Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 1631 4 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 1023 3 Nota 4.5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 929 2 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1339 3 Nota 4.5
O Minete do Namorado Corno Depois de Ter Transado Com Três Clientes Fetiche sandra 1252 2 Nota 4.5
Os Dois Cus e a Salada de Grelos que Meu Amante Comeu à Chegada 1 1 Comentários Orgias sandra 2401 9 Nota 4
MEU MARIDO, MEU PANASQUINHA Fetiche sandra 2657 5 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - II Parte 1 1 Comentários Traição sandra 3674 13 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS- I Parte Exibicionismo sandra 5591 12 Nota 4.5
HUMILHAÇÃO PÚBLICA DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA Exibicionismo sandra 2003 16 Nota 4.5
O ORGASMO DOS MEIAS PILA 2 2 Comentários Fetiche sandra 1241 8 Nota 4.5
Apanhando Com Leite de três nas Minhas Duas Gretas 1 1 Comentários Incesto sandra 4885 18 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3654 7 Nota 4.5
VIOLAÇÃO CONSENSUAL NO BUNGALOW Traição sandra 4224 14 Nota 4.5
TREPADA E BOCHECHO NO TÁXI 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 3684 16 Nota 4.5
NOVA ENRABADELA A TRÊS 1 1 Comentários Orgias sandra 1953 8 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2764 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5164 17 Nota 4.5
O TESTE DO CORNO Traição sandra 4448 17 Nota 4.5
CONFISSÕES POÉTICAS DE UMA MULHER CASADA MUITO SAFADA 2 2 Comentários Traição sandra 3338 23 Nota 4.5
PUNHETA COM MEU FILHO 2 2 Comentários Incesto sandra 19496 24 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3160 15 Nota 4.5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4859 22 Nota 4.5
A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ 4 4 Comentários Exibicionismo sandra 7113 21 Nota 4.5
COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS Exibicionismo sandra 3843 15 Nota 4.5
ORGIA ANAL COM MEU AMANTE Orgias sandra 4076 16 Nota 4.5
PILADA NA PRAIA Exibicionismo sandra 4548 11 Nota 4.5
A NOITE PASSADA NA CAMA DO CORNO Traição sandra 5849 11 Nota 4.5
FANTASIA SEXUAL NA CELA Fetiche sandra 2802 18 Nota 4.5
DESBUNDA ANAL NO FINAL DA TARDE Orgias sandra 5965 16 Nota 4.5
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4635 17 Nota 4.5
CONSOLANDO MEU AMANTE COM O CU E O MARIDO CORNO COM AS CALCINHAS Exibicionismo sandra 4150 23 Nota 4.5
A FESTA DO BROCHE EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 4755 28 Nota 4.5
A TRANSA QUE FEZ MEU NOIVO GANHAR FAMA DE CORNO Traição sandra 4233 30 Nota 4.5
TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA Exibicionismo sandra 3743 21 Nota 4.5
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA Exibicionismo sandra 2318 24 Nota 4.5
SODOMIZADA PELO AMANTE NA CAMA DE CASAL Traição sandra 1936 16 Nota 4.5
CORNEANDO MEU MARIDO NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2636 11 Nota 4.5
DUPLA PENETRAÇÃO A QUATRO Orgias sandra 4186 14 Nota 4.5
FANTASIA A TRÊS COM PEPINO E TOMATES Fetiche sandra 2234 15 Nota 4.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3548 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1668 12 Nota 4.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4498 15 Nota 4.5
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DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO Orgias sandra 4118 8 Nota 4.5
SEXO À SAÍDA DO LICEU Teens sandra 2508 7 Nota 4.5

COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO

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Escrito dia 20 de julho de 2008 na categoria Sado por sandra

Meu amante Renato adorou o desenho do pilau e do par de tomates que meu filho mais velho Rui me desenhou nos pentelhos e como recompensa nestas últimas semanas tem-me comido o grelo com mais assiduidade, ele que sempre preferiu tal com faz com os seus amantes masculinos, comer-me o cu em vez do pito. Mas não foi só Renato a entusiasmar-se com a obra de arte delineada no meu púbis. O próprio autor encantado com a punheta com os pés que em jeito de agradecimento lhe toquei no final de me ter feito o trabalho, não perdia ocasião sempre que nos encontrávamos sós em casa de me exibir o seu reduzido aparelho genital enchumaçado por baixo das calças pedindo-me que o voltasse a satisfizer da mesma forma.

- Nenhuma punheta me soube tão bem como aquela que me tocaste, mamã – dizia-me ele e eu nada admirada pois foi a primeira vez que uma mulher lhe mexeu no piçalho teso além de que todos os homens gostam mais que seja uma mulher a tocá-las em vez de as tocarem eles. Em todo o caso nos dias seguintes procurei fazer-me esquisita, tentando fazer-lhe ver que aquilo não estava certo embora de facto não veja nada de mal nisso e até tivesse gostado de o aliviar. Renato porém, que estava a par de tudo e há muito vinha acalentando o desejo confesso de enrabar meu primogénito tal como ocasionalmente enraba meu corninho R, dizendo-me que já há muito não inaugura cu virgem, incentivou-me a conceder-lhe umas punhetas ainda que não diariamente para o manter entesado. Graças a isso Ruizinho teve a sua pilinha esfregada por mim mais algumas vezes nos dias seguintes. Como meus pelinhos crescem rápido, para manter o relevo do pilau e dos tomates tive necessidade de passar a depilar a testinha com mais frequência e embora Renato ou até mesmo o corno mo pudessem fazer optei por o pedir de novo a meu filho, o que ele aceitou com agrado pois era mais uma oportunidade para pelo menos me contemplar as partes íntimas algo que só nos filmes porno ele se consola de ver em grandes planos. E perante o primor que me tem posto de me fazer perfeitamente o contorno da minha secreta obscenidade enquanto seu pauzinho procura romper das calças, dizendo-me esperar que eu lhe peça sempre para me depilar os pentelhos, o que poderia eu fazer como mãe desavergonhada que sou senão fazer-lhe com os pés ou com as mãos o que ele tanto me pede, e que me faz lembrar os pedidos do pai nos nossos primeiros tempos de namoro em especial quando eu vinha de estar com clientes?

- Devias arranjar uma namorada, acho que a punheta te saberia melhor se feita com uma moça da tua idade – dizia-lhe mas algo contente por ele não a ter e ser eu sua mãe a iniciá-lo em tais matérias como o ensinei a caminhar. Ele ria-se e expressava dúvida:

- Não sei se alguma teria tanto jeito como tu – e ele nunca experimentou minha boca e as minhas duas rachas inferiores. Mas nunca comentou que já me espiara fodendo com Renato e até já vira o pai apanhar no cu dele na minha frente e eu também não toquei no assunto.

Entretanto tanto eu como meu amante apercebemo-nos que graças às minhas punhetas Rui deixara de nos espiar de noite quando estávamos no acto. Renato idealizara um plano para o agarrar numa dessas ocasiões e ir-lhe ao cu finalmente pelo que o desinteresse de meu filho por espiar nossas trepadas não vinha nada a calhar. Proibiu-me então de o voltar a masturbar proibição que acatei com bons resultados. Meu filho taradinho e com as mesmas inclinações do cornudo seu pai não tardou a enfastiar-se de dar ao badalo sozinho no quarto vendo filmes porno no PC, e ao 3º ou 4º dia de abstinência manual que lhe fiz passar lá o ouvimos de ouvido colado à porta do nosso quarto brincando com o pífarozinho esperando para ver se estaríamos numa de farra nocturna.

- Óptimo – comentou Renato baixinho– como não o tens consolado o punhetazinhas decidiu consolar-se a ele próprio, mas à nossa custa. Vamos fazer-lhe a vontade que não tarda nada vou tirar-lhe a virgindade do cu antes que ele perca a da piça. E então é que ele vai saber o que é consolar-se.

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Eu que sei bem de que é capaz o pau de meu amante não duvidava disso. Havia porém um problema. Meu corninho R está desde há uns anos habituado a apanhar no cu mas sempre em contextos recriados de violação gay mas nunca teve tendências de por sua iniciativa manter relacionamentos íntimos com homens. Eu não imaginava assim qual seria a sua reacção sabendo ou vendo o filho provando do mesmo cacete que lhe come o traseiro, pelo que não o queria em casa quando tal sucedesse. Problema nada difícil de resolver graças à colaboração de Américo, o primeiro homem que a meu pedido estreou o cuzinho de meu marido e graças a quem conheci Renato. Na sexta à noite ele e os seus rapazes por sugestão nossa decidiram organizar uma orgia gay em sua casa para a qual o rabinho de R foi requisitado para lhes servir de pitéu principal. Como Américo e os amigos contrariamente a Renato, gostam mais de enrabar travestis depilei cuidadosamente meu corninho e fantasiei-o de Marlene, não me tendo esquecido de lhe colocar uns brincos e um relógio feminino para o tornar o mais parecido com uma mulher. O que levou logo Renato a dizer que apesar de meu marido estar uma bichinha muito bonita nunca lhe iria ao cu assim produzido. Também não era o cu de R que Renato queria naquela noite uma vez que estava a um passo de ter o cuzinho que andava cobiçando. E eu mesmo sabendo que o papel que estava desempenhando mereceria o repúdio da generalidade das pessoas, por achar que tal como na Roma e Grécia antigas em que os rapazes eram iniciados no sexo como fêmeas de homens mais velhos tal coisa poderia até ser uma boa experiência para meu filho, estava desejosa que isso acontecesse rapidamente e muito satisfeita por colaborar em tal acontecimento.

Nessa noite ao jantar comportámo-nos como dois namorados para dar a entender a Rui que mais logo ia haver animação erótica e o caralhito dele não parava quieto nas calças o que até a irmã reparou pois só ela estava connosco já que o meu mais novo está desde há dias em Palma de Maiorca em férias com os avós paternos. Rui mal nos viu ir para o quarto, já a irmã se tinha retirado, não perdeu tempo a vir colar a orelha na porta com os calções do pijama presumivelmente puxados para baixo e o piçalho inflamado como de costume. Com muito barulho tomamos banho e despimo-nos os dois, Renato exigiu-me um broche que adora tal como todos os homens que os provaram, e no final deitado na cama com a piça espetada para cima mandou-me cavalgar nele, metendo ora na racha da frente ora na de trás. O ruído abafado de meu filho tocando ao bicho a que já nos habituáramos era bem perceptível e Renato mandando-me continuar a gemer alto e a expressar em alta voz o meu contentamento por estar a ser penetrada nos dois canais por um pau tão avantajado como aquele, saiu furtivamente de debaixo de mim rastejando até à porta que abriu de repente, agarrando com força pelo pescoço Rui que estava em tronco nu, com os calções em volta dos tornozelos, a pila gozando uma paciência, sem lhe dar tempo de esboçar qualquer reacção.

- Que é isso meu punhetazinhas? É assim que esvazias os colhões em vez de arranjares quem tos esvazie? Espiando tua mãe e o namorado dela? Achas que lá porque lhe depilaste os pelos da testa já tens esse direito? – e puxando-o para dentro do quarto fechou a porta pois eu não queria que minha filha se apercebesse até porque tal como todos lá em casa conhece bem as taras do mano mais velho. Sem o pai por perto Rui começou a ver as coisas mal paradas, tanto que até sua pilinha tão pequenina como a do pai e do irmão mais novo, ainda momentos antes tesa murchara já e apresentava-se agora bem mirradinha. Eu fingindo-me surpreendida com um ar de censura tratei de me cobrir com o lençol.

- Então foi esta a educação que tu e o teu cornudo deram a este meia piça? Se calhar é por isso que gostas de ouvir os outros fodendo. És tão mal servido de piça que até tens vergonha de ir às mulheres não é? Também com uma coisa assim tão encarquilhada aposto que não conseguirias satisfazer nenhuma, não te parece? Até nisso saíste a teu pai cornudo, meu punhetazinhas.

Fiz-lhe sinal para não ir por aí. Não me importo que meu amante humilhe meu corninho mas não o ia admitir com meu filho. Aquele compreendendo minha atitude desferiu-lhe dois sopapos leves nos ombros. No entanto Rui demonstrando bem ser filho de quem é, ouvindo tais palavras de escárnio e apesar de estar ruborizado de vergonha que até nem falava começou de novo a ficar com o caralhito insuflado.

- Olha só o punhetas que deitaste ao Mundo, Sandra – observou Renato não perdendo a oportunidade de o humilhar mais enquanto lhe atava as mãos em frente ao peito com uma corda que me pediu para lhe chegar – Não só fica de pau feito perante as cambalhotas dos outros em vez de procurar fazê-las com raparigas da idade dele, como ainda se entesa todo por eu lhe fazer ver que a piça dele pelo tamanho que tem não pode ser grande coisa para foder. Eu não digo que ele é parecido com o pai? Não, digam lá o que disserem, a paternidade ninguém lha pode tirar – a piroca de meu filho estava agora bem mais inchada e empinava-se toda em direcção à barriga. Foi então que falou pela primeira vez tocando no assunto que interessava a Renato e a mim.

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- É isso que vocês dizem e fazem ao meu pai antes deste aqui (com a cabeça apontava Renato) lhe ir ao cu?

- Ah, com que então aqui o menino de pilinha pequena e tomatinhos moles (e apertava-lhe com força os balões obrigando-o a soltar um grito de dor) já não é a primeira vez que assiste às nossas sessões! Também se calhar já viste tua irmã foder com o namorado não, meu desavergonhado? – exclamou Renato fingindo-se surpreendido – Então já sabes do que o teu pai gosta. De ver a tua mãe fodendo comigo e de vez em quando apanhando no cu com o mesmo pau. Não é o único, sabias? E eu não te disse já que és muito parecido com ele? Será que também tu com a tua amostra de pilinha como a dele não gostarias de levar no cu com um caralho do tamanho do meu? – e exibia-o grosseiramente deixando-me húmida de tesão tanto mais que Renato interrompera nossa queca quando ela me estava sabendo melhor.- Sabes que gosto quase tanto de comer o cu de teu pai como gosto de comer o da tua mãe ou o buraco por onde nasceste, punhetazinhas? Sendo tu tão parecido com ele e não estando aqui o teu pai, ia gostar mesmo muito de te comer o teu quanto mais não seja para te dar uma lição que nunca sonhaste levar de ninguém. E é o que vou fazer à frente da tua mãe.

Rui empalideceu mas seu caralho agora já com dimensões minimamente aceitáveis deu mais dois solavancos sinal que apesar de tudo a ideia o excitava. Renato tinha razão. Tal pai tal filho. Eu discretamente comecei a apertar minhas coxas debaixo dos lençóis procurando esfregar os lábios vaginais um no outro de tal modo tinha o clictóris em pé. O único homem que eu vira perdendo as pregas do olho fora o pai, agora ia ver o filho. Renato não perdeu tempo. Ele é muito mais forte que meu filho e não teve dificuldade em arrastá-lo até uma cadeira onde o amarrou de braços e com as pernas bem afastadas, às pernas da mesma com o peito apoiado no assento. Tecnicamente aquilo podia ser considerado uma violação e ainda receei pela reacção de Rui mas este deixou-se conduzir docilmente. Ele já vira o pai gozando tal tratamento e estava decerto gostando com a certeza de ir passar pelo menos. Seu rabinho virgem estava mesmo oferecido como eu tanto gosto que esteja o rabo de um homem que vai apanhar nele de outro muito mais dominador.

- É justo que tua mãe te veja levando no cu – dizia-lhe Renato tapando-lhe a boca com fita adesiva– Já que te divertes tanto com as transas dela porque não a haverias de deixar divertir-se com as tuas, meu pilinha de gato? Desculpa lá tapar-te a boca mas garanto-te que te quando te enfiar minha verga de 22 cms neste teu buraquinho fechadinho, vais gritar, que o diga a tua mãe e o teu pai que já provaram dele. E não queremos que a tua mana acorde e nos interrompa, pois não? Por mim e pela tua mãe não haveria problemas mas tu é que provavelmente não ias gostar que ela soubesse que és uma bichona como teu pai, e porque razão é que estavas a apanhar no cu, não é mesmo?

Mas meu filho ainda não estava completo. De uma mala Renato tirou um cinto de castidade, igual ao que nas últimas noites temos colocado no corno e que tem a particularidade de a parte da frente onde se encaixa a pila ser de borracha, e além de ter uma abertura na ponta permitindo urinar é revestida no interior de arame farpado de modo a tornar qualquer erecção senão de todo impossível pelo menos bastante dolorosa.

- Isto vai-te tirar o todo o tesão da punheta , meu pilinhas. E como já fizeste gozar muitas vezes a tua coisinha graças às varadas que dei na tua mãe e no teu pai, vai ser ela agora quem ta vai meter.

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Cobri-me com o lençol e descendo da cama apressei-me a fazer-lhe a vontade. Meu filho ainda mais se entesou vendo-me caminhar para ele com o corpo tapado pelo lençol. Óptimo. No estado em que ele tinha o caralho ia-se picar no arame tal como sempre sucedia com o pai quando era eu a metê-lo. O tubo era pequeno como a pila de Rui, tal como o usado por meu corninho fora feito propositadamente para a piça dele mas esta encontrava-se dura embora eu lhe dissesse que era melhor acalmar-se para não a espetar no arame farpado. Mas como podia a piça de um rapaz virgem de 18 anos acalmar sendo manuseada por uma mulher depois de se ter começado a punhetear? Não admira pois que ele não a conseguisse desinchar nem baixar e que apesar da fita adesiva na boca os gemidos asfixiados fossem bastante elucidativos das vezes que sua pila se picou nos arames. Sugeri a Renato quando o cinto ficou colocado que sendo aquele cuzinho virgem seria conveniente o uso de um gel anal mas ele recusou-o.

- Já que ele não tem piça de homem, que prove ao menos que tem cu de homem e se aguente como um quando é enrabado. Mas como reconheço que é muita piça para um cu tão apertado permito-te que me voltes a fazer uma boa mamada.

È o melhor gel anal que Renato gosta de usar antes de comer qualquer cu. E eu também não me importo de lhe chupar o pau as vezes que forem precisas embora estivesse então cheia de vontade de apanhar com ele. Chupei-o por isso maravilhosamente sempre com o lençol enrolado em volta de mim e quando o deixei bem lustroso, coberto pelas minhas secreções e bem langonhado das dele Renato tirou-mo da boca começando a esfregá-lo na cabeça, nos ombros e nas costas de Rui antes de lho passar a fazer no rego do cu.

- Sente a minha esporra por enquanto antes de te dar com ela um banho nas tripas, minha bichinha meia piça, filho de um cornudo tão meia piça como tu.- Sente-lhe a esporra quente e a grossura do tronco que te vai arreganhar para sempre essas pregas com que nasceste, sente a minha piça que já tanto consolou o teu pai e a tua mãe e não tarda está a consolar-te a ti, seu espiãozinho tarado, sente-lhe a força como a tua mãe estava a senti-la quando a interrompi por tua causa. E garanto-te que quando ta meter no cu vais ficar com o pau aceso como nunca imaginaste.

Já sabia o que meu amante queria fazer-lhe desde que me mandara pôr-lhe o cinto de castidade: uma massagem prostática que faria meu filho ficar de cacete armado e esporrar-se todo sem se aperceber e sem atingir o orgasmo. Renato pelos vistos queria que meu filho associasse sua primeira enrabadela à noção de castigo e tal conceito ainda me fez ficar mais húmida e quente, muito quente. Entretanto suas mãos tinham-lhe afastado as bordas do olhinho ainda bem fechadinho, abrindo-o ao máximo e começando a socá-lo com um dedo.

- Isso meu punhetazinhas, vai sentindo a força de um tronco, e isto é só uma amostra. Vem cá Sandra, cospe no olho do cu de teu filho, cospe no cu deste tarado como fazes ao cu do pai dele quando lhe vou ao pacote para não lhe custar tanto levar com minha piça pelo traseiro dentro.

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Mais uma vez lhe obedeci sem uma palavra e sempre tapada pelo lençol branco da cama cuspi abundantemente naquela entrada até então só usada por meu filho para defecar e depois eu própria com o dedo espalhei a saliva por todo o canal. O pau de meu filho já baixara, mais por obra do arame farpado do cinto do que por outra coisa, mas Renato ia tratar de o levantar de novo. Começou a meter-lhe o pau afastando-lhe as nádegas com as mãos. Meu filho arrancou um urro que ecoaria pela casa não fosse ter a boca colada mas Renato sem se deter muito enfiou-o até ao fundo. Começou a palmatoá-lo.

- Rebola-te meu meia piça mole, rebola-te e faz de conta que és a puta do teu pai que me está dando o cu hoje. Rebola-te que poucas vezes terás oportunidade de apanhar com uma tora destas, a tua mãe que é muito mais vadia que tu e o teu pai não te dirão o contrário minha paneleirinha que gostas de tocar à punheta.- Renato não perdia ocasião de o xingar e eu já desistira de meus constantes sinais para não o fazer pois tais expressões, tal como quando o visado é o pai, deixavam-me delirando de tesão. Bom Renato é um mestre na arte de ir ao cu ainda que eu não consiga atingir o orgasmo por aquela via. Sempre achei que os homens se divertem mais apanhando no cu do que nós mulheres, e mais uma vez o pude constatar. Meu filho ia-se rebolando conforme podia no pau que o encabava por trás enquanto Renato em movimentos rápidos de tira e mete ia fazendo ecoar o som de seus colhões batendo naquele cuzinho por todo o quarto. Minha filha se ouvisse alguma coisa pensaria que ele me estava dando em mim. A cabeça da piroca de meu amante batendo-lhe na noz masculina da bexiga fazia-o empinar o pau e quando isso acontecia Rui deixava escapar um grito amordaçado coisa que com a duração da enrabadela ia acontecendo com muito mais frequência. Sua pilinha devia estar sangrando com tantas picadelas no arame mas um fiozinho de sangue escorria-lhe igualmente pelo cu.

- Acabas mesmo de perder os três do cagueiro – gritou-lhe Renato notando-o – Se chegares a perder os da piça isto é coisa que não deve acontecer. Já há muito que não me lembrava de fazer sangrar uma paneleirinha gostosa como tu, que apesar de ter nascido com uma piça e uns colhõezinhos não passa de uma fêmea boa para apanhar no cu. És tal e qual uma donzela na primeira vez que perde os tampos.

Não era só a massagem peniana na próstata que fazia insuflar o caralho de meu mais velho, tais palavras também. E dir-se-ia que apesar da excitação lhe custar mais umas dolorosas picadas na pila o prazer que elas lhe davam faziam-no desejar por elas. Mais uma característica que herdou do pai embora meus sogros, em tempos, tenham expressado dúvidas quanto à paternidade dele. Rui devia-se estar trincando todo por as mãos amarradas não lhe permitirem tocar uma segóvia. È claro que tais estocadas causadas por enrabador tão experiente não tardaram a surtir efeito. Só dei conta quando os sons reprimidos e persistentes de meu filho aliados às suas frenéticas tentativas para se libertar obrigando Renato a bater-lhe com força me deram a entender a dor excruciante que por causa do estado de tesão em que estava Renato o fazia provocar e meu primeiro impulso foi determinar a meu amante que parasse quando, antes de Renato se vir por sua vez naquele rabinho recém-estreado, pela abertura do tubo vejo sair o leitinho testicular de meu filho derramando-se abundante no chão, apesar da herança genética do tamanho dos seus colhões não lhe permitir produzir muito. Renato disse-me depois que meu filho nem se apercebera do momento em que se esporrara mas eu duvido. Não é para me desculpar mas acho que Rui apesar de ter ficado com a pila num crivo nunca gozou tanto com nenhuma punheta. Sentada na cama eu esfregava cada vez com mais volúpia no vale das pernas minha racha íntima pouco me importando que meu filho me soubesse tão excitada com o que acabara de lhe suceder a ele pois de facto após aquilo todo o pudor estaria a mais. Apetecia-me desembrulhar o lençol e ficar nua e só não o fiz para não desagradar a Renato. Entretanto o leite deste começava a vazar do cu de meu filho como de uma taça cheia espalhando-se no chão e misturando-se com o que já lá se encontrava. Renato observou-o no seu jeito habitual e dominador que me seduz tanto:

- Tens o cu tão apertado que nem suportas nele uma boa esguichadela. Ainda te falta um bom bocado para teres cu de paneleiro. Mas fica descansado que com a dimensão de vara que me calhou e que acabaste de provar, em pouco tempo deixo-te o cu jeitoso. E se continuares espiando-nos garanto que te ponho a piça e os colhões às tiras e definitivamente impróprios para consumo. A tua mãe vai tratar-te das feridas e logo que estejas melhor passas a usar o cinto de castidade tal como o cornudo de teu pai. Acabaram-se-te as punhetas ó pilinhas! Em contrapartida o teu cu tal como o da tua mãe e o do teu pai passam a estar disponíveis para mim. E não só teu cu mas tuas mãos, a tua boca ou o que me apetecer. Se te portares bem talvez te leve às mulheres um dia. E bicoaite. E agora quem vai limpar esta esporra do chão?

Bem eu estava necessitando muito de sentir leite de macho que é o único leite que aprecio. Já que tínhamos chegado ali, gatinhei sempre bem enrolada no lençol, e lambi eu mesma vagarosamente cada gota já fria mas ainda assim salgada e saborosa do leitinho dos dois. E pensar que em tempos eu fora tão esquisita em chupar um caralho que tivesse estado num cu quanto mais beber a esporra que viera de tal sítio. Também foi o único leite que provei nessa noite por isso ainda bem que o bebi. Na verdade tanto a fístula do rabo como o margalho de meu filho estavam bastante mal tratados mas ao esfregar-lhe o antiséptico o pau dele voltava a inchar e a erguer-se. Apesar da enrabadela pouco ortodoxa e do castigo imposto pela sua curiosidade via-se não ter desgostado nada da aventura tal como imaginávamos. Estou mortinha por ver o desenvolvimento da história e por o pôr de novo a aparar-me os pentelhos só que desta vez com o cinto enfiado na pila. Agora que a coisa está feita vamos contar a meu marido, pois será através de nós que queremos que fique sabendo que já há mais um rabo na casa pronto a servir Renato. Este porém não me quis cobrir naquela noite pelo que fiquei a dever o orgasmo que acabei por ter a um fiel vibrador azul de 20 cms e duas velocidades que não deixa ficar mal nenhuma mulher (ou homem) ainda que não emita nenhuma esguichadela no final. E antes de adormecer ainda ouvi de Renato:

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- Não tarda muito estou a comer-te a filha. Essa ao menos já provou pau e tem cara de quem gosta bem.

Agora é caso para dizer, tal mãe tal filha. Como nunca duvidei que o ia fazer com meu filho também não duvido que o consiga com minha filha namoradeira. Não sou exclusivista nas relações íntimas mas ri-me só de imaginar que pelo andar da carruagem, parece que não arranjei só um amante para mim mas para a família inteira. Em muitos anos de infidelidade conjugal nunca tal me acontecera.

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