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ANIVERSÁRIO DE FERNANDA, 15 ANOS
Sábado, 29 de março de 2003.
Não ia ser uma festa, apenas um encontro de amigos e da família, mas tanto a aniversariante quanto Rosilan fizeram questão que fossemos e Lídia convidou Lúcia que passou a ser costumeira em nossa casa.
- Vai ser só uma reunião de amigos... - falei para Carmem.
- Mas a gente não conhece nem o pai dela... - estava em dúvidas sobre deixar a filha ir - E não tem roupa...
- Deixa de frescura Carminha, já falei que não vai ser festa.
- Mas o Dr. Arnaldo...
- Olha aqui, se quiser deixar deixa, se não vai a merda... - estava aperreado com um munte de problemas com fornecedores - Não vai comigo, vai com Lídia e... Não vou comer tua filha menina!
Ela me olhou série e logo depois sorriu. Eram quase sete da noite, o escritório vazio e somente nos dois ainda lá como acontecia quase toda sexta-feira.
- O Adalberto está cobrando ciúmes...
- De quem?
Ela parou de boca aberta, não esperava que eu falasse aquilo.
- Ora de quem? - o sorriso voltou - Ela não sai de tua casa, está corada de sol... De Lúcia, claro! - sentou na ponta da mesa e cruzou as pernas bem torneadas - Ela está diferente com ele, fala o tempo todo em vocês e teu nome é açúcar na boca dela... O coitado não sabe o que fazer, como agir... - sorri para ela, coloquei os pés em cima da mesa e dobrei os braços detrás da cabeça - Até eu fico com ciúmes às vezes...
- Desculpa, falei merda... Tu não tens culpas dos problemas - levantei e tirei a garrafa de uísque da pequena geladeira no canto da sala, servi uma dose generosa - E sobre Lucia...
- Não te preocupa com isso, é coisa de pai... - ofereci o copo, ela aceitou e bebeu um pouco - Até gosto da amizade dela com Lídia, pelo menos não fica metida com essas garotas que não têm nada na cabeça...
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- Gosto muito dela... - parei na frente dela - E gosto também de você...
Ela me olhou, ficou séria, ficamos os dois sérios. Meu gostar por Carmem não era um gostar de homem por mulher, tenho por ela um carinho muito grande, é ótima auxiliar, inteligente e sabe se virar.
- Gosto de ti também... - as narinas dilatadas denunciava estar nervosa - Fico meio doida quando Lúcia fala de ti, e de tua casa... Tu és diferente...
Não era aquele o rumo que queria dar para a conversa, falei que gostava - e gosto - dela por realmente gostar como uma amiga e ombro que sempre estava disponível. Olhei para o relógio, quase oito.
- Vamos? - falei.
- Junior... - parei e ela segurou minha mão - Ela pode ir... Sei que tu gostas dela e ela te ti... Deixa que eu me entendo com o Adalberto.
Fiquei olhando para nossas mãos, ela estava nervosa, as mãos frias e suadas. Me aproximei mais ainda e lhe abracei, ficamos abraçados e senti o quanto estava nervosa. Passei a mão em seus cabelos. Ela ficou parada, não fazia movimento algum, parecia uma estátua, mas o coração disparado, a respiração forte. Me afastei, segurei seu rosto com as duas mãos, olhei dentro de seus olhos, ela piscou e fechou os olhos. Ia me afastar, ela me segurou e me puxou e nos beijamos um beijo carregado, estranho para mim que não esperava aquilo. Suas mãos nervosas amassavam minha camisa, as pernas - eu estava entre suas pernas - abertas e ela me puxou, colamos. Aceitei o beijo por aceitar, Carmem foi desde o princípio meu guia na cidade, foi ela quem me apresentou Francis, foi ela quem me fez conhecer as pessoas certas e foi somente por ela que consegui levar adiante os projetos que a firma tinha.
- Carmem... - sussurrei em seu ouvido.
- Junior... - olhou direto para meus olhos - Não fala nada... Não fala nada...
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Tornou me puxar e nos beijamos novamente, dessa vez eu participei e suguei sua língua, e sorvi seu sabor. A respiração incerta, a mão desceu e abriu minha braguilha, fiquei apreensivo, não tinha intenções sexuais para com ela, mas deixei que pegasse e tirasse meu pau. Ela se ajeitou, abriu mais as pernas, afastou a calcinha.
- Não Carminha... - sussurrei de novo.
- Deixa Junior, eu quero, deixa... - passou a cabeça do pau pelos grandes lábios, estava úmido, melado - Eu sempre quis... Eu te quero... - os olhos fechados, a boca aberta e o corpo trêmulo, ajeitou empurrou, entrou quase todo - Ui! Meu Deus, como é bom...
Fiquei parado, estava todo dentro de minha melhor amiga, minha colaboradora. Ela abriu os olhos e nos olhamos.
- Queria fazer isso há muito tempo... - estava séria.
Peguei-a e a levei para a poltrona macia, carreguei sem tirar de dentro, ela abraçou minha cintura com as pernas, sentei, ela ficou sentada de frente para mim, o pau dentro, latejando.
- Tu és doida Carminha... - sorri e beijei sua boca.
Comecei a mexer, empurrei o corpo para cima e ela gemeu. Era difícil, a posição não ajudava, mas continuei assim, metia e tirava, ela gemia e começou a também se movimentar como se pulasse, como se estivesse montada e cavalgasse.
- Ui! Ai! É bom... É bom... - gemia baixinho, um sorriso no rosto - Poxa merda, é bom demais... - respirava entre as palavras, dizia coisas, xingava, gemia - Mete porra, me fode, me fode seu sacana... Pau gostoso, isso, mete, isso...
Um gemido mais forte e ela gozou um gozo intenso, mas não parou de mexer, não parou de pular até que gozei e enchi a boceta como o líquido de meu prazer.
• • • • •
Chegamos na Passagem-Franca antes do sol raiar e fomos direto para a casa de Rosilan que já nos esperava. A casa cheia de parentes, tivemos que ficar os quatro em um só quarto. Para as garotas foi uma farra e passaram o tempo todo juntas. Na noite houve um jantar com dança no clube e depois mais festa e farra na casa.
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Era quase três da manhã quando finalmente fomos dormir, Lúcia e Lídia deitaram em redes armadas no quarto.
No quarto entrei direto para o banheiro, apesar do clima agradável do aparelho de ar condicionado eu sentia calor. Francis ainda ficou ajudando Rosilan na arrumação.
- Posso banhar contigo?
Na porta Lídia sorria, estava só de calcinha, falei que sim e ela entrou. Liguei a torneira e um jato de água fria correu em meu corpo.
- Não gostei de uma coisa... - Lídia tirou a calcinha e entrou - Com Lúcia a gente não...
- Estão falando de mim, não é seus safados!
Olhei assustado para Lídia que estava ajoelhada chupando meu pau, ainda bem que a porta de correr estava fechada.
- Vou entrar pra fazer xixi - ouvimos o barulho da tampa do vaso sanitário - Estou quase mijando na calça...
Lídia me olhou e levantou, meu pau ficou meio mole do susto, ouvimos o barulho do jato de urina e depois a descarga.
- Tu não quer banhar com a gente? - Lídia abriu a porta, Lúcia estava em pé, a calcinha caída e ela limpava a vagina com papel higiênico.
Olhou para mim e para meu pau meio mole.
- E se a tia entrar? - perguntou sempre olhando para mim.
- Fecha a porta... - Lídia falou.
Olhei para ela, não acreditei que a garota fosse aceitar, mas ela aceitou.Tirou a camisa e entrou no banheiro, o chuveiro continuava ligado.
• • • • •
- Vocês não querem conhecer a Santa Filomena? - Arnaldo sentou, estávamos tomando café.
Rosilan colocou um copo de suco de laranja em minha frente e sentou do lado do marido. As garotas ainda estavam dormindo e a maioria dos parentes ou já tinham viajado ou se preparavam para viajar.
- Se vocês quiserem o Joaquim leva vocês... - olhou para a esposa - Rosa e as crianças vão na frente, vou só terminar umas coisas antes de ir também.
Francis aceitou e me convenceu a ir também, notei os olhos de Rosilan brilharem.
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- Você vai gostar amor... - Francis segurou minha mão - Tu é doido por água e lá tem um açude que é uma bela...
- Não seria bom a gente esperar e ir todos juntos? - olhei para Rosilan e para Arnaldo.
- Não precisa esperar... - Arnaldo se apressou.
Achava que deveríamos esperar Arnaldo para irmos todos juntos, mas as meninas não quiseram esperar sabendo que dificilmente o pai iria e se fosse seria apenas no final da tarde. A fazenda fica há pouco mais de vinte quilometro do centro da cidade, mas a estrada de chão batido fazia a viagem parecer mais longa.
É uma fazendo imensa com mais de trezentas cabeças de gado leiteiro e de corte, rebanho de carneiros e uma granja com cinco galpões cheios de galinha da raça rodilham - vermelhas - que abastecia a cidade e outras de ovos. Uma casa típica escondida no meio de um coqueiral com alpendre onde várias redes estão sempre armadas e três açudes em pontos estratégicos da propriedade. A casa mais parece uma pousada com nove quartos, uma sala enorme, copa com mesa para dezesseis comensais e a cozinha em estilo colonial onde um imenso fogão a lenha e um forno que me caberia deitado com folga.
- Quase não venho aqui... - Rosilan deitou em uma rede - Já vim muito, é minha herança de meus avós...
Deitei em outra rede e Lídia deitou comigo, Francis e as garotas saíram para conhecer a fazenda.
- Se eu tivesse uma dessas não saia daqui para nada... - falei sentindo o frescor de uma brisa soprando - Nunca ia trocar esse paraíso por uma casa na cidade...
- Ia ser uma dificuldade, as meninas, a escola... - falou e chamou uma mocinha que correu e voltou com uma garrafa de vinho e dois copos - Um dia, talvez...
- O pai ia dar um jeito de morar aqui... - Lídia falou, eu estava fazendo caricias em sua cabeça.
- Gosto de te ver chamando Junior de pai... - Rosilan me entregou um copo com vinho tinto - Quem não conhece vocês jura que são pai e filha...
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- Tia, e o açude do banho? - Lídia perguntou.
- É logo ali... - apontou - Tem até duas canoas para vocês brincarem e um trampolim quase no meio.
- Vai gente por lá? - minha garota estava com pensamentos.
Rosilan riu e falou que ia falar para não deixarem ninguém ir e que poderiam ficar a vontade.
- E o Arnaldo? - perguntei olhando para ela.
- Não te preocupa, a Madalena nos avisa...
Esperamos que o restante do grupo voltasse e as garotas foram para o açude, Francilice parecia uma menina de tão alegre, brincava com todos.
- Vamos gente, estou doida pra tomar banho no açude...
- Vai na frente Francis, leva as meninas que vou preparar alguma coisa para o lanche e bebidas, claro...
As cinco não pensaram duas vezes, correram gritando com Francis no encalço. Olhei o grupo sumir e entrei para ver se não tinha alguma coisa que eu pudesse ajudar. Rosilan conversou com Madalena que ficou de avisar caso Arnaldo chegue.
- Não acho que as meninas devem ficar tão a vontade... - falei quando a garota saiu - Pode aparecer alguém.
- Não te preocupa que o pessoal sabe... - sorriu e entrou no quarto principal.
Fui na cozinha e conversei com as preta velha que depenava duas galinhas para o almoço, Madalena sentada na frente de um pilão pilava bagos de babaçu e uma outra mulher, que parecia mãe de Madalena, catava fava.
- Sebastiana, esse é o marido de Francilice... - senti a mão de Rosilan passando em minha cintura - Essa é Maria e Madalena tu já conhece...
Me puxou para vermos as panelas no fogo, um aroma de perfume da roça enchia o lugar.
- A menina Lídia me falou que tinha um pai galego... - Sebastiana limpou as mãos carcomidas no avental branco - E o sinhô que é o pai galego?
Sorrimos e apertei sua mãe e beijei sua testa, cumprimentei as outras duas.
- Tuas coisas estão no quarto grande... - Rosilan falou - Vai tirar essa calça, está cheia de poeira...
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Fomos para o quarto no final do corredor, era o do casal e tem tamanho de uma casa popular.
- Bem que vocês poderiam vir passar uns tempos aqui... - pegou meu ombro - Só assim eu ia voltar a gostar da fazenda...
Virei e nos abraçamos.
- Estou com saudades desse treco aqui...
Passou a mão em meu pau e me puxou para a cama, olhei preocupado para a porta aberta, mas não tive como evitar cair em cima dela, nos beijamos.
- Deixa eu fechar a porta... - sussurrei e levantei, quando me virei ela estava nua - Tu não tem nada nessa cabeça oca.
- Mas tenho aqui...
Abriu as pernas, a xoxota depilada parecia de uma garota. Olhei para ela e ajoelhei entre suas pernas, passei a língua na pele macia e ela estremeceu.
- Hum! Gostoso... - gemeu baixinho, a cabeça girava de um lado para outro, as mãos seguraram meus cabelos.
Meti a língua, lambi as dobras internas, mordi de leve o pequeno grelo e ela gemeu mais alto, puxava meus cabelos, as pernas abertas, a xoxota melada e um sabor divino misturado com o calor úmido de dentro da vagina.
- Não... Não quero isso... Vem... Mete...
Tirei a calça e subi na cama, olhei o corpo bem feito de Rosilan e lembrei de Arnaldo, não dava para entender não querer estar com uma mulher bonita, nova e gostosa como ela. Deitei e ela girou sobre mim, os seios duros com bicos parecendo duas flores de vida, a cintura bem feita, as coxas bem torneadas. Passei o braço por seu corpo e acariciei suas costas, ele estremeceu, a pele ponteada de pequenos pontos, a vulva viva e sedenta, segurei meu pau e passei por entre os lábios da vagina que eu tinha lambido e chupado, ela fechou os olhos, estava na posição e joguei o corpo para cima, entrou até ficarmos colados.
- Tu és muito gostoso Junior, teu pau bate lá dentro... - sussurrou e nos beijamos.
Rosilam começou a movimentar a cintura, rebolava esfregando nossas pélvis e eu sentia o estreito canal abarcando meu pau. Fiz também movimentos e comecei a meter e tirar, ela rebolava fazendo parecer não ter junta, parecia uma cobra se esgueirando. Metia e tirava cada vez mais forte, nossos corpos estremeciam, a cama gemia.
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- Porra... Eu estou gozando Junior, eu já... Eu...
Continuei me jogando para cima, seu corpo subia quando o pau tocava bem no fundo. Naquele instante nada nos fazia pensar a não ser no prazer sem fim.
- Ai! Meu bem... Isso, fode... Mete esse pau gostoso em tua rapariga... Ai! É muito bom, Ai! Meu Deus, Ai! Ai!...
Gemeu forte, parecia enlouquecida esfregando a boceta em meu pau e ela gozou uma, duas, várias vezes, a cada novo gozo um outro gemido forte.
- Goza sacana... Me enche, goza, goza... - repetia, queria mais, queria se sentir cheia, alagada.
Não ia demorar e não demorou nada eu sentir aquele frio correndo a espinha e explodindo na ponta do pau, gozei jatos fortes que entrava, que alagava e ela gemeu e gemeu, só não gritou porque nossas bocas coladas abafou o som.
Ficamos abraçados, ela estava mole, tinha gozado como não fazia há muito e sorria, um sorriso de prazer satisfeito.
- É muito bom foder contigo... - lambeu meus lábios - Nunca vou te perder, nunca...
Não sei porque olhei para a janela e vi o rosto de Fernanda, ela sorria..
• • • • •
- Tu vai matar meu galego menina... - Francilice sussurrou no ouvido de Rosilan - Logo vi o que tu queria quando me mandou na frente...
Rosilan deu um abraço forte na amiga, estava leve, feliz por ter gozado como gozou.
- Agora ele é meu também - falou.
Francilice sorriu e correram, de mãos dadas, para o açude.
Lídia estava remando uma canoa com Francisca e Lúcia, Francis e a amiga sentaram e conversavam animadas. Coloquei a cesta em uma mesa enegrecida e sentei encostado em um tronco de cajueiro, estava cansado e ao mesmo tempo alegre. Fiquei preocupado ao ver Fernanda espiando eu e a mãe, não falei nada para Rosilan.
- Tu não vai entrar? - me espantei, estava pensando em tudo o que me aconteceu nos últimos três meses - Que tal, gostou?
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Estendi o braço e ela sentou em meu colo de frente para mim.
- Fazia tempo que você estava lá?
Falou que tinha esperado entrarmos no quarto, sabia que a mãe ia me levar para lá.
- Você não vai falar pra ninguém... - foi mais uma afirmação que uma pergunta.
- Já te falei que não... - olhou dentro de meus olhos - A mamãe gosta de ti e... É bom pra ela ter um homem de vez em quando... - ficou pensativa e depois sorriu - Não sei como tua agüentas?
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Continua