Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 784 2 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 810 2 Nota 5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 779 2 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1290 3 Nota 4.5
O Minete do Namorado Corno Depois de Ter Transado Com Três Clientes Fetiche sandra 1204 2 Nota 4.5
Os Dois Cus e a Salada de Grelos que Meu Amante Comeu à Chegada 1 1 Comentários Orgias sandra 2320 9 Nota 4
MEU MARIDO, MEU PANASQUINHA Fetiche sandra 2579 5 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - II Parte 1 1 Comentários Traição sandra 3576 13 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS- I Parte Exibicionismo sandra 5464 12 Nota 4.5
HUMILHAÇÃO PÚBLICA DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA Exibicionismo sandra 1946 15 Nota 4.5
O ORGASMO DOS MEIAS PILA 2 2 Comentários Fetiche sandra 1196 8 Nota 4.5
Apanhando Com Leite de três nas Minhas Duas Gretas 1 1 Comentários Incesto sandra 4815 18 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3562 7 Nota 4.5
VIOLAÇÃO CONSENSUAL NO BUNGALOW Traição sandra 4160 14 Nota 4.5
TREPADA E BOCHECHO NO TÁXI 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 3603 16 Nota 4.5
NOVA ENRABADELA A TRÊS 1 1 Comentários Orgias sandra 1849 8 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2613 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5070 17 Nota 4.5
O TESTE DO CORNO Traição sandra 4292 17 Nota 4.5
CONFISSÕES POÉTICAS DE UMA MULHER CASADA MUITO SAFADA 2 2 Comentários Traição sandra 3219 23 Nota 4.5
PUNHETA COM MEU FILHO 2 2 Comentários Incesto sandra 19137 24 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3106 15 Nota 4.5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4725 22 Nota 4.5
A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ 4 4 Comentários Exibicionismo sandra 6992 20 Nota 4.5
COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS Exibicionismo sandra 3762 15 Nota 4.5
ORGIA ANAL COM MEU AMANTE Orgias sandra 3993 16 Nota 4.5
PILADA NA PRAIA Exibicionismo sandra 4429 11 Nota 4.5
A NOITE PASSADA NA CAMA DO CORNO Traição sandra 5813 11 Nota 4.5
FANTASIA SEXUAL NA CELA Fetiche sandra 2749 18 Nota 4.5
DESBUNDA ANAL NO FINAL DA TARDE Orgias sandra 5882 16 Nota 4.5
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4498 17 Nota 4.5
CONSOLANDO MEU AMANTE COM O CU E O MARIDO CORNO COM AS CALCINHAS Exibicionismo sandra 4065 23 Nota 4.5
A FESTA DO BROCHE EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 4684 28 Nota 4.5
A TRANSA QUE FEZ MEU NOIVO GANHAR FAMA DE CORNO Traição sandra 4160 30 Nota 4.5
TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA Exibicionismo sandra 3676 21 Nota 4.5
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA Exibicionismo sandra 2252 24 Nota 4.5
SODOMIZADA PELO AMANTE NA CAMA DE CASAL Traição sandra 1865 16 Nota 4.5
CORNEANDO MEU MARIDO NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2536 11 Nota 4.5
DUPLA PENETRAÇÃO A QUATRO Orgias sandra 4081 14 Nota 4.5
FANTASIA A TRÊS COM PEPINO E TOMATES Fetiche sandra 2181 15 Nota 4.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3465 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1616 12 Nota 4.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4403 15 Nota 4.5
ENRABANDO MEU MARIDO Fetiche sandra 5385 12 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME COM MEU MARIDO Fetiche sandra 3573 15 Nota 4
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO- II PARTE Orgias sandra 2990 10 Nota 4.5
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 2820 10 Nota 4.5
ORGIA COM PAU DE CABINDA Orgias sandra 2088 12 Nota 4.5
DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO Orgias sandra 4068 8 Nota 4.5
SEXO À SAÍDA DO LICEU Teens sandra 2464 7 Nota 4.5

A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ

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Escrito dia 22 de maio de 2008 na categoria Exibicionismo por sandra

Já há algumas noites que eu e meu amante Renato vínhamos dando conta que não era apenas meu marido corno, R, dormindo no sótão por cima do nosso quarto com um cinto de castidade enfiado na pila, quem escutava deliciado os nossos gemidos de amor enquanto transávamos. Meu filho mais velho de 18 anos, Rui, que apesar de ser maior de idade em matéria de sexo apenas provou as punhetas que estimulado visualmente por horas sucessivas de vídeos pornos na NET toca no quarto, como me dou conta quando nele entro de manhã e sinto o cheiro intenso a esporra no ar. E agora também escutando as trepadas da mãe devassa com seu amante dominador, na mesma cama em que ainda há meses atrás dormia com o pai dele, e debaixo do mesmo tecto deste.

Renato tal como eu não se manifestou nada incomodado com o voyeurismo auditivo de meu filho, conhecendo como conhecia igual tara no pai. Dizendo-me com toda a lata que se fosse minha filha Sandra a convidaria a juntar-se a nós prometeu-me que lhe iria proporcionar um espectáculo melhor. Como ele é bissexual activo e até já enrabou meu marido, perguntei-lhe um pouco alarmada, pois não sei como meu filho reagiria àquilo, se estava pensando em servir-se-lhe do cu, ao que Renato rindo-se muito respondeu-me que pelo menos para já se contentaria em tirar-lhe a virgindade dos olhos fazendo-o apreciar uma sessão hetero ao vivo.

A oportunidade concretizou-se neste feriado de 22 de Maio. A minha relação adúltera publicamente patenteada na localidade onde moro, não me fez perder apenas uma significativa clientela que recorria aos meus serviços jurídicos. A senhora que fazia a limpeza de minha casa e me passava a roupa da família a ferro, pretextando não sei que doença, pediu demissão e tão prontamente se restabeleceu que a vejo trabalhando numa casa poucos metros distante da minha. Eu como ainda não a consegui substituir resolvi dedicar o feriado passando a ferro. Meu marido saíra com nosso filho mais novo, Sandrinha com amigos da escola e Renato ficara de passar antes de almoço. Apenas o onanista de meu filho estava na cama, pois nos feriados e fins de semana esgotado pelas pívias batidas durante a noite defronte ao pc nunca se levanta antes do meio-dia.

Eram 11 e meia, eu já estava farta de engomar roupa e ainda tinha outra tanta para o fazer, quando meu querido amante entra, me enlaça a cintura, me beija a boca, correndo as mãos pelos seios. Dormíramos juntos nessa noite mas senti o seu cacete crescer de novo por baixo das calças, o que foi o suficiente para me fazer voltar a ficar excitada. Também depois de tanta roupa passada merecia um prémio.

- Come-me – pedi-lhe pois ele adora que o faça. Suas mãos penetraram-me por baixo do robe de dormir que ainda não tirara pois não saíra de casa, acariciando-me a calcinha rendada, mesmo por cima da rata. Gostosamente seus dedos coçavam meu clíctoris sobre a renda da calcinha azul.

- Estamos sós? – perguntou. Respondi-lhe que apenas Rui se encontrava em casa no seu quarto não muito longe da saleta onde estava passando a ferro. Renato que apenas aprecia sodomizar-me, e que desde que me permitiu ser comida pelo entregador de piza nunca mais, com muita mágoa minha, me deu a provar pila na entrada da frente, propôs-me um negócio:

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- Se a minha putazinha conseguir atrair aqui o punheteiro que deitou ao Mundo, para que lhe possamos mostrar como a mãe fode, prometo que não só te vou ao pito como o deixo para o fim e me esporro dentro dele.

Ahh! Palavras encantadoras que há muito precisava de ouvir pois o entregador de pizzas servira-se de um preservativo para me comer, e farta de objectos fálicos que não se esporram estava eu cheia. No entanto não foi tanto a vontade de apanhar com um cacete nu na rata que me levou a aceitar o desafio, totalmente condenável pelos padrões da moral eu sei, mas o tesão que senti imaginando o tesão de meu filho vendo a mãe transando não com o homem que o concebeu, mas com o amante. Tinha a certeza e Renato também, que meu filho não interferiria durante o acto de algum modo, preferindo antes ocupar as mãos a consolar seu próprio caralho teso, como o deveria fazer quando nos escutava durante a noite, deleitando-se sendo testemunha visual do par de cornos que ando metendo no pai e cuja música nocturna tanto lhe tem agradado. E assim fazendo algum barulho para despertar meu filho, demos início ao nosso ritual de acasalamento matinal.

Primeiro, após encostarmos a porta deixando-a no entanto suficientemente entreaberta para que do corredor Rui não tivesse dificuldade em ver-nos, Renato abriu-me o robe e chupou-me as mamas deixando-me os mamilos empinados. O trabalho tão bom que me faz nas mamas com a boca faz-me desesperar recusar-se a fazer-me minetes no grelo. Depois virou-me de costas, levantou a parte posterior do robe despindo-me a calcinha pelos pés deixando meu rabo completamente voltado para si e para a porta, onde sem perder tempo e mesmo sem a tirar fora das calças Renato tratou de encostar sua piroca inchada. A mão esquerda que ainda me estava masturbando os mamilos começou a descer pela minha barriga e tacteando-me os grandes lábios penetrou-me a vulva com o dedo indicador. Delicia! E nesse tempo eu já me estava rebolando naquele seu dedão grande e grosso como deviam ser todos os dedos de homem.

- Geme, minha puta – exigia-me ele – Chama a atenção do teu rebento e fá-lo sair do quarto se queres apanhar no pito com o meu cacete.

Claro que queria mas ainda queria muito mais fazer meu filho tocar ao bicho como já fiz a outros homens, incluindo o pai dele, fazerem vendo-me fodendo. Por isso fiz mais do que o que me era pedido. Comecei primeiro por deixar escapar uns ahhhhh! ahhh! ahhhhhh! aiiiii! aiiiiii! um pouco abafados até progressivamente os tornar mais audíveis, e depois quando Renato sem esperar por minhas mãos desapertou o fecho e tirou sua verga avantajada para fora roçando-a na entrada de meu olhinho e minha pássara fazendo-lhes provar o primeiro gosto de esporra da manhã, eu esfregando-me toda nela e já sem roupa nenhuma a cobrir-me comecei a pedir-lhe em voz alta mas denotando toda minha excitação:

- Aiii, meu garanhão não fiques só nos portões. Ohhhhh, que verga tão dura tens! Ahhhhh mete-ma toda lá dentro por favor, uuuuuiiii meta-me toda que eu sou toda tua. Aiiiiii! Só tu para me consolares! Aiiiiii!

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Não sei o que meu filho iria ficar pensando da mãe mas se ele e os irmãos noutras ocasiões me viram já fazendo amor com o pai e acharam normal, porque não haveriam de o achar igualmente vendo-me fazendo com o amante quando o próprio pai lhes disse aceitar a situação? Em todo o caso ficou com curiosidade o que tratando-se de um jovem e ainda para mais virgem é normal, e percebemos que silenciosamente a porta de seu quarto mesmo ao virar do corredor se abrira, e que seus pés descalços caminhavam furtivamente no tapete de encontro à esquina onde poderia ficar oculto. Quando lá chegou e reparou que deixáramos a porta meia aberta deve ter delirado. Além de ouvir como das vezes anteriores ia poder ver. Como tenho bom ouvido e a distância não é muita ouvi-o deixar cair as calças de pijama e adivinhei que Rui não ia com tal espectáculo perder a oportunidade de consolar a pila com as mãos. Baixinho disse então a meu amante, que pelo menos já conseguíramos fazê-lo começar a entreter-se à sua maneira.

- Pois então vamos ver se o punhetazinhas se aguenta até ao fim – retorquiu-me Renato.

Cá por mim não tinha duvidas que saindo ele ao pai aguentava-se com o pau em pé enquanto estivéssemos a transar, mas logo se veria.

Voltando-me para Renato ajoelhei-me a seus pés e sorvi-lhe os tomates longamente enquanto ele me batia com o pau na face e na cabeça. Meus filhos já me viram nua por isso meu corpo não era novidade para Rui e já por vezes no banho detectei nos olhares que me lança achar meu corpo apetitoso, embora esteja convencida que tal como eu não se sinta atraído por um relacionamento físico comigo. Mas nem quando me viram dando para o pai, alguma vez nenhum deles me presenciou num acto tão realisticamente sexual como ele estava vendo. A punheta devia estar tendo pois um sabor único, tão único como para mim estava sendo o paladar daquela trepada. Até porque eu para evidenciar os meus dotes de focinheira não me fiquei só pelas bolas e mamei-lhe na verga, punheteando-a na minha boca e chupando-a como um sorvete. Renato puxando-me pelos ombros pôs-me de pé e mandando-me juntar as mamas deu-me uma foda no meio delas. Sua cabeça pingava esperma e eu que gosto do seu sabor esticava a língua tocando-lhe com a ponta e lambendo-a fazendo com que meu amante também em voz audível me exortasse a chupar-lhe bem o cacete, pois mesmo encorpado como era me haveria de entrar dentro em pouco nas minhas duas entradas. Agora notava perfeitamente a cabeça de meu filhote aparecendo por vezes na esquina do corredor quando mais entusiasmado se deixava expor, e um tchapp-tchapp mais abafado indicava-nos que seus tomates chocalhavam ao ritmo da punheta que estava tocando. Ainda bem que ele não tinha pejo em ver a mãe fodendo senão estragava-nos a festa.

Com o cacete e os colhões bem lambidos e chupados, Renato voltou a virar-me de costas e apoiando a tábua de engomar numa mesa de centro para não tombar, fez-me deitar de barriga nela. Como prometera ia começar primeiro pelo buraco do fundo das costas. Com três dedos alinhados e gabando-me muito o cu que disse ser dos mais bonitos e gostosos que comera começou o seu primeiro assalto anal enquanto os dedos da outra mão no meu entrepernas me penetravam o grelo. Quando os tirou para me arreganhar as nádegas para os lados eu prontamente os substituí com os meus pois húmida como estava não queria só comer pelo cu. Recordando-me que nessa manhã me faria gozar pela frente, soltou uma espessa cuspidela no meu olhinho traseiro e lentamente começou a meter o soardo. Os ais prolongados que era obrigada a proferir apenas o entusiasmavam a meter mais fundo, e a mim também a senti-lo meter até seus tomates esponjosos, quentes e suados se encostarem nos meus fundos.

- Rebola-te, puta vadia, rebola-te, que quando tirar a piça se ela estiver suja de merda vais limpá-la com a língua para aprenderes a apresentar-me o teu cu sujo, antes de levares com ela no pito – eu importava-me lá que meu filho o ouvisse tratar-me por puta, e o ouvisse referir-se a nossos órgãos sexuais com uma linguagem tão vernácula, tão bom aquilo era. E rebolei-me toda enquanto seu pauzão me comia o cu, gemendo loucamente. Pelo que me parecia a punheta de meu filho não terminara ainda pois o tchapp-tchappp de seus tomates e o som que suas mãos faziam friccionando-lhe a pila era agora mais contínuo, sinal que a segóvia aumentara de intensidade. Renato enrabou-me durante uns bons dez minutos, de vez em quando desferindo-me ligeiras palmadas nas nádegas, sempre metendo ferozmente, provocando-me um rombo considerável no olho e fazendo-me gritar loucamente de prazer. Quando tirou o pau de meu cu não tinha vestígio de sujidade mas não resisti a lambê-lo tão coberto de langonha se achava. A presença de meu filho, julgando-se incógnito, apenas me impelia a dar livre curso aos meus instintos carnais, talvez até por achar que vendo sua mãe tão disposta a dar prazer a um homem ele se decida a arranjar namorada deixando as punhetas e a sua fixação em filmes porno. Ou talvez se decida a continuar espiando a mãe e seu amante, quem sabe?

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Renato com o caralho completamente melado e chupado por mim voltou a colocar-me de barriga sobre a tábua de engomar. Por precaução desligara já há muito o ferro da corrente e pousara-o no chão. Abriu-me as pernas com as mãos, minha ratinha ensopada e ávida de pau ficou à vista de meu filho, voltada como estava para o corredor, e meu amante depois de me ter feito chupar-lhe os dedos enquanto me beijava e trincava o pescoço e as orelhas penetrou-me com eles. Primeiro um, depois outro, até os meter todos. Pensei que me fosse enfiar até ao punho como faz por vezes, meu filho pasmaria da elasticidade da cona da mãe por onde nasceu, mas Renato ficou só pelos dedos. Deliciado com a abertura que também nela me fizera comentou com prazer:

- Cabia aí uma piça de elefante. Na verdade nunca a do cornudo de teu marido te poderia satisfazer.

Foi a primeira vez que Rui ouviu Renato chamar cornudo ao pai e gozá-lo por ser pouco abonado tal como os filhos, e a sua pilinha deve ter crescido mais um bocado, pois pareceu-me que a punheta estava agora ainda mais frenética. Com o meu grelo totalmente aberto, Renato enfiou-me então o pau nele, coisa que há muito não fazia, continuando a menosprezar meu marido:

- Prova antes da minha piça e deixa o corno tocar punhetas, que a minha ao menos tem tamanho de homem.

E eu sempre ordinária, gemendo e deixando-o cavalgar-me só lhe retorquia:

- Sim meu fodilhão de colhões grandes, só a tua pila me consola, à frente e atrás. Aiiii! Come-me toda, aiiiiii, como é bom, ohhhhhhh, sou a tua puta, come-me….

Oh que doce esporradela me inundou as trompas, o útero, os ovários. E o sumo daquela transa como escorreu no final por minhas pernas abaixo, docinho, docinho…Mas Renato apresentava seu cacete todo melado. Limpando-me com umas cuecas de meu corninho que assim foram de novo para lavar, limpei-lhe o pau e as bolas com a língua agora sabendo também ao paladar do meu gozo antes de trocarmos um longo beijo apaixonado na boca. Só então ouvimos meu filho puxar as calças para cima e retirar-se sorrateiramente. Mas não para o quarto. Para a casa de banho. Procurando igualmente ser furtivos saímos para o corredor depois de nos termos coberto e constatamos que na esquina do corredor não haviam vestígios de esporra no chão. Como previra ele divertira-se a punhetear-se vendo-nos mas não se aliviara, retendo todo o tempo o tesão. Para não correr o risco de deixar marcas Rui guardara a esporra para o vaso da sanita, e de facto quando nos aproximámos mais da porta da casa de banho ouvimo-mo-lo distintamente.

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-Ahhhh!Ahhhh!Ahhh!- e o barulho das mãos, da pila e dos tomates balouçando, tchapp.tchapp, tchappp, animados, animadíssimos, depois de tudo o que tinham visto. Aquele fora um filme pornográfico autêntico como ele nunca vira nenhum, e eu não duvido por isso que apesar das muitas que já tocou, esta punheta será sem dúvida a única que ele nunca esquecerá.

Comentários 4 Comentários

  • pharmacia pharmacia

    Comentário feito por pharmacia 18.06.2008

    é muita mentira para um conto só.

  • Luna_Lee Luna_Lee

    Comentário feito por Luna_Lee 27.05.2008

    OI amigaaaaaaaaa!!!

    muito bom o seu conto! Maravilhoso!!!

    Adoro o modo como você descreve tudo com palavras sensuais e numa linguagem bela! o erotismo vai lá em cima!!!

    SImplesmente delicioso!

    Parabéns!

    beijos!

  • CR CR

    Comentário feito por CR 26.05.2008

    Você é simplismente um icone desse site Parabens......

  • manhoso manhoso

    Comentário feito por manhoso 22.05.2008

    Olá Sandra

    Daqui o teu fã número 1. Estavas a tardar em meter o teu filho ao barulho mas era deliciosamente previsivel que o farias. Em boa hora ele acordou e vos ouviu.

    Espero continuar a vê-lo entre vós, quem sabe se no meio...

    Beijos e boa noite

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