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Por Narceja
Acordei com Leon batendo à porta do meu quarto: - Narceja acorda, abre a porta prima!
- O que você quer? Perguntei de mau humor.
- Prima abre! É um assunto sério! Sobre ontem!
Tive que levantar, como ainda estava nua peguei uma camisa de malha e vesti pois era normal meu primo me ver naqueles trajes. Dirigi-me até a porta e a abri. Leon entrou rapidamente e foi sentar-se na minha cama.
- Prima o que aconteceu ontem? Você saiu correndo me deixando lá sozinho!
- Eu pensei que fosse um assunto importante! Disse irritada.
- Você gostou de ontem? Perguntou com uma voz mansa e carinhosa.
Olhei para o lado com a intenção de desviar o olhar e respondi tentando fingir desinteresse pela noite anterior.
- Eu nem lembro....
- Mas foi tão bom priminha. Você gozou? Me diz como foi? Insistiu no assunto.
- Leon, sai do meu quarto já! Ordenei.
- Eu heim... Que mau humor do caralho! Esqueceu que foram esses dedinhos aqui que lhe fizeram gozar, foi?! Disse mostrando os dedos que se movimentavam no ar.
Fiquei vermelha na hora com aquela conversa e insisti para ele sair: - Leon sai agora do meu quarto ou vou chamar o pai! Ameacei.
- Chama! Pode chamar e explico pra ele o que fizemos na noite passada. Quero saber o que o tio vai dizer da filha putinha que tem!
- O que você quer afinal? Disse quase chorando de ódio.
- Beijinho é que não é! Eu quero lhe ver nua e brincar com sua xotinha igual à noite de ontem! Nós não iremos fazer nada... Só brincar! Você pega no meu pinto e eu na sua xotinha mas nós dois temos que tirar a roupa pra brincar.
Não pude deixar de me excitar com suas palavras. Vestia apenas uma blusa de malha até as coxas e estava sem calcinha. Lembrei do tio Rick fodendo a namorada e me melei por inteira.
- Mas tem que ser rápido! Pronunciei por impulso.
- Sabia que você era putinha! Vim aqui só conferir! Disse em meio a risadinhas.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
- Sai daqui agora fedelho! Gritei.
- Pai!! Gritou.
E tio Rick aparece. Ele estava escutando toda a nossa conversa atrás da porta. Os safados haviam combinado tudo. Pai e filho, todos farinha do mesmo saco.
- Eu vou chamar meu pai! Ameacei.
- Seu pai saiu com a Rosa, foram para a cidade fazer compras. Quando meu filho me disse o que fez com você ontem a noite fiquei maluco. Sabe que nunca tivemos relacionamento tio – sobrinha e você nem filha do Otávio é! Depois de ouvir que é a putinha que meu filho falou, vim aqui saber se quer rola mesmo ou é só brincadeira de menina. Disse tio Rick aproximando-se de mim.
Tio Rick estava certo! Eu deveria ser já naquela época uma putinha, pois na hora que ouvi suas palavras: “Você quer rola mesmo...”, fiquei extremamente excitada e não pude deixar de me punir em pensamentos, embora houvesse descoberto naquele exato momento que eu era puta igual a Rosa.
- Não falei pai que ela era puta! Ela quer ser igual a Rosa. Disse Leon.
- E então menina? É isso mesmo? Ninguém vai lhe estuprar aqui não que não sou homem pra isso. Mas é você quem escolhe. O Otávio não vai saber nunca e ficará tudo em segredo. Eu prometo! Disse tio Rick com o olhar fixo em meus olhos.
Senti muita segurança nas palavras que ele pronunciara. Assim como senti que estava muito excitada e que meu corpo queria ser desvendado por aquele homem. Sempre senti um certo interesse do tio Rick por mim, principalmente quando vestia meu biquíni “cortininha”. Eu não era sua sobrinha de sangue. Otávio era o segundo marido de minha mãe e por esse exato motivo tio Rick sempre me olhou com outros olhos. Nunca pude, no entanto, imaginar que chegaria nesse nível, de querer me comer. Deveria ter sido culpa de Leon que contara tudo sobre a noite anterior.
Acuada e com a xotinha derramando melzinho respondi tímidamente:
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
- Mas não quero perder a virgindade!
Leon soltou uma gargalhada alta e disse em meio à euforia do momento: - Falei que é putinha!! Sempre me deixou passar as mãos nos peitos desde novinha quando ficávamos. - Falei pai! Falei! E continuou rindo.
Tio Rick deu apenas um sorriso safado e manifestou-se:
- Pode ficar tranqüila! Quer ser putinha igual a Rosa?! Perguntou já excitado. O que pude perceber pelo “bolo” que formava-se dentro de sua calça.
Leon deu mais uma gargalhada alta e Rick ordenou que se calasse pra ouvir minha resposta. Respirei fundo, olhei pra o enchimento que se formara por entre suas pernas e respondi desafiando-o com meu olhar:
- Quero ser putinha. Mas só do senhor. Não quero o Leon não!
- Como é? Ficou maluca? Pai, não quero ficar de fora! Protestou Leon.
Tio Rick parecia muito determinado a abusar de mim. Sentia segurança em suas atitudes, ele parecia saber o que estava fazendo e isso me tranquilizou bastante.
- O Leon pode ficar olhando? Perguntou carinhoso.
Não pude resistir a sua voz doce e ao seu jeitinho de homem maduro e aceitei que Leon se acabasse na punheta enquanto o pai abusasse de mim.
- Vem cá. Chamou-me e fazendo gesto com a mão. Fez com que Leon saísse da cama e fosse sentar-se numa cadeira ao lado.
Aproximei-me do tio com a boceta em chamas, pegando fogo enquanto minhas pernas tremiam só em chegar perto daquele homem.
Ele puxou-me de encontro ao seu corpo e abraçou-me. Eu era pequena e me perdi naquele abraço. Tio Rick era um homem muito alto, um “cavalão” como se dizia no interior. Deveria ter quase 1,90 contra os meus 1,68 na época.
Minha cabeça encostou perto da sua cintura e senti seu abraço apertar-me toda de encontro a seu pau. Senti nitidamente que entre meus seios encontrava-se o “bolão” inchado e duro do tio.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
- Tira a roupa e deita na cama. Serei muito carinhoso e só vamos brincar.
- Mas como é essa brincadeira? Estava curiosa apesar do medo e do desejo de ser “torada” por ele.
- Só brincar Narceja. Não vou tirar sua virgindade lhe dou minha palavra.
- Mas me diz tio o que você vai fazer comigo. Disse deitando-me na cama.
- Você quer mesmo saber???
- Sim! Insisti.
- Primeiro eu vou tirar a sua roupinha, passar a mão no seu corpo, apalpar seus petinhos, mamar nas suas mamas, brincar com sua xotinha e depois vou lhe ensinar a chupar um pau!
- Safada! Disse Leon já com a mão dentro das calças.
Senti com suas palavras uma onda de relaxamento que percorria todo o meu corpo. Ansiava pelo início daquela brincadeira maliciosa.
Meu tio começou tirando minha blusa e ao ver-me sem calcinha soltou :
- Ah! Que bocetinha sacana!
Minha xaninha estava depilada e com uns cabelinhos fininhos nascendo. Por ser muito branca, meu grelo era rosado e estava naquele momento muito inchado quase que pulando pra fora dos lábios vaginais.
Sorri tímida e continuei peladinha deitada na cama enquanto aqueles olhos ávidos me descobriam por inteiro.
De olhos fechados senti uma mão subindo pela coxa e outra apertando meu seio esquerdo. Tentei relaxar e não me preocupar, afinal, sabia que estávamos fazendo algo errado e que meu tio não me machucaria apenas abusaria do meu corpo. E era justamente o que eu mais desejava. Ser abusada, violentada por ele.
- Olha filho que peitinho durinho!! Disse chamando Leon.
Abri os olhos e Leon já estava sentado na cama apreciando meu corpo e com as mãos preparadas pra apalpar-me os peitinhos. De impulso tentei levantar e Rick segurou-me pelos ombros mantendo-me deitada e tranqüilizando-me: - Calma! Aqui, quem manda sou eu! Leon não vai fazer nada que seu titio não permita. Ok, putinha?!
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Aquele “putinha” irônico me soou como um cacete na xana. Senti que meu corpo estava entregue para aqueles dois. Não sentia mais medo, apenas vontade de gozar como na noite anterior. Lembrava da cena onde Rosa lacrimejava enquanto era fodida. Neste momento, instantaneamente os bicos de meus seios endureceram.
- Ah! Priminha safada! Olha pai os biquinhos dela. Quero chupar!
Cerrei meus olhos e deixei apenas que as sensações de prazer me domassem.
Vi-me naquele quarto com quatro mãos apalpando meu corpo nu. Poderia jurar reconhecer as mãos de meu tio, mais grossas e pesadas. Estas seguravam meu seio esquerdo e abria minhas pernas. Enquanto as de Leon se apossaram do meu seio direito.
Senti um dedo cutucando minha xotinha e arrepie-me por inteira.
- Calma Leon. Deixa eu ver essa xaninha aberta pra saber se é virgem mesmo. Se não for, meto o ferro pra largar de ser mentirosa. Nessa hora abriram minhas pernas. Auxiliei-os abrindo ao máximo que pudia, levantando-as pra cima e arreganhando-me por inteira e entregando-me. Ficando na posição convencional de “frango assado”.
Um prazer desconhecido tomou conta de meu corpo. Ficar ali toda aberta sabendo que aqueles dois estavam me olhando, descobrindo meu sexo, minha intimidade, meu grelo e minha rachinha. Isso me deixava com vontade de me expor cada vez mais. Em meus pensamentos via Rosa levando rola e imaginava-me em seu lugar gemendo na rola de Rick.
Foi então que senti o dedo de meu tio cutucando minha xotinha, o dedo indicador que após passear pelo meu grelo desceu para o fundinho e passou a cavar minha cavidade vaginal. Enfiando o dedo cada vez mais fundo no meu buraquinho virgem, verificando assim, se realmente não estava mentindo. E eu não estava! Eu era virgem, mas minha vontade era levar rola e gemer alto igual a namorada do tio.
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- Ai! Está doendo! Reclamei.
- Oh minha linda. Você é virgem mesmo! Que delicia!! Não se preocupe e relaxe que não vou fazer nada não. Só vamos brincar ok?
Abri os olhos e consenti com a cabeça e a brincadeira enfim iniciou-se.
Foi então que Leon iniciou uma sucção em meus seios. Sentia o arrepio que sua língua causava no biquinho do meu seio, enquanto suas mãos apertavam deixando-os ainda mais durinhos e excitados. Enquanto isso, Tio se colocava por entre minhas pernas e começava a beijar minhas coxas e eu sem mais pudores, abria cada vez mais as pernas, facilitando assim que o nariz de Rick se enfiasse por entre meus lábios vaginais iniciando uma cheirada profunda e demorada.
Chegava a ouvir os pulmões do tio se encherem motivando meus fluídos vaginais e logo uma lingüinha “morna” viria a passear no meu sexo exposto.
- Ah! Tio! Gemi baixinho.
- Agora vou abrir essa xaninha com minhas mãos e vou sugar esse grelo! A putinha pode gemer que não tem ninguém em casa não! Tranqüilizou-me.
Meus seios já estavam doloridos pelos chupões de Leon que masturbava-se enquanto mamava nos biquinhos. Sentia os dedos de Rick abrirem minha xota com força enquanto iniciava sua mamada na minha boceta.
- Vou mamar e vou beber seu leite. Depois você vai beber o meu combinado? Perguntou com a cabeça enfiada por entre minhas pernas.
Apenas consenti com a cabeça e passei a gemer baixinho sentindo sua língua fazer movimentos circulares no meu grelo, alternando-os com chupões intensos que me arrancavam gemidos tímidos porém altos e intensos.
- Ah! Que vou me acabar nesses peitões! Vou mamar tudo pai! Dizia Leon batendo punheta feito louco.
- Ahh! Ah! Tio! Vai beber meu leitinho vai?! Gemia quase gozando.
- Vou PUTA! Solta o leite que quero tomar tudo! Vai PORRA!
Ao ouvi suas palavras abri mais as pernas levantando-as pra cima. Soltei um gemido alto enquanto meu corpo movimentava-se sem minha permissão, vítima das contrações involuntárias do prazer ocasionado pelo orgasmo. Soltei então, gemendo alto, meu gozo na boca de Rick que mamava aluciando.
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- Ah! Gozei! Disse toda mole.
- Agora é a nossa vez! Vem cá. Disse Rick puxando-me pela mão e deitando-se com Leon na cama.
- Vai mamar agora prima! Disse Leon já deitado na cama com o pau em riste.
Fiquei de joelhos na cama e vi aqueles dois homens estirados na minha frente com os paus duros. Não sabia nem por onde começar e meus olhos mostravam medo e desejo ao mesmo tempo.
- Vem aqui que lhe ensino. Você aprende rápido. Disse Rick segurando na base do cacete e balançando aquela estaca pra frente e pra trás.
Parei na frente daqueles cacetões e os fitei demoradamente.
Leon tinha um cacete médio, deveria ter uns 16 centímetros, era branco, com a cabeça vermelha e reluzente, com poucos pentelhos em volta do pau. A pele do saco era lisa, sem deformações. Possuia um saco grande que escorregava pelas coxas formando um coração.
Já tio Rick era pentelhudo. Os cabelos já se iniciavam no peito e iam descendo pela barriga até se encontrarem com os pêlos pubianos. Uma selva negra e densa contornava um cacete grosso e grande. Deveria ter uns 19 centímetros. A grossura e o porte daquele pau levaram-me a loucura. Seu saco era grande, um dos maiores testículos que já vi nessa vida de “saco e rola” que levo.
Com uns testículos exageradamente grandes e cheios, sua piroca parecia que iria explodir a qualquer momento. Os pentelhos ornamentavam aquela escultura devassa deixando-me com água na boca.
- Vamos que seu pai chega já, já! Apressou-me o tio.
Coloquei-me no meio daquelas duas pirocas e peguei a priore no cacete do tio. Enquanto iniciava uma punhetinha em Leon que já estava quase gozando.
Imitando meu tio, cheirei o cacete que tinha um cheiro de “água sanitária” e um outro cheiro que não se consegue descrever a não ser por “cheiro de macho”.
Passei a lingüinha no saco e senti os pentelhos na parede da língua. Fui chupando, colocando as bolas na boca e tendo meus cabelos puxados pelo tio que os segurava carinhosamente, puxando sempre minha cabeça em direção a cabecinha, em formato de cogumelo, da rola.
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- Mama! Mama leitinho! Gemia tio Rick.
Olhei para aquela cabeça de cogumelo e abocanhei rapidamente sentindo um gosto meio salgado de um líquido transparente e grosso. Mamei sendo apalpada e judiada pelos dois que pegavam na minha bunda e nos meus seios enquanto me chamavam de cadela de rua.
Concentrada no pau de Rick havia esquecido o de Leon que levantou e colocou-se de joelhos aproximando o pau da minha boca. Larguei a vara do tio e abocanhei a de Leon que gemeu alto e me deu um tapa na bunda que ardeu e eclodiu com o seus jatos de porra que me surpreenderam no momento.
- Ah! Gozei. Limpa tudo prima. Disse satisfeito.
Tentei beber aquele leite grosso e enganei-o simulando beber de seu leite, enquanto com a língua colocava-o pra fora da boca. Sujei meu rosto com a porra para que a mesma acabasse logo e eu pudesse mamar na do tio. Estava cansada e o gosto da porra não havia de imediato me agradado.
- Agora é a minha vez! Sai pra lá Leon. Bradou tio Rick pegando em meus cabelos e enfiando a rola na minha boca melada do leite de Leon.
A cabeça do cacete de Rick tocava o fundo da minha garganta, já não tinha mais domínio. Ele passara a foder minha boca como se estivesse fodendo uma xaninha. Engasguei-me na hora chegando as lágrimas. E ele sem se importar com nada continuava metendo a rola na minha boca enquanto Leon já se vestia.
- Sua Piranha!!! Dessa idade louca por cacete! Vai dar essa boceta é cedo! Ah cadela de rua, eu acabo contigo! Toma minha porra e engole tudo!
Cansada e com a boca cheia de pica, deixei que tio Rick me dominasse por inteiro segurando minha cabeça e enfiando seu pau no fundo da garganta. Segurando o pau pela base soltou o primeiro jato de porra grossa que engoli pra não engasgar. Logo após esse jato inicial, seguiram-se mais uns três que me fizeram beber tudo rapidamente pra não vomitar. Após gozar deu mais umas estocadas na minha boca e tirou o pau da mesma permitindo-me respirar.
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Caí deitada na cama e sem forças pra nada. Tio Rick levantou e vestiu-se olhando pra mim com um sorriso estampado na cara. Leon já estava na porta do quarto olhando pra ver se não chegava ninguém.
- Minha gatinha. Calada heim?! Se ficar caladinha, vamos lhe dar de mamar sempre!! Você tem futuro como puta. Disse Rick despedindo-se de mim com um beijo na testa.
Logo que eles cruzaram a porta do meu quarto fechando-a em seguida. Corri ao banheiro para escovar os dentes e tomar um banho.
Após o banho, fiquei um tempão olhando-me no espelho e com vergonha de encarar meu pai. Sentia-me um pouco suja por saber que era errado. Mas continuava virgem e isso aliviava um pouco a culpa de sentir-me piranha.
Fiquei pensando nos xingamentos de Puta e Vadia. Achei que eu realmente era putinha, parecia estar na minha natureza. Meu maior medo era passar a beber leite sempre que eles quisessem. Mas esse medo excitava e confundia-me a ponto de causar-me um estranho sentimento de poder. Eu estava perdida em meio àqueles pensamentos controversos entre ser ou não PUTA!
- Puta... Sou uma? Perguntei ao olhar-me no espelho.
Se ser puta era sentir aquelas sensações de estar viva e me entregar ao prazer do corpo. Sim! Eu era então uma puta em formação, por ter coragem de realizar meus desejos e vontades. Eu senti naquele momento uma satisfação em ser melhor e estar acima das outras mulheres. Sentia-me poderosa e esse sentimento, só vim a entender do que se tratava, anos depois...
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http://recantodasletras.uol.com.br/autores/narceja
***Todos os meus textos aqui publicados foram previamente registrados para fins de proteção de meus direitos autorais!***
Comentários
Seus dois primeiros contos com o primo Leon e o tio Rick são otimos, fez com que me cadastra-se, apesar de muito tempo ser leitor e gostar deste tipo de contos, para lhe pedir que escreva o III, o IV e outros mais, com os dois personagens, para dar continuidade a história, inclusive a perca da virgindade.
Aguardo resposta.
reginaldoalves45@yhaoo.com.br
Seus dois primeiros contos com o primo Leon e o tio Rick são otimos, fez com que me cadastra-se, apesar de muito tempo ser leitor e gostar deste tipo de contos, para lhe pedir que escreva o III, o IV e outros mais, com os dois personagens, para dar continuidade a história, inclusive a perca da virgindade.
Aguardo resposta.
reginaldoalves45@yhaoo.com.br
Seus dois primeiros contos com o primo Leon e o tio Rick são otimos, fez com que me cadastra-se, apesar de muito tempo ser leitor e gostar deste tipo de contos, para lhe pedir que escreva o III, o IV e outros mais, com os dois personagens, para dar continuidade a história, inclusive a perca da virgindade.
Aguardo resposta.
reginaldoalves45@yhaoo.com.br
muito gostoso de ler seu conto e espero que continue sua progressão no mundo do sexo beijo