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Aconteceu no aniversário de Valéria
Terça-feira, 23 de julho de 2002 - 15h39m
Naquele ano Siméria resolveu comemorar o aniversário da filha - 12 anos - na casa de praia da irmã e, como quase todos estavam de férias, mudaram-se de malas e cuias e armaram o maior fuzuê como se fosse um local sem meios nem arreios.
Só Joaquim não pode participar daquelas duas semanas de brincadeiras e muita bebida.Oswaldo, que não conseguira os quinze dias para também compor a troupe, só chegou na casa no dia do aniversário da sobrinha Valéria.
De longe dava de ouvir o barulho infernal, o som ligado a todo vapor já dizia do que estava acontecendo na casa. Foi Siméria quem abriu o portão depois de quase quinze minutos tocando a campainha, ela estava vestida numa camiseta cavada, usava a parte de baixo do biquíni amarelo e toda molhada dava pra ver o contorno dos seios - sou vidrado nos seios de minhas irmãs, sempre durinhos como no tempo de novidade...
- Pensei que tu não vinha! - abraçou o irmão que tentou se esquivar e terminou todo molhado.
- Já deu pra ver que a farra está grande - Oswaldo deu uma bitoca nos lábios da irmã - Quem está aí?
Estavam todos menos o Joaquim. Siméria ajudou ao irmão levar as coisas - presentes, bebida e sacola de roupas - pro quarto no andar superior.
• • • • •
- E a Val não vai trazer os amigos? - perguntou enquanto trocava de roupa.
Siméria arrumou as roupas do irmão na gaveta da cômoda enquanto conversavam animados. A festinha só seria de noite e a farra era coisa normal entre eles.
- A doida de tua irmã alugou uma piscina - deu-se por satisfeita com a arrumação e sentou na cadeira de plástico do quarto - Vieram instalar ontem, é uma daquelas de fibra...
Na realidade tinha sido ele quem providenciara a piscina, o cunhado tinha dito que tinha vontade de fazer uma e um colega lhe falou que alugavam. Mas não disse nada, terminou de se trocar e desceram abraçados, a irmã contava das doidices de Suely, das brincadeiras e gozações.
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- Êeeee! - Suely correu para abraçar o irmão - Chegou quem faltava!
Era maluca mesmo aquela garota, nem parecia uma senhora com seus quase quarenta anos e mãe de uma adorável menina-moça, por sinal sua afilhada. Ninguém se importou com o beijo na boca, era comum os irmãos se cumprimentarem assim.
Oswaldo entregou o presente para a aniversariante e foi sentar perto da piscina instalada na área onde antes jogavam bola.
- E o meu beijo, não tem? - olhou para trás, Iara andava faceira para ele.
Ia se levantar quando ela se jogou em seu colo e estreitou-se em seus braços. Era uma mocinha com seus dozes anos com corpinho despontando e não tendo como negar ser filha de Suely - nunca se viu duas pessoas mais parecidas, até o modo de sorrir lembrava a irmã nos seus doze anos.
- Estava com saudade do dindinho... - se ajeitou e escanchou em seu colo, ficou virada para ele - Agora as coisas vão melhorar...
A garota contou das coisas da semana, das brincadeiras com os primos e armações da mãe que não parava de aprontar. Dentre todos era sempre a mais animada e inventiva.
- Tu sabia que eu já menstruei? - falou.
Suely já lhe tinha dito, era normal as mulheres da família começarem a menstruação muito cedo, Siméria teve sua primeira regra antes dos doze anos.
- Agora você é uma mocinha... - deu um beijinho na ponta do nariz da sobrinha afilhada - Suely já conversou com você sobre asseios e cuidados?
Respondeu que sim e que ainda tava de absorvente.
- Olha! - afastou a calcinha e mostrou a pequena almofada - Mas já ta terminando, hoje não saiu nadinha...
Oswaldo sorriu e disse que ela não devia mostrar, mas Iara não prestou muita atenção pras coisas que o tio falava, estava mais interessada era nas brincadeiras na piscina nova e saiu do colo do padrinho correndo para onde estavam os primos e as tias.
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Quarta-feira, 24 de julho de 2002 - 02h17m
A festinha não foi assim tão pequena como imaginava, Siméria se esmerou e a garotada - todos entre onze e quinze anos - brincou, comeu e dançou até quase onze horas da noite quando os pais foram buscá-los. De adultos apenas os três irmãos e dois ou três pais que aceitaram ficar por insistência de Siméria.
- Bem! - Suely sentou na cadeira ao lado dos irmãos - Parece que foram todos, estou morta de cansada - estirou as pernas e colocou no colo do irmão - Agora é por a molecada pra dormir e capotar...
Depois que toda a garotada se recolheu os três sentaram perto da piscina para apreciar a noite e colocar em dias as fofocas.
- Tua menina está ficando uma mocinha bonita - Oswaldo falou depois de uma tragada no cigarro e gole de bebida.
Siméria não respondeu de imediato, tinha certeza que a filha era realmente muito bonita.
- Agora vai chover de gavião... - Suely brincou.
- Iarinha também já deve fazer fila - Siméria rebateu a brincadeira da irmã - Mas... São duas meninas ajuizadas...
Ficaram em silencio por um bom tempo, somente bebiam e fumavam. Não ventava, estava um mormaço completo como se não estivessem na beira da praia.
Suely levantou e foi na casa buscar alguma coisa para tira-gosto.
- Mano... - Siméria esperou que Suely saísse - Tu... - não continuou, era muito doido aquele pensamento.
Oswaldo esperou que a irmã continuasse.
- Fala Méria... O que é?
Siméria olhou para ele e puxou sua mão.
- Nada não, só um pensamento maluco.
Oswaldo insistiu e ela resolveu falar.
- Tu terias coragem de comer Valéria?
- Deixa de maluquice Siméria... - olhou para a irmã - De onde tu tirou isso?
- Eu vejo como ela te olha... - respirou suspirando, o peito balançou - Acho que o Humberto faz falta...
Fazia dois anos e um mês que a irmã tinha se separado do marido, naquela época Valéria tinha nove anos e era muito agarrada ao pai.
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- Ele tem dado aparecido? - o irmão perguntou.
- Não! - tomou uma golada de uísque - Parece que está morando em Curitiba... Ele não ligava mesmo pra gente, não sei como agüentei ficar tanto tempo casada com ele.
- Deve ser por isso que a Val... - ele não tinha notado nada de anormal em relação à sobrinha - E a gente é muito unido...
- E a Tereza?
Era a ex do irmão que também se mudou para outro Estrado.
- De vez em quando a gente se fala por telefone - sentia falta dela, mas não dizia - Vai fazer mestrado na PUC.
Voltaram a ficar em silêncio rememorando os parceiros.
- Mas fala Valdo? - olhou para o irmão - Tu teria coragem de...
Não sabia apesar da sobrinha ser uma menina bonita e gostosa, eram todas gostosas na família, a começar pela mãe uma morena de fechar o trânsito.
- Prefiro a mãe... - apertou a mão da irmã.
- E se desse pra ficar com as duas?
Oswaldo não respondeu.
- Olha... Não fica preocupado não... - puxou o irmão e se beijaram - Não estou empurrando minha filha pra ti não, seu sacana pirocudo... É só um pensamento besta...
- Olha a sacanagem em minha casa!
Olharam e Suely voltava levando uma travessa com picanha fatiada.
- Bem que tu quer ficar com ele, né sua depravada! - Suely brincou - Eu sou solteira, não tenho cacho pra botar chifre...
Riram e atacaram o tira-gosto. Beberam um pouco mais e fumaram sempre brincando e falando sacanagens.
- Meninas... - Oswaldo olhou as horas - Vamos encerrar a orgia por hoje, estou com sono...
Levantaram e andaram abraçados em direção à casa.
- Deixem essas coisas aí que a Filomena pega amanhã - Suely falou.
Trancaram as portas e janelas e foram para seus quartos. Oswaldo tomou um banho gostoso antes de deitar. Pouco depois ouviu o trinco abrir, era Suely que vestia um baby-dool curtinho. Oswaldo olhou para ela e sentou na beirada da cama.
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- Aquela conversa me deixou maluquinha viu? - se achegou a ele e ficou de joelhos entre suas pernas - Cadê meu pau gostoso...
Oswaldo vestia uma bermuda de dormir de seda e folgada, a irmã meteu a mão e tirou o cacete, alisou sentindo o aroma de sabonete exalando.
- Tomou um banho, não foi?
Oswaldo segurou seu queixo e se beijaram. Suely se abaixou e começou chupar o pau que estava duro como aço, dava pulinhos de prazer dentro da boca macia e morna da irmã.
- Tu és doida mana... - acariciou a cabeça, farfalhou os cabelos negros - Pode aparecer alguém...
Suely não se importava, queria apenas sentir o sabor conhecido do membro do irmão que não demorou quase nada antes de gozar e encher sua boca de gozo. A irmã continuou chupando, sugando as ultimas gotas ainda no ureter.
- Porra, tu estava na lama Valdo - limpou o queixo com a ponta da colcha - Tu gozou muito rápido, não tem comido ninguém esses dias?...
Oswaldo respirava forte e agoniado, realmente fazia mais de semana que não tinha ninguém com ele. Suely empurrou ele para a cama, Oswaldo se deixou guiar.
- Come tua maninha, come! - arrancou o baby-dool e seus seios arfaram livres, eram um pouco maiores que os de Siméria, mas igualmente bonitos e bem feitos - Quero gozar muito hoje...
Arrebitou a bunda e sentou no pau duro do irmão, sentiu aquele mesmo gosto delicioso de outras vezes. Era diferente ser penetrada por ele, os sexos se conheciam e se desejavam, com nenhum outro parceiro conseguia tanto prazer e foi assim desde aquela noite na fazenda.
- Ai mano... Ui! - gemeu baixinho - Estava doida de vontade de trepar contigo... Olha... Olha... Está batendo lá dentro...
Rebolou e sentiu a ponta da vara mexendo lá no fundo, como se tocando e acariciando o colo do útero e aquilo mexia com seus nervos, a fazia deixar de ser mulher para viver animal. E começou a foder, subia e descia lento no início e com violência ao sentir o corpo arrepiar pelo gozo, e foram muitos gozos, não parava de gozar...
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- Fode tua maninha... Isso meu pirocudo, deixa esse pau me fazer gozar... Ai!... Ai!... Ai.. Ai!
E ouviram o grito reverberando nas paredes de madeira...
Puta merda! Nunca tinha pensado que Iara tivesse acordado e seguido Suely e me ver trepando com a mãe...
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Continua