Compare Preços de: DVD Anal | Pênis | Brincadeiras eróticas | Masturbadores | Vagina e ânus
Brincadeiras escondidas no tempo
- Não maninho... Vai doer... - Siméria olhou para o irmão - Deixa só eu chupar...
Estavam em cima das sacas de arroz, tinham feito uma barreira com sacos de maneira que não vissem os dois, só não contavam que Suely estivesse empoleirada na travessa do teto.
- Se doer eu tiro... - estava agoniado - Gracinha gosta...
Suely olhou pra ele e para a piroca dura, tinha certeza que ia doer, mas abaixou a calcinha e ficou de quatro, passou a mão na bunda sem ter certeza de que seria bom aquela brincadeira.
- Eu deixo só um pouquinho... - apoiou a cabeça no saco, arrebitou o corpo e abriu as partes com as mãos - Se doer tu tira...
Valdo passou a mão e ela sentiu frio na barriga, ele passou o dedo na periquita vermelha de tanta esfregação, Siméria fechou os olhos.
- Tu não quer meter nela... - sussurrou.
- Não Merinha, aí pega filho... - forçou um pouco o dedo e entrou, a irmã não sentia arder como naqueles primeiros dias - Faz força como se tu tivesse fazendo cocô... - cuspiu na mão e lambrisou a piroca, melou também o buraquinho.
Siméria sentia medo.
- Mete devagar, viu? – abriu os olhos e olhou para ele - Não demora senão a Suca pode aparecer...
Sentiu uma coisa estranha quando ele botou a cabeça dura entre as pernas, fez força como se tivesse fazendo cocô e o botão cheio de pegas pareceu estufar. Valdo segurou com uma mão a rola e com a outra a cintura, fez pressão, não entrou, aliviou e empurrou de novo.
- Ai Valdo, está doendo... - uma dor fina parecia rasgar - Assim não, sai...
Ele aliviou a pressão, ficou parado e ela sentindo uma coisa dentro dela. Mexeu os músculos do anus, tinha entrado, ardia um pouco.
- Empurra só um pouquinho viu?
O irmão socou, entrou tudo, doeu uma dor que não doía, sentiu como se estivesse fazendo cocô pra dentro. Fechou os olhos, estava gostando, era esquisito, mas estava gostando, não falou da dor que não doía, só fechou os olhos e apertou como se cortando um tolete de bosta dura.
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
- Ainda dói? Tu quer que eu tire?
Balançou a cabeça, não queria que tirasse, estava gostando.
- Pega no meu peito... - suspirou sussurrando - Pega Valdo, pega no meu peito...
Uma sensação estranha, a piroca enterrada, sentia um gosto de gostar, queria ficar ali pra sempre, não doeu como pensou, a piroca não era lá muito grande e nem muito grossa, era bom, um gosto de gostar sentindo aquela dor que não doía.
Osvaldo passou a mão na barriga, subiu e tocou no carocinho, Siméria gemeu, o corpo balançava para frente e para trás no ritmo do irmão, sentia entrar e sair dando aquela coisa boa, sentia a periquita quente e melada, passou o dedo, ficou melhor ainda. O corpo do irmão batia seco no seu, uma zoada estralada e aquela coisa gostosa entrando e saindo de dentro dela, a mão passando e apertando o biquinho do peito, dois caroços inchados e os sons de seus gemidos, a respiração do irmão e a brincadeira gostosa de meter que tinham descoberto quase que por acaso.
Na travessa do teto Suely olhava, a respiração forte, sentia o buraquinho do cuzinnho piscar como se fosse nela que ele estava metendo e a calcinha de fazenda melada.
- Isso é bom Valdo... É bom maninho... Empurra, mete tudo maninho...
Era gostoso, o dedo brincando na periquita quente, sentia gostando da mão passando no peito e aquela coisa dentro dela como se fosse cocô entrando, cocô duro. Valdo mordia a língua seca, se jogava para frente, apertou o biquinho do peito sentindo a faíscas mexendo com a espinha, acelerou, as batidas dos corpos zoavam forte até que Siméria sentiu a piroca ficar mais grossa e uma coisa liquida entrar dentro dela. Ele tinha gozado, não sabia se era assim, mas aquilo entrando pareceu muito melhor ainda.
- Tu fez xixi no meu cu? - falou depois de respirarem agoniados, as pernas moles e a sensação de gosto gostado.
Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!
Valdo riu e tirou a piroca, o buraco estava enorme e um fio de gosma esbranquiçada saiu melado a periquita.
- Não Merinha, eu gozei dentro...
Siméria tateou com o dedo.
- Elas meu, ficou um buracão! - ainda com a bunda arrebitada, a cabeça na saca de arroz - Tu estrompou meu cu... E agora? - riu - O cocô nem vai mais segurar... - melou o dedo e cheirou - Tem cheiro de mijo...
Sentou, saiu aquela coisa de dentro e melou o saco. Olhou para o irmão.
- Tu gostou?
- Gostei... E tu?
- Também gostei... - passou a mão e meteu o dedo - E agora? Vai ficar assim o tempo todo?
• • • • •
Siméria riu e beliscou meu braço, mas não tinha sido em quem tinha contado, Suely viu tudo.
- Era uma santinha de pau oco... - Suely deitou a cabeça no colo da irmã e ficamos dos dois deitados no colo de Siméria - E quem levava a culpa era eu...
- Tu não era bisca de cheirar... - sorri - As coisas quem saem dessa cabeça nos metiam em cada enrascada...
Rimos deliciados com o momento, até parecia que morávamos em cidades diferentes, poucas vezes conseguíamos ficar juntos.
- Só era a gente o tempo todo, papai não gostava que levássemos nossos colegas pra casa... Suely suspirou - Acho que isso ajudou muito...
Lembrava daqueles tempos, nossos quartos ao lado nunca estávamos só e era sempre Suely quem inventava as brincadeiras.
- Hoje acho estranho as coisas do papai... - Siméria olhou para nos - Ele tinha medo que aprendêssemos coisas na rua ou que os meninos mexessem com a gente...
- Hoje sinto dó do papai... - Suely riu - Não sabia das coisas que a gente fazia juntos...
- Não era preciso ninguém, bastava tu ter aquelas idéias malucas... - Siméria passou a mão nos cabelos da irmã - Mas eu gostava viu?
Rimos os três, nossa infância e juventude foi cheia de aventuras, custamos conseguir namoradas e namorados, parecia que não haviam outros, só nos três.
Encontre em sua cidade os mais sensuais casais, homens e mulheres!!!
- Teve aquele dia em Carburí, lembra? - Suley virou o rosto para olhar direito para a irmã - O papai quase nos pega de peia por tua causa...
• • • • •
Estavam passando as férias na praia de Caburí em julho de 1976, o pai tinha alugado uma casinha pequena de dois quartos, a cidade não passava de uma vila de pescadores com poucas casas de alvenaria, a maioria cobertas de palha.
- Só tinha essa... - falou para a mãe quando chegaram - As crianças ficam juntas - olhou para nos.
Tinha pouco o que fazer, não fosse a praia quase deserta, uma porção de canoas e os morros de areia fina ia ser férias chatas. Mas tinha Suely com sua cabeça sempre cheia de aventuras pra inventar o que fazer e foi logo no primeiro dia.
- A gente vai brincar na praia pai... - Siméria pediu, o papai não negava nada pra ela.
- Não vão se afoitar muito... - mamãe falou - Nem demorem que vamos jantar na barraca de peixe.
Vestimos roupas de banhos e saímos correndo alegres. Na praia pouca gente, todos de fora pegando sol da tarde. Suely correu na frente chamando, seguimos e só paramos perto da barreira vermelha.
- Vamos subir? - Suely olhou para cima, não era muito alta.
- E se a gente cair?
- Deixa de ser mole Valdo! - segurou uma raiz e ficou dependurada.
Eu e Siméria ficamos olhando ele subir segurando nas raízes e pontas de pedra.
- Vamos gente, é só ter cuidado...
Balancei a cabeça e segui o que tinha feito, depois foi Siméria, Suely estava quase chegando quando olhou pro lado e viu o buraco.
- Tem uma caverna ali... - apontou, olhamos - Será que é grande?
Não era, era só uma saliência esculpida pela água da chuva. Continuamos e descobrimos nosso paraíso, um gramado verde ladeado de árvores retorcidas pelo vento e mais ao fundo uma poça de água represada. Pronto! Foi ali que passamos o maior tempo quando conseguíamos fugir de casa. Depois descobrimos que nem os filhos dos pescadores e moradores iam por lá.
Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!
Naquele dia foi Siméria quem começou. Eu estava com Suely cobrindo com folhas a segunda casinha que seria o hospital.
- Olha Valdo!... - puxou meu braço.
Siméria estava em pé na beira da poça, tinha tirado a roupa. Olhei para os lados, não tinha ninguém.
- Ela... - não concluí, Suely tirou o biquíni e correu para a poça.
Riam alegres enquanto fiquei terminando a casa. Não era muito largo, mas no meio era um pouco fundo e Só eu e Suely conseguíamos ficar em pé. Tirei o calção e corri para lá.
- Me leva lá fundo? - Siméria me abraçou pelas costas - Mas não vai me jogar...
Não sabia nadar, nunca quis aprender por mais que o papai tentasse ensinar. Deixei que subisse em minhas costas e caminhei devagar, no fundo um monte de pedrinhas brancas fazia a gente escorregar, Suely estava esperando, só a cabeça pra fora.
- Tenta ficar em pé menina... - falou - Assim tu aprende logo a nadar...
Siméria olhou com medo, mas sempre confiamos um no outro e se jogou pra trás tapando o nariz com a mão se debateu chapinhando a água até que vi os olhos muito abertos, a boca escancarada e o pavor no rosto. Corri e puxei pela mão, ela se abraçou em mim respirando agoniada.
- Bebi água... É muito fundo... - a voz tremida.
Segurava ela grudada em mim, Suely ralhou dizendo que nos dois éramos muito moles e mergulhou, saiu na margem, Siméria tremia.
- Tem medo não, não vou te largar...
Fique segurando e ela se acalmou.
- Pensei que ia morrer... - respirou forte - Não faço mais o que ela mandar...
Rimos, olhei para Suely, tinha voltado para as casinhas e arrumava a parede botando folhas para tapar.
- Não ia deixar tu morrer, tava aqui te olhando... - murmurei no seu ouvido.
Ela riu e apertou o abraço, escanchou as pernas em meu corpo e ficamos parados sentindo a água morna.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
- Tua coisa ficou dura... - sussurrou mexendo a cintura – Tá cutucando minha bunda... - riu - Tu quer brincar de meter?
Olhei pra ela e sorri, Suely nos chamou e saímos, ela viu e riu.
- O que é que vocês estavam fazendo?
Não sentia vergonha de ficar daquele jeito na frente delas, mas naquele dia senti e tentei esconder com as mãos, Siméria viu e riu, correu e entrou na casinha onde estavam nossas coisas. Não falamos mais naquilo, e de noite foi que aconteceu.
• • • • •
- Vem dormir com, a gente Valdo! - Suely chamou.
As duas ficaram na cama e eu na rede. Olhei para a porta trancada com chave, papai e mamãe já deviam estar dormindo e o banheiro entre os dois quartos não deixava que ouvissem a gente.
- Vem Valdo, dá pra nos três... - Siméria afastou.
Desci na rede, a luz ainda acesa, era quase dez da noite. Suely puxou a manta de lã e deitei no meio das duas, nos cobrimos e ficamos calados, nossas respirações estavam aceleradas, senti a mão de Suely passando em minha perna.
- Porque a gente não dorme peladas? - falou olhando para Siméria.
Não esperou que Siméria respondesse, levantou as pernas e tirou a calcinha.
- Tira teu calção Valdo... A gente dorme abraçado...
Suspirei e tirei o calção, Siméria também tirou a calcinha e voltamos a ficar calados escutando a noite, novamente a mão nervosa passando em minha perna, olhei para ela, sorrimos sem sorrir, nossos braços cruzaram e passei a mão na periquita, ela abriu as pernas, estava melada.
- Tu quer? - Suely sussurrou segurando minha piroca dura - Se tu quiser eu deixo tu meter...
Não respondi, o dedo passava pelo buraco melado, nunca tínhamos feito aquilo, só tinha metido no cuzinho de Siméria, mas com Suely só tinha chupado.
- Na periquita pega filho... - sussurrei doido de vontade - Tu quer que eu te lamba?
Clique para amor & romance em sua cidade!!!
- Mas tu meteu na Merinha, eu vi...
- Não foi na periquita, foi na bunda... - respondi - Tu quer na bunda?
Ela me olhou sem acreditar, pensava que tinha sido na periquita.
- Só se eu ver... Mete nela e depois eu dou...
Nos olhamos sérios e depois olhamos para Siméria que parecia estar dormindo, Suely mexia a mão e eu sentia que se continuasse assim ia terminar gozando.
- Merinha... - passei a mão na barriga, senti que ela tremia - Deixa eu meter na tua bundinha...
Ela ficou espantada.
- Tu é doido? A Suca...
Suely sentou e tirou a manda, largou minha rola.
- Se tu der pra ele eu também dou... - no rosto a cara safada de sempre -Mas só se tu der primeiro.
Siméria olhou para nos dois antes de levantar e ficar de quatro, não falou nada, apenas ficou na posição e abriu as partes com as mãos. Olhei para ela e para Suely.
- Tu estais com vergonha? - perguntou, balancei a cabeça - Vai nela que eu deixo...
Fiquei de joelhos atrás de Siméria, o quarto quase escuro, o vento sobrando pelas frestas da janela, passei o dedo e meti a ponta, entrou sem dificuldade.
- Passa cuspe... - Simélia remexeu a cintura - Pode doer...
- Vira pra cá Valdo... - Suely deitou de bruços - Deixa eu fazer uma coisa...
Siméria continuou deitada arrebitada, sentia o vento entrar na bunda e não estranhou quando Suely botou minha piroca dentro da boca, apenas sorriu. Suely olhava pra cima, os bugalhos branco do olho era como se fosse uma careta. Chupou e melou de cuspe, tirei de sua boca e botei no buraquinho de Siméria, meti e ela sorria olhando nos olhos de Suely, o corpo balançava para frente e para traz, aqueles estalos e ela não falava nada, nem levou o dedo pra periquita como fazia das outras vezes. Suely se aproximou e meteu a mão por entre minhas pernas, o dedo tateou e sentiu o talo entrar e sair no buraquinho, passou a mão e tocou na periquita aberta, Siméria suspirou e fechou os olhos.
Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!
- Pega no meu peito Valdo, pega... - pediu como das outras vezes.
Peguei, comecei a passar a mão e apertar o biquinho, metia cada vez mais forte, a cama gemia, batia na parede e eu gozei, enchi o buraco com minha gala.
- Valdo? Siméria? - ouvimos batidas na porta e a voz de papai - Está acontecendo alguma coisa?
Gelei, tirei e corri para a rede, Siméria se cobriu sentindo a bunda melada, Suely também deitou. Papai bateu outra vez e chamou, vesti o calção e desci da rede, não acendi a luz, abri a porta fingindo estar com sono.
- Ouvi um barulho, o que é que vocês estão aprontando?
Olhou para dentro e acendeu a luz.
- Suely! Já dormiu? - chamou parado na porta.
Suely se mexeu e fingia que acordava, sentou sem lembrar que estava nua, papai olhou sério.
- Que história é essa dona Suely! - olhou para mim e depois para ela - Sua mãe não falou para você dormir vestida?
- Hoje está fazendo calor papai e... - olhou para mim - O Valdo já tinha dormido e... E tirei a blusa do pijama... Mas ia vestir antes dele acordar...
- E tua irmã? Também está nua! - fez menção de entrar, gelamos os três.
- Deixa as meninas dormirem em paz... - mamãe puxou papai - São irmãos e não tem nada ficarem assim...
Papai respirou fundo e saiu, voltou.
- Deixem a porta aberta, não precisa fechar com chave... - olhou nós - Boa noite...
• • • • •
- Quase mijo na calcinha de medo... - Siméria riu.
- Que calcinha sua depravada? - beliscou o bico do peito sobre o biquíni - Tu mijou sim mais foi pela bunda...
Rimos e chamamos as meninas, Alberto já devia estar morto de fome, voltamos abraçados e saímos para almoçar na barraca do Alfredo.
------------------------------
Continua