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Sexta, 6 de julho de 2007
Já vai para mais de uma semana que eu não te conto nada, querido Diário. Vou aproveitar a falta de sono para te deixar em dia e sei que você vai me ajudar clareando minhas idéias.
A primeira coisa é sobre o Jader. Na 5ª. feira passada, ele foi lá no mercado para pagar a entrega que eu fiz na casa dele e como ele também tinha ficado devendo os 3 reais da minha gorgeta, pediu à Soninha do caixa para me chamar. Ele queria conversar comigo depois do expediente. Aceitei porque ele estava bem sério. Aliás, ele estava lindo, todo queimado, com uma bermuda e uma camiseta super bonitas. O dia foi normal. Arrumei prateleiras, fiz duas entregas e consegui fugir do Rui. Quando eu saí, o Jader estava me esperando do lado de fora. Ele me chamou para sentar na praça para conversar. Estava vazio; as pessoas só começa a chegar na praça lá pelas sete e pouca. Foi engraçado, nós dois sentados na beirinha do banco enorme, eu nervosa de curiosidade, ele nervoso pra começar. Quando ele conseguiu falar, desembestou e soltou tudo de uma vez: depois do que a gente fez na cozinha, ele não parava de pensar em mim e queria que eu terminasse com o Gabriel pra ficar com ele. Enquanto eu ainda estava abestalhada, olhando pra ele sem saber o que dizer, ele pegou a minha mão, botou bem entre as pernas dele e disse: “Está vendo o que você fez comigo, Bruninha? Estou assim o tempo todo, dia e noite. Não consigo parar de pensar em você. Acho que é amor.” Fiquei maluquinha, Diário, sem noção mesmo! Deixei minha mão lá, com a dele por cima me fazendo sentir aquele calombo latejante. Ele começou a procurar os meus olhos, cobrando uma resposta, e eu fui ficando confusa, com vontade de me soltar, mas pensando no Gabriel. Só que foi ficando tão forte, com ele me pressionando daquele jeito, que eu acabei deixando ele me beijar. Diário, nunca – mas nunca mesmo – um menino me beijou tão gostoso! Primeiro, ele abriu a boca por cima da minha e começou a lamber os meus lábios fechados até me fazer perder a vergonha e abrir a minha também. Daí a língua dele entrou inteirinha na minha boca e procurou a minha; tive que retribuir; foi o beijo do século. Enquanto isso, ele ficou fazendo a minha mão passear pela bermuda dele, sentindo aquele troço cada vez maior e mais duro. Eu fiquei foi abobada com o jeito dele fazer as coisas, Diário! Por isso me senti indefesa. Fiquei sem ação perto de tanta conviquição (é assim que se escreve?) e desejo. Nenhum dos dois descolava do outro e a gente começou a se esfregar, ele passou a mão por baixo da minha blusa... Fui ficando toda molhada. Ah, Diário, estava tão gostoso que eu acabei resolvendo aproveitar pelo menos aquele momento. O Jader estava tão carinhoso e com tanto tesão que eu resolvi ser boazinha. Sem parar de beijar, fui levantando a perna devagarinho, até ela ficar por cima da coxa dele. Assim que ele sentiu que eu estava de perna aberta, tacou a mão entre as minhas coxas, direto na calcinha. Eu estava com aquela sainha rosa plissada, curtinha e rodada que a Isabel me deu de aniversário. Quando ele chegou lá em cima e cobriu tudo com aquela mão enorme, já apertando o dedo para achar a entradinha, quase desmaiei de tesão. Ele logo sentiu que eu estava encharcada e começou a massagear com força. E isso tudo, Diário, sem parar de chupar minha língua! Dava para ouvir quando ele engolia a minha saliva! Você já adivinhou, né? Ele foi ficando tão doido que teve que abrir a bermuda! Devia estar tão apertado... E fui eu que acabei puxando o elástico da cueca pra deixar o troço dele sair. Estava todo molhado e super duro! Foi só nessa hora que o Jader parou um pouco de me beijar e cochichou no meu ouvido que, depois do que a gente fez na casa dele, ele tinha ficado muito fissurado e queria que eu terminasse o que tinha sido interrompido pela chegada do colega dele. Ele falou isso me olhando nos olhos, respirando forte e sem parar de me esfregar por fora da calcinha. Como a noite já tinha caído e não vinha ninguém (nós ficamos naquele banco lá longe, que dá para a rua Barão do Rio Branco, sempre vazia), resolvi fazer o que eu nunca tinha feito: avançar o sinal em lugar público. Sorri para o Jader, dei um estalinho na boquinha linda dele e fiquei um tempinho com a cabeça no peito dele, segurando aquele troço enorme, de cabeça vermelha toda molhada, olhando, cheia de água na boca, lembrando daquele dia na casa dele, do boquetinho na cozinha, do corpo dele nu... Acho que isso relaxou o Jader. Ele se soltou todo no banco, abriu bem as pernas e botou os braços por trás do encosto. Eu só tive que descer até a altura do umbigo dele pra morder a fruta. A cabeça deslizou entre os meus lábios e logo senti a vara grossa latejando neles. A coxa do Jader endureceu na hora, a barriga também, ele começou a gemer baixinho, subindo e descendo devagarinho. Fiquei com a mão meio para dentro da cueca dele, massageando as bolas, apertando de leve, enquanto a minha boca subia e descia por aquele treco grosso e duro que começou a soltar aquele melzinho transparente que eu adoro. O Jader foi relaxando cada vez mais e me deixando mamar gostoso, me fazendo carinho no cabelo e no pescoço, falando baixinho “Chupa, Bruninha... Assim... Chupa gostoso com essa boquinha maravilhosa...” Ele falou um monte de coisas sensuais enquanto eu deixava o pau dele entrar todinho na minha boca e sair todo molhado da minha saliva. Desta vez, Diário, deu pra sentir melhor como o pau dele é gostoso, retinho e grosso, com a cabeça grande e lisa que nem uma fruta. É uma delícia ficar com ele dentro da boca, sentindo o gosto do melzinho. Como o Jader se acalmou, a gente ficou nisso um tempão, parando para beijar às vezes e trocar carinhos. Só bem depois, ele começou a mexer um pouco e me pedir para fazer pressão com a boca. Eu logo percebi que ele queria gozar e senti, pela pressão da mão dele na minha cabeça, que ele queria que fosse na boca. Eu pensei um segundinho e resolvi não negar. Assim que eu apertei a boca nele, sentindo cada curvinha na língua, o Jader começou a socar mais forte e senti os jatos do leitinho dele. Cada vez que o pau dele pulsava, inchava e chegava no ponto máximo de dureza, que nem um pau mesmo. Minha boca chegou a doer, de tanto que eu tinha que abrir! Mas não deixei escorrer nadinha na roupa dele. Quando eu senti que ele tinha gozado tudo, cuspi num cantinho e ainda lambi mais para deixar tudo limpinho. Ele falou que nenhuma menina tinha chupado tão gostoso e me deu outro beijão, falou que estava gostando de mim de verdade e repetiu que eu tinha que terminar com o Gabriel. Ah, Diário... estou numa dúvida! Por mim, eu acho que aceitava, mas o Gabriel não vai entender nada e vai ficar uma fera. Me ajuda a pensar, vai! Para complicar as coisas, o pessoal da fazenda chegou hoje à noite para passar o fim de semana. Nem sei ainda quem veio dessa vez, porque quando eu cheguei em casa, só tinha um bilhete da minha mãe dizendo que ia ficar lá fazendo jantar e arrumando. Mas é claro que amanhã ninguém me segura aqui. Eu vou lá de qualquer maneira, nem se não me chamarem! Se a Isabel tiver vindo, ela me chama sem falta. Se forem só os meninos, vai depender quem. Já sei que eu vou ter sono agitado, mas pelo menos sei mais ou menos o que vou fazer. Obrigada, Diário!