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O passo seguinte
Ainda de férias meu maridinho Ruben e eu decidimos procurar uma prainha meio deserta para ficarmos bem à vontade.
Era uma quarta-feira, fora de temporada e também não era nenhum feriado.
Resultado: a praia que escolhemos estava bem vazia.
No 10º e último dia de nossa viagem, estávamos um pouco entediados, apesar de gostarmos de tranquilidade.
Ficamos na praia num espaço em que tinha mato alto atrás de nós e algumas pedras grandes ao nosso redor.
Chegamos ali por volta das 10h da manhã.
O Ruben armou o guarda-sol e eu estendi a toalha no chão e montei a cadeira.
Ele ficou sentado e eu deitei-me de barriga pra baixo, tomando sol.
Estava linda com as minhas mamonas e aquela minha bundinha quase nua.
O Ruben, já estava com muito tesão de ver-me de biquini nos dias anteriores e também de perceber outros homens olhando para o meu corpo queimado do sol, quando íamos até as praias vizinhas mais agitadas e badaladas.
Não ficava com ciúmes porque sabia que eu gostava era dele era ele mesmo quem gostava de exibir-me e ver-me sendo desejada.
O meu biquini era branco, modelo cortininha tanto em cima quanto em baixo.
Para quem não conhece, esse modelo de biquini permite aumentar ou diminuir a largura da parte de cima (onde cobre as peitos) e também permite regular a parte de baixo.
Ou seja, o quanto você quer cobrir ou não.
Apesar de nossa privacidade, eu deixava o biquini bem aberto e comportado, nas praias clássicas, cobrindo qb.
Ali no entanto, senti-me à vontade pela imensidão da natureza só para nós, encurtei imenso as cortinas, para gozar bem o sol e picar um pouco o Ruben.
A certa altura, num canto da praia vi um jovem andando pela areia perto da água.
Pensei por um momento e falei para o Ruben que havia um jovem andando pela praia. Ele começou a falar no quanto ficava excitado de ver as mulheres de biquini quando tinha a aquela idade…
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Daí eu perguntei se ele não gostaria de fazer uma brincadeira para provocá-lo.
Ele disse que tinha uma ideia e eu respondi que tudo bem, topando qualquer jogada.
Apenas acrescentou que eu deveria fazer tudo quanto ele mandasse.
Foi em direção ao garoto que andava perto da água e o chamou.
Quando o rapazola chegou perto, ele inventou uma história de que tinha alergia ao óleo bronzeador e que daria 10 reais pra ele ajudar a passar o óleo nas costas da madame.
Ele olhou em minha direcção, que sentada na toalha olhava directo nele e aceitou o pedido, porém, era visivelmente um pouco tímido.
O Ruben falou para mim que conseguira um ajudante para passar óleo nas minhas costas e pediu para eu deitar de barriga para baixo.
Da minha sacola, ele pegou um vidro de óleo de amêndoa que eu usava depois do banho de sol para hidratar a pele e passou para o rapazinho, sugerindo que se ajoelhasse junto do meu corpo, do lado contrário dele que logo ficou do meu lado.
Ele era jovem, negro e como a maioria dos jovens, tinha o corpo bem definido.
Usava uma bermuda comprida e parecia ser um filho de pescador ou coisa assim.
Era muito bonito e parecia bastante humilde e tímido.
O Ruben começou a derramar um pouco de óleo nos meus ombros e pediu para o rapaz espalhar, bem lento.
Ele colocou as pontas dos dedos na minha pele e começou a espalhar na parte de cima das costas.
Logo de caras senti um tesão danado de sentir aquelas mãos juvenis e estranhas, tocando o meu corpo, com o maridão observando tão junto, como antes na massagem.
Aí o Ruben derramou óleo na parte debaixo das costas e ele foi com as mãos espalhando sobre a pele quente.
Tanto a pele quanto as mãos do garoto brilhavam com o sol devido ao óleo.
O meu tesão e o do Ruben, que eu conseguia medir pelo enchumaço, no fato de banho, aumentava a medida que o rapaz tocava na minha pele escaldante.
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Ia mexendo as mãos bem suavemente, mas não chegava muito pra baixo, perto da minha tanguinha.
Mantinha uma distância de uns três dedos e subia de novo pelas costas.
Comecei a notar um pequeno volume se formava na bermuda do rapaz.
Eu me apoiava nos cotovelos e, com óculos escuro, olhava por sobre os ombrospara meu maridinho. Olhei bem para ele e dei uma risadinha safada.
Sabia que ele estava adorando, tanto ou mais quanto eu.
O garoto espalhava o óleo nas costas, em cima e em baixo.
Mas de forma sempre respeitosa.
Dai o Ruben achou que tinha que apimentar um pouco mais as coisas: derramou óleo nas minhas pernas doiradas.
Ele começou a espalhar o óleo e eu disse pra ir mais devagar.
Notei que ele olhava de vez em quando para a bundinha coberta pelo biquini comportado. Quando eu falava alguma brincadeira, ele sorria um pouco nervoso e tímido.
Mas estava ficando mais descontraído.
Depois de ele espalhar o óleo nas duas pernas, o Ruben derramou atrás das coxas.
Atrás de cada uma delas colocou um filete de óleo.
No momento que o garoto poisou suas mãos nas minhas coxas, bem cima, o cacete do meu amor, deu um salto, que eu bem vi e ficou todo durão de ver o negrinho tocando a parte de trás das coxas da esposa adorada.
Eu, claro safadona estava adorando e entrando cada vez mais no clima.
Discretamente, afastei um pouco as pernas que estavam juntas.
O volume da bermuda do garoto ficou maior e ele tentou esconder fechando um pouco as pernas e se curvando um pouco mais.
Aquelas mãos esguias e suaves subiam e desciam pelas minhas pernas, provocando-me arrepios de tesão, que me obrigavam a engolir em seco.
Depois de uns segundos assim, o Ruben decidiu diminuir um pouco do biquini que cobria a bundinha, alegando que assim era melhor pra não correr o risco de cair óleo no tecido do biquini.
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Deixou o biquini entrando levemente na bundinha e arrumou as laterais com os dedos.
Depois derramou um pouco mais de óleo nas laterais da bundinha e pediu para o rapaz ir espalhando.
Ele começou a tocar na minha bunda pelas laterais e subia as mãos por trás das coxas. Depois arriscou e, subindo a mão por trás da coxa, continuou subindo pela bundinha.
O garoto ficou mais a vontade para espalhar o óleo.
Depois o Ruben voltou a fechar ainda mais o biquini.
Diminui o tecido e dou um leve puxão pra cima enfiando metade do biquini no rego.
Sacudida pelo tesão que tudo me fazia eu dei uma leve mexida pra cima com o corpo, que ainda mais meteu o tecido para dentro do rêgo.
Eu estava já muito excitada e aquele meu movimento com o biquini fez o tecido pressionar o clítoris e a bucetinha.
Olhei pra o maridinho e vi que ele estava gostando muito.
Afastei então um pouco mais as pernas.
O rapaz estava muito quente já, não se sendo mais possível esconder a terrível erecção.
Mesmo através da bermuda grossa, ele parecia ter um cacete bem grande e teso, apesar da juventude.
Ele agora já espalhava o óleo por todos os lugares do corpo.
Tocava na bundinha exposta, nas costas e nas minhas pernas, que eu ia sempre abrindo mais, para delícia dele e de meu amor, que se torcia de tesão.
Depois de uns 3 minutos assim, O Ruben pediu para eu me virar de barriga pra cima.
Quando eu me virei, vi que a tanguinha do biquini estava mais baixa, pela puxadinha que O Ruben havia dado lá atrás.
Mais um dedo e já começavam a aparecer os pelinhos meio depilados.
Aí o maridão, bem sacana, derramou óleo na barriga e o garoto colocou a mão sobre o meu ventre, continuando seu trabalho e gozo.
Eu fiquei com o tronco inclinado para frente, apoiada sobre os cotovelos, observando com um sorrisinho safado de gozo e expectativa, pelo atrevimento do meu maridinho.
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Mas meu tesão aumentava a cada passada de mão.
Aí o Ruben fechou um pouco a cortininha das peitos nas laterais e puxou um pouquinho para cima, alegando de novo, que assim evitaria sujar de óleo o tecido do biquini.
Os meus bicos das peitos estavam duros como uma ervilha, que é como ficam, quando o tesão sobe.
O rapaz foi espalhando o óleo ao redor do biquini nas peitos com as pontas dos dedos, bem perto do tecido.
Primeiro em baixo e depois nas laterais das mamonas frementes.
Deixava a mão escorregar de uma mama para a outra, entre o decote do biquini.
Espalhava nos ombros e nos braços.
Mas sempre voltava nos seios de forma mais demorada.
Depois foi a vez das pernas.
O Ruben colocou um pouco de óleo sobre as coxas e o garoto colocou uma mão em cada coxa, esfregando.
Era quase como uma massagem.
Ás vezes colocava uma mão em cada coxa e depois colocava as duas mãos juntas.
Quase gozei só de ver aquelas mãos maravilhosas escorregando para cima e para baixo nas minhas coxas grossas brilhantes.
Os pelinhos descoloridos das coxas ficavam ainda mais brilhante.
O Ruben, não se aguentando, diminuiu um pouco mais a parte de cima do biquini de modo a cobrir somente as auréolas.
Um dos lados dava pra ver a auréola escura escapando um pouco pela lateral do biquini que ficou um pouco enrugado por não estar esticado, mas ainda sim dava pra perceber o biquinho duro das minhas belas peitos.
O rapaz tocou as minhas peitos inchadas, passando as mãos em volta do biquini.
Conforme ele mexia, a auréola escura aparecia um pouco mais, escapando pelos lados, mas ainda assim os biquinhos ficavam cobertos.
Enquanto ele espalhava o óleo em volta, o meu maridinho voltou a diminuir o tecido que cobria os pelinhos recém depilados que apareceram pelas laterais da tanguinha.
O triângulo tinha mais ou menos uns três dedos de largura na parte mais larga e ia diminuindo, conforme descia em direção ao clítoris.
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O rapaz parecia estar hipnotizado, olhando fixo para a bucetinha e os seios mal cobertos. Escorregava os dedos paralelos a linha do biquini, tocando os pelinhos recém aparados. Aí o Ruben sentou nos calcanhares e começou a apertar o cacete sobre a sunga.
Fiquei olhando um tempão para os dois, já perdida de tesão, meditando até onde o meu marido levaria a cena.
Por mim eu não queria que parasse.
Por vezes, eu juntava as coxas discretamente e esfregava levemente uma na outra, depois relaxava e afastava-as de novo, abrindo um pouco mais.
O jovem parecia que estava prestes a rasgar a bermuda com o cacete duro, enquanto suas mãos nervosas tocavam todo o meu corpo em brasa.
Só os biquinhos das peitos e os pelinhos da bucetinha estavam cobertos.
Todo o restante do corpo brilhava com a luz do sol e o óleo espalhado.
Aí o Ruben, já de respiração pesada, destapou a totalidade das peitos, deixando-as a balançar com os bicos muito duros espetados para o céu.
De seguida ele puxou
O garoto colocou uma mão em cada mama e apertou de leve.
Deu um leve sorriso enquanto enchia as mãos nas minhas amplas peitos, sendo bem visível, o tremendo salto que o cacete dele tomou.
Que tesão em ver aquela cena…
Logo ele estava apertando e puxando de leve os biquinhos, apertando as peitos que começaram a ficar bem rosadinhas de sangue sob a pele.
O garoto ficou com uma mão acariciando uma mama e a outra foi devagarinho escorregando pelo meu corpo, passando pelo umbigo até chegar perto da tanguinha e tentou enfiar as pontas dos dedos por debaixo da tanguinha.
Foi então que o meu maridinho aproveitou e me deu um sinal para eu tocar no cacete dele enquanto ele acariciava os meus pelinhos, por baixo do biquini com as pontas dos dedos.
Comecei então, sempre sem tirar meus olhos de meu maridinho a tocar o cacete duro do moço, por cima do shorts.
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Primeiro com um leve esbarrão e depois alisando bem suave.
Aí o Ruben, falando ofegante de tesão, mandou: “…ai filha…foda-se…saca cá para fora o caralho do cabrãozinho e bate a ele aquela tua punheta…”
“…anda..minha putinha…que eu …morro de tesão…”
O garoto ia tendo um troço quando eu consegui puxar a moca dura e os colhões retesados por cima da bermuda, empurrando-a para os joelhos.
Suspirou e revirou os olhinhos negros, enquanto eu começava a manuseá-la, apertando a mão no dorso escaldante e pleno de veias tumefactas, enquanto com a outra mão lhe sopesava os colhões inchados.
Nunca imaginara que podia ser tão agradável ter aquela piroca desconhecida bem apertada em minhas mãos e comecei logo a masturbá-lo, descobrindo-lhe a cabeça toda e cobrindo-a de novo, obrigando os colhões brilhantes de suor a baloiçar nesse ritmo.
O rapaz entretanto, instigado pelo meu maridinho, desamarrou um laço da parte de baixo do biquini e deixou a minha bucetinha toda exposta.
Do clítoris para baixo, eu depilava tudo. Os pelinhos pretos formavam um triângulo que começava do clítoris e ia subindo. Apesar do triângulo ser pequeno, os pelinhos eram cheios e altos.
O Ruben sentou na cadeira e com a verga tesa, toda de fora, foi-se tocando, gozando toda aquela cena.
Na bucetinha, o rapaz enfiava o dedo médio até o final e depois tirava bem devagar.
Na saída, subia a ponta do dedo até o clítoris.
Às vezes, dava umas puxadinhas nos pelinhos e depois voltava a enfiar o dedo.
Eu ouvia o barulho de buceta molhadinha sendo tocada com vontade.
Nas peitos, ele encaixava o biquinho entre os dedos e apertava de leve.
Às vezes massajava as peitos enchendo a mão.
Aí eu dobrei as pernas em jeito de frango assado e, com uma mão, masturbava o rapaz e massajava os colhões cheios muito ao de leve.
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Com a outra mão, comecei a dedilhar o clítoris, esfregando com a ponta do dedo.
O rapazola curvou-se e começou a chupar um dos bicos, nem se importando com o óleo todo.
Logo estava dando chupões que eu ficava com dó.
Mas ele parecia adorar e eu muito mais.
Abocanhava os biquinhos e puxava pra cima esticando até escapar com força da boca. Depois de um tempo assim, percebi ele se movimentando, tentando se posicionar para me encavar o caralho pela coninha acima, mas não deixei e o Ruben falou, me deixando de boca aberta que o melhor que ele podia era esporrar-se gozar em cima de mim se quisesse.
Eu me arreganhava toda, mordendo os lábios de leve e gemia bastante, excitada pelo que sentia e via, mais a sacanagem que o Ruben não parava de dizer, puxando por mim e pelo garotão, devendo ter gozado umas duas ou três vezes.
Aí o Ruben se aproximou pelo outro lado e, ajoelhado ao lado da minha cabeça, ofereceu o mangalho hirto para eu chupar, e desferindo uma rápida meia dúzia de umbigadas fortes, que me obrigaram a engolir a moca toda até aos colhões, logo se foi esporrando todo, sem quase dar tempo a eu gozar com a chupada.
Só que com isto, havia despertado em mim um terrível desejo de ter bem mais caralho na boca para mamar e disse-lhe “…ai meu amor.. foda-se… tenho de mamar…mais caralho…tou com um tesão louco…e preciso de ter… mais piroca na boca…chupar mais…você sabe…”
Aproveitando a febre do momento, sem deixar de olhar para o meu maridinho, fui escorregando o corpo um pouco para baixo na toalha e ajudada pelo rapaz que subiu seu corpo ajoelhado, antes mesmo que o Ruben pudesse dizer: “ai”, agarrei o mangalho túrgido do rapaz e apontando a cabeçorra rubra aos meus lábios sequiosos, comecei a chupá-la, sôfrega, enquanto disparava uma punheta caprichada.
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O Ruben nunca disse nada, mas a expressão dele dizia tudo...
Dizia que estava a adorar o quadro, pois seguia esgazeado, cada entrada e saída da tranca do garoto na minha boca escancarada.
Sem nunca para de lhe sacudir a tranca, eu tirava tudo fora da minha boca e passava a língua em toda ela, quase contando as veias inchadas, balbuciando para o meu marido: “…ai foda-se meu bem … que pichota…. boa de mamar… tá gostando… de ver….a sua queridinha… brochar esse cassete…??”
Logo voltando a engolir a cabeçorra cada vez mais inchada bem dentro de minha boca exigente, de maneira que o meu maridinho, ali bem pertinho visse, com o maior detalhe possível, sendo a causa dos grandes suspiros e gemidos que dava enquanto sussurrava quanta tesão lhe dava, ver a verga do rapaz a entrar e sair da minha boquinha adorada, estimulando-me a deixar o rapaz, encavá-la toda.
O miúdo forçava o mangalho rígido mas macio, para dentro da minha boca sabedora, tentando por instinto, se encavar todo na minha boca chupona, que a cada investida, lhe ia consentindo, pouco a pouco, que conseguisse os seus intentos.
Em breve aconteceu e eu vi-me obrigada a consentir que ele enterrasse toda a sua vibrante piça, dentro da minha esticada boca, dando ao meu maridinho o que ele queria, que era ver os colhões inchados do rapazola a baterem no queixo da sua adorada mulherzinha, que, com a outra mão, os mungia, com ternura e muita tesão.
Penso que ele nunca sonhou que eu fosse capaz de abocar o caralho do rapaz, sem sua indicação e quando o viu acontecer, o tesão foi tal, que ele não foi capaz de dizer nada, e agora, antes pelo contrário estava a gozar que nem um louco, e já não queria que parasse, por certo a viver em pleno, uma fantasia que tanto se tinha falado.
Eu fazia movimentos rápidos com a boca simulando uma bucetinha, engolindo aquela pichota deliciosa, que bombava nos meus lábios, saindo até a cabeçorra ficar de fora, para de novo se encavar até os colhões baterem no meu queixo, já muito encharcado de sucos.
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Ele continuava com uma mão na minha coninha, estimulando-a sem parar, com dois dedos bem lá para dentro, e com a outra, segurava a minha cabeça, ajudando o movimento de entra e sai na minha boca.
Depois de um tempo nesse rala e rola, percebi que ele iria se esporrar todo e o meu maridinho também, pois aí o Ruben disse para eu tirar fora, e se poder ver a esporrada, apontando antes para a boca e zona à volta.
Quando me pareceu, pelo estrebuchar do garotão, ser o momento, tirei a vara dele toda fora e mantendo-a apontada à minha boca, continuei a punhetá-lo com vigor e a massajar-lhe os colhões retesados.
Ele parecia que iria ter um ataque, tamanha era a tremedeira e a respiração ofegante, enquanto eu rebolava na toalha, mexendo os quadris, em resposta à aceleração da estimulação da coninha e do clítoris, que ele e o Ruben me estavam a proporcionar.
De súbito, para minha grande delícia, o rapazito chegou ao seu limite e balbuciando coisas imperceptíveis, começou a esporrar-se em infindáveis jactos que atingiam os meus lábios e as peitos arfantes.
Logo de seguida, voltei a engolir-lhe a cabeçorra pulsante e sem nunca parar de o punhetar, continuei chupando frenética, até ele começar a amolecer.
Logo depois, o garoto se arrumou e saiu quase correndo, um pouco assustado.
Fiquei ali deitada, parecendo que estava desmaiada.
O Ruben com o caralho todo empinado e aos sacões, olhava para mim como que hipnotizado, o que me levou a pôr-me de quatro na sua frente para ele me comer de canzana, obrigando-o a esporrar-se todo dentro da minha cona, que se contraia em loucos espasmos fruto de toda aquela tensão.
”…ai foda-se…que bom…meu amor…hoje fiquei a amá-lo… mais um pouco ainda...gostou tanto quanto eu… gostou de ver… a sua mulherzinha… a mamar no caralho do garoto…?” “…e a esporrada…fiz bem …você queria…?
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“.Huuumm….foda-se…minha…queridinha…não.me…lembro.de…ter.gozado assim.”
“..Huuummm…meu bem…inda pode… ser bem melhor…é só você querer…”
“…quer dizer.. que você…ainda quer…mais…??”
“…eu e você…meu amor…já pensou. o que vai..gozar a ver…uma tranca estranha a foder muito…a ratinha da sua adorada…??
A entrar… e sair… na coninha… toda escancarada do seu amorzinho… ali…bem à sua frente…?
O Ruben rebolou-se de tesão e depois ficámos olhando um para o outro, com cara de felicidade, satisfação e prazer.
Caímos na água para um bom banho e ficámos parados na areia, curtindo aquele êxtase sob o sol cheio e abrasador.
Este era, já não o abrir, mas o escancarar de uma porta que já não deixaríamos fechar. Pelo menos eu iria fazer tudo o que pudesse para que esta toada continuasse e fosse sempre que possível evoluindo, para nosso completo e total gozo.
Precisava agora de franquear o ponto de não retorno que para a maioria dos homens é verem ali bem pertinho, um belo caralho estranho, a afundar-se bem lá para o fundo das coninhas das suas adoradas.
Em regra a partir daí o vício instala-se de vez e com o fim do ciume de corpo, chega a total liberdade de gozo sexual, em que eles passam a curtir tanto ou mais que as esposas, todas as cenas que se vão proporcionando...