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Passado que sempre será presente
Não foi fácil escolher o que contar, são tantos momentos em nossas vidas que seria impossível relatar todos os quarenta e três anos vividos. Muitas vezes tenho me questionado sobre como tudo aconteceu, se houve alguém que tivesse feito alguma coisa que não fosse de seu desejo e não encontro ninguém, salvo Regina.
A separação e Susana
A gota d’água aconteceu no dia do oitavo aniversário de Susana, há anos escutava sem dizer nada e contemporizava por causa da verdade, mas naquele dia não agüentei e explodi. Alfredinho tinha então pouco mais de três anos. Nos próximos cinco anos só voltei ver Regina na sala de audiência da Vara de Família e em todo esse período somente Susana demonstrava interesse em me ver, perdi em definitivo meu filho. Nunca falei mal da mãe para Susana, mas sabia que a mãe ainda nutria ódio e ressentimento.
- Ela ainda gosta do senhor... - Susana murmurou - Tem raiva, mas gosta...
Foi também em um aniversário de Susana que lhe contei o motivo do ódio da mãe.
• • • • •
- Pai... Nunca soube por que a mamãe tem tanta raiva das tias, da tia Suca principalmente...
Estávamos do apartamento assistindo um filme, olhei para ela, não era mais a garotinha de quando saí de casa. Passamos um dia maravilhoso, pela manhã pulando de praia em praia e a tarde inteirinha pelos shoppings da cidade. Nem parecia estar fazendo treze anos, corria alegre com os primos fazendo minha conta bancária dar soluços de preocupação, Suely esteve nas praias conosco, mas de tarde somente Siméria nos acompanhava. Somente a custo consegui demover Iara da vontade de ficar conosco no apartamento.
- Esse conjuntinho fica bem em mim, não fica pai? - Susana era contentamento puro.
Também Iara e Valéria saíram carregadas de sacolas, Alberto mais comedido aceitou um livro e um calção de surf. Deixamos todos e chegamos em casa cansados e suados.
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- Vai tomar um bom banho e trocar essa roupa suada...
Susana queria abrir todos os presentes, mas obediente tomou banho ultra rápido e voltou para abrir, provar e rever as compras. Meu banho mais demorado, ela chamava agoniada.
- Vem pai!... Esse banho não termina nunca?
Minha cama atullhada de coisas e ela sentada espiando um e outra peça.
- A mamãe vai ficar uma arara quando me ver vestida nessa... - tirou as calcinhas cavadas - Não é muito pequeno pai?
Sorri, não ia dizer que achava, mas Iara adorava aquele tipo.
- Susana vai ter de aceitar que não tem uma filha criança... - sentei no chão olhando para ela - Tem uma mocinha cada vez mais bonita...
Ela desceu da cama e sentou em meu colo, me abraçou forte e veio a pergunta.
- Pai... Nunca soube porque a mamãe é assim... - olhou dentro de meus olhos - Porque ela tem tanto ódio da tia Suca?
Senti que era o momento certo de contar toda a história de nossas vidas, sabia que Susana até poderia não aceitar, mas tinha amadurecimento para entender. Levantei e a coloquei nos braços como se ainda fosse a garotinha e não a mocinha, ela abarcou minha cintura com as pernas.
- Deixa isso aí, depois a gente vê... - dei um beijo no canto da boca - Vamos conversar.
Fomos para a sala e joguei ela no sofá, ela riu como gostava de rir. Sentei no tapete.
- Sua mãe deve ter falado muitas coisas ruir de tuas tias e de mim...
Ela escutou sem falar nada, vez por outra eu parei e olhava para ela tentando adivinhar seus pensamentos e voltava falar das aventuras, das brincadeiras e de como eu e minhas irmãs tínhamos conhecido o prazer do sexo compartilhado. Aquele monólogo durou quase duas horas.
- É isso filha... - respirei, senti como se uma tonelada tivesse sido arrancada de minhas costas - Em parte Susana sempre teve razão, mas a maneira jocosa como se referia a minhas irmãs, tuas tias, e principalmente de Suely eu não aceitava...
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Susana respirou fundo, abraçava as pernas e olhava atenta para mim.
- Mas... Ela sabia de tudo isso?
- Sabia... Não com todos esses detalhes que te falei... - até aquele momento não tinha percebido o que realmente ela sentia e pensava - Sempre soube... Nos conhecemos através de Siméria, eram colegas de faculdade e... E algumas vezes até...
Não consegui falar, mas ela entendeu.
- Ela entrou no jogo, não foi?
- Foi...
- E porque ela depois mudou?
- Deve ter sentido que amava mais minhas irmãs que a ela... - pisquei, tinha uma estranha vontade de chorar - E quando tua prima nasceu... E eu dava atenção quase de pai para ela... Ela... Piorou, começou a brigar por qualquer motivo e não perdia oportunidade de escarnecer as meninas... - respirei fundo - É isso aí, agora você sabe tudo...
Ela olhava para a sacada, o vento do mar embalava a rede azul sempre armada, a céu escarlate pintado pelo sol que mergulhava nas águas cinzas como se fosse um grande espelho refletindo um universo diferente.
- Não peço que você aceite, só queria que entendesse...
Minha voz soou diferente, um tom desconhecido e ela olhou, os olhos pareciam não ver, mas a expressão que vi me deixou preocupado. Ela levantou e caminhou para a sacada, passou pela rede e debruçou no peitoril olhando o mar tingido de vermelho. Ainda fiquei alguns instantes sentado, esperava que falasse alguma coisa, não falou e levantei, eu tinha jogado todas as cartas na mesa e era a vez dela jogar.
Sentei na copa olhando as louças sujas, não tinha amimo para lavar. Enchi o copo até a borda e tomei, o uísque puro desceu rasgando a garganta, fechei os olhos, ouvi a torneira jorrar, Susana lavava os pratos e copos, não falou nada e senti que também tinha perdido minha filha. Ela deixou a pia limpa como ainda não tinha deixado, enxugou as mãos e saiu sem ao menos olhar para mim.
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Tinha sido um risco muito grande, eu sabia, mas ela tinha o direito de conhecer minha história de vida. Não estava triste em perder o carinho e a presença de Susana, estava riste por perder sem que ela falasse alguma coisa. Terminei o resto da bebida e servi outra dose, fui para a sala e coloquei um disco para rodar.
- Não fica muito pequeno pai?
Me assustei, virei e ela estava em pé vestida na calcinha cavada. Sorri para ela e ela correu e se jogou em meus braços, chorava comigo.
- Não chora filha, não chora...
Aqueles minutos pareceram séculos e ela se afastou e riu.
- Só se tu parar de chorar também...
Ficamos abraçados muito tempo, passava a mão em seus cabelos, beijei sua testa, a cabeça perfumada e pareceu que eu tinha saído de um túnel escuro, não tinha perdido minha filha.
- E tu comeu a bunda da tia Merinha mesmo?
Me olhou sorrindo.
- Pergunta pra ela...
- Tu é doido pai? Nunca vou falar que tu me contou, juro...
Aquele foi o primeiro dia do resto de nossas vidas e passou a vir mais vezes no apartamento.
Valéria
Apesar de tratar com carinho e devoção nunca tinha tido uma aproximação maior com a filha de Siméria, mas teve um dia que tudo pareceu mudar...
Era sábado, tinha festejado a aniversário no dia anterior e eu não estava na cidade. Bem cedo apanhei Susana e fomos para Panaquatira onde todos ainda estavam, a maré ia subir e, por isso, fui muito cedo, chegamos antes das sete e quase não conseguimos passar.
A casa era um silêncio só, pulei o muro para abrir o portão, as águas jogadas pelas ondas lambiam o carro, Susana olhava assustada antevendo o “possante” mergulhado no mar e suspirou aliviada quando viu o portão pesado abri, ligou o carro e passou a milímetros do muro, fui eu que ficou assustado.
Siméria, a única acordada, correu alegre e pulou em meus braços, Susana ficou ao longe olhando feliz a felicidade da tia.
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- Deixa de ser doido Valdo... - empurrou minha cabeça olhando assustada para Susana.
Tornei aproximar e meti a língua em sua boca, ela de olhos arregalados se deixou beijar, mas não retribuiu as carícias, sorri de sua aperreação.
- Ela sabe de tudo... - sussurrei em seu ouvido e chamei minha filha que veio sorrindo - Tua tia ta com vergonha de ti... - abracei as duas - Pergunta pra ela sobre aquilo...
Deixei as duas conversando e corri para o andar superior onde era a maioria dos quatro quartos, um embaixo e três em cima, no bolso o presente que tinha escolhido em uma joalheria de Curitiba. No quarto das meninas Iara dormia com as pernas abertas e Valéria abraçada com um travesseiro, sentei com cuidado na cama da aniversariante e toquei em suas costas nuas.
- Parabéns a você!... - cantei sussurrando em seu ouvido, ela abriu os olhos espantada - Desculpa amor, mas não deu pra vir na farra...
- Tio! - se dependurou em meu pescoço - Senti tua falta... - beijou meu rosto.
Deu muitos beijos pequenos e macios até colar a boca na minha, não foi nosso primeiro beijo de língua, mas aquele foi especial. O sabor longe de álcool dizia que tinha bebido além da conta, passou a mão em minhas costas, meteuu a língua em minha boca e o beijo pareceu durar uma eternidade.
Do lado Iara assistia, no rosto enrugado de sono uma safadeza tomava de assalto. Valeria afastou o rosto, sorria séria.
- Trouxe um presentinho para você... - dei outro beijo pequeno nos lábios - Não é lá grande coisa, não tive tempo de passear para escolher... - tirei a caixa encoberta de veludo azul escuro e coloquei a corrente de ouro com um pingente de diamante.
Ela olhou espantada, pensava que seria apenas uma lembrança e não uma jóia.
- É lindo tio... - pegou na mão e olhou admirando - Obrigado...
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Tirei os brincos que usava e coloquei os do conjunto, novamente tirei outra caixa e ajoelhei em sua frente e coloquei a tornozeleira parecida com o colar.
- Pronto, agora está bom... - levantei e puxei sua mão - Agora parece uma princesa...
Voltou dependurar em meu pescoço e novamente nos beijamos, Iara olhava sorrindo, nos separamos, Valéria passava a mão nos presentes, olhou para a prima e se abraçaram dando gritinhos de alegria. Saiu correndo para mostrar para a mãe.
- O teu te dou outra hora... - puxei a mão de Iara e saímos abraçados.
• • • • •
Foi outro dia de festas como sempre foi quando nos reunimos na casa de praia, Siméria reclamou do presente.
- Não era preciso tudo isso mano... - estávamos abraçados olhando as três primas conversando - Isso deve ter custado uma fortuna seu doido!
- E pra que serve dinheiro menina, não é pra fazer a gente feliz? - gostava de ver minhas meninas felizes - É só uma lembrancinha...
- Tu mimas muito essas pirralhas Valdo - Suely nos abraçou por trás - Susana me mostrou o presente dela e imagino qual será o da tua garota...
- Esse doido deu uma pulseira de ouro pro Alberto... - Siméria virou o rosto e lambeu meus beiços - Vai ver estourou o cartão... Doido!
Depois do almoço deitamos todos no quarto de Suely, Joaquim como sempre não estava. Valéria ficou colada em mim e Susana conversava baixinho com Siméria.
- Adorei os presentes tio... - murmurou chegando mais pra perto - Só fiquei triste porque tu não estava aqui ontem...
Somente Susana vestia camiseta, Valéria e Iara só calcinha. Siméria saiu do quarto atrás de Suely, ficamos os quatro deitados sentindo o vento gostoso de maresia entrar pela janela, o zoar das ondas acalentava e dava vontade de dormir. Senti a mão de Valéria segurar a minha e colocar em cima dos seios, ficou fazendo carícias. Susana cochilava com as cabeça no colo de Iara.
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- Passa a mão tio... É gostoso... - sussurrou.
Segurei o biquinho do peito, ela estremeceu, sabia que não era mais virgem desde o dia que Iara contou sobre ela e Alberto, mas nunca tínhamos ficado tão próximos e os carinhos nada mais eram que os normais, diferente daquele dia.
Acordamos com os gritos de Suely que colou todos os quatro para correr, já estava escurecendo.
- Vamos lá cambada! Tem um “cardo” de peixe quentinho esperando - as garotas não reclamaram e desceram correndo aos gritos - Não gostei de ver meu genro se esfregando nessa sirigaita!
Pulou na cama e rolamos brincando, terminamos nos beijando.
- Quer dizer que só falta Susaninha, seu tarado! - sussurrou em meu ouvido - Se teu presente visse o que eu vi tu ias ficar em apuros...
Continuou brincando, Valéria tinha pego minha mão e colocado dentro da calcinha enquanto eu dormia, não tinha visto nada, mas o aroma na mão não deixava dúvidas.
- Não vi nada... - falei cheirando a ponta do dedo.
- Isso deve ser coisas da tua pequena... - levantamos e arrumamos a cama - Puxou pra mãe, graças a deus! - riu e também descemos.
Na copa a mesa de madeira pesada estava cheia de coisas, além do “cardo” de peixe, um bando de sobras do aniversário.
- Fica aqui perto de mim pai... - Susana chamou.
Sentei e tomei a tirrina com o caldo, depois ficamos sentados na varanda. A noite escura e sem lua e o zoar das ondas atiçou a cabeça sempre cheia de maluquices de Suely.
- Quem topa um banho pelado! - levantou e tirou a camisa cavada.
Quem primeiro seguiu foi Iara, Valéria olhou para a mãe e para mim e também correu.
- E aí seus moles, vamos ficar aqui? - Siméria pegou a mão de Susana e desceram correndo de calcinha.
- Vem pai, vamos!
Um bolo de gente gritava e sorria,mergulhei e nadei até a rebentação. As garotas continuaram as brincadeiras e terminaram todas com as calcinhas rasgadas.
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- Tia Suca está com o diabo no couro hoje... - Valéria tentou boiar - Me segura tio...
Uma marola um pouco maior passou por nos e ela se dependurou em mim.
- Posso te perguntar e pedir uma coisa? - as pernas abarcando minha cintura - Tu comeu Iara, não comeu?
Não respondi, ela ficou séria.
- Sei que comeu... Posso fazer uma coisa?
- O que é? - respondi.
Ela deixou o corpo cair e, com os pés, tirou meu calção de banho. Olha séria, não falou nada quando segurou meu pau e colocou entre as pernas, não piscava, a respiração forte. Não fiz e nem falei nada, segurara ela por baixo e ela tirou meus braços, sempre olhando dentro deus olhos, ajeitou o corpo e escorregou, a vagina melada não ofereceu qualquer resistência e sentiu a boceta cheia.
- Queria fazer isso... - murmurou e meteu a língua em minha orelha - Mas tinha medo e... E vergonha... - continuei calado - Sei também que tu e a mamãe... Tia Suca falou... Ai! - uma expressão estranha no rosto, franziu a testa - Hum!... Ai!... - o peito tremeu e ela fechou os olhos, ficou suspirando, gemia, mordia o beiço até um suspiro maior e um silencio e depois um sorriso moleque - Gozei... Gozei tio... Não fica parado, goza também...
Comecei movimentar aproveitando o movimento das marolas, estoquei, meti e ela suspirava, as unhas pareciam cravadas em minhas costas, ardia um pouco. Acelerei, estava chegando, ela sussurrava, joga ar quente em meu rosto, olhava com olhar vidrado, o corpo subia e descia e ela suspirava.
- Goza tio, goza dentro... Pode gozar, eu tomo... Tomo pilula... Ai.. Isso...
Explodi dentro dela, joguei o corpo para cima e ela sentiu o mundo entrando, seu corpo ficou cheio, a vagina quente alagada com o fruto de meu prazer...
Aquele final de semana nunca terá outro igual, Suely foi a única que viu com olhos de que sabia o que estávamos fazendo, mas não falou nada para Siméria. Para todos estávamos conversando e nem Iara desconfiou de nada.
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E assim eu vivo.
Aprendi a amar de verdade com minhas irmãs e nos três vivemos momentos maravilhosos sempre descobrindo novas coisas, sempre vivendo o nosso momento como se fosse o único e último.
Suely sempre foi a cabeça de tudo talvez por ser a mais velha e às vezes eu penso que Siméria tenha sido a que menos aproveitou e aproveita nossos loucuras, mas nunca reclamou ou falou que não aceitava ou não queria viver o que vivemos. Hoje minha irmã caçula mora mais comigo e com Susana que em sua casa.
Do meu casamento com Regina só me sobrou Susana, perdi meu filho por culpa única da mãe que usou da proximidade para incutir nele a raiva e o ódio que não conseguiu em Susana. Hoje os dois moram em Blumenau/SC e não sei e não tenho notícias dos dois. Minha filha preferiu ficar comigo – na última audiência de divórcio o juiz lhe ofereceu por opção viver comigo ou com a mãe, escolheu ficar e Maneco preferiu a mãe – E vivemos em paz e tranqüilidade.
Sobre o casamento de Siméria não há muito a falar, não foi realmente feliz na escolha e a separação foi um bálsamo tanto para ela quanto para o ex-marido que desapareceu e nunca mais deu notícias. Valéria hoje é uma moça quase recatada demais. A experiência da relação com o irmão parece que não foi muito proveitosa para ambos e Alberto também não deu muita importância para o fim do seu caso com a irmã. Depois que transei com ela voltamos a ficar juntos algumas outras vezes, mas sem muita ligação.
Suely continua casada e vive como sempre viveu, o marido passa mais tempo em suas intermináveis viagens que em casa.
Nunca pensei em tornar casar não por não ter aprovado a situação de casamento, mas por saber que nenhuma outra mulher que não sejam Suely, Siméria, Iara, Valéria e Susana aceitariam dividir o homem. Preferi e prefiro tocar minha vida da maneira que escolhi.
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Meu apartamento está sempre de portas abertas para os meus. Tem dia que mais parece um bordel cheio de mulheres alegres que, quase sempre, desfilam livres de roupas sem se importarem comigo ou com Alberto e, em poucas ocasiões, com Joaquim.
Nunca fiz nada com Susana e ela nunca se mostrou querer que fizéssemos, apesar de termos certeza de que se tivesse acontecido seria o caminha natural de nossas vidas...
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