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Olá. Este é o primeiro relato que posto aqui.
Vou lhes contar com tudo começou com a Aninha.
Primeiramente, gostaria de me apresentar.
Sou Fabio, dentista, moreno, porte médio, levemente calvo, mas com um corpo do qual, a custo de muita malhação mantenho e me orgulho.
Comprei uma chácara numa cidade próxima a São Paulo e, no começo ia pouco lá, mas com o passar do tempo, comecei a gostar tanto do lugar que passei a ir sempre.
Só que tinha um problema: apesar de ser uma chácara formada, tinha muito trabalho para ser feito e, só nos finais de semana não dava tempo de cuidar de tudo sozinho e decidi contratar um caseiro.
Logo de cara me veio o seu Agenor, um senhor de uns 46 anos, mas com jeito de ser bem mais velho e que me pareceu muito interessado no trabalho e de confiança.
Ele me disse que tinha mulher e uma filha o qual não vi problemas, pois havia uma casinha que os acomodaria confortavelmente bem.
Poucos dias depois foi feita a mudança da família.
Junto com eles veio Aninha: ruivinha, alta, lindos olhos verdes, com sardas no rosto (que descobri depois se espalharem por quase todo o corpo), seios fartos, bundinha arrebitada, por volta de 20 anos, um tesão de garota.
Feitas as apresentações mostrei-lhes toda a chácara e seu Agenor e dona Fátima, esposa do velho, logo foram cuidar dos afazeres domésticos sob a observação dos olhos verdes cor do mar de Aninha.
Os dias foram passando, fomos fazendo amizade, mas Aninha pouco conversava.
Foi numa piada que fiz que percebi o porquê: ela tinha dentes com aspecto amarelados devido a remédios que havia tomado quando criança.
Vendo o quanto ela ficou constrangida por eu ter percebido esta falha e, após conversar com ela e os pais, decidi que iria tratar de seus dentes e que o tratamento começaria logo na semana seguinte.
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Esqueci de dizer que moro perto do meu serviço durante a semana, portanto passo a semana toda em São Paulo, o que me fez sugerir que levaria Aninha para poder iniciar o tratamento lá, o que seus pais aceitaram, meio ressabiados. Aninha aceitou de imediato.
Segunda feira pela manha, com tudo arrumado, partimos para a capital.
Aninha vestia uma blusinha branca de alcinhas sem soutien e uma calça daquelas de malhação preta, levemente transparente, bem agarrada que demonstrava como ela era gostosa.
No caminho começamos a conversar amenidades só para passar o tempo.
Ela me disse que pouco namorou, pois seu pai a proibíra. Que poucas vezes saíra da cidade para ir a capital. Que sua vida sempre foi de muito trabalho. Coisas de gente simples e digna do interior.
De repente, ao passarmos perto de um motel, ela me disse que um dia gostaria de entrar em um só para conhecer.
Eu disse, brincando que conhecia vários e, se ela quisesse, a levaria para conhecer um.
Imediatamente ela fechou a cara e emudeceu até terminarmos a viajem que, para meu azar, demorou, pois pegamos um engarrafamento monstro (vida de paulista).
Chegando no meu apartamento, instalei-a num dos quartos e fui trabalhar morrendo de vergonha pelo comentário que fiz.
Depois de um dia exaustivo de trabalho voltei para casa e tomei o maior susto quando entrei, pois, sendo solteiro, meu apartamento é um chiqueiro e o encontrei limpo e cheiroso e deitada num sofá dormindo estava Aninha de camiseta branca e mais nada.
Vendo aquela descrição do céu deitada, meu pau logo deu sinal do verdadeiro motivo que me fizera leva-la para São Paulo.
Mas como estava muito envergonhado pelo ocorrido na viagem, não fiz nada. Porém, ao passar perto da mesinha de centro dei o maior tropicão que, além de fazer o maior barulho, ainda foi agravada pelo tamanho do palavrão que falei e, lógico a acordou assustada.
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No susto ela se sentou rapidamente de pernas levemente abertas e pude vislumbrar aquilo que tanto desejava, mas ela, meio sonolenta nem percebeu. Só me perguntou o que houve.
- Dei um tropicão na mesinha de centro. Descupe se te acordei
- Doeu??
- Sim, mas logo passa. Pelo jeito você trabalhou o dia todo aqui. Nem parece o meu apartamento!!! (meus olhos fixos em suas pernas).
- Deu um pouco de trabalho.
- Obrigado. (de olho nas pernas).
Ai então, é que ela se percebeu como estava à minha frente e tratou de fechar as pernas me olhando muito sem graça.
Lógico que o meu membro a esta altura já estava quase estourando a calça de tão duro que estava e não pode passar despercebido pelos olhos verdes mais lindos que já vi e que repararam demoradamente no volume que fazia.
Apesar de o meu desejo estar à flor da pele, me contive e fui tomar banho. O danado não baixava por nada lembrando daquela cena e fui obrigado (como se eu não quisesse) a fazer um 5 x 1 homenageando Aninha.
A noite ela me fez um jantar muito simples mas muito gostoso (conheci um dos dotes até então desconhecido pois era sempre sua mãe que cozinhava: ela cozinha como ninguém) e, depois fomos assistir novela no mesmo sofá, mas em cantos opostos.
Lá fora começou a ventar um pouco forte e a relampear também.
De repente, ouvimos um tremendo trovão, um clarão muito forte e Aninha veio se agarrar a mim.
- Desculpa mas eu morro de medo de chuva.
Eu aproveitei e, sem responder nada, abracei-a forte para que ela se sentisse segura e ela se aninhou no meu abraço ficando assim por um certo tempo.
Mas logo levantou o rosto e, me olhando com aqueles olhos inesquecivelmente verdes, me beijou demoradamente.
Comecei, então a passar a mão pelo seu corpo, inicialmente apenas fazendo carinho em seu rosto, mas logo deslizando um pouco mais para baixo.
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Quando alcancei um de seus seios, ouvi um leve gemido e percebi que o biquinho estava durinho. Passei para o outro e a resposta foi a mesma: gemido e biquinho duro.
Porém, ela se levantou e disse que iria dormir.
Que remédio: fui dormir também.
Não demorou muito e caiu outro raio por perto e, mais do que rápido Aninha me apareceu batendo a porta do meu quarto:
- Seu Fabio, me deixa entrar. Estou com medo.
- Claro, entra!
Ela entrou e já se agarrou comigo. Eu a abracei novamente.
- É que eu morro de medo de chuva forte.
- Quer dormir aqui?
- Mas só tem uma cama! Eu vou buscar algumas coisas para forrar o chão.
- Não. Deite-se na cama que eu deito no chão.
- De jeito nenhum.
- Não temos muitas opções: ou eu durmo no chão, ou você dorme no chão, ou...
- O que?
- Dormimos juntos!...com todo respeito.
- Bom. Pode ser. - me respondeu com uma carinha de anjo (meio safada).
- Então vamos.
Mal deitamos e outro clarão mais forte invadiu a noite e a luz acabou.
Aninha se agarrou como pode a mim encostando aquele corpo delicioso no meu. Se meu pau já estava duro, agora fazia jus a denominação de pau.
Aninha não pode deixar de perceber. Começou a esfregar as coxas nele. Depois encaixou a bucetinha.
Ai eu não agüentei: agarrei-a firmemente segurando sua bunda e disse:
- Agora você não escapa.
Eu, achando que ela poderia achar ruim fui surpreendido: ela agarrou o meu cacete com força arrancando ele da cueca e iniciou uma punheta. Arranquei-lhe a camiseta deixando seus seios nus e comecei a mamá-los com muito gosto.
Neste momento a luz voltou e pude, enfim verificar que seu corpo era todo sardentinho. Mamei até quase ela gozar e lhe disse:
- Agora é sua vez de mamar.
Ela mal esperou eu dizer e já estava se escorregando até o meu pau e chupando ele com muita vontade. Quando estava para gozar eu a avisei e ela tratou de enfiar ele todinho na boca e me fez jorrar todo o meu leitinho quase que diretamente na garganta num gozo que nunca havia tido antes de tão forte e intenso.
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Mas ela não parou. Continuou com ele na boca mamando mais. Não deu tempo nem dele pensar em amolecer.
Com ele bastante chupado, ela se virou e me mandou tirar sua calcinha, o que obedeci imediatamente. Ela veio por cima e encaixou meu danado na danada dela e, de uma vez só sentou, deu uma rebolada e começou a me cavalgar num vai e vem frenético, rápido, quase selvagem, pegou minhas mãos e colocou na sua bunda me dizendo:
- É assim que eu gosto.
Cavalgou-me, subindo e descendo no meu pau. Abaixou-se um pouco e deu seus seios para serem mamados novamente.
Ai ela me disse:
- Morde meus biquinhos que eu vou gozar.
Mordi um depois o outro e só senti ela se contorcendo toda num gozo fortíssimo.
Achei que ela estava satisfeita. Ledo e prazeroso engano.
Ela se virou e ficou de quatro me pedindo.
- Enfia seu cacete na minha xaninha de novo, com força.
Obedeci.
Fodi aquela buceta com toda a vontade que meu desejo poderia e com a força que ela pedia e agüentava (e olha que fiquei espantado com o quanto ela agüentava).
Quando disse que ia gozar ela me pediu:
- Quero leitinho.
Tirei o pau da bucetinha de Aninha e ela se virou abocanhando-o e terminando o trabalho bebendo todo meu leite quentinho e grosso, do jeitinho que ela gosta.
Terminamos a noite abraçados na cama exaustos pela primeira de uma longa serie de fodidas mais que gostosas. Mas isso é história para outras oportunidades.
Comi Aninha com toda a vontade que meu desejo permitia, mas principalmente com a força que o desejo dela mandava.