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Eu sabia que iria encontrar o tio Marcos na festa... Depois daqueles dias perfeitos que ele ficou lá em casa nunca mais me apaixonei por alguém, lembro que na época que ele recebeu a proposta para ir trabalhar na Itália e aceitou, chorei durante um mês, emagreci, na verdade quase cometi uma besteira, e na época pensei que o tempo curava tudo, terrível engano.
No momento em que nossos olhares se encontrarão todo aquele sentimento que pensei estar esquecido, todo o desejo que me consumiu durante um bom tempo voltou com força total. Sempre adorei reuniões familiares, mais aquela estava sendo um martírio para mim, minha vontade era de sair correndo do salão e deixar tudo e todos para trás. Mas não é todo dia que minha vó completa 100 anos, né!! Tentei evita-lo ao máximo, mas em um momento de deslize no sentido real da palavra quem estava por perto para me segurar, exatamente ele, na hora pensei que ia desmaiar, eu estava tão emocionada de estar nos braços dele novamente que mal reparei que ele estava me levando para parte de fora do salão, onde tinha um belo jardim, paramos em um canto escuro, atrás de uma arvore e ele foi logo falando:
-Porque você esta me evitando?
Achei a pergunta ridícula, mas tentei responder da maneira mais sincera possível:
-Simples, já se passaram 5 anos que você foi embora, mas te ver ainda me faz sofrer!!
Tentei segurar as lagrimas, mas foi impossível diante do que vi em seus olhos, e parece que para confirmar o que eu estava vendo, ele me beijou, o beijo pareceu que durou uma eternidade, e me abraçando fortemente ele falou:
-Ah minha menina, como senti sua falta, você continua com a mesma carinha sapeca de antes, e também não consegui te esquecer!!
Depois que ele foi embora nunca pensei que ia escutar ele me chamando daquele jeito novamente, não sei o que aconteceria dali pra frente, mas eu tinha que ser dele pelo menos mais uma vez, então falei:
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-Vamos fugir daqui?
Ele perguntou para onde, respondi para qualquer lugar onde ele pudesse me amar!!!
Mal entramos no carro já montei em cima dele e comecei a beijá-lo, mas ele carinhosamente em empurrou dizendo que ali não era lugar, que podia aparecer alguma pessoa da família, concordei com ele, mas foi ele saindo do estacionamento, que comecei com meu joguinho de sedução.
Ele tentava prestar atenção ao caminho com o máximo cuidado, mas eu não o deixava em paz, me grudei nele, mordiscava sua orelha, passava a mão por seu corpo, e a cada movimento, meu escutava sua respiração acelerar, minhas mãos deslizaram para seu pau ereto de baixo da calça, apertando-o suavemente, em movimentos de vaivém, massageando, alisando, e em um instante de ousadia debrucei-me sobre o seu corpo, tirei seu pau para fora e comecei a beijá-lo suavemente primeiro na ponta, meus lábios rodeava a cabeça de seu membro e minha língua saboreava o seu gosto. Abocanhei-o todo, ele soltou vários gemidos e disse:
- Ah minha putinha, se continuar, não irei agüentar chegar a lugar algum!!!
Em vez de me conter, sorri e continuei, chupando-o devagar, e aumentando o movimento da boca. De repente, senti um solavanco no carro, antes de parar por completo, ele falou com a voz rouca:
- Não aguento mais!
Então me ergui do banco do carro, sentei em seu colo, encaixei-me entre o corpo dele e o volante, sentei em seu pau rijo e pulsante, que se enterrava em mim, ansioso pelo orgasmo. Decorreram muitos minutos e eu galopava nele, então o senti estremecer e me encher de porra. Ficamos abraçados, com ele ainda dentro de mim. Não pensei no meu prazer naquele momento - o meu prazer era o prazer dele. E apesar de estar em brasa, eu queria esperar pelo nosso destino. Retirei-me de cima do corpo dele. Nos beijamos mais uma vez e só quando me sentei de novo no meu lugar é que reparei que ele tinha saído da pista e estávamos no meio do nada, em um lugar totalmente escuro, ai que entendi solavanco do carro.
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Seguimos nosso caminho, e com o gosto a sexo na boca e o odor a prazer no ar, ia pensando, em como era bom ter o homem que a gente ama do nosso lado.
Fomos em direção a um motel que tem no centro da cidade. Nem entramos direito no quarto e já abaixei-me na sua frente, abri o fecho , puxei suas calças e tornei a saborear a sua pele, a sua carne, ainda com o gosto da paixão anterior.
Tio Marcos gemia e eu não ficava atrás. Apenas o fato de o senti-lo entre os meus lábios e a sua excitação traduzida nos sons roucos que lhe saíam da garganta, excitava-me a ponto de quase ter um orgasmo.
Me ergui, o joguei na cama, retirei meu vestido, subi em cima dele novamente, agarrei seu pau, e o introduzi dentro de mim, sentindo-o novamente todo dentro em minha xaninha.
Ele agarrou-me pela cintura e começamos a alucinante dança erótica do amor.
Eu estava totalmente alucinada e esqueci de tudo ao meu redor, apenas para o sentir-lo dentro de mim, naquele movimento de vaivém, umas vezes mais lento, outras mais rápidas, umas penetrando até ao fundo, outras quase saindo da minha xaninha , até atingimos um orgasmo louco, arrepiante, satisfatório, enquanto trocavamos beijos suados e ofegantes.
Tomamos um banho, pedimos um champanhe para comemorar nosso reencontro, notei que ele ia começar a fazer promessas o interrompi e disse:
-Chiiii, vamos viver o agora, deixa os depois para amanha!!!
Então ele começou a me beijar, sentia o gosto do champanhe em sua boca, a língua dele parecia que me devorava, tocando cada recanto da minha boca. Era de tirar o fôlego - quase dava vontade de gritar... Socorro... Não quero parar de beijar este homem nunca!! Um beijo do dele, era quase um orgasmo.
Deixei que ele me seduzisse lentamente, que fosse saboreando cada pedaço do meu corpo, calmamente, beijando, tocando, apalpando, enquanto eu também explorava o dele.
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Ele penetrou um dedo no meu cuzinho, introduzindo depois outro, e fazendo com que eu atingisse um orgasmo, enquanto a sua boca não parava de viajar entre os meus seios de bicos arrebitados.
Já não agüentando o tesão falei:
-Vem titio, come meu cuzinho!!!
Já de quatro ele foi introduzindo seu pau em meu buraquinho. Devagar, para mim ir me habituando a seu cacete, mas sempre introduzindo um pouco mais, até enterrá-lo quase todo em mim. Ficamos assim alguns segundos, sentindo apenas o prazer da invasão, de ter nossos corpos unidos. Até que comecei a movimentar-me devagar, sentindo como ele me agarrava os quadris puxando-me contra ele, acelerando o ritmo, apertando as minhas nádegas e, enterrando, enterrando aquele membro, o mais profundamente dentro de mim, com estocadas firmes e vigorosas! Nós gritávamos e gemíamos, sentíamos o clímax chegando, gozamos juntos, unidos e felizes... Sem nos preocupar com o dia de amanha!!!!
Beijos
Angel
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