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Nos dias seguintes à enrabadela que me deu e a meu marido corno, R, no quarto de casal que divido com ele, e que meu filho mais velho assistiu deliciado por detrás da porta tocando punheta, meu amante Renato ausentou-se por motivos profissionais por curtos dias à Alemanha. Foi quase uma semana em que andei sem apanhar de ninguém pois que apesar dos muitos vibradores que possuo achei muito melhor estar com o tesão aguçado para quando Renato voltasse e enterrasse seu pauzão marca 22 na minha ratinha sedenta, tanto mais que me prometera compensar-me devidamente quando regressasse. Julgo que não era eu contudo quem mais sentia a falta da pila de meu amante. Rui meu filho mais velho que tal como o pai adora ver-me fodendo como uma puta enquanto descasca a banana à mão, privado agora dos nossos espectáculos ao vivo lá teve de voltar às punhetas no quarto enquanto consolava seus olhos com filmes porno que vê na NET. Mas desde que assistiu a nossas transas e sabe do que sou capaz noto que muitas vezes debaixo das calças seu caralhinho tão pequeno como o do pai cresce na minha presença levando-me a perguntar pela primeira vez se não lhe andará passando na cabeça a ideia de comer-me do mesmo jeito.
Meu corninho com quem ainda continuo casada no papel, dormindo no sótão sob o mesmo tecto, passou esses dias ainda mais aborrecido. Julgo que não tanto pela falta do cacete de Renato no seu cuzinho mas porque as suas noites sem me ouvir transando com ele são muito monótonas, e sobretudo porque estava com uma vontade doida de se esporrar.
- Por favor Sandrinha – suplicava ele todas as noites – não me importo nada de ser o teu corninho, até gosto, mas POR FAVOR, Sandrinha, minha querida, se não me queres esgalhar uma pívia deixa-me ao menos esgalhá-la eu que trago os colhões insuportavelmente cheios. Não há direito, vocês os dois até enrabado me fizeram ser perante nosso filho e não consentem que me alivie. Pelo menos podias deixar encostar a piça nas tuas mamas ou no cu enquanto eu esvaziava à mão. Renato nem ia saber.
Eu ria-me. Adoro ouvi-lo suplicar, humilhar-se perante mim ou meu amante. O que ele me pedia era impossível. O que Renato mais me exigira era que não o deixasse despejar apesar de ele há mais de dois meses não o fazer. A técnica da castração chama-lhe ele ainda que para mim me pareça uma castração muito demorada. Todas as noites antes de R se deitar na cama do sótão eu própria lhe colocava o cinto de castidade na pilinha amarrando-o ainda com uma corda de nylon atada à cintura passando e dividindo-lhe os tomatinhos a meio, puxando-o todo para trás de modo a não se poder entesar dizendo-lhe que quanto mais depressa ele perdesse o tesão mais cedo se veria livre de tal problema, e todas as manhãs confirmava que o pau se encontrava seco ainda que às vezes algo melado, falta insignificante que mesmo assim obedecendo às instruções de meu amante lhe valia ter açoitada a haste do membro faltoso e as bolas. Quanto mais R se queixava da continência que o forçávamos a manter mais eu apertava a corda deixando-lhe por baixo do cinto o pauzito inchadíssimo rebentando de tesão. Renato ameaçara de lhe arrancar a pele com o chicote se ele vertesse o leitinho dos tomates sem sua autorização ou minha e eu sabia que apesar do seu desespero R como bom masoquista que é não cairia na tentação de se masturbar durante o dia no emprego ou noutro local. Aliás basta eu apalpar-lhe as bolas pequeninas para ficar a saber se ele as despejou ou não. Assim o máximo que conseguiu de mim foi que lhe prometesse interceder pelos seus tomates mal ele voltasse desde que se calasse com tais lamúrias.
- Se não te calas com isso R – avisava-o- juro-te que não vais dormir apenas com o cinto de castidade pois te vedo a cabeça da pilinha com cera quente de vela e deixo-te assim toda a noite.
. Por isso enquanto meu amante andou fora lá em casa apenas meu filho Rui e a irmã Sandra tiveram actividade sexual- o primeiro com a mão e a segunda, mais safada como eu apesar de mais nova, com o namorado que arranjou há pouco tempo e que já lhe tirou os três.
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Na noite em que Renato chegou durante o banho que costumamos tomar em comum antes de nos deitarmos expus-lhe as queixas do corno. Já todos se tinham ido deitar ainda que pai e filho mais velho estivessem com toda a probabilidade acordados à espera de ruídos comprometedores vindos de nosso quarto.
- Ai o pilinhas anda com os colhões cheios? – ironizou ele – Também com o escasso volume deles não precisa de muita esporra para os encher. Pois bem vou fazê-lo despejar mas sem o fazer gozar. O corno vai-se vir todo mas nem vai sentir.
Sei o que é pois Renato já o fez na minha frente: massajando devidamente a próstata a um homem com seu pau ou com um vibrador meu amante consegue fazê-lo ejacular, coisa que já tentei imitar sem sucesso. Renato denotava algum cansaço e eu para o espicaçar expressei minhas dúvidas se o iria conseguir fazer de novo ao que ele logo me respondeu que ficasse descansada. Quando terminámos nosso banho Renato não se quis cobrir mas ordenou que eu vestisse uma babydoll azul sem mangas que é a sua cor preferida, bastante decotada tornando ainda mais apetecíveis minhas mamas carnudas e dando-me um pouco acima dos joelhos e sem mais nada vestido por baixo mandou-me chamar o corno. Chamei-o do corredor junto às escadas que conduzem ao sótão, muito próximo da porta do quarto de Rui, e fi-lo propositadamente ao invés de me dar ao trabalho de as subir para que meu filho se apercebesse e mais uma vez nos viesse espiar pensando que nós não sabemos. R desceu apressadamente ainda que sem saber se iria apenas tomar no cu ou se minha intercessão lhe iria valer o almejado gozo sob a forma de uma punheta consentida.
- Então tu meu piça curta – atirou-lhe Renato mal entramos e me viu fechar a porta à chave – andas-te a queixar que precisas de tirar o leite ao palito que tens ao penduro? De certeza que não estás pensando em tirá-lo na cona da Sandra ou no meu cu, pois não?
O ruído de uns passos furtivos de alguém que caminhava descalço no corredor fizeram-me perceber que o tarado do meu primogénito viciado em pornografia já se encontrava a postos pronto a brincar com a pilinha. Renato já me deu a entender que um destes dias vai-lhe fazer uma surpresa mas por agora a sua presença apenas serve para nos excitar mais. Fiz-lhe por isso sinal que podia continuar e R deve ter compreendido que nessa noite mais uma vez também seu cu iria ajudar a rechear a segóvia do filho. O pau de Renato já estava armado e a sua dimensão ainda mais descomunal e pejada de veias dilatas indicava-me claramente que também ele naqueles dias sem mim não se aliviara.
- Tira-lhe o cinto de castidade Sandra para eu ver como o teu corno tem o caralho.
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Quando o fiz mas deixando-lhe a corda que lhe dividia o saco dos tomates ao meio seu palito levantou embora me parecesse não apresentar a mesma dureza de outros tempos o que não admira tanto tempo tem passado amochado. Renato riu-se dizendo-lhe as mesmas coisas de sempre:
- Que piça insignificante. Não me surpreende que só possas ser corno e apanhar no cu. Diz lá Sandra, seduz-te abrir as pernas a um caralhinho assim?
E eu tendo de fazer o jogo dele retorquia-lhe o mesmo de sempre:
- Claro que não. Eu gosto de ser uma puta na cama e de ser fodida a sério pelo meu macho de verdade.
- E como é que um macho de verdade deve ter o caralho e os colhôes para consolar uma puta como tu?
- Graaaaandes. Enooooormes. Que quando me come o pito me faça sentir a piça na garganta.
Não sei como ficaria uma mulher que provasse cacete de tal tamanho mas a piroca de meu corninho além de levantada sacudia-se toda para cima e para baixo como se fosse esporrar. O caralho de Renato igualmente se achava bem insuflado e eu sentia um calor na rata….As costas da mão daquele assentaram com força mesmo na cabeça da pila de meu corninho obrigando-a a dobrar-se toda para baixo enquanto ele deixava escapar um urro de dor. A mão de Renato é bem mais pesada do que a minha.
- Que é isso corno, quem te mandou pensar em esporrar? Fica descansado que hás-de espremer todo o leite que trazes nos colhõzitos mas será só quando eu quiser e da forma que eu quiser, entendeste bem?
Mas é claro que a piça de meu marido desimpedida da pressão das calças e do cinto teimava em erguer-se. Renato então atou-lhe as mãos atrás das costas deixando-nos a todos ainda mais excitados, e colocando-o de joelhos pelos cabelos abriu-lhe as pernas colocando-lhes um afastador de tornozelos de 50 cms, e depois de lhe dizer que ele então estava finalmente na posição que as bichas cornudas deveriam estar sempre mandou que com uma chibata lhe sapateasse a pila até a deixar finalmente em baixo. Tarefa de que me incumbi a contento de todos, até do corno que apesar dos seus gemidos abafados para não acordar os nossos outros dois filhos, gosta de me ver exercendo meu domínio sobre ele e que ao fim de uma dúzia de vergastadas teve o efeito pretendido embora lhe tenha deixado a verga toda vermelha. Sabia que não iria tardar muito a vê-la de novo armada.
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- É assim que deves andar sempre corno, com a piça apontando ao chão já que a que tens não serve para foder. Aqui em casa o único que pode andar com ela de pé sou eu já que sou o único a ter piça e colhões de macho como a Sandra reconhece- e voltando-o a agarrar pelos cabelos puxou-lhe a cabeça para os seus quadris- abre a boca paneleiro mas não muito para que o meu caralho te entre nela à justa.
R abriu um pouco a boca e levou com aquele senhor cacete por ela dentro que Renato sempre gozando-o por ser pouco abonado se entreteve a foder longamente enfiando-lhe seu tubo comprido e volumoso pela garganta abaixo quase o fazendo sufocar. Meu clíctoris estava agora todo em pé e sentia um suminho escorrendo por mim abaixo obrigando-me a ir passando a mão pela minha pássara húmida e a ir metendo um dedo dentro dela bem devagarinho. O que eu não daria para ver meu filho tocando ao bicho naquele momento. Estava tão excitado que frequentemente podíamos escutar sua respiração ansiosa por detrás da porta. Aquele era sem dúvida um espectador que nos dava nota 20. Não tardou muito que entusiasmado com a foda oral o caralhinho pequenino de R se voltasse a erguer apesar do castigo que sofrera. Mas Renato não o queria ver de pé.
- Que é isso meu boi? Já não te disse que não te queria ver de pau feito? O chicote Sandra, depressa, o chicote. Quero que aqueças as costas a este corno enquanto lhe fodo a boca até o deixares com a piça mole.
Isso era mais fácil de dizer do que fazer apesar do tesão me tornar a mão mais enérgica como o comprovavam as expressões de dor que R fazia de cada vez que o látego lhe assentava nos lombos. Mas o chicote sempre teve o condão de tornar a piça de meu marido mais tesa e esta só voltou a murchar quando com o cabo dele a fiz provar a sua violência. R ia sufocando tamanha a sua vontade em gritar enquanto levava com aquele caralhão na sua boca. Quando Renato terminou de o foder sem se ter vindo foi a minha vez de lhe meter os meus dedos na boca para que meu cornudo os lambesse e chupasse.
- Lambe meu corno – dizia-lhe eu – lambe-os que sabem ao sumo do tesão da minha cona desejosa de provar um caralho enoooorme de macho a sério.
O pauzito de meu marido voltava a começar a erguer-se mas desta vez foram os meus joelhos usados algo energicamente que o fizeram acalmar. Renato contudo já se posicionava atrás dele com uma venda negra nas mãos e R compreendeu que nessa noite não escaparia de ter de dar o cu.
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- Colhões pequenos como os teus nem o direito deveriam ter de ver uma mulher nua –disse-lhe vendando-o- Colhões pequenos como os teus só deveriam ter o direito de apanhar no cu, mais nada, que é o que te vai suceder agora. Mas como sei que a Sandra gosta que lhe prestes alguns serviços sexuais que me recuso a fazer vou-lhe dar esse gosto enquanto te enrabo. Diz ao teu corno de que único modo um piça curto como este te consegue satisfazer.
Já ambos sabiam a resposta mas eu dei-a na mesma: com a boca. Renato mandou-me então despir a babydoll de modo a eu ficar inteiramente nua e pude perceber o desalento de R por também mais uma vez não me ver pelada. Renato gabando muito as minhas mamas empinadas e a estreitinha tira de pentelhos castanhos que me manda aparar e que parecem uma estrada conduzindo-me à cona pediu ainda que lhe fizesse um broche antes de meter no cu de meu cônjugue. Só quando Renato começou a encabar R é que me deitei à largura da cama e mandei meu marido vendado fazer-me o minete. Que sensação deliciosa ter a parreca e os lábios lambidos por um homem com o pau e os tomates pequeninos e que se encontrava a apanhar no cu de outro bem mais avantajado.
- Oh sim, lambe-me bem a cona meu corninho. Não tens uma grande piça mas a tua língua é maravilhosa, ohhhh, lambe-me toda – dizia-lhe. E acrescentava vendo a cara de satisfação de meu amante enquanto o comia - Ohhh, que pena não ter também uma piça e poder ir-te igualmente ao cu.
Renato ia alimentando o clima com suas palavras:
- Se gozas, corno manso desfaço-te os tomatinhos a pontapé e então é que eles não te servem mais para nada. Eu sei: querias ver a cona da minha puta de quem te consolaste de lhe esporrar nas mamas, não querias meio capado? Mas não vais ver mais cona nenhuma te asseguro – com tais impropérios, as palmadas desferidas nas nádegas e o tesão contido dos últimos dois meses R só deveria estar querendo ter uma mão livre para se poder punhetear contratempo que meu filho punheteiro atrás da porta não tinha, por isso o barulho abafado da sua solitária era cada vez mais perceptível. Vim-me na boca de R em pouco tempo mas como Renato não terminava a enrabadela obriguei-o a engolir meu gozo e a continuar o minete.
- Continua meu corninho, continua, já há muito tempo que não provava essa língua gostosa, isso mete na minha parreca, mete, lambe, laaambe, laaambe mais meu corninho meu pilinhas.
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Renato deu-lhe durante uns dez minutos ou mais. Não me mandara atar-lhe um prendedor de pilas como de costume mas quando a de R excitada se levantava logo um de nós lhe assentava uma palmada forte com as mãos ou os pés até a fazer baixar de novo. Apesar de me ter vindo começava a sentir tesão outra vez. O cu de meu marido já vai estando habituado a provar uns cacetes por isso não se queixou muito mas ficou com um buraco jeitoso. Quando Renato acabou de lhe ir ao cu é que vi uma grande mancha branca leitosa no chão. R esporrara-se todo e não dera fé, nem eu lhe sentira qualquer gozo enquanto ele me lambia. Renato era mesmo um talento a fazer aquilo. A piça de R continuava em pé embora meu amante me garantisse ter-lhe tirado todo o leitinho dos colhões. Meu filho já se teria vindo igualmente? Não parecia pois aos meus ouvidos apurados ainda continuavam chegando ecos de sua respiração ofegante e dos movimentos da sua mão. Ri-me. Com tanta coçadela meu filho mais velho ainda iria acabar esfolando a grila.
- Espreme-lhe bem os colhões, Sandra, para veres como os tem vazios.
Apear de vendado vi que R estava desconsolado por ter derramado seu leitinho sem se aperceber e sem ter sentido prazer. Apertei-lhe os guizos nas minhas mãos espalmando-os quase por inteiro o que lhe valeu soltar mais uns gemidos de dor, uma ou outra gota que ainda se achava no interior daquelas bolinhas saiu pela cabecinha da sua picinha mas no conjunto podia-se dizer que Renato os dedixara secos.
- Agora já não te podes queixar por uns tempos corno. Ainda que não saiba se te voltarei a fazer despejá-los. Mas não penses que os vestígios do teu leite vão ficar aqui no chão. Vamos lambe-os boi manso – e agarrando-o pelos cabelos assentava-lha a cara mesmo em cima da esporra vertida para que ele lambesse o que R fez ainda que tivesse demorado algum tempo pois ela ia secando e ficava mais difícil. Mas meu amante sabia que eu não estava totalmente satisfeita. E ia agora dar-me a recompensa como sempre e que de certo modo também é uma recompensa para meu corninho mais do que aquela esporradela que ele não sentiu. Renato ia comer-me na sua frente. Por isso se voltou para mim – Diz lá Sandra já gozaste esta noite?
Disse-lhe que sim na boca do enrabado. E ficaste satisfeita, quis saber.
-Claro que não, eu gosto é de sentir um cacete grandioso de macho abonado ejaculando dentro de mim, de preferência na minha rata porque só isso me satisfaz plenamente – respondi-lhe.
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- Então veste a babydoll novamente – ordenou-me – não quero que o piça minúscula te veja a cona ou o cu. Não quero que ele veja nada do que é teu e que só eu tenho o direito de dispor. E depois tira-lhe a venda e volta a colocar-lhe o cinto de castidade que eu quero que o corno me veja fodendo-te para lhe mostrar como um homem de verdade satisfaz uma mulher quente como tu.
Coloquei a babydoll, apertei-lhe bem o cinto para não o deixar entesar-se e obedecendo mais uma vez às ordens de Renato coloquei-me de quatro em cima da cama. Este levantando-me a parte de baixo da mesma mas sem deixar meu marido ver-me as partes íntimas penetrou-me quase em simultâneo com os dedos o cu e o pito elogiando os dois buracos abertos, dizendo serem a evidência da minha experiência. Quando os tirou da rata encharcadíssimos do meu mel deu-mos a lamber o que fiz deliciada pois gosto do paladar doce do meu tesão.
- És mesmo uma putinha Sandra, por isso gosto tanto de ti – não é o único a dizer-me aquilo, qual o homem que não aprecia uma puta além dos que querem ir para o Céu? A cabeça do seu caralho roçava a entrada da minha coninha começando a lambuzá-la com o seu líquido. Renato não parava:
- Estás a ver corno? É assim que se come uma mulher, dando-lhe a provar o gosto de piça antes de a encabar.
Renato gosta mais de me ir ao cu do que ao pito e eu quando me mandou colocar de quatro pensei que ia ser igualmente sodomizada como o fora o corno, mas talvez para me recompensar da quase semana de abstinência que me fizera passar deu-me o gosto de me comer a rata. Primeiro por trás, à cão, e depois após uma chupadela que lhe fiz deixando-me cavalgá-lo com o seu pau espetado dentro de mim. Ohhhh, como eu precisava de uma tora daquelas! E que bem ela me fez! Quando o líquido seminal dos colhõezões de Renato foi cuspido aos jactos dentro de meu útero mentalmente agradeci os dias de castidade que me fizera passar porque nenhuma foda me soubera tão bem como aquela.
Só então desamarramos as mãos de R e o mandamos voltar para o sótão dando tempo para permitir a retirada de meu filho. Quando abri a porta do quarto para que meu marido saísse assomou-me logo às narinas um cheiro intenso a colhões e a sovacos suados que só podia ter sido causado pelo exercício de Rui. E na manhã seguinte quando o fui acordar para as aulas como faço sempre o cheiro a esporra era ainda mais intenso do que habitualmente. Pelos vistos, tal como as minhas fodas com Renato, também as punhetas de meu filho mais velho estão ficando cada vez melhores.
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Um gd beijo para todos os leitores que me têm escrito . Divirtam-se.