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Relatos eróticos de Exibicionismo

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COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS

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Escrito dia 12 de maio de 2008 na categoria Exibicionismo por sandra

Como não me tenho cansado de dizer, meu amante Renato não se cansa de me proporcionar surpresas nos nossos momentos íntimos. E muito embora seja dominador, e possessivo comigo como é com todos seus amantes, não desdenha por vezes em fazer-me comer por outros, desde que não seja com meu marido corno, e desde que isso sirva para estabelecer ainda mais seu domínio sobre mim. O episódio que vou contar é um bom exemplo disso. Renato apenas aprecia enrabar-me e na semana passada, por sua iniciativa, arranjou quem me comesse a rata, embora de uma forma não só humilhante para mim, o que ainda é o menos, mas sobretudo perigosa para minha reputação que no meio pequeno onde vivo, já de si não é lá grande coisa.

Eram quase seis da tarde, não tardaria muito a fechar o escritório, quando minha recepcionista Cláudia me comunicou pela extensão telefónica que meu amante estava ali querendo ver-me. Estava relendo os testemunhos de um processo em que represento o lesado, mas disse-lhe para o mandar entrar. Renato entrou, beijou-me na boca e pediu-me para usar a casa de banho privativa que tenho no escritório, dizendo-me nada romanticamente que passara perto e como lhe dera vontade de mijar resolvera subir ao meu escritório em vez de entrar num bar para o fazer. Brinquei com a situação, dizendo-lhe pensar que sua visita se devesse a ter grande vontade em me ver, ao que o sacana me respondeu:

- Já vais ver a saudade – e antes de entrar na privativa fechou a porta do escritório com a chave que estava na fechadura. Cláudia por certo apercebera-se da porta sendo fechada e ia imaginar que íamos dar uma queca ali. Embora já tenha dado algumas piladas no meu escritório, e na cidadezinha onde vivo já toda a gente saber do meu relacionamento com ele, o que me tem feito perder vários constituintes, reclamei do seu gesto, mas Renato mandou-me calar.

- Não digas nada, minha gordinha gostosa, e vem mas é segurar-me a piça enquanto mijo.

Fiz o meu jogo, disse-lhe que ele não precisava de minha mãos para lhe segurar a gaita já que tinha as dele para isso, mas com os seus modos prepotentes Renato ameaçou de me mijar no chão e sobre mim se não lhe fizesse a vontade pelo que eu conduzindo-o à sanita desapertei-lhe a braguilha e tirei-lhe seu instrumento para fora. Na verdade Renato precisava de despejar a bexiga pois mijou abundantemente. Quando terminou sacudi-lhe a piroca, e como sempre que lhe vejo ou mexo na sua pixota gostosa que tanto dá em homens como em mulheres sinto os calores abrasando-me a parreca, comecei a masturbá-lo um pouco, mais por brincadeira do que empenhada em fazer-lhe aliviar os tomates.

- Ah sempre queres brincadeira com o meu cacete, minha putinha acalorada? – disse-me Renato- Então já vais ver a brincadeira que eu te vou dar.

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Disse-lhe que não era nada disso, que apenas o começara a punhetear para o deixar com mais tesão para essa noite, pois o meu escritório não era nenhum quarto de motel. E acrescentei que lá por a Cláudia já imaginar que tínhamos um caso, e que meu marido R é o maior cornudo da região, não havia necessidade nem era conveniente evidenciar nosso adultério naquele local mesmo sabendo que a moça é super discreta e reservada. Meu amante quis saber então quantos anos tinha Cláudia, 26 lhe respondi, há quantos trabalhava comigo, 5 voltei a dizer-lhe, e se era casada. Era-o há dois. Renato pareceu-me satisfeito com as respostas mas nada me disse das razões porque formulara tais questões. Como disponho de um chuveiro e bidé na privativa do escritório que já me serviram muitas vezes nas ocasiões em que usei o escritório para dar uma fodas com engates de ocasião, mandou-me então lavar-lhe a piroca e os bagos. Quando o fiz levantou-me a saia, baixou-me a calcinha azul rendada, desmontou o chuveiro e em jeito de clister enfiou-me o tubo da mangueira no cu. Pronto ia haver sexo, e meu cuzinho levaria mais uma arrombadela do seu cacete, das inúmeras que ele já apanhou desde que em Coimbra Rodrigo há mais de 25 anos me foi ao cu pela primeira vez. Não me importava mas como ele sabe que gosta mais de apanhar na parreca protestei. Tudo bem que ele gostasse mais de cu do que de pito mas eu andava ansiosa por ver comido meu canal da frente em vez de ser sempre o de trás o contemplado com a visita de seu bacamarte e tantas vontades lhe fazia que ele, como bom amante que deveria ser, me deveria fazer a vontade e pelo menos ocasionalmente mudar de buraco. Renato então respondeu-me embora eu não soubesse se seria a sério:

- Está descansada Sandra, que se te portares bem ainda hoje de tarde vais apanhar no pito. Mas agora põe a tua boquinha a fazer-me um broche como ela sabe tão bem fazer.

Meu amante sentou-se em cima da sanita com a tampa fechada e eu lambi-lhe devidamente aquele par de colhões imponentes, pulsantes de esporra, e lhe abocanhei o pau, sorvendo-o e lambendo-o até lhe sentir o gosto do leitinho testicular pingando em minha língua, que propositadamente deixava escorrer pela garganta como se lhe estivesse provando o paladar. Suas mãos já me tinham desapertado a blusa e acariciavam meus seios cujos mamilos ele ia sorvendo e trincando igualmente pelo que nesta altura minha ratinha começava a escorrer sumo. A Cláudia que se lixasse, agora só a satisfação do nosso tesão contava! Quando o deixei no ponto de rebuçado e com seu caralho perfeitamente empinado mandou-me parar ordenando-me que o despisse. Quando o deixei nu despiu-me ele por sua vez pedindo-me que calçasse apenas meus sapatos de tiras e tacão alto que só uso para transar com ele pois tacões causam-me incómodo apesar de não ser muito alta, e que andam sempre comigo para quando me manda ir ter com ele, e assim peladões retornámos ao meu gabinete. Meu amante loiro tirou então dos bolsos do casaco quatro compridas cordas de nylon do género das que se usam para estender a roupa, o que me indicou que sua visita já trazia água no bico e que a sua presença no escritório não se devia apenas à vontade de mijar. Deitou-me de barriga para baixo sobre a escrivaninha, esticou-me os braços e as pernas, atou-os com as cordas cujas extremidades esticadas prendou nos pés do móvel. Meu cu estava voltado para a porta da entrada e mesmo sem a conseguir ver percebi que Renato se dirigira a ela, rodara a chave e voltara para junto de mim. Pegou então no telefone pedindo-me que lhe explicasse como se chamava a recepcionista e antes de ter marcado o nº dela e me encostado o aparelho aos lábios disse-me que queria que eu a chamasse e quando ela entrasse lhe dissesse que se podia ir embora. Ainda lhe tentei fazer ver que na situação em que estava não era muito prudente fazê-lo por causa do falatório popular mas mais uma vez Renato não quis saber de minhas objecções.

- Já toda a gente sabe que teu marido é um corno e que eu te ando a comer – o que é verdade. Fiz-lhe por isso a vontade e Cláudia quando entrou e me viu nua e amarrada, oferecendo meu traseiro, e meu amante igualmente nu e de pau feito preparando-se para me sodomizar soltou um grito e fez menção de voltar a sair. Mas Renato atalhou-lhe o gesto:

- Não se assuste que ver um casal nu nada tem de mais – disse-lhe- Sua patroa quer-lhe dizer que já se pode retirar e fechar a porta da rua. E ao menos assim fica sabendo que quando ouvir alguma insinuação de que somos amantes já pode ter a certeza de que é verdade.

Embaraçadíssima pedi-lhe desculpa pelo nosso propósito, que depois lhe explicaria aquilo ainda que a única explicação que me ocorra seja dizer-lhe que meu amante é tarado e eu não o sou menos pois consinto suas taras, e confirmei-lhe que podia encerrar o expediente. Cláudia saiu fechando a porta e depois de lhe ter cuspido no pau teso Renato começou a meter-me no cu muito lentamente, enfiando um bocadinho da cabeça, voltando a tirar, esfregando-a só na entrada deixando-me cada vez mais excitada. Soltei um gritinho quando finalmente a meteu toda e nessa altura já ouvíramos Cláudia batendo a porta da rua deixando-nos sós. Renato começou a socar-me pedindo-me que me rebolasse no seu cacete e ficou ali bombando-me com força enquanto suas mãos não paravam quietas nas minhas mamas. Mas não parecia disposto a ocupar-se do meu grelinho como tanto preciso quando me vão ao cu e eu lembrei-o.

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- O pito fica para mais logo. Para já só vais consolar o cu, minha puta redondinha.

Esperava que esse logo não demorasse muito a chegar. Quando ele se veio achava-me perdida de tesão, minhas coxas estavam molhadas de meu sumo vaginal e começava a sentir o líquido intenso dele desaguando pelo meu rabo fora misturando-se com o meu. Renato com o piçalho completamente ensebado acercou-se de minha boca e ordenou-me nova chupadela. Não foi preciso muito para o voltar a ver teso mas o depravado não queria agora mais nada comigo. Voltou à casinha, abriu o chuveiro e lavou o instrumento com que fodera meu cuzinho, sem me desamarrar ou cobrir. Vestiu-se e perguntou-me onde tinha a chave do escritório. Na carteira respondi-lhe. Ele pegou nela e quis saber se eu costumava receber algumas entregas trazidas por estafetas jovens. Retorqui-lhe que embora não fosse muito frequente, de vez em quando se o trabalho me retinha até mais tarde e me dava a fome eu encomendava uma pizza à Pizzaria … e sempre quem a vinha entregar era um rapaz de vinte e poucos anos que pelo que sabia era o único entregador que a pizzaria dispunha. Meu macho dominador procurou no meu telemóvel o nº, ordenou-me que encomendasse uma pizza para o escritório frisando que o entregador não encontraria ninguém no mesmo mas que a chave estaria sob o tapete da porta que ele deveria abrir para deixar a pizza e pegar no dinheiro que estaria na secretária da recepcionista sem me esquecer de lhe recomendar para deixar a chave no mesmo sítio. Quando acabei de fazer o pedido Renato deu-me um beijo na boca, acendeu todas as luzes deixando tudo bem iluminado e não saiu sem me dizer:

- Não queres um cacete para o pito? Não há-de demorar muito e tens aí um, espero. Aproveita-o.

Não me desamarrou nem tratou de me arranjar uma posição mais cómoda para me deixar atada. Mais um que ao entrar veria meu cu arrombado e totalmente subjugado aos estranhos caprichos de meu amante. Mais um que ficará sabendo que eu sou a advogada puta que não se cansa de meter os palitos no marido como há tanto tempo se comenta. Esperei quase meia hora que a pizza chegasse e nesse espaço de tempo assaltou-me um receio: e se em vez do habitual rapaz, bonito e bem parecido, viesse outra pessoa? E mesmo sendo ele qual seria sua reacção? Quando senti seus passos no corredor e suas mãos tacteando o tapete meu coração pulou. A chave rodou, não o vi entrar pois estava de costas mas senti uma corrente de ar, se alguém passasse no corredor ter-me-ia visto, e ouvi o barulho que fez deixando cair a pizza ao deparar-se com a minha figura.

- Cala-te e fecha a porta. E vê se me desamarras – disse-lhe.

O rapaz correu para mim a libertar-me e vendo meu cu todo melado de esporra pensou inicialmente que alguém me violara no gabinete pois sem me perguntar nada insistiu que fosse ao Hospital ou à Polícia. Embora a história da violação fosse mais lisonjeira para minha reputação como não queria alimentar histórias disse-lhe que não era nada do que as aparências podiam dar a entender. E como pretendia aproveitar a licença que meu amante me dera de apanhar finalmente com um cacete na rata, resolvi ir direita ao assunto como é meu timbre. Pedindo-lhe que guardasse segredo do que vira admiti que acabara de foder amarrada por gostar de o fazer, o que lhe fez palpitar o pau nas calças que minhas mãos logo trataram de acariciar, garantindo-lhe estar disposta a compensar-lhe convenientemente a discrição. Tartamudeando que estando em serviço não poderia demorar deixou que o levasse ao chuveiro, lhe baixasse as calças e lhe lavasse o caralho duro e os colhões rindo-me para mim mesma pois aquela era a segunda vez que lavava um caralho duro e um par de colhões naquela tarde, na minha privada. E quando o fiz o rapaz esqueceu o tempo. Deixou que o chupasse, o punheteasse, ele próprio me fez um minete coisa que há tanto tempo não saboreava, antes de ter coberto seu cacete com um preservativo que lhe dei pois embora presentemente não os use possuo ainda um bom sortido deles em stock, e ter-me comido demoradamente a parreca depois de me ter pedido que me colocasse de gatas no tapete da sala ainda manchado com a esporra de Renato. E que consolo suas mãos me deram nas mamas enquanto metia fundo em mim! Vim-me copiosamente. Gosto de apanhar no cu, mas digam lá o que disseram para mim não há sexo melhor que o vaginal. E como sempre cheguei à mesma conclusão: apesar de habituada a gozar com vibradores quando Renato me vai ao cu, continuo achando não haver nada que chegue a um caralho de carne cheio de tesão. Minha coninha há muito que vivia reclamando a falta de um e naquela tarde finalmente teve o que tanto queria. Deve ter ficado feliz porque a dona adorou. Só não imagino a desculpa que o moço deu na pizzaria para justificar o atraso. Mas não foi despedido. Ainda hoje o vi na rua nas suas entregas. Piscou-me o olho e eu retribuí embora nem eu nem Renato termos ideias de lhe dar de novo a provar o gosto de meu fruto proibido.

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