Compare Preços de: Frigobar | Microondas | Forno | Geladeira | Fogão
Desde a manhã do último feriado, quinta-feira, em que fizemos meu filho mais velho assistir a nossa transa, que sabia que meu amante Renato ia querer ir mais longe. E não me enganei. Como ele aprecia tanto cu de homem como de mulher, não sei se não está querendo incutir em meu filho a ideia da normalidade em ser homem-fêmea de um macho como ele, mostrando-lhe que come o pai corno com a mesma facilidade com que me come a mim, predispondo-o assim a ser mais facilmente enrabado por ele, como julgo ser de facto essa sua intenção. Sempre apreciei actos gay e não posso deixar de achar graça imaginando que talvez meu filho venha a perder a virgindade apanhando de um homem, o meu, em vez de a perder dando para uma rapariga, tanto mais que meu amante já me admitiu adorar ir ao cu a homens com a pila pequena. E neste capítulo os meus dois filhos puxaram ao pai. Se for assim meu filho Rui vai ficar com o olho a arder, eu que o diga por experiência própria apesar de o ter bem mais aberto do que o dele.
Logo na sexta à noite Renato entrou-me em casa pois apesar da presença de meu corninho e filhos ele tem tal como eles a chave, com uns elementos metálicos desmontáveis que tratou de encaixar no quarto. Tratava-se de duas cruzes em X com base de suporte para se apoiarem no chão, cada uma da altura de um adulto com argolas de cadeado para os pulsos e pés. Uma sessão sadô para iniciar o final de semana vinha mesmo a calhar tanto mais que eu sei que Renato no decorrer delas apenas gosta de exercer violência física sobre indivíduos do seu sexo, pelo que apesar das duas cruzes onde com toda a certeza eu seria igualmente amarrada, apenas meu corninho provaria o peso da sua mão ou do seu chicote. E que tesão aquilo me fez
- Já que o punhetazinhas do teu filho apreciou tanto ver ontem a mãe sendo comida pelo seu macho abonado, vamos hoje dar-lhe um espectáculo ainda mais completo e incluir nele o corno do pai – disse-me ele – Assim não lhe vão restar dúvidas que sou o único homem da casa, e não tenho só uma puta fêmea mas duas. Que te parece, Sandra?
Renato sabe bem que nunca vou contra suas fantasias embora lhe possa pedir limites, pois é nessa base que assenta nossa relação. Igualmente sabe que nada me dispõe mais ao sexo do que ver meu amante fazendo de meu marido um boi manso. Por outro lado em nossa casa sempre encaramos a homossexualidade com naturalidade e pelo menos quer Rui quer a irmã Sandrinha comungam da nossa posição. Ver o pai apanhando no cu de meu amante como na véspera me vira a mim, não o chocaria por aí além. Se isso o levar a querer ter a mesma experiência não sei nem serei eu ou o pai quem nos oporemos. Acho até isso preferível do que vendo-o ficar só nas punhetas como faz presentemente. Por isso apenas quis saber:
- Vais deixar gozar o corno? – é assim que ele quer que mencione meu marido, R, quando estamos os dois.
- Nem penses! – exclamou logo – Os piça curta como o teu cornudo devem andar sempre com os colhões cheios. É essa a melhor maneira de os mantermos submissos.
Ache solteiros sexy em sua cidade...de graça!!!
Pois, a sua famosa técnica da castração que desde o inicio do nosso romance tem vindo a impor a R. Na verdade, intuitivamente, sempre o soube e por isso apesar da minha condição de puta ele foi o namorado que levou mais tempo a ganhar a direito de me comer embora gostasse muito dele e o visse sempre cheio de tesão.
Como era sexta-feira Sandrinha que começou a namorar há pouco, sai com o namorado e com amigos e nunca vem cedo. Paulinho o mais novo vai para a cama por volta das11 adormecendo pouco depois. Rui fecha-se no quarto vendo filmes porno e tocando punhetas, de ouvido à escuta tal como o pai aos ruídos do meu quarto, e se pressente que me estou entregando a Renato vem até à nossa porta ficando ali consolando o membro com a mão até terminarmos. Pai corno e filho punhetas, goza Renato, dizendo que com a idade de Rui já tinha metido em muito cu. Ainda lhe tento fazer ver que isso não serve de bitola aos outros já que cada um deve fazer sexo como mais gosta, mas debalde. Por isso depois do jantar antes de eu e Renato sairmos para o café dissemos ao corno para não sair para longe pois quando voltássemos queríamos que subisse connosco ao quarto. Sandrinha safada fez ar de riso pois deve pensar que planeávamos sexo a três e pai e filho mais velho, conhecendo-os como os conheço, devem ter ficado de cacete armado percebendo que tal ordem nada tinha de inocente.
Para abreviar basta dizer que quando Renato mandou meu corninho carregar-me ao colo até ao quarto como na nossa noite de núpcias, já Sandrinha saíra e Paulo dormia. Rui despedira-se de nós há tempos e com o som do pc desligado para não se ouvirem os gemidos das actrizes fodendo devia estar impaciente para que nos recolhêssemos e lhe proporcionássemos uma boa punheta
- Desta vez meia piça – disse-lhe meu amante quando nos encontrávamos no quarto, a porta cerrada pois nessa noite decidíramos que meu filho apenas ouviria, não veria Renato indo ao cu ao pai – não vais ficar só escutando. Como andas com vontade de foder, o teu cu vai me consolar o cacete. Sim porque os de tôco curto como tu só devem foder com o cu, o resto não serve para dar prazer a ninguém.
Mandou então que R se despisse e o despíssemos a ele. O caralho de ambos estava de pé embora o de meu amante fosse mais do dobro do que o palito de meu marido. Renato então desnudou-me ainda que não integralmente pois me deixou ficar o corpete azul, justo ao corpo de amarrar nas costas e me realça as mamas empinadas, o string negro com abertura sobre os lábios da parreca e totalmente aberto atrás de modo a deixar minhas duas entradas íntimas perfeitamente disponíveis, e é claro as meias negras até à virilha, bem como as sandálias brancas de tiras de atar nas pernas.
- Chupem-me o caralho os dois – ordenou em tom áspero e forte – E de joelhos.
Aproveite a vida, viva grandes romances ai na sua cidade!!!
Prontamente lhe obedecemos e o começamos a chupar. R, tantos broches lhe fiz, aprendeu comigo e hoje mama um caralho tão bem como eu, ou quase. E também tal como eu não tem nojo em passar as mãos nos bagos do meu amante, apalpando-os e levando-os à boca.- Sois ambos duas boas putas. Tu meu corno eras bem capaz de ganhares melhor a vida fazendo broches na esquina, que muitas flausinas que se encontram na Praça do Marquês.
Seus comentários javardos e em voz alta tinham atraído já a atenção do meu punhetezinhas pois além de uma respiraçãozinha mais pesada que começava a ouvir-se junto à fechadura do quarto, ouvíamos igualmente o tchapp-tchapp de seus colhões balouçando, e um fsstt, fssstt da pila desenrascando-se com a mão. O corno também o pressentiu:
- Que barulhito é este? – perguntou. Renato agarrou-o pelos cabelos dizendo-lhe ao ouvido.
- Isto é o punhetas do teu filho que em vez de fazer como a irmã e sair para foder prefere ficar em casa escutando as fodas da mãe. Sabias que ainda ontem me viu comer-lhe o cu e o pito? E hoje vai ouvir-me também comer-te o cu, corno. Quem sabe se não acabarei ainda por lhe comer-lhe o cu igualmente? Afinal se o pai que tem uma piça tão pequena como a dele gosta e a mãe também não desdenha apanhar atrás, porque é que o filho não há-de gostar, hein?
Outro marido poderia ter reagido mal mas R está bem treinado por mim e submeteu-se como sempre.
- Isso, continuem a chupar-me os dois que vou-vos encher a boca com a minha esporra quentinha.
A respiração entrecortada e o ruído de movimentos manuais bem por trás da porta do quarto indicavam claramente que meu filho tinha um olho colado à fechadura tentando ver o máximo. Meu corninho estava tão entusiasmado como eu sabendo-se observado pelo primogénito que chupava a piroca de Renato com mais entusiasmo enquanto a sua própria se achava totalmente empinada para cima como só fica quando me vê corneando-o. Não tardou muito que meu amante se viesse abundantemente sobre nós os dois, não só na boca mas também no nosso rosto.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
- Não pensem que por ter despejado os tomates já os vossos cus vão se livrar de apanhar com a minha piça. Porque se isso acontecer é sinal que não a consegui pôr de pé e arrancar-vos-ei a pele por as vossas bocas me terem feito esporrar antes do tempo. E agora tratem-na de a limpar convenientemente com a língua
Eu e R sabíamos bem que Renato não precisa de muito tempo para ficar de novo de pau feito, mas meu filho nem imagino o que pensaria. De qualquer modo tratamos de a limpar tal como nos fora ordenado e quando acabamos, a verga embora ainda não estivesse levitando endurecera já um pouco. Não seria ela quem nos deixaria ficar mal ainda que não fossem apenas nossas bocas a deixá-la inchada de novo. Quando concluímos exigiu que déssemos idêntico tratamento no rosto um do outro o que nos fez ganhar uma boa dose de esporra extra na língua e quando também este trabalho ficou do seu agrado e nossas faces limpas recomeçou a humilhar meu marido.
-Nem quando estás com tesão, corno manso, a tua piça ganha as dimensões da piça de um homem a sério. É por isso que só serves mesmo para apanhar no cu e a tua mulher te põe os palitos. Ora se ela nem tesa se aproveita vamos tratar de lhe cortar o tesão e fazer de ti uma fêmea mais perfeita.
Pegando numa corda e dizendo não querer mexer numa piça tão mal formada ordenou-me que a passasse pela cintura do meu corno, e sem lhe cobrir o olho do cu a dispusesse por baixo das pernas dele de maneira a dividir-lhe o saco ao meio deixando-lhe um colhão de cada lado. Depois com um nó de forca estrangulei seu piçalho e puxei-o todo para baixo com força pois apesar de pequenino R tinha-o bem duro. Renato achou o trabalho bem feito e mandou-me suspender-lhe na ponta da corda um peso de 100 gramas que já anteriormente utilizáramos no corno. R agora não podia levantar a piça embora sua excitação fosse tão intensa como a minha ou a de Renato.
-É assim que os meia piça devem tê-la sempre: murcha. Homens que nascem com piça curta deviam tê - la cortada à nascença para que desde pequenos se habituassem a só foder com o cu- escarnecia este puxando-lhe o pau pela ponta da corda, fazendo-o dobrar-se todo em direcção a seu anûs enquanto proferia estes comentários destinados também e sobretudo a meu filho: – Meu pilinhas, gostas de tocar punheta não é? Como tens a pila pequena achas mais piada a fazer sexo sozinho do que acompanhado. Pois que pena não teres uma vara grande como a minha sempre a podias meter no cu quando te desse o tesão. Vamos lá a ver se ela entra. Vem ajudar-me Sandra, a ver se conseguimos fazer o teu corno ir ao cu a ele próprio.
Os gemidos de dor de R provocam-me sempre um tesão danado principalmente se provocados por mim. Estiquei por isso ao máximo a corda quase lhe arrancando os instrumentos enquanto ele em uivos de dor pedia que parássemos. Mas nós rindo-nos muito apenas lhe dizíamos que agora sua picha e seus colhões estavam finalmente começando a ter tamanho de homem e que a continuarmos assim ele ficaria com uma piça quase tão grande como a de Renato, capaz de fazer perder a cabeça a qualquer mulher. Então depois é que podes começar a pensar em foder com ela em vez de o fazeres com o cu, acrescentou meu amante. No entanto por mais que a dobrasse e esticasse sua pilinha nem de perto lhe chegava ao olho do cu. Renato meio curvado, para lhe demonstrar a superioridade do tamanho da sua mandou-me que por trás lhe puxasse o caralho na direcção do seu cu. Como ainda não estava duro não foi difícil fazê-lo e de facto pudemos constatar que a cabeça do mesmo encostava na entrada do olhinho do canal traseiro.
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
- Estás a ver corno o que faz uma verdadeira piça de homem? – gabava-se meu amante – E é de piças assim grandes que as mulheres como a Sandra e os paneleiros que gostam de apanhar no cu preferem.
Uma batida ligeira na porta de vez em quando testemunhava-nos que as mãos de meu filho continuavam ocupadas esgalhando sua pívia. Meu amante decidiu então mostrar-lhe todo seu poder sobre nós os dois. Sem lhe remover o peso da grila, determinou que eu amarrasse o corno numa das cruzes e lhe fixasse um prendedor de seios antes de ele próprio me amarrar na outra. Empunhando então o chicote de tiras entreteve-se longamente a chicoteá-lo. Quando acabou de o chicotear pegou numa chibata e baixando a parte superior da cruz que era amovível fez dela um tampo onde o peito de R ficou apoiado deixando-lhe o rabo submissamente empinado, palmatoando-o até lhe deixar vermelhas as nádegas, e os tomates dizendo-lhe ser bem melhor meter num rabo amassado do que num duro e que bagos daquele tamanho bem mereciam ser castigados, arrancando-lhe desse modo mais uns gemidos intensos de dor.
Acho que tal como a mim nada dá mais tesão a meu amante do que bater num homem. Ficamos por isso os dois num estado que não dá para descrever. Eu pingava sumo pelas pernas abaixo e só queria que chegasse rapidamente a vez de Renato me meter a vara. Com a voz muito dengosa, e apesar de saber que ele aprecia mais ir-me ao cu do que à rata pedi-lhe por favor que consolasse a sua puta cuja cona aguardava ansiosamente por seu caralho tão gostoso. Renato embora retorquindo-me não estar a pensar ir-me ao grelo como na véspera fez-me no entanto a vontade dizendo que o cu do paneleiro cornudo podia esperar mais um bocado por seu cacete. Baixando a parte de cima do X colocou-me na mesma posição de R e avisando-me para não me vir fodeu-me longamente a pássara metendo primeiro os dedos por dentro da abertura da calcinha antes de introduzir nela sua tora de carne e músculos, sempre gabando muito a facilidade com que minha greta se abre para receber coisas grossas. Tens mesmo cona de verdadeira mulher Sandra, dizia-me ele, e por isso és assim tão puta e deliciosa. Só não gozei porque ele não o queria mas ter sentido sua pila dentro da minha rata, ainda que sem ejaculação, acalmou-me um pouco os calores.
- Tens saudades do gosto do paladar da coninha da tua puta gordinha, corno? – perguntou Renato a R vendo-o comprimindo seu caralhinho amarrado e cheio de vontade de se pôr em pé na dobra do X, tentando aliviar o tesão que nossa transa lhe provocara. – Então vais-me chupar a piça que está bem molhada com o sumo da cona dela.
Meu marido corninho voltou a chupá-la e não duvido que esta segunda chupada lhe tenha sabido melhor do que a primeiro atendendo ao buraco de onde a coisa chupada tinha acabado de sair.
- Agora tu Sandra, quero que me pregues uma valente cuspidela na gaita- exigiu-me ele no fim de ser chupado por R, encostando-ma aos lábios.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
Enchi minha boca de saliva até a embolar antes de lhe pregar uma valente cuspidela por todo o seu pau espalhando-a com a língua. Renato virou-se de novo para o corno.
- É este o creme anal que teu cu tem direito a provar, meu boi. Cu de paneleiro e ainda para mais cornudo só tem direito a provar creme de saliva ou de esporra de macho.
É verdade que R ainda foi enrabado pelos dedos de Renato antes de levar com a piroca no cu, mas como já há algum tempo não provava cacete nele, gemeu e contorceu-se todo sendo penetrado. O que lhe fez levar com mais umas palmadas nas nalgas e escutar os habituais desaforos de Renato.
- Que é isso, bichinha? Não estás gostando? Mostra ao menos que aguentas foder com o cu já que não prestas para foder com a piça como os homens de verdade. Ou será que nem para apanhares no cu serves? Pois eu tenho muito gosto em abrir-te o cu como o dos paneleiros de rua, entendes?
Renato enrabou-o pelo tempo que quis, puxando e dobrando com frequência o prendedor de mamilos até se fartar dele. Apesar do som intenso dos colhões de Renato ecoar pelo quarto percebi que quanto mais R gemia mais a punheta de meu filho no corredor aumentava de ritmo. Quando Renato tirou do cu dele seu pau armado enfiou no meu. Como estou mais acostumada com as suas dimensões, não me custou tanto mas ainda assim gemi um bocado sentindo o olho sendo penetrado mas depois, como sempre, tratei de o aproveitar ao máximo. As mãos de Renato brincavam com meus mamilos já por fora do decote do corpete, e ele muito gostosamente tirando e metendo dizia a R que meu cu era melhor do que o seu, pelo menos eu não me queixava tanto quando tinha um caralho metido dentro dele. Quando se veio sua esporradela foi tão intensa que tive a sensação de ter ficado com os intestinos cheios do seu leitinho másculo. Renato desamarrou-nos então. Mas eu estava vendo navios pois meu orgasmo ainda não acontecera. E não queria nada ficar a seco como o corno. Meu amante sabendo isso mandou-me colocar a cinta peniana com que noutros tempos me servia para ir ao cu a R e colocá-la nele, dizendo-lhe:
- Se tivesses uma pixota como deve ser corno, deixava-te ir ao pito à Sandra uma vez que já estou satisfeito. Mas como não tens seria um insulto a ela deixar-te comê-la com a tua, habituada como está a ser bem servida pela minha. Como não ta consegui esticar o suficiente arranjei-te ao menos essa com que estou certo poderás a poderás satisfazer melhor.
Ache solteiros sexy em sua cidade!!!
Em cima da cama, de pernas abertas como nos meus tempos de puta, de calcinha aberta na racha da frente, fui então penetrada por aquela pila postiça de silicone de 20 cms. colocada à cinta de meu corno manso. E à medida que este deitado sobre mim na posição de missionário me ia fodendo desesperado por não estar metendo sua pila de verdade ainda amarrada, meu cruel amante puxava esta pela ponta da corda, para cima, para baixo, para os lados insensível a seus pedidos de misericórdia até eu com as pernas totalmente levantadas, enlaçando com elas a cintura de R para melhor sentir as estocadas daquele falo que me consolava toda, me vir satisfeita. Uns suspiros mais ou menos audíveis, umas encostadelas involuntárias na porta, faziam-nos crer que o meu primogénito presenciara tudo até ao fim, tal como nós queríamos, calado como um rato. Só sentimos seus passos descalços afastando-se no tapete em direcção a seu quarto onde com toda a certeza iria acabar a punheta para não deixar vestígios de langonha no corredor, quando Renato antes de mandar R subir para o sótão onde dorme me mandou cobrir-lhe a pila com o cinto de castidade, seu companheiro habitual de cama. Ainda bem que existem tais acessórios. Sem ele, tal como diz Renato, nem meu marido seria tão submisso, nem os lençóis da cama dele aguentariam mais de uma noite sem serem lavados. Quanto a meu filho deve andar satisfeitíssimo com os filmes pornos que lhe tenho proporcionado e só deve lamentar eles não terem reprise. E verdade se diga não é só ele.
Um gd bjinho para todos meus leitores especialmente para o que se diz meu fã nº1.
Sandra adoro saber q existem portuguesas como a minha amiga. Não me importava q me colocasse um cinto de castidade e me deixasse assistir a suas transas. Já q tem um admirador nº 1 considere-me seu admirador nº 2.
Colecciono todos os seus contos.
Bjjjjsss.