Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos de Gays

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Verão - Livro II | Capítulo 12 Gays the-guy 68 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 13 Gays the-guy 61 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 14 Gays the-guy 53 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 15 Gays the-guy 49 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 16 Gays the-guy 66 0 Nota 0
Verão - Livro II | Capítulo 17 Gays the-guy 57 0 Nota 0
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Verão - Livro II | Capítulo 20 Gays the-guy 77 0 Nota 0
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Da Webcam ao Delírio

Escrito dia 23 de maio de 2008 na categoria Gays por marcfauvel

Vou contar o que me aconteceu hoje, com uma simples bincadeira de webcam. Entrei no mirc e perguntei se alguém estava a fim de ver o meu pau. Esperei um pouco, dispensei uns caras e continuei esperando. De repente entrou um cara falando numa boa e pedindo para ir para o msn comigo. Dei meu endereço e abri o msn. Quando ele abriu a câmera, vi um pau enorme, perfeito, reto, duro, apontando para a direita. Parecia um carinha bem novo, magro, com a barriga e as coxas lisas. Quando abri minha câmera e ele viu o meu pau, disse que parecia menor que o dele mas que achava grosso e muito gostoso. Meu pau deu um pulo quando ele disse isso. Aí comecei a bater uma para ele ficar com mais tesão. Ele pegou no pau e começou a bater também. Mas aquilo não podia parar por ali e perguntei onde ele morava. Era no Rio e perguntei em que bairro. Era no Flamengo. Eu moro no Cosme Velho, para mim é mole ir lá. Não demorei a perguntar se dava para a gente se encontrar. Ele hesitou um pouco mas acabou dizendo o endereço, que eu identifiquei na hora. Perguntei se eu podia ir lá, ele demorou um opuco a responder. Insisti e ele disse que sim. Terminamos o papo e eu disse que chegaria lá em meia hora. Me vesti e saí.

Quando cheguei lá, foi ele mesmo que atendeu. Reconheci hora o rosto que eu tinha visto na câmera. Era um carinha magro, um pouco mais baixo que eu, de cabelo castanho, muito branco e estava com uma cara um pouco tensa. Eu disse “oi”, falei meu nome e ele me deixou entrar. Perguntei onde ficava o computador e ele me levou até o quarto, que tinha uma cama, um guarda-roupa, uma mesinha com o computador e uma janela grande que estava toda aberta mas de cortinas fechadas. Pedi a ele para me mostrar as fotos de sexo dele. Ele sentou na cadeira do computador e começou a me mostrar fotos. Perguntei quais as que davam mais tesão e ele abriu uma pasta cheia de fotos de trepadas. Algumas eu já tinha até visto, mas a maioria era de fodas por trás, com as meninas de quatro e os carinhas metendo na buceta ou no cu. Meu pau logo subiu e vi que o dele também. Comentei que isso dava tesão nele e ele disse que sim. Aí falei que ele ficava com tesão de ver pau, senão a gente não teria se conhecido. Ele concordou e eu perguntei se ele tinha fotos de caras. Ele tinha uma pasta escondida cheinha de trepadas de gays teens. Quando ele abriu, percebi que ele ficou todo aceso, me mostrando as fotos como se ele conhecesse de cor todas elas, em detalhes. Olhei para baixo e vi o pau dele pulando dentro da bermuda. Aí perguntei se ele sentia tesão vendo homem. Ele disse que não era bem isso, mas que ver pau duro dava muito tesão nele, como se ele estivesse se vendo. Quando ele falou isso, eu abri minha bermuda, baixei a cueca e deixei meu pau sair. Ele não percebeu na hora, então perguntei se ele gostava de ver ao vivo também. Ele olhou para mim e ficou meio sem jeito quando topou com o meu pau duro. Fingindo não querer olhar diretamente, ele continuou a me mostrar as fotos mas percebi que ele me olhava com o canto do olho. Eu fiquei olhando as fotos e mexendo no meu pau como se estivesse tocando uma punheta bem devagar. Olhei novamente para o colo dele e vi que o pau estava duro como o meu. Perguntei se ele não queria ficar de pau para fora também. Ele topou e abriu a calça, colocando para fora o pau que eu já tinha visto na webcam. Era grande, na verdade era maior que o meu. Devia ter uns dezoito centímetros, como ele tinha dito antes. Fiquei espantado porque ele era bem mais baixo que eu. Meu pau era mais grosso, mas o dele era bem mais comprido. Cheguei mais perto para ver as fotos e perguntei se ele não tinha vontade de bater uma olhando. Ele então pegou no pau e começou lentamente a masturbá-lo. As fotos eram tesudas, com carinhas bem jovens chupando, beijando, fazendo 69, tocando punheta um para o outro, enfiando o dedinho no cu e transando em todas as posições. Meu pau não baixava mais. Então começaram as fotos de bunda e eu fiquei doido com algumas, que pareciam de mulher. Meu pau estava tão duro que espontaneamente eu perguntei se ele não queria sentir. A reação foi instantânea: “Ei, não sou viado não!” Respondi que eu sabia mas que como eu estava ali pensei que a gente fosse fazer alguma coisa a mais. Ele disse que topava uma punheta a dois mas só isso. Então eu disse que não via o menor problema em pegar no pau de alguém. Ele duvidou e eu perguntei se ele me deixava pegar no dele. Assim que ele consentiu, abaixei e empunhei o pau longo e duro. Ele estremeceu de incredulidade e tesão, sorrindo. Larguei o pau dele e o desafiei a fazer o mesmo. Ele então tomou coragem e pegou no meu pau, que estava a poucos centímetros, do seu lado direito. Achei a sensação o máximo, mas durou pouco e ele logo voltou a ver foto no computador. Ele tinha um montão de fotos de bunda, não acabava mais. Comentei que ele era fissurado por bunda, ele concordou. Então perguntei se ele topava mostrar a bunda para mim e eu para ele. Mais uma vez ele hesitou e tive que tomar a iniciativa. Baixando bem a bermuda, me virei e deixei que ele visse minha bunda todinha. Ele olhou diretamente para ela mas não fez nenhum comentário. Então pedi para ele fazer o mesmo. Muito sem jeito, ele saiu da cadeira, ficou de costas para mim e baixou a bermuda toda, mostrando uma bundinha curta, mas bem cheia e pesada, formando dois riscos fundos no alto das coxas. Fiquei louco de tesão e perguntei se podia tocar. Ele hesitou mais uma vez, queria se vestir, mas insisti até que por fim ele permitiu, sob a condição de que fosse muito rápido. Eu sabia exatamente o que queria fazer. Com as duas mãos, envolvi os dois gomos e fiquei sentindo aquela carne firme e macia entre meus dedos. Ele logo se virou e exigiu poder fazer o mesmo. Não vi problema e ele logo apalpava minha bunda. Mas senti que ele o fazia sem convicção alguma, ao contrário do que senti quando ele segurou meu pau. Virei-me bruscamente e meu pau resvalou na sua mão, que ele tinha retirado rapidamente do meu corpo. Ele não gostou muito, mas eu lhe disse que não tinha cabimento eu estar ali se não íamos fazer nada juntos. Ele então me perguntou o que eu queria que nós fizéssemos juntos.

Eu estava completamente excitado e convicto de desejar ardentemente chupar aquele pau, comer aquela bundinha, dar uns beijos no garoto. Ele parecia estar com as idéias confusas mas ter muita curiosidade. O que fiz pode ter parecido extremo, mas foi a solução que encontrei. Me pus de joelhos ao lado dele, tirei o pau de sua mão e fiquei olhando. Ele ficou me olhando com as mãos no ar. Então pus na boca. Ele ficou espantadíssimo, chegando a perguntar “Que é isso, cara?” Mas não me fiz de rogado e continuei chupando forte. Ele colocava a mão por cima da minha para tentar me fazer ir mais devagar, talvez por medo de gozar precocemente, mas eu não parava de chupar e sugar com força. Ele foi ficando tão nervoso que acabou roubando o pau de mim e tirando da minha boca. Perguntei se tinha doído. Ele respondeu que não e ficou sem graça. Então perguntei se ele não queria me chupar também e ele disse que não. Insisti, dizendo que era gostoso e que só nós dois iríamos ficar sabendo, mas ele não quis saber e continuou negando. Então mostrei as fotos que havia na tela e perguntei se algum dos carinhas ali estava sem um pedaço do pau. Ele riu da piada. Me aproximei mais, com o pau bem duro na mão, oferecendo a ele. Só então ele o pegou, mas não colocou na boca. Fiquei mexendo a cintura para fazer o meu pau ir e vir na mão dele, enquanto eu tentava convencê-lo de deixar pelo menos a cabecinha entrar. Finalmente, ele foi aproximando a boca e acabou colocando a cabeça entre os lábios, mas fazendo uma careta de nojo. Eu disse que tinha feito com ele e que não tinha aprontado aquela cara. Ele então se controlou e deixou a cabeça escorregar toda para dentro, ficando com a metade do meu pau na boca. Ele não queria fazer como eu, chupar de verdade. Ficou só com meu pau na boca sem fazer nada. Fui eu que comecei a mexer, tentando entrar e sair da boca dele. Ele reagiu mas eu pedi para ele deixar, já pegando no pau dele para empatar um pouco. Acho que ele sentiu que assim era mais justo e me permitiu foder um pouco com a sua boquinha. Mas não demorou muito e ele afastou a boca. Então perguntei a ele o que ele queria que eu fizesse. Ele pensou um pouco e perguntou o que eu tinha coragem de fazer. Respondi “tudo” e ele me pediu para mostrar a bunda para ele. Me virei e mostrei. O pau dele subiu na hora. Falei para ele bater uma enquanto me olhava. Pronto, eu tinha descoberto o segredo. Ele estava louco para ver uma bunda. Assim que descobri isso fui para o chão ficar de quatro com a bunda bem empinada e olhando para trás para ver o que ele estava fazendo. Ele não tirava o olho do meu rabo e se punhetava freneticamente. Cheio de tesão, resolvi ser ainda mais ousado e perguntei se ele não queria vir. Ele saiu da cadeira e me agarrou por trás, esfregando o pau duro na minha bunda. Aquilo começou a me excitar como nunca. Eu estava todo empinado e ele estava agarrado na minha cintura, passando o pau todo babado pelo meu rego. Nem precisei perguntar se ele estava gostando. Deixei que ele se divertisse um pouco e, como ele não tinha coragem para ir adiante, pedi para a gente inverter as posições. Ele estava com tanto tesão que desta vez nao hesitou e foi para o chão, de quatro. Fui para trás dele, esfreguei várias vezes minha pica no reguinho daquela bunda bochechuda e, quando meu pau começou a babar de verdade, encostei a cabeça bem reta diretamente no buraquinho. Ele tomou um susto mas eu disse para ele relaxar, que ia ser muito gostoso. Ele tentou dizer que isso ele não queria mas comecei a acariciar o pau dele enquanto o meu ia para cima e para baixo escorregando no reguinho branco. Ele se acalmou e eu tornei a dizer que não ia doer nada e que ele ia poder fazer em mim depois. Ele consentiu e voltei a encostar a cabeça do pau diretamente no buraquinho do cu. Firmei as mãos e comecei a puxar a cintura dele na minha direção enquanto eu fazia o contrário com a minha cintura. O buraquinho era bem apertado, tive primeiro que tentar alargar um pouco com o dedo, mas nem isso entrava eu logo ouvia reclamação. Precisei dizer que não era nada, que não ia doer e que ia ser muito gostoso se ele confiasse em mim e me deixasse continuar. Ele estava tão apreensivo que o pau dele amoleceu e ficou pendurado entre as pernas, a cabeça batendo no meio das coxas. Resolvi molhar bem o dedo com saliva e comecei a massagear o cuzinho, lentamente, em movimentos circulares, até que ele relaxou e começou a se abrir mais, deixando passar a pontinha do dedo. O garoto começou a ter prazer, pude sentir nisso porque ele começou a balançar o corpo para trás e para frente, fazendo meu dedo entrar um pouco mais e sair. De repente ele forçou o movimento para trás e eu deixei meu dedo parado até que ele se afundasse todo no cuzinho virgem. O menino disse que tinha entrado todo, que estava sentindo fundo. Eu então tirei o dedo que, para alegria minha, saiu limpo, e tornei a encostar a cabeça do pau. Quando ela encostou no buraquinho, separei bem os dois gomos da bundinha deliciosa e cuspi bem na cabeça. E comecei a empurrar. O cuzinho foi alargando e o garoto dizendo sem parar que já tinha entrado tudo, assustado com o alargamento e sentindo um pouco de pressão, mas não dor. O importante é a cabeça passar. Depois que ela passa, o pau escorrega todinho para dentro com a maior facilidade. São três centímetros de sofrimento para quatorze de prazer. Falei isso e ele se acalmou um pouco. O cuzinho foi sendo alargado até chegar ao diâmetro máximo. Fiquei parado durante uns segundos para que o garoto se acostumasse com essa abertura. Ele virava a cabeça para trás para me olhar bem nos olhos e eu via seu ar preocupado, culpado, arrependido. Eu fazia um sorriso, piscava o olho e dizia que estava tudo indo bem. Quando senti que ele finalmente relaxou completamente, empurrei mais e a cabeça pulou para dentro, permitindo que o cu se fechasse com toda a força sobre o tronco do meu pau. Quase gozei com essa sensação do cuzinho virgem querendo voltar à posição de repouso e enforcando meu pau. Cuspi mais no talo e deslizei para dentro do garoto, que jogou novamente a cabeça para trás e soltou ruidosamente o ar dos pulmões, como se voltasse à tona de um mergulho. Assim que a minha virilha tocou na bundinha branca, agarrei firmemente a cintura e fiquei fazendo movimentos circulares para alargar o cuzinho e provocar sensações diferentes. O garoto gemia e arqueava a coluna, empinando-se todo, depois tirou uma das mãos do chão e levou atrás do saco, para tocar o meu pau e ver o quanto havia entrado em seu cuzinho, assustando-se e voltando a olhar para mim em busca de palavras de reconforto. Percebi que ele estava preocupado com a idéia de que aquilo o estivesse tornando viado. Eu me antecipei e disse que o que estávamos fazendo era pelo puro prazer e que ele ia poder fazer tudo comigo. Isso o tranqüilizou e ele se entregou mais um pouco, curtindo um pouco do próprio prazer, que ele finalmente admitia. Sempre dentro dele, tornei a procurar seu pau - que havia amolecido por completo - e o empunhei. Logo senti a ereção e comecei a masturbá-lo lentamente para evitar o gozo. A comprovação do relaxamento máximo veio logo, quando ele se ergueu nos joelhos, pegou seu pau e começou a se masturbar sozinho, deixando-me envolvê-lo com os braços pela cintura e barriga. Foi nesse momento que eu comecei realmente a fodê-lo, entrando e saindo de seu cuzinho agora dilatado e úmido. Ele me ajudava, pressionando a bunda contra mim a cada estocada. Perguntei se ele sentia ainda algum desconforto, alguma dor. Ele disse que não, que estava gostoso. Então comecei a acelerar e fui chegando ao clímax. Ele voltou a ficar de quatro com as costas totalmente curvas para baixo e a bunda linda empinada. Pelo lado, eu via seu rosto vermelho fixo no chão. Ele estava concentrado no próprio prazer e isso fazia meu tesão disparar. Entrei num ritmo rápido e constante que deve ter provocado uma sensação deliciosa e quente na borda do cuzinho porque o garoto começou a gemer sem parar. Meu tesão foi a mil e logo senti o orgasmo tomar conta do meu pau, provocando aquela sensação tão conhecida de quase-dor para logo depois explodir, causando os espasmos que provocam os jatos sucessivos de esperma quente. Meus movimentos foram tão frenéticos e eu bati com tanta força contra a bunda do garoto que ele gritava como se estivesse sentindo vertigem de montanha russa. Eu quis aproveitar ao máximo daquele cuzinho virgem e dei muito mais golpes que de costume, forçando-me a manter o pau duro e ejaculando tudo que fosse possível no interior do reto apertado. Assim que comecei a gozar, o garoto não se agüentou nas mãos e tinha passado a apoiar-se nos antebraços, descansando a cabeça sobre eles, de tal modo que eu podia ver todas as expressões que o prazer mais extremo da sua vida até então estava arrancando do seu rosto. Sua boca estava sensualmente entreaberta, os lábios frouxos. Os olhos estavam parados, provavelmente sem foco, visando algum ponto distante, num plano paralelo ao do chão de tábua corrida. Ele se entregou completamente ao prazer e consegiu extrair o máximo daquela experiência. Foi essa visão do extremo prazer que me manteve de pau duro até o fim quando, não resistindo mais a pressão do cu e o atrito na cabeça já sem tesão, o tirei e fiquei olhando, exausto, para o corpo molhado e ainda vibrante. Assim que o tirei, o garoto quis vê-lo. Mostrá-lo me deu um suplemento de tesão e me veio uma idéia que costuma funcionar com as meninas. Deitando-me de lado com o pau perto da cabeça do garoto, convidei-o a chupar, ao mesmo tempo que bolinei sua bunda e ainda dedei seu cu semiaberto. Para espanto meu ele não ofereceu nenhuma resistência, e pegando meu pau, mamou-o com força, como um picolé, da cabeça ao talo. Meu pau já não estava mais tão duro e entrou todinho na boca macia, amolecida pelo prazer. Então fiz sinal de que ele podia aproximar seu corpo de mim e vi seu pau enorme, semiduro, ao alcance da boca. Sem que ele suspeitasse, também abocanhei-o, provocoando um sacolejo das pernas. Ficamos num longo 69 e logo percebi que o garoto não mostrava nenhum interesse em inverter os papéis. Ele estava inteiramente saciado daquela forma. Não deduzi disso que ele tivesse alguma tendência passiva mas apenas constatei que, de fato, cada coisa tem seu tempo. Ele demonstrou o maior prazer em chupar meu pau e sentir o meu em sua boca. Quanto a mim, ter na boca aquela pica - enorme para um adolescente - me fez entrar num estado de semitranse, como se minha boca pudesses gozar. Instintivamente eu o deixei fodê-la e ele se perdeu nela como se fosse um cu ou uma buceta. Tanto assim que, em cinco ou dez minutos, senti que ele ia gozar. Seu corpo retesou-se todo e ele veio segurar o mastro com uma das mãos, masturbando-o com toda a força. Em segundos, esguixou jatos espessos e fortes na minha boca, que eu tinha aberto ao máximo para recebê-los sem desperdício. Ele esguichou fundo, não pude deixar de engolir o primeiro jato. Depois vieram os outros, que encheram de porra viscosa a minha boca já cheia de saliva. O enorme cacete deslizava naquilo tudo, batendo no céu da boca e, por vezes, tentando mergulhar garganta adentro. Numa das vezes, por um feliz descuido, eu o deixei prosseguir e pude sentir a cabeça atravessando a glote como se ela fosse um segundo cu mais profundo. Num reflexo, meus lábios se fecharam sobre o talo grosso e fiquei sentindo aquele corpo enorme deslizando sobre a minha língua e esfregando minha garganta como se fosse uma serpente tentando entrar no meu corpo. A experiência durou pouco, mas desde aquele dia tenho sentido muita vontade de repeti-la com mais tempo e num início de foda. O resultado foi que acabei engoilindo todo o gozo do menino, que foi sendo levado garganta adentro pela pica que abriu o caminho. Quando ele a tirou da minha boca, só restava um pouco do que havia transbordado e escorrido pelo rosto. O garoto estava não só fascinado, mas impressionado com o que vira e fizera comigo. Ficamos um tempão deitados de costas no chão, até que ele se levantou e começou a recolocar a roupa. Perguntei se ele não queria fazer nada comigo, mas ele recusou sorrindo, dizendo que ia cobrar da próxima vez. A possibilidade de um novo encontro me deixou com tesão. Trocamos emails e fui embora de pau duro. Estou louco para voltar lá.

Comentários 1 Comentários

  • stargate50BH stargate50BH

    Comentário feito por stargate50BH 15.05.2010

    Que relato delicioso, e escrito há tanto tempo...

    Delícia, Marc. Delícia.

    Preciso bater uma agora e me aliviar.

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