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Assim que batia a porta!
Era a minha mulher virar costas e lá ia eu, direitinho para o escritório ver pornografia e masturbar-me. Cheguei a põ-lo de fora enquanto lhe acenava da janela. Que diabo, aqui, até posso ser sincero. Batia imensas vezes com ela em casa, com ela na divisória do lado ou na casa de banho. Chegava a bater uma em segundos, num exercício de velocidade que incluia tira-lo para fora, bater uma, vir-me para a mão e engolir, tudo enquanto ela secava o cabelo ou lavava a loiça. Obviamente mantinha o dialogo aceso nestas alturas para poder medir distâncias e encher o cú com o cabo da escova.Depois socava o rabo até me vir enquanto relatava um dia de trabalho ou o estado matutino do trânsito.
Obviamente toda esta coordenação teria que ter falhas e eu acabei por ser apanhado quando cansado de um dia dificil me deixei adormecer com a pila na mão e com um DVD porno a passar. Foi uma discussão dificil em que acabei por admitir cerca de 3% do tarado que sou e confessei que me masturbo praticamente todos os dias.
Propositadamente deixei de fora todas as aventuras com a Silvia, a Runa e os seus amigos e amantes. Conscientemente, não referi que já fiz de tudo no que toca a sexo. Mas não pude deixar de "confessar" que não devia negligenciar mais o meu ânus, essa porta traseira que sempre tomo em direcção ao orgasmo.
Curiosamente confessou-se estupefacta com tal prazer pois ela própria sempre mo havia negado. Obviamente passaram-se algumas noites e muitas punhetas, mas quando por fim voltámos a estar enroscados para amar, ela quis mas hesitou em me tocar onde eu tanto queria. Nessa altura, fiz o que tinha que fazer.
"Mete-te nojo?"
"O quê?
"Mexeres-me no cú?"
"A ti?
"Sim."
"Mas com as mãos?"
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
"Com o que quiseres"
"Não. Queres que enfie?"
E foi a melhor foda que dei desde que casei. E desde então, sempre a melhorar. Ganhou-lhe o gosto, a puta. Agora manda-me sms's a dizer que vai chegar, para que vá andando para o escritório e comece a bater uma. Obviamente, quando ela chega, "apanha-me" e daí a estar com três dedos ou um dos seus perfumes no rabo é um instante. Passámos a foder todos os dias, às vezes mais que uma vez. E vem-se com minetes. Já me foi confirmando em confissão que não lhe dou prazer quando a fodo e que raramente se vem se só fodermos. Mas agora até já me vai dizendo que a vida sexual dela está óptima e até já lhe fui ao cú, vejam bem.
Eu também ando muito mais contente. Sim, claro que continuo a bater à punheta, mas a diferença é que o faço às claras e sempre que me apetece. Sim, ela instaurou que não me devo refrear e que me posso masturbar sempre que queira.
Está bom de ver que o faz porque o tesão dela não depende do meu tesão e porque apanhar-me de pila na mão é sempre motivo para me enfiar os dedinhos no cú, ou como ela gosta de dizer "Vira-te lá, caralho".
Agora pretende presentear-me com um vibrador. Já andámos a ver tamanhos e, claro, já abordou o tema homosexualidade com comentários do género "e uma a sério, gostavas?" "Sim, mas sou casado", respondi-lhe assim que perguntou. "Puta", retorquio num segundo. E em pleno Cinema pôs as mãos por dentro das minhas calças e meteu-me três dedos de uma vez e sussurou "Cavalga caralho".
Delicia de matrimónio.