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A minha mulher agora é feliz.
Nota-se na pele, no andar e até na roupa de tons claros e vivos que escolhe em detrimento dos castanhos e azulões.
Nunca pensei que colocar o anûs ao dispor me levasse à felicidade mas pelos visto há uma porta de trás para tudo.
A taradice com que agora trata cada foda faz-me pensar que sempre engarrafou uma vontade imensa de me ter submisso e de meter sem dó.
A vós não vos minto e continuo a admitir que me masturbo na net (a ler contos), que me masturbo pela webcam e no emprego e que ainda o faço assim que ela sai. A diferença maior é que também o faço quando estou em casa e ela me liga. A diferença é que lhe conto que estou a bater uma. A diferença é que ela quer que o faça.
Ontem experimentei uma novidade. Antes dela chegar a casa bati uma punheta para a sanita. Não para dentro de àgua mas para os bordos interiores e para o tampo.A novidade é que não puxei o autoclismo e era óbvio que ela quando se sentasse iria sentir toda aquela langonha peganhosa pespegar-se à peida.
Assim foi.
Não foram dois minutos até ouvir berrar o meu nome. "Anda cá já"
"o que é?"
"Estiveste a bater à punheta? Não te sabes esporrar para onde deves?"
"Eu limpo"
"Não, tu vais-te é despir e é já"
Estava apenas de calções e foi fácil responder à ordem.
"Agora para dentro da banheira e de cú para cima."
Não imaginei bem o que me iria acontecer mas presumi que envolvia o meu cú guloso e a sua líbido cada vez mais insaciável.
"Quero-te a olhar para baixo. Nada de olhares para mim. E separa essa nalgas meu porcalhão"
Assim fiz.
Confesso que estava quase a vir-me outra vez, teso como estou agora enquanto escrevo. Sim, eu venho-me com uma facilidade tão impressionante quanto rápida.
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De cara no ralo e mãos nas nádegas, esperava o que aí vinha com ansiedade. De repente, quente. Um quente conhecido. A puta estava a mijar-me em cima. Que evolução. Eu próprio, que me considero bem usado e abusado, enrrabado e humilhado, nunca tinha estado neste estado. Mijou, mijou enquanto urrava "Toma meu porco de merda. Esporraste-me enquanto mijava? Agora mijo-te em cima". Todo aquele frenesim passava um pouco das marcas e o meu tesão estava a baixar até olhar para trás. Os bicos daquelas mamas pareciam querer saltar, o clitóris pedia meças ao meu caralho quando murcho e aquela boca aberta era o quadro perfeito para ilustrar tesão. Como gozava. Eu era apenas um objecto no branco da banheira. Ela queria vir-se e veio-se. Eu não tinha senão que estar.
Quando terminou, esfregou aquele pedaço de carne duro que lhe saia da cona como se o quisesse fazer desaparecer. Depois deu mais ordens
"Agora toma duche. Depois vais à minha carteira e tiras o frasco de Viagra que lá está. Amanhã não vou trabalhar e garanto-te que não me contento em ir-te ao cú"
E fodemos toda a noite.
Curtimos em todos os orifícios, salivámos em todos os cantos que nos pertenciam. Nunca me tinha vindo tantas vezes na mesma noite nem nunca ninguém se tinha importado tão pouco com isso.
Chego a pensar que foi masturbação assistida, que foi bom para ela ter tido uma pila toda a noite, mesmo que isso trouxesse o efeito colateral homem.
Quando acordámos, perguntou-me se era feliz assim. Se não a ia deixar por alguém mais normal. Aí eu contei-lhe como me considerava bem usado e abusado, enrrabado e humilhado, mas como nunca tinha estado naquele estado.
Ela perguntou-me se achava que eu chupava melhor que ela. É como se tudo o que dantes importava não importasse e o que era relevante agora fosse só o prazer.
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"E achas que chupas melhor que eu?" - perguntou ela enquanto sorriu e mordeu o canto mais distante da torrada por onde sempre começa o pequeno-almoço.
Como é feliz agora a minha mulher.