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Normalmente as noites de sexta para sábado eram passadas com a Silvia. Isto não era sinal que fosse noite certa para sexo, pelo menos para mim. Na verdade, cheguei a deitar-me mais de uma vez no lado esporrado da cama, em cima de sémen que não era meu.
Uma dessas vezes aconteceu quando a meio da noite a Silvia me acordou porque estava demasiado barulho na sala e queria um minete. Mal de mim se não aproveitasse e ainda de olho mal aberto apressei-me a meter-me entre aquelas longas pernas sempre lisas e a lamber-lhe a rata o melhor que sabia. E que bem sabia.
O barulho era a Runa a foder na sala com o seu amor dessa noite. A Runa era uma especialista do barulho de fundo, uma banda sonora de sexo entre Ai’s, Meu Deus’s e Fode-me, caralho, a Runa não sabia bem potenciar a voz e estava sempre com o volume entre o máximo e o mais que máximo. Exactamente por isso, ainda estava eu de língua açucarada naquele mel quando a ouvimos perfeitamente a anunciar o orgasmo. “ai, foda-se caralho” era a frase favorita. O gajo que estava com ela não foi de modas e anunciou o dele pouco depois com um “ Ai foda-se!”.
“pronto, já acabou”- disse a Silvia. Eu parei com o que estava a fazer e respondi-lhe, vendo-lhe a cara por entre o plano aproximado do seu montinho de pêlos púbicos e o plano mais distante do duro e grande par de mamas “ Nota-se !”. Ela adorava responder mal e tinha um feitio de cabra tremendo quando lhe cortava o prazer de lhe obedecer com comentários de gente/pessoa. “Cala-te e chupa!”. Eu assim fiz.
Acto continuo ouvimos um gargalhar da Runa atrás da porta. A Silvia apressou-se a convidá-los a entrar. Mais uma vez não podia acreditar que me iam apanhar de boca na botija.
“Então, a esta hora?” –disse a Runa.”Pensava que estavam a dormir”
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“Com o barulho que vocês fizeram? Impossível!”- Disse a Silvia.
“Opa, foi assim tão alto?”
“Foda-se, se foi alto?” – Disse ele. Ele era um armário. Um daqueles homens da musculação que têm a altura igual ao comprimento. Um bicho com uns braços perfeitamente disformes. Mas pouco delicado na fala.
“Olá, eu sou a Silvia. Ele é o …
“é o da piça pequena?”
A Silvia olhou para a Runa a rir-se. A Runa quase que se mijava de tanto rir. Eu parei de lamber e levantei a cabeça perfeitamente atónito com o que aquele bruto tinha acabado de dizer.
“O que é?” – Disse ele.
“ É esse mesmo. Piça pequena este é o …?”
“Paulo.” – Disse a Runa.
“Desculpa lá.” – Disse-me ele enquanto me esticou a mão e sorria por estar a ser inconvenientemente engraçado para elas.
“Vá, vamos embora” – Disse a Runa – “deixa-os estar à vontade”
“Não! Agora também quero ver a tua para poder comentar.”
Ele olhou a Runa e ela quase que parecia que lhe estava a recomendar que o fizesse tipo “Mostra, mostra”. Ele não se fez rogado e acto contínuo exibiu um caralho grossíssimo. A cabeça daquela cobra era enorme e mesmo flácida era maior que a minha tesa.
“Não é boa?”- Disse a Runa a querer a aprovação da amiga, como se estivesse a mostrar um par de sapatos novo.
“Estou a ver porque é que gritavas…”
“Queres?” – Disse ele.
“Não, estou com dores de cabeça”.
“E tu queres?” – Disse-me a Runa.
“Não” – Disse eu a sorrir.
“Ele?” – Exclamou o bicharoco
“Ele gosta de chupar. Diz que é uma maravilha”
“Se é chupar, pode chupar à vontade.”
“Queres mor? Chupa!”
“Não, não” – disse eu, a ver o que me estava destinado.
“Vá, chupa lá” – disse a Runa
“Anda cá, vá” – disse-me ele, engrossando a voz.
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Eu levantei-me da cama e ajoelhei-me no chão. Assim que ele aproximou aquilo tudo da minha cara, eu voltei a olhar a Silvia que já estava de cabeça assente nas palmas das mãos e de cotovelos no colchão, deitada de rabo nú para cima a contemplar a cena.
Comecei a lamber a cabeça daquele caralho. Ainda sabia a rata, ou não fosse este o mesmo que tinha acabado de sair da puta da runa. Assim que pus toda a cabeça na boca senti a pesada mão dele na minha nuca e comecei a sentir toda aquela carne a erguer-se em direcção ao meu céu da boca. Comecei a punheteá-lo e a mexer-lhe no saco dos tamates. Entretanto senti uma mão a descer-me as cuecas. A Silvia queria enfiar-me os dedos no cú e procurava a melhor maneira de o fazer.
Enquanto ele me começou a enfiar o mastro garganta abaixo, a Silvia encontrou forma de me enfiar dois dedos cú acima. Eu já estava em brasa. A minha pequena pila estava no ponto máximo de tesão e aquele sabor a picha só me fazia ir e vir com mais vontade, compassando o movimento com o entrar e sair de dois amorosos dedos que me estimulavam sem parar.
“Olha para ele a cavalgar nos meus dedos” – Disse a Silvia.
“Chupa, caralho”-Dizia ele.
“Deixa-me meter” – Pediu a runa. A Silvia acedeu.
Eu já chupava a um ritmo bem forte quando ele decidiu tirar o caralho da minha boca e oferece-lo à Silvia. Ela voltou a recusar. Isso aconteceu ao mesmo tempo que elas trocavam de posto no meu rabo deixando-me num segundo de orfandade de prazer. Não hesitei em procurar aquela verga para voltar a ter algo que justificasse o fluxo de esporra que sentia subir-me pela pila.
“Está cheio de fomeca o coitadinho”
“Olha, está-se a vir” – Dizia a runa enquanto me socava o cú com dois dedos bem mais esticados e sem problemas de delicadeza. “Que paneleireco!”
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“ò lindo, és tão putinha!” – Disse-me a Silvia enquanto me passou a mão pelas costas e pela base do pescoço que a rude mão do dono do meu alimento deixava descoberta.
“Vá, agora conitnua” – Obviamente devia-lhe uma bela esporradela. Ele tinha sido a memória que iria guardar daquela noite. Não parei de o mamar e para minha surpresa descobri que conseguia engolir todo aquele pau.
“Foda-se, que broche tão bom”
“Ele consegue meter tudo na boca” – Disse a runa.
“Eu nem a dele consigo” – Disse a minha Silvia.
“Estou-me a vir!” – Anunciou ele para elas. Sim, eu estava farto de saber, pois aquelas veias saídas e aquele inchaço que me tocava os dentes só podia anunciar um bom jorro de leite do dia.
Quando tudo aquilo chegou ao meu palato não foram mais que algumas gotas. A Runa havia-o secado e fiquei algo surpreendido pois tencionava engasgar-me e dar-lhe tudo o que ele merecia.
“Pode ter a piça pequena, mas lá que dá prazer dá”
A Runa, ainda de dedos no meu cú, perguntou-lhe a pergunta da bruxa má “Ele é melhor que ele?”.
O sorriso dele foi o espelho que não soube mentir.