A massagem
O meu nome é Guida e o maridão chama-se Ruben.
Somos ambos muito liberais e amantes de coisas novas, especialmente as eróticas.
De há muito que nos entregamos a esquemas eróticos em, total cumplicidade, como é o caso dos shows que eu dou, sempre que tal se proporciona, em praias, fazendo topless ou nudismo, mas também na cidade, vestindo de forma atrevida, saias curtas, amplos decotes, transparências ou fundas aberturas.
Em determinadas circunstâncias, muito bem controladas e super discretas, como em ajuntamentos ou bares e boites, onde não conhecemos ninguém, deixo que me apalpem nos apertos, as minhas boas mamonas, ou o meu cuzinho guloso, sempre com o maridinho a ver, ou contando-lhe depois todos os detalhes…é muito tesão…
Na intimidade, um dos nossos mais vincados divertimentos, tem sido fantasiar a presença connosco na cama, de terceiros, homens e mulheres, conhecidos ou não, com quem “fodemos” de tudo o que é forma e estilo…
Chegámos mesmo algumas vezes, a brincar de verdade, jogos eróticos e sexuais com outros parceiros, mas sempe muito light..
Foi por isso que logo no início destas férias, logo que vi que havia massagista no hotel, me inscrevi para uma massagem no quarto, pois além de não haver massagistas como as brasileiras, o programa prestava-se a aquecer o ambiente e preparar o terreno para á noite tentar qualquer coisa…
À hora arregimentada, bateram à porta e eu, que contava, com a rapariguinha do resort, fui apenas vestida de calcinha e sutiã, abrir-lhe a porta.
Qual não é o meu espanto, quando se me depara um jovem mocetão, de muito boa aparência, por acaso, que em tom muito educado me diz:
– “…boa tarde madame…sou o massagista que madame marcou….”
Surpresa mas agradada, pois um rapaz servia ainda melhor os meus intentos, mando-o entrar para a saleta da suite e vou ao quarto anunciar ao Ruben que vou começar a sessão e convidá-lo para vir junto.
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O maridinho, aparentemente entretido com a leitura e sem tampouco me olhar, deseja-me uma boa massagem e diz que já vem…
Claro que eu não me faço rogada, até porque rapidamente percebo que posso tirar grande proveito da cena e logo sentido prazeirosa, o olhar guloso do rapazola, cravado nas minhas exuberantes mamonas e na sombra, bem visível, da minha bela pintelheira, através do fino tecido da calcinha, subo para a marquesa que ele havia montado e relaxo.
O que o meu querido maridinho não sabe é que eu tenciono aproveitar esta ideia, para empurrar um pouco mais para a frente, a conversão das nossas fantasias em gostosas realidades…
Fui pensando que quando o meu homem entrasse na sala ia logo ter uma excelente visão, da mulherzinha, mas o rapaz interrompe-me os pensamentos, ao perguntar-me em tom aparentemente muito profissional:
- «…” a madame quer fazer a massagem de calcinha e sutiã…???....vai sujar de creme…”
Atrapalhada, pela frontalidade e pelo acelerar dos factos, que não esperava, recomponho-me e respondo que vou tirar, enquanto me apercebo que alertado pela voz de homem, que também não esperava, o meu marido acabava de entrar na sala.
Mas logo o rapaz me diz para eu não me incomodar com nada, que ele mesmo trata de tudo, passando logo a desapertar-me o fecho do sutiã, e a tirar-mo quando eu soergui o tronco e a posicionar as mãos macias, dentro da banda elástica da calcinha para a fazer escorregar pelas pernas abaixo…
A cena, passada bem na presença do Ruben, que não dissera palavra, mas que por certo não havia tirado os olhos das mãos do rapaz, tinha como que uma espécie de electricidade, não só no diálogo, algum tanto irreal e sensual, como no facto de, pela primeira vez, ser outro homem a despir-me aquelas peças na frente do meu marido, o que provocou em mim, e por certo nele, que eu bem conhecia, profundos arrepios de incontido tesão.
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Também o jeito como o rapazola me raspou ao de leve com os dedos, nos bicos das amplas mamonas, que logo se puseram em sentido, quando me tirou o sutiã, ou a prolongada carícia das suas mãos macias, em que se traduziu o acompanhar da calcinha pelas nádegas, coxas, pernas e pés, até sair, teve algo de obsceno, que me deixou logo aquela deliciosa sensação de humidadezinha morna, bem no meio da ratinha…
A massagem, que logo à partida, já prometia, começa e a extrema suavidade e competência do seu massajar, somada à presença do meu companheiro, fazem o tesão aumentar…
O meu e o do rapaz, pois que, pelo facto da mesa ser muito estreita, de vez em quando sinto o roçar nos meus braços e coxas, de uma pila já um pouco dura, que eu bem vejo baloiçar dentro dos largos calções de moleton.
Quase instintivamente e muito lentamente, mudo a posição dos braços um pouco mais para fora da mesa, agarrando a borda da mesa e pouco depois já o rapaz ma roça, embora muito discretamente e apenas por breves momentos, aproveitando o balanço da massagem no pescoço, ao longo de todo o braço, levando-me quase automaticamente a discretamente devolver a pressão…
Fico com a leve impressão que o meu maridinho viu, já que entretanto se deslocara para o lado da mesa em que as coisas se estavam a passar, mas como nada diz, eu, atrevida e entesoada, vou-me entregando mais àquele jogo e quando as mão dele deslizam para os meu rins e os massajam com firmeza, sinto uma leve irritação, muito boa de resto, na pélvis, e sou obrigada a empinar o cuzinho e entreabrir levemente as coxas acetinadas, como que em antecipação da massagem naquela zona intima.
Logo de seguida a este movimento, percebo que o maridão se volta a deslocar, por certo para gozar aquele ângulo de que ele tanto gosta e na passagem, para meu grande prazer, faz-me uma carícia meiga na face.
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Resolvo então ver, até onde vai o desplante do moço e suavemente ponho mais braço e coxa de fora e logo como se o malandro percebesse a eventual mensagem e quisesse responder antes que eu me arrependesse, sinto logo de seguida, uma ainda maior e mais descarada pressão da tranca do rapaz, que agora passa a esfregar o mangalho, agora totalmente empinado, na perna e coxa desse lado, embora sempre no ritmo da massagem, que insistentemente fazia nas nádegas.
Isto, se àquele terrível amachucar e arrepanhar da carne das minhas bochechas, se podia chamar de massagem, pois mais parecia uma tortura, pela forma como obrigava as beicinhas inflamadas da minha ratinha ensopada, a se esfregarem, uma na outra e a se entreabrirem e fecharem, sem duvida ao seu comando e vontade.
Ali estou eu completamente nua, visivelmente entesoada e pela primeira vez, com um jovem estranho a apalpar-me todo o corpo, bem debaixo dos olhos do meu marido que, com o seu silêncio e respiração pesada, me está a dar a sua benção tácita.
Pelo rabo do olho percebo a agitação do maridinho, que não perde um movimento, por certo a viver uma tempestade de sentimentos diversos, como um certo ciúme, misturado com o terrível tesão de ver a sua mulherzinha a ser mexida daquela maneira por mãos estranhas e a adorar cada minuto..
Puta até à medula dos ossos, agrada-me, como nenhum outro, aquele jogo louco de derrube de tabus, particularmente porque estou convencida que vou poder levar a cena até onde quiser e que isso vai ser óptimo para nós.
Decido então avançar mais um pouco e viro a palma da mão para fora, tendo agora a oportunidade de sentir, com perfeita nitidez, na palma da mão tremente, todo o desenho da jovem piça, até ao pormenor das veias inchadas, sendo óbvio que não usa nada por baixo.
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Sondo-a com a maior descrição possível e envolvo-a com suavidade, que pareça casual, depressa confirmando a sua intencionalidade, pois sempre mantendo o ritmo da massagem ele começa a esfregar o caralho marmóreo, em jeito de me foder a mão, o que me deixa a ponto de me vir, como uma adolescente.
Quanto o Ruben, opta por se posicionar de forma a ter acesso directo à visão da minha ratinha descomposta, já que pela cena anterior, eu ficara bem escancarada e ao mesmo tempo poder ver aquela quase punheta descarada que eu proporcionava ao jovem, agora vermelho que nem um tomate.
Estimulada por isso e porque agora o rapaz me massaja, com redobrado vigor e perícia as nádegas cheias, e o interior das coxas, volto a ter o impulso de afastar ainda mais um pouco as coxas, dando uma melhor vista a ambos os homens e um claro sinal de agrado pela “massagem”.…
Penso no momento, que se o meu amorzinho não gostar do que vê, será a altura certa para me dar sinal de paragem, pois que daqui para a frente já me vai ser muito difícil estar atenta…
A verdade é que nada vem e sendo claro, que do sítio onde está, ele não pode deixar de ver tudo o que se passa com as mãos dele e até mesmo a forma inegavelmente voluntária, como consinto a esfrega do seu retesado fueiro, que ele por certo vê, escabrosamente, embebido entre os meus dedos, fica óbvio que a cena lhe agrada e eu posso prolongá-la.
Pouco depois oiço o rapaz dizer-me:
“..Está na hora de madame se voltar.”,
Torço-me e volto-me de forma propositadamente desajeitada, de tal forma que, como que me vejo “obrigada” a abrir bem as coxas durante a volta, o que faço o mais lentamente possível, dando ao meu queridinho e ao sacaninha do massagista, uma maravilhosa visão da minha bela conaça, de boquinha rosada e húmida, com as beicinhas um pouquinho escancaradas…
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É bem perceptível a agitação nos dois homens, e isso dá-me uma insuperável sensação de poder, de que só as mulheres podem desfrutar…
Retomada a massagem, primeiro na cara e no pescoço, é hora de voltar a pôr as mãos de fora, antes que ele me chegue aos peitos, pois quero nessa altura, já ter o seu jovem caralho, bem controlado nas minha mão exigente.
Para isso estico-me discretamente e após olhar para o meu amorzinho, para garantir que ele vai ver tudo, lentamente alcanço-lhe a moca e prendendo-lha gentilmente entre os dedos, ofereço-lhe um fixe, para que a roçadela seja mais eficaz…
Ele, claro, protegido pelos movimentos da massagem, iniciou logo um suave vai e vem, dentro da minha mão, que logo apertei um pouco mais, transmitindo-lhe o meu agrado e aceitação...
Certa de que o maridão tinha de estar a ver, ia mungindo a cabeçorra da pichota do rapaz, de forma cada vez menos discreta, provocando neste, uma respiração mais pesada e movimentos, sempre mais nervosos das suas mãos, nas minhas arfantes peitos…
Massajando-me as amplas peitos e todo o ventre, em movimentos mais amplos que disfarçavam o aumento da amplitude das umbigadas que dava, com a pichota pulsante, bem presa na minha mão, …em breve me massajava com descarada frequência, a zona da pintelheira, aflorando de vez em quando os beicinhos túrgidos da conaça fremente e encharcada… embora sem nunca abandonar a estimulação das mamonas e dos bicos ultra hirtos..
De uma das ultimas vezes que ele passou as mãos, esmagando as minhas beicinhas mimosas e rubras de desejo, vi uma tal expressão de tesão nos olhos do meu marido que se acariciava por dentro do bolso do roupão, que desvairando, e antes que alguém tivesse tempo de perceber o que se passava, abri o fecho do calção do moço e num gesto rápido, saquei-lhe para fora o jovem piçalho tumescente, que agarrei em plena mão com gana, sacudindo-lho ao invés do seu movimento, num descaramento tal, que o fez parar e olhar hesitante, na direcção do meu marido, como se lhe quisesse mostrar que a culpa da manobra não era dele…
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Não lhe dando descanso, e embalada pela imensa tesão, que a expressão super entesoada do meu Ruben me transmitia, agarrei com a outra mão as dele e empurrando-as para a minha ratona fervente, escancarei bem as minhas coxas impacientes, para fora da mesa, resfolegando, perdida de tesão:
“…humm….que..tesão…danado….filhinho…vai….mexe…aqui…hummm… “…mexe….muito….na…..ratinha….da….madame…vai….”
Claro que o rapazola, perante o meu louco ataque, que agora incluía a outra mão a mungir-lhe os pesados colhões e a passividade colaborante do meu marido, tomou-me logo conta do grelo e das beicinhas da rata e desatou numa estimulação sem tino, que quase me atiraram para o céu…
Entretanto, ao ver tudo isto o meu maridinho tinha-se levantado e sacando o mangalho completamente teso para fora aproximou-se da minha cabeça e começando por me propiciar um maravilhoso linguado, foi ciciando com muito mimo e tesão:
“…humm….minha cabrona…adorada…agarre bem… o caralho do miúdo… e esgalhe uma boa punheta a esse safado…minha grande puta… faça muito bem…que….eu…..vou…adorar…ver…tudo…daqui bem pertinho…
Lambendo os lábios secos pela excitação e com o olhar fixo no quadro que ali se desenrolava, o rapaz ganhou à vontade e acelerou o titilar do grelo protuberante e a massajem insidiosa das beicinhas mimosas, enquanto atrevido, se debruçava e me chupava o bico distendido e retesado de uma das minhas enormes peitos…
Agradecida e muito mais entesoada agora pelas palavras generosas e reveladoras do meu maridinho, eu aumentava o ritmo da furiosa punheta que lhe batia, quando senti no outro ombro, algo de muito familiar.
Voltando a cabeça, vi o meu rico marido que me olhava com um olhar de imensa tesão amorosa, enquanto me roçava o caralho super teso, que eu logo abocanhei, dando-lhe violentas chupadas, enquanto suspirava forte e gemia, em altas caralhadas, a louca tesão que tudo aquilo me fazia:
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- “…Huummm… que tesão louco …meu queridinho…adoro mexer noutro caralho com você a ver……humm… meu querido maridinho…que tesão louco… veja.. como..eu..punheto..o cacetão…do moço…e chupo o seu…hummm…
- “…está..a..saber-lhe..bem..meu amorzinho..??
-“…ai…foda-se…filhinha…estou..a…adorar…humm…..caralhos…que..tesão louca…”
- “…eu …faço…tudo.. o ..que.. me.. mandar..meu querido…”
- “…então.. abra bem.. essa ratona toda… para o rapaz a chupar…minha linda..”
- “…ai foda-se meu maridinho…que tesão que me faz…ouvi-lo a falar assim…olhe como eu abro bem as minhas beicinhas…mande ele me chupar…filhinho…”
-“…anda..moço..chupa..o..grelinho..da madame…vai..põe..a..língua..bem.. dentro… seu.. cabrão sortudo…”
Aí o meu maridinho, acelerado pelo coro dos nossos gemidos, e pelo resfolgar do rapazola, já sem falar do odor típico de corpos a foder… agarrou o rapaz pelo pescoço e fazendo pressão para baixo, obrigou-o a encostar a boca à minha cona encharcada, dizendo-lhe para me chupar até eu gritar de tesão, o que ele logo começou a cumprir, arrancando-me sentidos gemidos de gozo e fazendo-me vir longa e profundamente…
-“…hummm…que broche..maravilhoso..minha..putinha.”
Captando o sentir da sua adorada mulherzinha, o Ruben falava-me forte, obrigando-me a pedir-lhe para me foder a boca, como eu tanto gosto…
Louco de tesão, o meu marido logo me começou a foder os lábios túrgidos, com a firmeza, que ele sabe que eu aprecio, enquanto empurrava a cabeça do rapaz, para que enterrasse bem fundo a linguinha macia na minha ratinha enfurecida, não tirando nunca os olhos daquele terrível espectáculo que tantas vezes tínhamos fantasiado, enquanto fodíamos….
“…hummm…meu amor…não há maior tesão que.. é.. ver. o mangalho.. do.. rapaz.. a entrar… e.. sair… da.. humm… sua… mão… adorada…”
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Resfolegava o meu maridinho, enquanto o cabrãozinho, lá em baixo, me encavava a língua experiente pelo meu cuzinho enlouquecido adentro, enrabando-me em linguadas raivosas que me faziam chegar ao êxtase.
Em breve o rapaz, estimulado pelo quadro que vivia, e pelas minhas mãos experiente, que o faziam saltar de céu a inferno e das palavras resfolegadas do meu querido maridinho, começou a dar mostras de explosão eminente e ao aperceber-me disso, comecei a sugar o cacete do meu marido, com o dobro da gana, insinuando-lhe a minha vontade de ele se esporrar na minha boca e cara, enquanto com a outra mão agarrava com firmeza os colhões cheios do rapazola, mungindo-lhos em combinação com as sacudidas no chourição, indicando-lhe que o queria a esporrar-se para cima de mim…
O sacana apercebendo-se do desejo da madame, desatou a foder-me a mão com redobrada gana, enquanto me enterrava a quase totalidade da língua rígida e pulsante pelos lábios da coninha adentro, aproveitando mesmo o estado de loucura geral, para me encavar, sem pedir licença, dois dos seus grossos dedos pelo cuzinho delicado acima, que tiveram o condão de quase me fazer desfalecer.
Logo de seguida o massagista, desatou a estrebuchar e a balbuciar que se ia esporrar todo em cima da madame, produzindo quase logo de seguida, abundantes jactos de jovem esporra que eu, sem lhe largar a piça, ou os agitados colhões, ia a capricho espalhando sobre o meu peito…
Não aguentando a cena que via, também o meu maridinho o acompanhou, esporrando-se logo com inusitada violência, entre gemidos e fortes caralhadas, dirigidas à sua amada mulherzinha, inundando-me a boca e o rosto, com fortes tiros de saborosa langonha salgadinha, que eu tão bem conhecia e adorava…
Após este delicioso episódio, passámos noites em série a recordar todos os pormenores das melhores cenas vividas naquela louca tarde, fodendo que nem loucos, enquanto eu o fazia confessar o prazer que tinha tido a ver a mulherzinha adorada, a esgalhar uma louca punheta ao outro cabrão, fazendo-o imaginar como seria, no caso de um broche…
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Bastava pedir, como tinha feito para a punheta, que a sua putinha querida, logo o faria…
Era verdade…e sabê-lo, fazia-o babar-se de tesão…
E eu havia de arranjar maneira dele pedir…