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Depois de um banho demorado, voltei ao espelho do quarto e me maquiei.
Vi uma mulher de 1,70, 60 kilos, rosto e feições delicadas, cabelos loiros e ondulados.
Olhei meu corpo nu no espelho.Me virei pra olhar minha bundinha redondinha e empinadinha .Apalpeia-a com a mão dando em seguinda um tapinha no rabinho pra me excitar.Slap! O som me fascinava a tal ponto que senti a vibração da xotinha e senti meu tesão e fome de rola por entre as pernas.
Sorri pra mim mesma pensando no que o porteiro iria me dizer:
- Dona Narceja, o vizinho do 1974 tem uma reclamação de barulho causado por uma cadela no cio que precisa de rola pra acalmar a xota.
Me divertia pensando na reclamação que o porteiro iria me fazer.
O constrangimento havia cedido lugar à curiosidade e a malícia. Estava anciosa pra saber da reclamação do porteiro.
Abri o armário e peguei um vestidinho delicado com estampas de flores e detalhes de crochê.
Minhas intenções eram apenas brincar com o porteiro e vê-lo constrangido diante da reclamação que teria que me fazer.
Excitada com a situação, optei por não vesti a calcinha.Peladinha por baixo e com a xotinha pingando excitação, pentiei os cabelos, coloquei um perfume suave e sai pra encontrar o porteiro e sua reclamação...
Desci pelo elevador social com outros moradores do prédio, tive a ligeira impressão de ter sido observada por eles.
Eram dois homens de idade entre 18 e 40, deveriam ser pai e filho.
Dentro do elevador, me imaginei sendo atolada por uma rola peluda...Era a xotinha dando sinal de vida!
Chegamos! A porta do elevador se abriu e seguimos em direcção à saída do prédio passando pela “casinha” do porteiro.Eles passaram direto pelo portão e eu parei em frente ao porteiro dandoi um “bom dia” entusiasmado.
- Bom dia Dona Narceja. Retribuiu assustado.
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- Então Seu Regis, qual foi o problema? Perguntei com uma carinha de safadinha e um sorriso malicioso nos lábios.
Ele parecia nervoso.
- Bem..Eh... Dona Narceja o vizinho de cima reclamou de barulho, disse que ouviu alguns gritos ontem no seu apartamento.
- Gritos?? Que tipo de gritos? Sorri dissimulada.
- Eh...A senhora sabe....
- Não, não sei não, poderia ser mais claro ?! Provoquei olhando pra seu pau com a intenção de que ele notasse minha safadeza e audácia.
Seu Regis me olhou dos pés à cabeça e já percebendo minha malícia disse :
- Que tal a senhora subir e daqui há uns minutinhos eu subo e conversamos mais detalhadamente, pois é um assunto delicado e não pode ser tratado por aqui, pois alguém pode ouvir! Disse me comendo com os olhos.
Engoli a seco. Queria brincar com ele, provocá-lo e não esperava essa reação, tremi na hora, suei e respondi nervosa.
- No meu apartamento??
- Claro! Vamos conversar lá e te digo do que se trata. Disse piscando o olho pra mim.
Fiquei sem jeito, sem saber o que fazer... Sorri um sorriso amarelo, abaixei a cabeça e sai em direção ao elevador.
Na subida do elevador ia pensando em que enrascada eu havia me metido.
Entrei no apartamento e pensei no que fazer.
Não poderia perder o respeito e me deixar ser comida pelo porteiro.Logo o porteiro!! Reconheci meu erro em tentar provocar o homem.
Lembrava da piscadinha de olho de Seu Regis e sua aparência.
Seu Regis deveria ter na faixa de 34 anos, era um moreno forte, sobre sua vida social, sabia apenas que era casado e tinha um filho. Fisicamente não era gordo, mas “Parrudo”. Ombros largos e uma barriguinha saliente, mas durinha.Tinha “presença de chegada”. Uma barba por fazer e umas mãos grossas e grandes.
Perdida nesses pensamentos a campanhia da porta tocou.. Era ele.
Assustada e ainda sem saber o que fazer, abri a porta.
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
Seu Regis entrou cheio de intimidades.
- Tranca a porta! Mandou.
- Olhe aqui Seu Regis, não sei o que o senhor quer mas saiba que sou uma moradora aqui e exigo respeito! Disse apreensiva.
- Respeito?? A senhora sabe o que significa essa palavra? Se a senhora soubesse não teria me provocado e nem teria um namorado e uma amante.. A senhora sabe, os porteiros sabem tudo! Além do mais, a senhora é a maior gostosa do prédio e aqui todos querem comê-la.E eu já sei da fome de pau da senhora, que já ouvi fofoca de uns vizinhos por aí. Ao acabar de dizer essas apalavras me pegou pela cintura com força e tentou me beijar.
Senti sua língua tentando entrar na minha boca e tentei reagir e empurrá-lo.
- Me solta! Pedi.
- Solto porra nenhuma!! Vamos, vai ser gostoso!! Ontem vim aqui só escutar os gritinhos de puta se masturbando. Minha vontade era arrombar a porta e te comer gostoso, Safada!
Fiquei assustada e tentei dominar a situação.
- Por favor, assim eu não gosto.E me afastei.
Seu Regis percebeu que eu realmente não estava gostando e me disse:
- Se acalma, só vai rolar o que a senhora quiser e eu juro que vai ficar só entre nós!.Jamais contaria pra alguém, uma mulher do seu nível seria mesmo um sonho e eu jamais iria dividir com ninguém.
Ele me agarrrou novamente e resolvi ceder ao beijo. Já estava mais relaxada com suas palavras.
Agora era hora de fazer o joguinho de não querer pra ser forçada a levar rola à força.
- Por favor saia!
Seu Regis já percebendo meu joguinho, pois sentira minha vontade e desejo ao beijá-lo, resolveu participar do meu jogo.
Se afastou e abriu a calça tirando o cacete pra fora.
Ao ver a peça do Seu Regis arregalei os olhos e ele notando minha admiração soltou uma que me fez ficar meladinha na hora.
- Esse é de carne e solta leite queitinho. Você pode usá-lo sempre que precisar e ninguém vai saber nunca. Eu prometo. Agora deixa de fazer docinho e vem mamar no meu cacetão! Vamos logo! PUTINHA GOSTOSA!
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Já envolvida pela situação cedi e me aproximei dele beijando- o profundamente.
Logo após o beijo, peguei em seu pau olhando nos seus olhos e o puxei .Ele, compreendendo minha intenção, caminhou me acompanhando e sendo puxado pelo pau carinhosamente.
Fui segurando seu pau e nos guiando até meu quarto.
Já que seria fodida e comida por aquele porteiro, que fosse a minha maneira e do meu jeito!
Chegando no quarto. O beijei novamente ainda segurando o pau e acariciando-o.
Perto da cama, comecei a desabotoar sua camisa, botão por botão enquanto o beijava e dava mordidinhas na orelha e pescoço.
Tirei sua camisa, abri sua calça e abaixei a cueca liberando assim, por completo, o saco que ainda se encontrava dentro da cueca surrada.
Seu Regis obedecia meus comando sem questionar nada.
Tirei seus sapatos e logo ele estava nu no meu quarto.
Ainda ajoelhada, após tirar seus sapatos, abaixei a cabeca e cheirei o “ peito “ do seu pé beijando-o em seguida.
Fui subindo pela perna de Seu Regis, cheirando e beijando aqueles membros inferiores.
No vão de suas pernas, a tora dura acompanhada de umas bolas morenas e gordas.HUMMM Cheirei-as sem pudor algum.
Mas não coloquei-as na boca ainda. Levantei e o beijei no umbigo enquanto deslizava minha língua em seu peito deixando um rastro de saliva.
Subi com minha língua pelo seu pescoço até beijá-lo novamente.
Peguei em seu pau e o puxei pra o banheiro.
Precisava banhá-lo.
Ele, entendendo minha intenção, me seguia sem dizer nada.
No banheiro, soltei seu pau e peguei delicadamente na alcinha do meu vestido e a desfiz, deixando o vestido escorregar pelo meu corpo e cair no chão aos meus pés.Ao ver que eu estava sem calcinha seu pau fez movimentos involuntários e ele quase me agarrrou ali mesmo.
- Minha Putinha, não acredito que vou te comer!
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- Calma!! Vai ser do meu jeito, concorda?! Disse me aproximando dele .
- Concordo Patroa!A senhora é quem manda!
O empurrei em direção ao chuveiro lingando-o em seguida.A água caiu sobre seu corpo molhando sua pele morena e deixando lisos os cabelos do pau.
Deixei que ele me beijasse no chuveiro e senti a água escorrer pelos meu corpo.
Senti seu sexo cabeludo perto da minha buceta careca. E enquanto o beijava e sentia sua mão apalpar minha bunda, peguei um sabonete e me soltei de seus braços ajoelhando-me ali a seus pés debaixo da duscha de água morna.
De joelhos, olhei aquele homem de pau duro me chamando de safada.
- Isso!! Vai PUTA! Lava essa rola suja.Quero bem lavado heim?!Dizia me olhando nos olhos com uma sensação de poder.
Lá embaixo, comecei a ensaboá-lo. Primeiro as pernas, depois as coxas e o pau. Ensaboei as mãos e lavei seu pau duro assim como os cabelos vastos, a sua floresta negra.
Ele abria as pernas pra eu lavar seu “ Fundo” numa submissão digna de orgasmos múltiplos.Lavei seu saco com atenção, levantei as bolas com uma das mãos e com a outra lavei seu cuzinho deixando-o cheirosinho.
Senti nesse momento minha xotinha melar-se toda.
- Lava safada! Vou abusar de você hoje como nunca ninguém fez! Você vai ser minha cadela, a cadela do prédio! Cadela gostosa!! Disse me puxando pra cima pelo cabelo e me beijando com força.
- Espera!!Protestei!
- Chega de putaria! Vou te comer agora.
E ao dizer isso me puxou pelo braço com forca me tirando do chuveiro e me puxando em direção à cama, onde me jogou sem paciência.
- Abre as pernas, vadia! Ordenou.
- Não!
- Abre essas pernas pra eu ver a buceta que vou ” TORAR”!
- Não!Disse tentando sair da cama.
Ele me pegou com força e bateu na minha bunda me chamando de vagabunda:
- Abre as pernas ou apanha nesse rabinho de puta!
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- Você falou que iria ser do meu jeito!Protestei.
- Falei, mas meu pau não está aguentando. Tenho que te comer logo cadela!Gritou
Minha xotinha já piscava a essa altura. Meus planos de chupá-lo e beber leite antes de levar rolada tinham ido por água abaixo.Agora era sentir o cacete e deixar-me ser dominada.Precisava provocá-lo pra levar rola apanhando na bundinha.
-Você quer meter aqui? Perguntei mostrando a bocetinha rosada com o grelho inchado e pedindo piroca.
-Quero PUTA! Avançou pulando em cima de mim e tentando meter.
- HUMMM Bate no rabo! Disse embriagada pelo momento de tesão.
-Quer apanhar? No rabo? PUTINHA!
- Mas devagarinho, sem doer.Pedi.
Seu Regis me pegou com força de um touro, me senti frágil nas mãos daquele homem.Abriu minhas pernas e as colocou nos seus ombros, me fazendo ficar aberta e a mercê dele.Segurou minhas duas mãos com apenas uma das mãos e com a outra pincelava a entradinha da minha bocetinha.
- Viu Safada, quem é que manda nessa porra aqui?! Isso é pra você aprender a não provocar homem de bem. Sua Puta, eu tenho família Cadela !!Pede!! Pede pra eu enfiar AGORA! Gritou no meu ouvido.
Senti minha xotinha melar mais ainda se preparando pra receber o pênis grosso de Seu Regis..Eu já fazia movimentos de vai e vem com o quadril pedindo pra ser penetrada por ele.
- Não! Neguei seu pedido.
- Pede Puta!! Disse pincelando a cabecinha na minha buceta.Ele pegava na cabecinha, metia um pouco dentro e tirava. Eu sentia seu bafo quente na minha cara e seu olhar de macho pronto pra fuder uma fêmea.
Meu objetivo estava sendo alcançado, trazer a tona naquele homem o primitivismo do macho.A perda de sentindos na hora do tesão, a vontade de comer uma fêmea. Uma volta ao primitivismo do homem, o que eu tanto queria: Ser comida como fêmea.
- Pede Puta! Gemeu enfiando a tora inteira dendo da minha rachinha pidona.
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
- Mete toda! Arromba cachorro!! Mete!Pedi desesperada pra levar piroca na xota.
EXPLOSÃO! Vi estrelas ao senti seu pau duro tocar no fundo da minha xotinha com força e raiva. Assim fui comida por aquele homem, com raiva.
- TOMA! Vagabunda. Vou te comer na hora que eu quiser. Pede rola !! Quer apanhar na bunda branca quer??
- Bate na bundinha, bate!! Ai que cacete gostoso!!
- Isso!!Sente a tora entrando Putinha!! Nunca mais você vai gemer em rola de borracha comigo aqui!
- HUMMM , ai que gostoso o entra e sai...Que entra e sai gostoso do caralho!! Disse gemendo e pedindo rola.
Senti a rola entrando e saindo vorazmente de dentro da minha bocetinha.
Sentia uma dorzinha gostosa na xotinha, senti a “floresta negra” de Seu Regis arranhar minha xaninha careca, o peso daquele corpo de macho, o cansaço de minhas pernas ainda apoiadas sobre seu ombro, as minhas mãos sendo seguradas por Seu Regis e mais uma vez, a minha xotibnha levando ferro sem poder se defender.
Eu era uma fêmea sendo “curada” por um macho.
Ali estavam um macho e uma fêmea realizando um coito desesperado.
-TOMA!!!! Disse Seu Regis ao enfiar com força e deixar um momento lá no fundinho da minha xotinha arrombada .
Senti sua tora dentro da minha boceta. abrindo caminho, rasgando-a até sentir-me tomanda por uma dor e um prazer ao mesmo tempo.E descontrolada, pedi rola pra quem quisesse me ouvir.
- METE! Canalha! Fode com força PORRA! Mete ! Come a cadelinha, come a minha boceta, come e goza na minha boca! Gritei descontrolada sem me importar mais com nada.
Ao ouvi minhas palavras, Seu Regis saiu rapidamente de dentro da minha xotinha, me soltando e segurando agora minha cabeça, puxava-a de encontro a seu pau.
- Quer leite Cadela?? Perguntou
- Quero leite de pica quente! Pedi
-Vem tirar da fonte vem!!Disse me dando de “mamar”.
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Abocanhei aquela tora com força e chupei com raiva.
Entre lambidas e chupadas pudi dizer:
- Me dá, me dá leite cremoso. Pedi como uma cadela de rua sem mais me importar de está sendo fodida pelo porteiro.
Seu Regis gemeu como um animal e grunindo sons incompreensíveis, segurou minha cabeça com força e com o pau dentro da minha boca gozou dizendo :
- Bebe tudo ou vai apanhar.Toma a porra que você tanto queria bezerrinha.Vou te dar de mamar todo dia agora.Vai beber sempre do meu leite.
Eu apenas senti os jatos de porra quente e tentei beber tudo rapidamente .
Foram cinco jatos bem grossos de leite de piroca que eu fiz questão de beber tudo, segurando com a mão o saco gordo de Seu regis e apertando-o com carinho, no intuito instintivo de obter mais leite, como se ele fosse uma vaca leiteira onde eu precisasse ordenhar sua piroca para que saísse mais leite de pica.
Tomei tudo e ele me soltou e caiu do lado na cama me puxando pra si e me beijando, sentindo o gosto de sua porra.
Fiquei ali no abraço do Porteiro que me apertava feliz e cansado.
Senti o gosto de macho na boca e deixei que aquele homem dormisse ali comigo.
Ele disse algumas palavras carinhosas antes de pegar no sono.Fiquei algum tempo com ele na cama, decansando.
Depois de um tempo em seus braços, me desvencilhei dele e sair daquela cama . Tomei um banho .
Abri o armário onde guardava a roupa de cama.
Olhei pra o Porteiro esparramado na minha cama, todo aberto e com o cacete mucho e peludo a mostra.Aquele pau mole depois de uso ainda me excitava.Pensei em pegá-lo, assim mole mesmo como uma massa de modelar...
Voltei os olhos pra o armário e pensei na cor da colcha de cama que iria trocar assim que ele acordasse e fosse embora dali.
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narceja vc nao sabe como gosto dos seus contos beijose parabens vc é demais..
olá narceja seu conto é muito bom, vc sabe que meus conto eu já vi em outros sites e o suposto autor só teve o trabalho de trocar o nome do autor, como é que se faz para que isto não aconteça?
Beijo