ele tirar não... Estava muito doida trepando com o irmão...

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Oswaldo ficou olhando as imagens e sem se dar conta o cacete ficou duro. Eram fotografias mau feitas, mas que mostrava muito bem o que aconteceu naquela festa.

- E se fosse você? - ele falou quase sem sentir.

Iara ficou olhando as fotografias antes de se virar para o tio.

- Sei lá? - suspirou - A gente estava muito alta... Acho que dava também... Qualquer uma dava naquele dia...

- E todas vocês são... Eram virgem?

Iara riu e voltou a prestar a atenção para as fotografias relembrando das coisas que tinham acontecido naquela noite, de como a amiga caiu no choro depois que o irmão tinha gozado dentro dela, de como tinha se sentido uma puta ao chupar a rola do primo, das sensações estranhas quando se beijou com Suzana, do gosto estranho quando chupou a boceta dela e do gozo sem precedentes quando a amiga chupou sua xoxota.

- Só a Suzana já tinha dado... A Val e eu éramos virgem...

- Eram? Você também...

- Não... Não dei... Sou moça ainda, viu? - olhou pro tio e sorriu - Meu cabacinho ainda está aqui... - bateu com a mão entre as pernas.

Ficaram se encarando por alguns instantes, Oswaldo tinhas ficado sério, Iara tinha uma espécie de sorriso no rosto, algo que não sabia descrever.

- E depois? - Oswaldo perguntou.

Iara ficou olhando pra ele e sentiu vontade de dar um beijo na boca do tio, mas ficou com medo de que ele brigasse com ela.

- A gente banhou e... E fomos dormir, já era quase três da madrugada... - desviou a atenção do rosto do tio e olhou para seu colo e viu que ele estava excitado, a rola tava dura formando um monte dentro da bermuda - Foi estranho tio... Depois que a gente banhou e viu o que a gente tinha feito... A Val chorou pra burro... Disse que tinha sido um erro, que não sabia com que cara ia ver o irmão depois daquela noite, que se a tia Amélia descobrisse ia dar a maior merda...

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Oswaldo ficou imaginando o que poderia acontecer se fosse com ele, e que se fosse um pai tradicional na certa ia dar a maior bronca nos filhos e... Balançou a cabeça espanando aquelas idéias para longe, mesmo porque não tinha como traçar um paralelo entre sua vida vivida com a vida vivida pela garota.

- Tio, pelo amor de Deus, não conta nunca isso pra ninguém viu? - a mão macia pousou na perna do tio - Nem pra Guida, viu?

Claro que não iria contar, não com tudo o que tinha acontecido até então com experiências muito parecidas com a que a sobrinha lhe segredara.

- Preocupa não Iara... - olhou para ela e sorriu - E aí? Gostou de chupar a rola do primo?

Iara olhou para ele e sorriu.

- Nem lembro direito, eu estava muito cheia de caipirinha... - riu como se estivesse envergonhada e lembrou que ele estava de pau duro - Mas... Sabe tio, nunca tinha chupado não... Já tinha pego na mão, mas botar na boca e lamber e chupar foi a primeira vez... Mas... Fiquei doidinha de tesão, minha priquitinha ficou toda melada e quente... - riu - A gente não pensa em nada não, só quer ficar na putaria... E a bebida também ajuda não é?

Ele sabia bem do que ela falava, tinha também tido suas festinhas na adolescência com esse tipo de coisa, só que na sua época não chegavam com tanta facilidade às vias dos fatos, e aconteciam só amassos e, quando muito, mão boba na calcinha ou lambidas nos peitos. Somente em poucas ocasiões a turma tinha se excedido e chegado ao sexo, mas mesmo assim de maneira discreta ao contrário das noites de orgia com a irmã e primas na fazenda do avô, ou nos banhos no tanque do curral e nas brincadeiras de casinha no quintal de casa.

- E só ficou nisso? - a curiosidade aguçada, queria saber dos detalhes - Não rolou nada além da chupada?

Iara estava cada vez mais excitada, sentia a boceta melada e uma espécie de zunido lá dentro.

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- Só... Poxa tio? Tu acha que foi pouco... - riu e, como quem não queria nada, colocou a mão no colo dele e sentiu a grossura - Depois que o Beto gozou ele foi pro quarto dele e a gente foi tomar banho...

- E a Valéria? - sentiu que ela fazia pressão em cima do seu pau - Ela... - sentiu a mão massageando de leve - Ela disse alguma coisa, falou alguma coisa?

Iara tinha colocado a mão em cima do pau do tio e, bem de leve, deu algumas apertadinhas pra sentir o volume, olhou para ele e sorriu.

- A gente só se falou no dia seguinte... Não dava pra pensar direito tio... A Suzana vomitou pra burro... - riu - sujou o banheiro todo, ficou uma merda só... - continuou fazendo massagem no pau do tio - A gente capotou, só acordamos porque a Maria bateu na porta chamando a gente pra almoçar...

Oswaldo olhava para ela, não via nada de alterado no rosto, continuava a mesma garota brincalhona só que parecia mais amadurecido, quase adulta.

- Tio... - parou de mexer a mão - Teu pau é muito grande...

Ele suspirou, pegou a mão da sobrinha e tirou do colo. Não ia querer se aproveitar de um momento de cumplicidade para deixar seus desejos tomarem conta.

- Já é quase meio dia - falou e afastou a cadeira - Vamos almoçar no Biné?

Levantou, desligou o laptop e saiu do quarto...

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Continua

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