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Alessandra, filha da empregada, é novinha, mas já é toda bem feitinha, mulatinha bem clara de cabelo comprido, louro-palha todo frisadinho. Vive de roupa curta e apertada, usa batom e sabe de cor todos os trejeitos que valorizam as formas do corpo, principalmente a da bundinha. Às vezes, ela não tem aula e vem para cá com a mãe. Quando isso acontece, ela vem sempre com sainhas minúsculas, shortinhos que deixam as polpinhas de fora ou calças de cintura baixa muito arroxadas, exibindo o “cofrinho”. Eu sei que ela sabe que me deixa doido.
Um dia em que a Alessandra estava aqui, eu saí pelado do banheiro. Só atravessei do corredor para o quarto, que fica quase em frente, mas foi o bastante para que ela me avistasse da sala. Já no meu quarto, fiquei por uns momentos em silêncio absoluto e, quando tive certeza de que ela estava espiando pela fresta que eu deixei de propósito, fiquei passeando peladão, depois sentei na cama e fiquei passando a mão no pau para mantê-lo a meia-bomba. Em menos de trinta segundos, Alessandra apareceu, empurrando a porta e ficando parada me olhando, encostada no batente, com um ar seguro e sacaninha. Estava de sainha jeans curtíssima, exibindo aquelas coxas de menina de 20. Eu disse a ela para entrar, fechar a porta e vir até a cama, o que ela fez muito decididamente, ficando em pé na minha frente. Pus as mãos nas coxas dela e as percorri até embaixo da saia, apalpando a bundinha e sentindo as polpinhas. Ela não tirava o olho do meu pau, que tinha começado a pulsar entre as minhas coxas.
Chegando bem para o meio da cama, convidei Alessandra a sentar e puxei sua mão em direção à minha rola dura. A reação foi imediata: ela puxou meu prepúcio todo para trás, expondo a glande, contemplou um pouco e caiu de boca. Mal pude acreditar quando vi meu mastro desaparecendo entre seus lábios. A sensação foi tão forte que eu pedi à Alessandra para virar de tal modo que eu pudesse baixar a calcinha dela e passá-la para a posição do 69. Ficamos longos minutos nos lambendo. Ela literalmente sentou na minha cara e me deixou invadir com a língua a bucetinha miúda, lisinha e fresca, embora longe de ser virgem. Eu pincelava os lábios, o períneo e o cuzinho, adivinhando que, como tantas meninas de família pobre e conservadora, ela devia ter começado pelo sexo anal. Enquanto isso, Alessandra mamava, mamava minha rola dura com todo vigor e, ao mesmo tempo me masturbava com força, até me fazer gozar em jatos fortes e abundantes que encheram seu rostinho com a minha porra quente e cremosa. Ela continuou chupando e engoliu tudo o que estava no meu pau, lambendo-o e deixando-o limpinho. Logo depois, foi a vez de ela gozar com as minhas estocadas de língua em seu clitóris e a ponta do meu dedo em seu cuzinho. Ela ficou toda bamba, as pernas começaram a ter espasmos e sua xoxotinha começou a liberar o líquido quente do orgasmo, que eu colhi até a última gota, lambendo a rachinha como um gato. Alessandra disse que me achava muito gostoso e que queria dar para mim numa próxima vez, quando a mãe dela desse uma saída para fazer compras. Eu agradeci, sorri e a puxei para dar um beijo em sua boquinha de garotinha vadia, com os lábios grossos, projetados e pintados de rosa. Depois ela subiu a calcinha, dando uma reboladinha sensual para ajeitá-la na bucetinha e fazer a parte de trás entrar no reguinho, repôs a sainha e saiu do meu quarto tão tranqüilamente quanto tinha entrado. Naquela hora, eu soube que passaria a ter sexo a domicílio muitas e muitas vezes.
Comentários construtivos serão sempre bem-vindos, seja aqui mesmo, seja para marcfauvel@hotmail.com
Oie!
Vim conhecer seus contos e agradecer o maravilhoso comentário que fez no meu!
FIquei muito grata e lisongeada por você ter gostado!
Ontem a noite passei por aqui e li este conto e mais os cinco primeiros da Bruna!
Nossa hein amigo!!! que textos maravilhosos!
Adoro textos longos, com histórias sobre os personagens e rico em detalhes!
Parabéns e beijos!