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TRIÂNGULO AMOROSO INFORMAL
- Meu nome é Bernardo, tenho 44 anos, moreno de olhos verdes, alto, sarado e gostoso... Sou casado pela segunda vez, agora com uma linda loira de olhos claros, dois anos mais velha do que eu, Yara, na minha adolescência, foi uma de minhas mais belas namoradas. O que vou contar aqui, aconteceu com a sua filha mais velha, minha enteada, a Marcela, hoje com quase 25 anos... Celly, como a chamo, ao contrário da mãe, é morena com belos cabelos pretos, mas, igualmente alta e de um corpo que faz inveja aos marmanjos, por onde a gente passa. Isso, porque, por força da nossa profissão de promotores de eventos, saímos juntos o tempo todo, eu e a Marcela, pois a mãe cuida mais da parte operacional: buffet, adornos e tantos outros detalhes...
Pois bem, desde que resolvemos a ficar juntos, há dez anos, eu e Yara combinamos que nós mudaríamos de cidade e começaríamos uma vida nova, como uma família de verdade, onde ninguém soubesse do nosso passado. Foi o que aconteceu, desde então, pois aqui nesta boa cidade do interior Paulista, todos acham que somos pai e filha – eu e a Marcela.
Desde os primeiros meses de convivência, naquela época Celly tinha 15, sua irmã 13 e eu 34 anos. Nós sempre nos demos muito bem mesmo, a ponto de fazermos aquelas farras na cama, nos domingo de manhã – os quatro – um jogando travesseiro no outro, estas coisas, como uma família de verdade, tudo exatamente como nos propomos, desde o início.
Ocorre, que os anos foram se passando e o meu relacionamento particular com a Marcela foi tomando novos contornos e, às vezes, nos pegávamos nos olhando de forma diferente, os contatos físicos eram mais intensos, abraços mais apertados e duradouros, palavras de carinho com conotações mais picantes e até certo ciúme, um do outro.
Quando Celly completou 18 anos eu quis lhe dar uma festa que lhe fosse inesquecível, pois não pudera lhe dar uma nos seus quinze anos, por motivos óbvios. Foi aí que tudo começou entre nós, pois para completar, Marcela havia rompido o seu namoro de quase um ano com Flávio, exatamente porque ele se recusou a trazer os seus pais na sua festa. Mesmo estando ela muito feliz e radiante, por poder realizar um sonho de infância, por outro lado, estava muito frustrada com a situação que o rompimento de seu namoro lhe causara, pois a maioria de suas amigas estavam namorando. Ela dizia, então, que iria aproveitar a sua festa para dar uma desforra no seu ‘ex’, que iria ‘ficar’ com todos os seus amigos, enfim, estas coisas de quem estava com dor de cotovelo. Por outro lado, eu lhe aconselhava a não se expor desta maneira, a se valorizar mais e a procurar um novo amor, que fosse mais digno dela e tudo o mais que um pai fala para orientar uma filha querida, nestas circunstâncias. Contudo, ela se mostrava muito disposta a fazer algum ‘apronto’ a partir de sua festa de dezoito anos...
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Só poderia dar no que deu, no dia da tão esperada festa, não foi difícil para nós, que já trabalhamos no ramo, dar a Celly uma festa tão linda e inesquecível, que não vou descrever os detalhes, para não sair do objetivo deste conto, qual seja o de descrever uma história de aspectos eróticos...
No dia da festa, Celly estava linda, com um vestido brilhante, colado ao seu belo corpo com formas exuberantes. Eu e minha esposa tivemos que rebolar para não se perder com todos os preparativos, que são muitos num grande evento, e acabar não curtindo aquela festa tão maravilhosa, por isso tínhamos combinado que deixaríamos toda a arrumação do clube para fazermos no dia seguinte. E é o que fizemos, minha esposa não tem costume de beber, nem mesmo socialmente, mas aquela noite era especial e ela se excedeu um pouco e, também por estar cansada dos preparativos, logo no começo da festa me pediu para leva-la para casa e foi o que fiz, levei-a junto com a sua filha mais nova, para voltar em seguida para a festa.
Aproveitei para tomar um rápido banho e me arrumar mais convenientemente, pois também havia trabalhado muito. Logo que voltei à festa, fui recebido entusiasticamente por Celly e um grupo de suas lindas amigas, foi quando estava começando as músicas lentas e mais românticas, comuns no começo da apresentação dos músicos contratados. E logo fomos estimulados, eu e minha enteada Celly, a dançarmos juntos, pois estávamos os dois ‘solteiros’, como diziam as suas amigas. Foi o que aconteceu, e de uma forma muito inusitada, pois nunca havíamos dançado juntos, apesar de quase três anos de convivência familiar. Incrível, como o destino nos reserva tantas surpresas felizes ou infelizes, que nem sequer podemos imaginar...
Neste caso, foi uma feliz surpresa, pois Celly se me revelava como uma fêmea de atributos tão especiais, como em meus quase quarenta anos de vida, jamais tinha visto nada igual. Dançava com uma sensualidade à flor da pele e me dizia, ao mesmo tempo, palavras lindas em meus ouvidos, ora de uma candura inocente, ora picantes de tal modo, que me sugeriam uma inesquecível noite de amor... Foi quando caí em si e lhe lembrei que deveríamos nos conter, já que, para toda a sociedade ali presente, éramos pai e filha. Celly, que tinha uma personalidade comum à maioria das mulheres, nunca gostava de ser contrariada. Então eu lhe sugeri, ainda um tanto inocentemente, que se ela quisesse dançar mais comigo, teria que ser em um outro dia e lugar, que não fôssemos conhecidos. Incrível, como parecia que ela estava esperando esta deixa, pois me disse, prontamente, que gostaria então, de deixar a festa e sair comigo para qualquer lugar que eu pudesse lhe levar. Naquele instante eu argumentei que não ia ficar bem que saíssemos de sua própria festa de aniversário e deixasse ali os convidados. E ela me disse que poderia até deixar por minha conta bolar um plano, mas isso era o que ela queria e teria que ser naquela noite. Então, logo depois, ao voltarmos a sentar-se à mesa dos nossos familiares, que por força da nossa condição, só tinha dois casais de tios, irmãos da Yara, comecei mesmo a pensar numa maneira que pudesse contornar aquela situação, satisfazer os desejos de minha querida Celly e, por que não, criar então, a oportunidade de uma nova experiência... Saí fui no bar, peguei um drink mais forte e saí sozinho, pensativo, até o terraço do Clube, vendo no meu relógio, que já passava um pouco da meia-noite... Foi que me ocorreu uma idéia: teríamos que sumir mesmo da festa, um por cada motivo, mas que agüentassem uma justificativa no dia seguinte. E teria que ser em momentos diferentes e a ponto de não serem sequer imaginados, que pudessem estar ligados entre si. Fui até a Celly, e pedi que nos falássemos reservadamente, pois eu já tinha um plano para sairmos da festa. Foi então, que dali mais alguns instantes, um dos nossos mais competentes serviçais e meu cúmplice de muito tempo, neste tipo de jogada, simulou estar passando mal e eu tive que levá-lo para o suposto atendimento. Deixei incumbido de levar a festa até o seu término, o meu solicito cunhado Denis, que, deputado estadual, tinha ampla penetração por todos aqueles rincões. Dali há alguns instantes, a minha querida Celly se despedia em grande estilo, com um de seus mais chegados amigos e, por improviso, o seu novo namorado, que ‘coincidentemente’ era de menor e não poderia ficar muito mais tempo na festa, por ‘razões de família’. Desnecessário dizer como, a seguir, nos desvencilhamos de nossas companhias improvisadas e, num instante, estávamos dentro do carro do nosso funcionário de confiança, a caminho do melhor motel daquelas paragens... Foi a única conclusão possível à que chegamos, pois o que mais queríamos mesmo, era nos conhecer de forma íntima e qualquer lugar que escolhêssemos para tal, seriam apenas preliminares, que só fariam nos expor ou atrasar o principal objetivo que, finalmente, tínhamos percebido para nós, qual seja: queríamos na verdade, era nos conhecer sexualmente, pois em todas as demais nuances da vida já nos conhecíamos...
Ao chegarmos no motel, escolhemos uma suíte temática árabe e Celly, logo ao entrar, me mostrou uma desenvoltura que, realmente, me impressionou por inusitada, pois tomando todas as iniciativas, começou por arrumar rapidamente a cama, me deitou suavemente, retirou os meus sapatos e me disse: “Papai, daqui para frente não devemos dizer mais nada, um para o outro, até o final de tudo, seja lá o que fizermos! Combinado?”. Eu lhe respondi afirmativamente e ela começou por me retirar a camisa, depois as calças e as meias, me deixando só de cuecas. Enquanto imaginava, já de ‘pau duro’, o que ela iria fazer depois, ela desapareceu pela porta do banheiro e eu escutei a ducha começar a cair e, então, resolvi ligar o aparelho de televisão naqueles filmes corriqueiros de motel e esperar que ela voltasse e continuasse a ‘dar as cartas’. Foi quando que, para minha surpresa, Celly voltou de seu rápido banho, vestida de odalisca, foi até o painel de controle, se ‘embananou’ um pouco, mas achou os controles da televisão, desligou e, em seguida ligou o som, que tocava uma música árabe apropriada. Fiquei estupefato por dois motivos, um que era a sua beleza rara e cativante, outro que era por não entender como poderia estar sendo tão desenvolta, foi aí que me lembrei, que há alguns meses atrás ela tinha feito um curso de dança árabe na sua escola de balet e que, certamente, lhe falaram alguma coisa sobre esta suíte de motel. Pois bem, acomodadas as minhas inquietações, tratei de curtir ao máximo aqueles momentos, que me tinham caído dos céus: Celly começou a dançar de uma forma tão carismática, que para qualquer expectador, poderia passar-se por uma dançarina árabe, destas que admiramos nos filmes. Ela foi me envolvendo de tal forma, dançava, ora no chão, ora sobre a cama, ora se encostava em meu corpo, ora me sorria satisfatoriamente e quando ela chegava próximo do meu corpo eu sentia um perfume inebriante e via que ela estava toda arrepiada de tanta emoção. No próximo instante ela calmamente retirou a minha cueca, enquanto ainda fazia os trejeitos da dança, com uma graça peculiar e fascinante. Neste ponto daquele verdadeiro ritual de acasalamento, eu estava com o meu falo totalmente duro e pulsante, só de imaginar qual seria o seu próximo passo, foi quando ela me surpreendeu novamente, pois eu esperava que ela fosse chupar todinho o meu duríssimo membro, mas ela, então, começou a fazer um strip-tease, digno das melhores casas de massagem por quais eu já havia passado. Celly foi tirando ritualmente, dentro do próprio tempo da belíssima música árabe, cada peça de todo o seu vestuário de odalisca. Foi quando imaginei: agora ela vem por cima de mim e vai me chupar todinho, dos pés à cabeça... Novamente, Celly me surpreendeu, se deitou ao meu lado e me fez um sinal receptivo, abrindo as pernas, sem me dizer uma palavra. Era a deixa que eu precisava; me levantei e num rápido galeio já estava sobre ela, comecei a beija-la por todo o seu corpo e a sua boca, com aqueles lábios carnudos, que tantas vezes eu havia tanto desejado beijar, mas que sempre havia afastado de meus pensamentos por julgar impossível. Agora estavam ali, colados aos meus, numa volúpia imensurável. Que boca! Que beijos!
Foi quando comecei a perceber que o meu corpo queria a penetração, pois aquela mulher-menina tão incrivelmente bela e desejável estava ali, pronta para ser penetrada, com todos os seus hormônios à flor da pele, como que me implorando por ser penetrada. Mas, todas as técnicas de como conduzir um ato sexual, que toda a minha vivência havia me ensinado, me dizia, naquele instante, que eu devia prolongar, um pouco mais as preliminares e, então, comecei a descer, mordiscando os seus seios intumescidos de tanto desejo e a lamber a sua pelve arrepiada, até chegar em sua linda vulva, cujos cabelos pretinhos eram escassos, a ponto de quase não precisarem ser raspados, com um contorno incrivelmente próprio para as minhas predileções, pois as suas pernas eram bem separadas uma da outra, me mostrando os grandes lábios, com uma protuberância incomum e apetitosa. E, quando comecei a passar minha língua por seu clitóris, vi que este era um pouco mais desenvolvido que normalmente eu já havia visto, sinal que aquela fêmea estava mais apropriada a sentir seus orgasmos. Celly, aliás, já estava em curso de seu primeiro gozo, pois, verdadeiramente, berrava e soltava já os líquidos próprios desta ocasião. Foi quando ao tentar lamber estes tão excitantes líquidos que escorria de sua bela buceta e, ao enfiar minha língua na sua linda entrada vaginal, percebi que minha Celly ainda era virgem. E isto tudo em minha cabeça, se tornou um misto de desejo e responsabilidade. Pois, naquele momento, já pronto para entrar dentro daquela fêmea tão voluptuosa, eu tinha que decidir se deixava continuar aflorando todos os meus instintos de macho, ou se ouvia a tênue voz de um pseudopai que insistia em sair de dentro da minha consciência. Oh! Céus, que dureza, ter que passar por um momento destes, que você imaginou e até sonhou, mas que o destino lhe colocou, exatamente numa circunstância em que você não pudesse premeditar, mas sim, teria que escolher, sozinho, entre o que fosse mais adequado e não lhe causasse nenhum arrependimento depois. Pois, por outro lado, eu pensava em como ela teve todo o tempo para buscar, planejar e oferecer todas as condições para que tudo aquilo acontecesse. E, se era assim, certamente Celly não poderia, jamais se arrepender do que ali acontecesse. Ademais, exatamente por prever a minha reação titubeante, ao me deparar com a sua virgindade, é que ela me fez prometer que não diríamos uma só palavra, até que tudo terminasse...
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Foi tudo o que eu precisava para justificar mais este ato incomum, entre tantos que pratiquei por toda a minha vida. Incrível, como a nossa consciência sempre acha caminhos para nos justificar qualquer ação menos meritória que praticamos!
O passo seguinte foi óbvio, naqueles instantes que pensei tudo aquilo, o tempo me pareceu uma eternidade, mas ato seguinte eu já estava me preparando para penetrar aquela linda e admirável ninfa. Achei que o meu instrumento poderia até dobrar, pois não sabia o que me aguardava, em relação à resistência de seu hímem, então, me virei, entreguei o meu membro para àqueles belos e carnudos lábios acariciarem, enquanto eu lhe massageava, com a minha língua, toda a região de sua bela e cheirosa buceta. Quando senti que meu membro voltou a pulsar de tão duro, dentro daquela linda boca que me sugava feito uma mamadeira, então, num movimento bem estudado, rapidamente, me posicionei no meio daquelas lindas pernas, que estavam sempre abertas a me esperar. Num misto de extrema volúpia com carinhosos gestos de vai-e-vem, comecei a penetrar, finalmente, a minha Celly de meus tantos sonhos outrora desvanecidos. No início, encontrei uma certa resistência, mas outra vez, para minha surpresa, Celly começa a rebolar acompanhando os meus movimentos e, quando vi, eu já estava quase que completamente dentro dela. Procurei, então, observar seus movimentos e ao notar a sua expressão serena e de satisfação, percebi que estava correndo tudo dentro da normalidade. Neste momento, peguei-a pela cintura e comecei a penetrá-la o mais fundo possível, de tal forma que os meus pelos pubianos massageassem o seu clitóris, ao mesmo tempo em que eu sentia a cabeça de meu falo resvalar no colo de seu útero. Não precisou mais que alguns instantes nesta posição, para que nós dois atingíssemos o auge da nossa tão buscada satisfação sexual. Ela voltou a berrar e quanto mais ela berrava de prazer, mais ela me induzia a prolongar o meu orgasmo.
Foi assim, sem dizer uma só palavra que deflorei a minha querida enteada Celly; e o que se seguiu naquela noite, foram as providencias comuns nestas circunstâncias: rápida retirada do lençol da cama, para evitar que manchasse o colchão, o que não adiantou muito, pois tal coisa acabou por acontecer. Depois banho a dois, com muito carinho, mas sem a mínima possibilidade de mantermos nova relação, naquele dia.
Contudo, depois dessa época, até hoje, todos os nossos sonhos se tornaram realidades, pois embora sem nenhuma abertura formal de tal situação, de forma franca, entre nós três, o fato é que acabamos por criar um verdadeiro triângulo amoroso. E, desde então, nesses quase oito anos de vida em comum, jamais pensamos em mudar essa situação velada, mas aceita. Na verdade, o que sinto que aconteceu, foi um maior fortalecimento de todos nossos laços familiares e uma maior e extrema cumplicidade entre nós três. Não precisamos de mais nada, no aspecto afetivo, para sermos mais felizes ou mais realizados do que somos hoje... Espero que dure para sempre. . .
BERNARDÃO