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Pecado aos olhos de Deus
E ela estava decidida e escorregou pelo corpo o tio até ficar entre suas pernas e manipulou o pênis ainda duro. Oswaldo olhou para ela e sorriu vendo a carinha moleca que ela fez.
- Deixa disso Iara...
Ela ficou olhando para ele e movimentava a mão abarcada no membro tocandopunheta, Oswaldo sentiu a maciez da mão e suspirou fundo quando ela lambeu a glande e meteu too na boca morna relembrando o dia em que acabara no pronto socorro da UDI.
- Vem cá... - ele chamou e ela parou de chupar - Vem cá... voltou a chamar.
Iara ainda olhou o pau duro e pulsante antes de subir pelo corpo dele, sentiu os sexos roçando e uma pontada de dor de prazer percorrendo do sexo ao cérebro.
- Tio... - o rosto quase colado - Tu mete em mim?
Oswaldo ficou olhando bem dentro de seus olhos antes de fazê-la rolar e ficar deitada do seu lado.
- Isso é loucura Iara... - falou baixinho enquanto virava e ficava em cima dela, sentiu os peitinhos espetando e um tremor quase imperceptível percorrendo o corpo da garota - Não sei onde estou com a cabeça... - falou quase que párea si, mas ela ouviu - Isso ainda vai dar a maior merda...
Iara abriu as pernas e ele caiu entre elas.
- Você não sabe o que esta querendo... - tocou a boca na boca dela - E eu sou mais louco ainda por...
Era desejo, apenas isso. Desejo sem fim que o fazia continuar com aquilo que sabia ser errado.
- E depois? - perguntou assoprando no ouvido dela - Tu já pensou nisso?
Lógico que tinha pensado e até fantasiado dividir a cama com a mãe e fazerem loucuras com o tio, mas não respondeu. Estava por demais acesa e fixada no que estava por vir.
- Suely... Tua mãe... Meu Deus! - cerrou os olhos e balançou a cabeça para espanar aquele pensamento que lhe tomou a mente.
A cama balançou, ela tinha se mexido para encontrar uma posição melhor e abriu, o máximo, as pernas sentindo a vagina arder de tão escancarada que estava. Ele tornou olhar dentro de seus olhos brilhantes e cheios de vida e viu que a garota estava decidida, não haviam dúvidas e nem temor.
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- Tio... Eu quero... Eu quero ser tua...
Ela sentiu que o pau roçou em seus grandes lábios vaginal, suspirou e ficou alerta.
- Somos dois irresponsáveis...
Elevou a pélvis e, segurando o pau, pincelou na portinha virgem e sedenta. Iara estremeceu, deixou escapar um suspiro gemido. Estava no ponto, restava apenas forçarem para consumar o desejo.
- Tio... Eu te quero muito...
Oswaldo continuou segurando o membro e forçou, não desgrudou a vista dos olhos abertos e vivos.
- Mete tio, mete...
Ele voltou a forçar, fez força até sentir estar alojado entre as beiradinhas estufadas da boceta.
- Vai tio, mete...
Olhos nos olhos, respirações fortes entrecortadas por soluços.
- Iara...
Deixou o membro e acariciou o rosto, agora suado, da sobrinha afilhada e não via sofrimento, não via dor nos olhos e no rosto aquele quase sorriso de anjo.
- Mete tio... Mete em mim...
Ele forçou novamente e começou entrar. Olhou nos olhos e não havia temor nem dor. Forçou novamente e ficou forçando e aliviando, metendo e tirando sentindo escorregar para dentro dela. Não havia esforço, não havia dificuldade e nem parecia ser a primeira vez que a pequena vagina recebia algo além do dedo, nervoso e sedento, nos momentos de desejos saciados pelo manipular solitário.
- Ai!...
Iara fechou os olhos espremidos, tinha sentido uma espécie de dor sem ser dor, um ardor pequeno que incomodou.
- Ta doendo? - ele sentiu medo que ela sofresse.
Ela continuou uns instantes espremendo os olhos, uma lágrima, apenas uma, saltou e correu no rosto bem feito deixando uma marca, quase invisível.
- Não... Não... Não...
Repetiu muitas vezes como se recitando um mantra milagroso e magistral, a voz não dizia sofrer ou estar incomodada, apenas se repetiu como um disco arranhado que volta a origem sem que pudesse impedir. E os dois souberam que o lacre virginal era coisa de passado, o hímen rompido era a única e derradeira barreira entre a condição de menina moça para moça mulher.
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- Olha tio... Olha...
Ele olhou, ela novamente estava de olhos abertos, mas aquela linha deixada pela gota de lágrima ainda permanecia maculando a pele macia do rosto, como se fosse um aviso do marco maior, do instante milagroso que o pau do tio tinha rompido a barreira entre essa e aquela situação. Ele tinha parado, o pau estagnado ainda no meio do caminho entre a porteira escancarada e estufada pelo membro grosso entalado e o fundo maior da vagina juvenil.
- Esta quase dentro tio... Está quase...
Suspirou, deixou escapulir uma lufada de ar morno que explodiu no rosto de Oswaldo.
- Quer que eu tire? - perguntou.
Iara apenas sorriu, sorriu com aquele sorriso juvenil de garota levada. Não, não ia querer que ele tirasse justamente quando seu sonho estava realizando.
- Não tio... Não!
E ele sentiu as pernas da sobrinha lhe abarcarem, a pressão dos calcanhares cruzados fazendo-o entrar, ir avante, ganhar o interior.
- Iara!... - ficou preocupado, espantado pelo desejo maluco da garota.
Mas deixou-se forçar e foi entrando, bem devagar, escorregando na gosma inodora e sem sabor que mais parecia um óleo lubrificando o espaço.
- Tio... Tio... Tio...
Ela estremeceu, sentiu a boceta vibrar com um gozo ainda não sentido pela intensidade e prazer sem fim.
- Tio... Tio... Tio...
Oswaldo bem que tentou parar, barrar o caminhar, mas ela continuava puxando o corpo do tio com as pernas, forçando que ele entrasse.
- Tio... É gostoso... Tio... Tio...
E jogou a pelves para cima, forçou e sentiu entrar ligeiro até ficarem espremidos e espremendo. Pronto! Estava feita a viagem, estava dentro e não tinha mais espaço, no pequeno canal alargado, que pudesse ser preenchido. Oswaldo esperou que ela parasse de fremir o corpo ao seu, que parasse de estremecer pelo gozo que lhe tomava o corpo por inteiro.
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- Ai! Tio... Titio... Ai!... Ai!...
Ela gemeu baixinho e continuou gemer com os olhos esbugalhados e aquele sorriso de êxtase estampado no rosto e ele ficou olhando maravilhado, apenas olhava e se encantava com o resultado. Não era aquela menininha sapeca atazanando sua vida, era uma mulher, uma garota transformada em mulher pelo desejo e pelo prazer.
- Eu te amo cara... Eu te amo... Eu te amo...
A voz era a mesma, o rosto sim, estava mudado, estava transformado pelo desejo e por ter, dentro da bocetinha alastrada o pau duro e pulsante do tio.
- Sabia que ia ser assim... - ela sorriu e puxou a cabeça dele para beijar seus lábios, para sentir o sabor saboroso do hálito - Gozei tio... Gozei...
Deixou de pressionar o corpo dele, livrou da pressão e deu liberdade para que ele também seguisse em frente e seguiu, e estocou, e meteu e tirou sentindo no mais profundo espaço dentro da vagina morna e viva.
Não sei o que senti ao vê-la gozando, mas sei que foi uma visão estonteante que apagou todas as possíveis barreiras que ainda me enchia de dúvidas, receios e medos. E ela gozou como gente grande e não como a doidinha que vivia mostrando a xoxotinha, tentando pegar meu pau e dizendo que um dia ia me dar...
E sentia as paredes fremirem, o corpo estremecer a cada estocada cada vez mais fortes. Iara tentava manter o sorriso aberto, mas era difícil continuar passiva com as sensações que sentia cada vez que ele chegava lá no fundo, que os corpos espremidos em explosões silenciosas.
- Ai tio... Ai tio... Ai tio... - gemia baixinho.
A boca aberta, a língua enlouquecida ora lambia o beiço ressequido, ora voltava para dentro e cerrava os lábios. As narinas dilatadas eram responsáveis pelos sons estranhos aos toques das pelves e nenhum outro som que a lamuria do prazer, certeza plena de estar realizada no que sempre sonhou ser apenas um sonho.
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- Ai tio... Ai tio... Ai tio...
As mãos nervosas seguravam a colcha desalinhada e, se ele dissesse como ver, veria o aperto e a força que fazia estremecer as mãos.
- Ai!... Titio... Ai!... Mete tio... Mete... Ai! É bom... É bom... Ai tio... Ai tio... Ai!
Não foi mais um gemido silencioso, o corpo estremeceu debaixo dele e as pélvis espremidas foi o sinal de que ela já não agüentava tanto gozo repetido. E Iara sentiu que a força da vida fugia de seu corpo, não sentia nada além dos gozos extremos, das sensações inebriantes percorrendo da espinha à boceta completamente preenchida e Oswaldo, alheio ao sinais derradeiros de responsabilidade não soube parar no momento certo e explodiu. Deixou jorrar jatos fortes de gala dentro da sobrinha sem se importar do perigo de uma gravidez impensada.
- Valdo! - ela gritou seu nome, não o tio, mas o homem que desejava e a desejava.
Oswaldo ainda tentou continuar estocando, mas o corpo não atendeu e ele caiu por cima dela respirando agoniado...
Parecia que não trepava há muitos dias, gozei como não recordava ter gozado nem com Suely ou com Siméria. Caí em cima dela e fiquei respirando agoniado, sentia as carícias que fazia em minha costa e a vagina, alagada e alargada, parecia também fazer carinho em meu sexo - ela tem esse poder que a mãe e nem a tia conseguem com tanta facilidade.
Depois eu rolei para a cama e, ao sair, uma quantidade enorme de gala misturada com seu sangue virginal escorreu e manchou a colcha. Não falei nada, apenas respirava agoniado, meu pau não murchou, ficou duro como se ainda quisesse voltar para dentro dela.
Dormimos nus e abraçados, nos beijamos muito e só tomamos banho no dia seguinte.
Antes de nos encontrarmos com as garotas - Suely e Siméria que também tinha convencido Valéria a ir - passamos na farmácia de um amigo e comprei a famosa pílula do dia seguinte, não queria correr o risco de uma gravidez irresponsável...
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Continua