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Quarta, 11 de julho de 2007
Oi, Diário! Tenho tanta coisa para contar que nem sei por onde começar. A última vez que escrevi foi na sexta passada, dia 6, achando que todo mundo tinha vindo para a fazenda passar o fim de semana. Mas não foi bem assim; só vieram o seu Rodrigo e a dona Flora para resolver umas coisas e eu acabei não indo lá na semana passada. Mas ontem (é raro eles virem no meio da semana) vieram de novo e a Isabel me chamou para ir lá depois do trabalho. A gente ficou horas conversando na varanda do fundo. Lá é gostoso porque tem cadeira de balanço. A Isabel contou que está ficando com uma professora dela super bonita e legal. Duas vezes por semana, ela vai direto da escola para a casa da Lua (nome engraçado, né?) e elas ficam a tarde toda juntas, namorando. Antes de ter ficado com a Isabel, eu achava tão esquisito, duas mulheres juntas, mas agora que eu sei como é carinhoso e excitante, isso acabou. Só não sei como elas conseguem sem ficar com um menino de vez em quando. É tão gostoso sentir um menino grande, forte agarrando a gente, querendo beijar e passar a mão por baixo da roupa da gente, sem falar de outras coisas...!
Mas chega disso. Quero contar o mais importante. Enquanto eu estava lá no varandão com a Isabel, o Luciano, irmão dela, ficou entrando e saindo da varanda o tempo todo, como se quisesse que a gente chamasse ele para conversar (eu já sei que não se diz ‘chamar ele’, mas vou continuar porque ‘chamá-lo’ fica parecendo livro de romance, tá bom?). Eu conheço o Luciano desde pequena e nem acredito quando penso que ele está com quase 20 anos! Ele tem o mesmo jeito do pai, parece o dono da fazenda. Nunca esqueço do dia em que ele passou a cavalo quando eu estava tomando banho de sol no quintal – quase morri de vergonha –, disse “Está ficando linda, Bruna!” e foi embora do mesmo jeito que apareceu. Voltando ao sábado, ele ficou num entra-e-sai das 9h ao meio-dia. Eu notei e falei com a Isabel. Ela prestou atenção e começou a estranhar também. De repente, ela virou pra mim e disse: “Bruna, acho que é com você!” Eu devo ter olhado pra ela com cara de cachorro espantado, porque, para mim, interessar o Luciano era a última coisa do mundo que poderia acontecer. Mas a Isabel começou a ter certeza e não deu outra: o Luciano acabou chegando perto da gente e perguntando se eu não queria andar a cavalo com ele no no sábado de manhã. A Isabel riu e eu fiquei sem fala, Diário! Eu tinha dois problemas. Um deles é que eu não monto nem morta sozinha num cavalo, mas quando eu disse isso ao Luciano, ele riu e disse que a idéia era andar juntos no mesmo cavalo. Olhei para a Isabel, ela fez que sim, eu aceitei e o Luciano foi cuidar das coisas dele e não voltou mais ao varandão. O outro problema é que eu trabalho aos sábados e, como você sabe, querido Diário, pedir uma folga o seu Modesto nunca fica de graça...
Quinta, 12 de julho de 2007
Oi, meu Diariozinho lindo! Ai... ainda não tive coragem de pedir a folga ao seu Modesto! E hoje, ele estava mais safado do que nunca. A Rosinha disse que ele deu uma pegada nela de manhã e agora à tardinha ela ainda teve que chupar. O engraçado, nessa história, é que eu estou achando que a Rosinha não está detestando tanto assim os apertos do seu Modesto! Agora, quando ela fala, não parece mais aquela menininha indefesa das primeiras duas semanas... Já pensou se eles viram amantes?
Novidade: terminei com o Gabriel! Eu pedi para a gente conversar durante o meu almoço e expliquei tudinho, disse até que eu estava interessada no Jader. Ele ficou mais chateado do que zangado, mas acho que a gente já estava cansando dessa vidinha de transar nos fundos do armazém. Ele só pediu para me dar um último beijo e passar a mão por baixo da minha saia para se despedir do meu corpo. Eu deixei, mas estou tão ligada no Luciano que, na hora, eu nem pensei nele... Aliás, nem no Jader. Você me acha esquisita, Diário? Quando ele foi embora, fiquei olhando para o corpo fortinho dele e lembrando daquele dia, no armazém, quando ele e os dois amigos dele me pegaram, e me perguntando se algum dia eu descobriria quem eram eles. Acho que perdi uma chance de saber, mas nunca se sabe.
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Sexta, dia 13 de julho de 2007
Consegui minha folga de amanhã, Diário! E sabe o quê? Não foi tão “caro” assim. Seu Modesto só queria que eu virasse de costas e deixasse ele se esfregar em mim. Eu esperei um pouco, olhando para aquela cara de tarado dele, e pensei no passeio a cavalo com o Luciano. Daí me virei e deixei. Ainda bem que eu estava de calça, mas ele só levantou meu guarda-pó e se esfregou em mim, passando a mão com força entre as minhas pernas, depois no peito, por fora da camiseta, cochichando que me acha bonita e que eu devo transar gostoso com os meninos. Eu não fiz nada, não falei nada, só fiquei parada até ele terminar. Acho até que ele gozou, mas não quis revelar. Eu só senti porque ele me apertou com muito mais força no final e por causa dos movimentos. Com a Rosinha ele é bem mais sem-vergonha. De mim ele tem medo.
Xi! Acabaei de lembrar que esqueci de falar com o seu Modesto sobre o Vitinho. Agora, que ele me contou que quer conseguir um aumento “por fora” e que eu já sei que o nosso patrão safado não recusa nem garotinho, não tenho mais desculpa para enrolar. É chato, mas vou ver se falo disso na segunda.
Sábado, 14 de julho de 2007
Diário meu, esse dia vai ficar na história!
Cheguei na fazenda hoje às 9h, o Luciano apareceu, me deu dois beijinhos e foi direto para a estrebaria. Quinze minutos depois, ele apareceu montado naquela égua linda que eles têm, rajada de branco e preto, com uma crina maravilhosa e o rabo quase até o chão. Ela é grande, mas tão mansinha, que a gente se apaixona. O Luciano só pôs a manta do estribo nela, sem sela. Assim que ele parou, apeou, me ajudou a montar e tornou a montar, por trás de mim. Eu tive um pouco de medo, mas ele garantiu que a gente não ia galopar. Esqueci de dizer que eu fui de vestido mesmo, um bem largão que a Isabel me deu, todo estampado de forzinhas.
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Assim que a gente se afastou da casa, o Luciano começou a falar, me contar tudo sobre a fazenda. Ele estava super animado, apontando para todas as direções, me mostrando várias coisas que eu nunca tinha reparado e falando dos projetos dele para a fazenda. Estava interessante, mas uma meia-hora depois, eu fui ficando cansada da posição e rencostei todinha nele. Assim que ele sentiu que eu estava a fim, ele chegou para frente e nós ficamos coladinhos um no outro. A conversa acabou ali, Diário! Ele começou a respirar no meu pescoço, dizendo que gostava do meu cheiro e logo me agarrou pela cintura, me fazendo sentir o corpo dele batendo no meu a cada passo da égua. De repente, ele começou a cochichar no meu ouvido e eu fui respondendo. Vou tentar lembrar exatamente como foi.
- Eu nunca tive a mesma sorte que os meus irmãos com você, não é, Bruna?
- Sorte de quê, Luciano?
- Ah, você sabe...
- Não sei não. Fala!
- O Caio, os gêmeos... Eu estou sabendo.
- Nossa, que fofoqueiros!
- Vai me dizer que não sabe que irmão conta tudo, Bruna?
- ...
Durante o papo, ele me puxava cada vez mais forte pra junto dele e, como não tinha sela, comecei a sentir que já estava tudo duro. Não tive mais dúvida sobre o motivo do convite para passear. Na hora, fiquei um pouco decepcionada, porque eu tinha chegado a pensar que era outro tipo de interesse, mas logo tirei essa idéia da cabeça e entrei no jogo: comecei a passar as mãos nas coxas do Luciano, às vezes puxando por baixo para ele sentir que eu queria que ele ficasse bem coladinho comigo. De repente, ele começou a puxar o meu vestido para trás até a altura das minhas coxas e me pediu para levantar um pouco para ele passar o resto por baixo. Assim que eu senti o corpo do cavalo quase direto contra o meu, comecei a ficar molhada! Luciano começou a acariciar minhas coxas e minha xaninha por fora da calcinha, que ele logo invadiu por cima, me obrigando a quase deitar para deixar os dedos mais livres. Senti o troço duro dele, pulsando contra as minhas costas e um dedo percorrendo os meus lábios de baixo molhados, esfregando o grelinho, me deixando doida. Por várias vezes, ele tentou enfiar o dedo na entradinha, mas eu não deixei. Ele ficou intrigado e a gente teve outra conversa que eu vou tentar escrever igualzinho.
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- Você é virgem, Bruna?
- Sou, por quê?
- Por nada. Eu sei que os meus irmãos não... Você não transou com outros caras, tipo... transa mesmo, “completa”?
- Eu deitei com outros meninos, mas não quero perder a virgindade assim... desse jeito... Ah, você entendeu, né? (Eu não podia revelar os meus motivos pra ele, Diário!)
- Então, até hoje, você só transou anal?
- É, só atrás.
- Com muitos?
- Isso é pergunta que se faça, Luciano?
Ele parou de perguntar, mas ficou bolado... Eu senti que, ao mesmo tempo, ele tinha ficado mais excitado ainda, se ajeitando no cavalo, passando a mão por dentro da calça pra ajeitar o “coiso” que devia estar matando naquela jeans apertada. Acabei perguntando se ele não queria tirar e não precisei perguntar outra vez. Ele tirou as botas, me deu, depois ficou em pé na garupa da égua, apoiado no meu ombro, e tirou a calça. Ele reacalçou as botas, pendurou a calça na fivela do estribo e tornou a colar em mim. Nós cavalgamos um pouco comportados, só para sentir o ventinho. Ele acabou tirando a camiseta. Eu não tive coragem de tirar o vestido todo porque algum peão podia passar eu não quero que gente daqui saiba de nada sobre o que eu faço com os Albuquerque. Ninguém tem nada a ver com isso.
Desculpe, Diário, mas é impossível ficar cavalgando quase pelada, colada num menino lindo como o Luciano, sem fazer nada! Até que ele começou bem, mas fui eu que não agüentei e pedi para virar para ele. Eu passei as duas pernas por cima das coxas dele, como eu gosto, e comecei a beijar aquela boquinha linda. Ele logo me puxou e me pôs quase sentada no troço dele, durinho na cueca. A gente ficou se beijando um tempão, ele fazendo carinho nas minhas coxas, na minha bunda, e eu no cabelo dele, parando de vez em quando para beijar aquele pescocinho delicioso. Fui ficando toda quente, encharcada, doidinha pra dar tudo para ele.
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Ah, Diário... Minha cabeça que não pára disparou e comecei a me perguntar se não tinha chegado a hora certa de realizar o meu sonho. Eu já sabia que ele não tinha me convidado para aquele passeio por amor, mas nunca se sabe quando um menino se apaixona; poderia ser ali, durante aquela troca de carinho entre a gente, que estava tão gostosa! Cheguei a pensar que, se a gente transasse - e com um pouco de sorte -, eu poderia até engravidar do Luciano. Enquanto eu pensava em tudo isso, sentia o corpo dele encostado no meu, separado só pelos tecidos fininhos de uma calcinha e de uma cueca, a língua dele procurando a minha, a mão dele entrando pelo meu vestido, apalpando os meus peitos, apertando os biquinhos doloridos de tão duros. Me senti estranha. Acho que aquela indecisão me deixou zonza...
De repente, me senti agarrada pela cintura e “acordei” achando que o Luciano tinha tomado a decisão por mim e ia me penetrar. Entrei em pânico, olhando para ele sem saber o que dizer, mas não conseguindo resistir ao gesto de me trazer mais para o meio do cavalo e me forçar a levantar as pernas. Vi de relance a vara dura dentro da cueca, mas ele não tocou nela, só se afastou mais, sentando bem atrás na garupa, agarrando as minhas coxas com força, e mergulhou de boca na minha calcinha.
Ah, Diário, não sei se eu sou capaz de contar isso por escrito! O Luciano entrou de boca em mim, mordendo minha xoxotinha junto com a calcinha de tudo que é jeito e maneira, juntando a saliva dele com a minha gosma e deixando tudo encharcado. Eu me agarrei com tanta força na égua, com as duas mãos, que nem sei como ela não sentiu dor, enquanto o Luciano mastigava tudinho, como se fosse comer a minha xaninha (aliás, é isso que a gente deveria chamar de comer) com calcinha e tudo! Depois de um tempo fazendo isso, ele parou, afastou a cabeça, puxou a minha calcinha para o lado e ficou olhando. Ele nunca tinha visto a de uma menina virgem. A gente teve outro papo gozado nessa hora.
- Não é totalmente fechado; tem um buraquinho pequenininho.
- Ainda bem! Dizem que já dói de qualquer maneira, imagina se fosse tudo fechado!
- Haha! É mesmo.
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Aí, ele tocou com o dedo bem na entradinha, bem na porta da grutinha. Ele até tentou começar a entrar com a ponta do mindinho, mas eu não deixei continuar. Ele adorou a minha bucetinha, disse que é linda, carnudinha e que ele gosta delas altinhas assim porque estufam a calcinha. Isso é verdade. Sabe aquelas calcinhas bem cavadas que eu tenho, de tecido bem elástico? Pois é, quando eu ponho essas, fica estufadinho mesmo. O Gabriel adorava ficar olhando. Bom, mas eu não vou falar do Gabriel, né! O Luciano também gosta e ficou um tempão olhando, depois me pediu para botar a calcinha toda pra dentro do rego do bumbum e separou a minha xoxotinha com ela, puxando pra esfregar o grelinho e me deixando doida de tesão. O Luciano deve ser muito experiente porque ele faz um monte de coisas sabendo que vai dar prazer. Eu fui à lua e voltei um monte de vezes só nessa brincadeira. Quando ele tirou a minha calcinha e começou a me lamber sem ela... Sinceramente, Diário, achei que eu ia desmaiar de prazer! Aquela língua quente começou a pincelar tudo - até o cuzinho! – me deixando toda gosmenta de saliva e do meu mel. Ele lambeu os ladinhos dos lábios, forçou a entradinha, mordeu em cima, na parte carnudinha onde ficam os pelos, depois voltou com vontade no meu grelinho, esfregando ele que nem um gato, forte e rápido, voltando a me segurar pelas coxas com aquelas mãos fortes dele, para eu não cair para os lados. Ele lambeu tanto e tão bem o meu grelo que eu comecei a gozar, me segurando pra não gritar “Mete! Fode a minha bucetinha logo de uma vez! Rebenta logo o meu cabacinho!” Acho que era tudo que ele mais queria, mas eu consegui me controlar e, em vez disso, pedi bem baixinho, gemendo, pra ele meter no meu cuzinho, já pedindo para ele me ajudar a virar de bruços no cavalo e me empinando toda. Acho que quando ele viu o meu bumbum bem arreganhadinho e disponível, esqueceu a xoxotinha fechada e proibida. Não demorou um segundo para eu sentir a cabeça quente forçando o meu buraquinho e as mãos dele me puxando para trás pela cintura. Abracei a nossa egüinha, aconchegando a cabeça na crina branca e fofinha, e me preparei para receber aquele pau que eu mal tinha visto (é mesmo, eu nem chupei o Luciano!) Ele cuspiu várias vezes lá de cima, bem no meu reguinho; senti a saliva grossa descer devagar. Daí, ele passou bem a cabeça no cuspe e começou pincelar o meu cuzinho. Eu relaxei ao máximo, como se o cavalo fosse o corpo de um outro menino, lindo e forte, que eu pudesse ficar abraçando e alisando. Aos poucos, senti a pressão aumentar e o Luciano foi entrando em mim, devagarinho mas sem parar. Quando senti a cabeça mergulhar, o resto deslizou de uma vez só até o fundo, me fazendo sentir o friozinho do saco do Luciano contra a minha pele. Foi muito gostoso, sem dor, comecei logo a mexer as ancas porque para ele estava mais difícil mexer. Ele entrou e saiu de mim montes de vezes, gemendo alto, me chamando de gostosa e dizendo mais um monte de coisas eróticas, descrevendo pra mim como ele estava vendo a cena do pau dele entrando e saindo de mim. De repente, ele me agarrou com toda força pela cintura e eu senti entrar o restinho que faltava. Daí, ele começou a socar curtinho, gozando jatos e mais jatos, gemendo a cada vez, enquanto eu esfregava o meu grelinho para gozar junto. Eu pude sentir uns três esguichos dentro de mim, mas o Luciano socou muitas vezes; deve ter gozado demais! A gente ficou lá, um tempão, eu toda arreganhada em cima da égua e ele desabado em cima de mim, até o pinto ficar mole e escapulir sozinho.
Depois de descansar um pouco, a gente apeou para andar um pouco e o Luciano foi levando a égua pelas rédeas. Ele ainda me me mostrou uma outra cachoeira que tem na fazenda (eu sabia onde era, mas só tinha ido naquela de perto da casa) e o dia terminou com um banho delicioso, os dois pelados. Na volta, o Luciano veio conversando comigo, contando sobre a vida dele no Rio. Não sei se a gente vai namorar; ele não tocou no assunto. Mas ele me beijou várias vezes no caminho e quando eu voltei para casa, foi um beijo bem longo e carinhoso. Quem sabe...? Boa noite, meu Diariozinho... Dorme bem, pensando em tudo que eu já te contei até hoje para me ajudar a ter idéias claras.
quase!
será que a bruna aguenta mais uma investida dos albuquerques?
Amei esse conto tanto quantos os outros da bruna...
Ta ficando quase inpossivel dela resistir...
Muito legal...
Parabéns...
bjos!!!!!!!!!!!!!!!!!!
UFAAA!!!
Nossa que delícia amigo!
Adorei! muito deliciosos esse conto!
dessa vez quase que a Bruninha deu hein? hihihihi!
que delícia de menino...
amei! adoro os seus textos!
beijos!