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Iara, simplesmente desejos
Sábado, 24 de maio de 2003 - 00h05m
Deixei Iara no shopping e voltei para casa, eram quase cinco da tarde quando ela se encontrou com a turma. Nos despedimos e fui ao supermercado comprar uma coisinhas que faltavam lá em casa. De lá fui à litorânea onde encontrei uns amigos e tomamos quase um litro e meio de uísque.
Cheguei no apartamento quase dez da noite, tomei um banho e assisti um programa na TV Cultura antes de cair na cama. Tive sonhos eróticos e gostosos, só não sabia que não eram tão sonhos como imaginava ser...
O tio não tinha visto Iara tirar a chave da porta e ela não falou nada, Depois do filme ligou para a mãe e disse que ia dormir na casa de uma amiga.
Chegou no prédio quase onze horas, no saguão apenas o vigia noturno que abriu a porta do elevador e abriu a porta do apartamento com muito cuidado, rezando para que o padrinho já tivesse dormindo, e estava.
• • • • •
Tirou a roupa, tirou tudo e deito com cuidado do lado dele. Ele dormia de cuecas, como sempre foi, e sentiu o bafo de álcool e sorriu, aquilo ia lhe ajudar. Deitou e esperou alguns momentos antes de, com muito cuidado, meter a mão na cueca dele e tirar o pau, estava mole e parecia muito pequeno em relação ao volume que tinha pego pela manhã. Ficou segurando, somente segurou sentindo que sua bocetinha parecendo zunir e sorriu.
Oswaldo dormia, não sabia se sonhava, apenas dormia embalado pelo álcool e não sentiu quando ela colocou o pau, murcho, dentro da boca.
Iara fechou os olhos e relembrou do dia que tinha visto a mãe chupar o padrinho, tinha sido na casa de praia e eles não a viram chegar. Oswaldo estava sentado na cama e Inês, ajoelhada entre suas pernas, chupava ele e ela, Iara, sentiu uma sensação estranha bem no centro da xoxotinha.
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Aos poucos o membro começou a ganhar forma e tamanho, não era mais tão pequeno, quase um talinho mole. Estava mais grosso e, aos poucos, foi ficando maior que o tamanho de sua boquinha, sentiu uma espécie de liquido saindo da cabecinha, tinha gosto salobro. Começou a sentir asco, nojo imaginando que ele tinha feito xixi em sua boca, mas não tirou, engoliu sem tirar o pau, agora grosso e duro, da boquinha macia. Não tinha coragem de fazer carinho em sua barriga, queria passar a mão, apertar o biquinho do seu peito como a mão tinha feito.
Parecia que ele não ia acordar nunca, ela contava com isso, queria que ele gozasse em sua boca, queria tomar seu caldo do mesmo jeito que a mão tinha tomado e sentiu o pau começar a dar pulinhos. Ficou mais largo, a respiração do padrinho ficou mais forte, ele se mexia, as mãos seguraram a colcha em um aperto como um estertor sem sofrimento, apenas aquilo, um sentir sem percepção. Ela chupava, metia e tirava a boca, lambia a cabecinha vermelha até sentir o primeiro jato, ele gozou, gozou dormindo, sonhando, mas gozou e ela bebeu tudo, não deixou escapar nem aquele fio que escorreu no canto da boca.
Lambeu o resto, beijou a cabeça do pau e secou tudo antes de voltar a se deitar satisfeita por tê-lo feito gozar.
Oswaldo sonhava, agora sabia que sonhava. Ora era Siméria chupando, ora era Suely e, em pinceladas quase que instantâneas, imaginava ter visto a sobrinha e afilhada, seu rostinho sapeca e sorridente misturava com o da tia e o da mãe. Eram flashes, pequenos e curtos flashes momentâneos, quase não dava para ver, mas sabia que era o rosto de Iara arrancando a imagem da tia e da mãe.
Iara olhava para o tio tentando imaginar o que se passava por sua cabeça, tentando adivinhar o que sonhava no sono pesado. Olhou para as pernas dele, o pau continuava duro, dava pulinhos como se tivesse vida própria e pensou, pensou se caberia dentro dela, se ela agüentaria aquela vara enterrada na bucetinha pequena, de criança ainda sem quase nenhum cabelinho a não ser aqueles fios translúcidos.
E o tio sonhava, não parava de sonhar os sonhos vividos. Reviveu aquela noite que gozara dentro de Siméria, a queda da pitombeira com o pau enterrado na boceta dela, as orgias que fizera com as duas irmãs naquele carnaval que passaram em Recife, a noite que comera Suely pela primeira vez. Aquela noite de ano novo sentindo Suely gozar como uma maluca dando pulinhos com a filha escanchada, nua, entre eles, e de como, quase sem perceber, passou a mão na xoxotinha debaixo da água, de como sentiu os pequenos grandes lábios abertos, e o dedo passando na abertura que ficou lisa. Da carinha de susto que ela tinha feito e da mãozinha, nervosa segurando a sua sem deixar que ele tirasse o dedo. Sonhou daquele final de semana quando banhando na piscina ela se escanchou em sua cintura e, espiando para ver se ninguém os via, sentiu a boquinha colar na dele e da pontinha da língua forçando dentro da sua e o sussurro confessando que adora ficar com ele na rede, a mãozinha boba fazendo carinho no seu pau. A perninha aberta mostrando a bucetinha escancarada sem calcinha, só pra mexer com ele. A conversa sobre a festinha, ela dizendo do que sentiu quando chupou o pau do primo.
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Iara olhou para o tamanho do pau do tio e olhou para sua bocetinha encharcada. Mediu com a mão o cumprimento - mais de um palmo - e imaginou até onde entraria nela, se tocaria no útero.
Estava louca de tesão, sentia a xoxota melada, passou o dedo e tirou um pouco da gosminha que escorria, cheirou e viu que não cheirava nada. Provou e sentiu um gosto parecido com o gosta da gala do tio, a gala que tinha tomado, bebido e engolido como tinha visto a mãe fazer. Voltou a passar o dedo na xoxota e tirou uma quantidade maior da meleca, olhou para o pau e melou com a gosma que tinha tirado da boceta. Tornou a encarar o tio dormindo, ele parecia sorrir e na certa estava sonhando com alguma coisa boa.
- O que é que meu padrinho safadinho está sonhando... - falou baixinho - Será que é com a mamãe?
Balançou a cabeça e sorriu tentando imaginar desde quando ele e a sua mãe faziam aquela sacanagem. Voltou a pregar a atenção no mastro e se perguntou por que ainda continuava duro. Voltou a passar a mão na bocetinha, sentiu aquela sensação gostosa e meteu o dedo até onde conseguiu e entrou, escorregou para dentro ajudado pela gosma que continuava a fluir.
- Será que cabe? - sussurros mordendo o beiço inferior, estava sentindo a bocetinha formigando.
Ficou outra vez de joelho na cama e segurou o pau, botou na boca e depois cuspiu na cabeça vermelha. Olhou novamente para o rosto do tio padrinho e pensou o que ele faria se estivesse acordado - na certa ia brigar comigo, pensou. O dedo continuava mexendo dentro da xoxota, ela respirava agoniada e resolveu que se não fosse naquele momento não seria nunca mais.
Ficou em pé, passou uma perna para o outro lado do corpo de Oswaldo e se abaixou, ficou de joelhos escanchada nele e esperou, ficou nervosa ao sentir que ele se mexeu, e esperou até ver que ele continuava dormindo. Respirou fundo e olhou por entre as pernas, viu o pau duro e segurou com carinho. Tinha que ser agora, pensou. Ficou olhando e ajeitou o corpo para ficar na posição correta, pegou o pau e posicionou o corpo - tinha que ser agora, continuava martelando na cabeça - e começou a sentar até sentir que estava apoiada na cabeça do pau do tio, fechou os olhos e forçou, sentiu a pressão, era muito grosso para caber direitinho dentro dela.
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- Que é isso?
Iara se assustou e abriu os olhos, o tio tinha acordado e os olhos esbugalhados piscavam grotescamente.
- Tio... - ela olhou para ele se maldizendo por ele ter acordado.
Tentou sentar, queria sentir aquele negócio dentro dele como a mãe tinha sentido. Queria sentir o pau pulsar dentro da boceta como tinha pulsado dentro de sua boa.
- Sai Iara! - ele viu que estava bem no lugar onde não deveria estar - Tu é doida sua sacana!
E empurrou a sobrinha que caiu na cama, tinha sido muito violento e ouviu o baque surdo da cabeça da sobrinha.
- Ai! - Iara sentiu uma dor aguda na cabeça.
Oswaldo sentou e viu sangue, o lençol branco se tingia de vermelho e Iara olhava para ele, estava espantada, não esperava que ele lhe empurrasse daquela maneira. Não sofria tanto pela dor do corte na cabeça quanto pela brutalidade do padrinho em lhe ter arrancado e impedido que continuasse o que tinha planejado.
- Iara? - Oswaldo sentiu o sangue fugir das veias - Que foi que eu fiz... Iara?
Levantou agoniado, segurou a sobrinha no braço e correu para o banheiro. Iara não sabia o que tinha acontecido, só via a aflição estampada no rosto do tio e estremeceu com frio ao sentir a água jorrando em seu corpo. O tio lavou seu rosto, lavou a cabeça e foi quando ela viu no chão do banheiro a quantidade de água vermelha e olhou para o tio.
- Está doendo? - ele perguntou, ela não entendia direito o que tinha acontecido - Vou... Vamos no pronto socorro...
Enxugou a garota com carinho e pescou uma camisa de maia na gaveta.
- Cadê tua calcinha? - olhou para o chão e não viu as roupas dela.
- Deixei na sala... - ela respondeu - Que foi que teve tio? - passou a mão na cabeça e sentiu arder.
Oswaldo voltou apressado e ajudou a sobrinha vestir a calcinha...
Graças a Deus não ter sido nada de muito grave, mas se a pancada fosse um pouco mais abaixo poderia até ter sido fatal.
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Levei Iara na UDI onde foi medicada e ponteada - levou seis pontos. Telefonei para Suely contando que ela tinha levado um tombo no quarto, não falei nada sobre o que tinha acontecido antes e a cabritinha foi para casa. Só voltamos a nos encontrar depois de uns quinze dias...
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Continua