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Os marinheiros.
Nossa cidade estava sendo anfitriã da maior celebração de 4 de Julho porque nós temos a Rua Principal mais larga e mais longa em todas as cidades da região... De manhã cedo os sons de rojões e foguetes explodindo ecoaram pelo distrito, assustando uns e deleitando outros.
O centro da cidade estava todo enfeitado com bandeiras e faixas, o veteranos se exibiam nos uniformes velhos deles, e a mulherada se movimentava levando os garotos, as filhas e os bebês. Crianças corriam ao redor felizes e barulhentas e os músicos das bandas estavam afinando os instrumentos deles, assim os hinos patrióticos soariam perfeitos.
Skip e eu tínhamos completado dezoito anos no último mês e decidimos que nós éramos muito velhos para ficar soltando bombinhas, mas nós ainda não sabíamos o que deveríamos fazer ao invés disso. Vagando à toa pela multidão, dizendo “Ei!” às pessoas que conhecíamos, nós percebemos que a população da cidade realmente tinha se excedido e já havia muitos espectadores se alinhando na rua da parada e ia ser difícil ver qualquer coisa.
Também havia muitos estranhos e nós constantemente estávamos cutucando um e outro e estávamos impressionados com tantas pessoas diferentes e de outras regiões. No porto um navio havia ancorado e os marinheiros todos desceram à terra para farrear e olhar as mocinhas e as mulheres.
Quando nós viramos a esquina da farmácia, o Skip me cutucou com o cotovelo dele e disse, “Veja só aqueles dois marinheiros....”
Vestindo os seus uniformes brancos deles estavam conversando com algumas das meninas locais que não paravam de sorrir , paquerando e sendo mais bobas que habitualmente são..
Ambos os marinheiros eram bonitos, com os ombros largos e dentes brilhantes. Eu podia ver os músculos macios em aixo dos uniformes conforme se movimentavam tentando impressionar as garotas..
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Logo, porém, a mãe de uma delas se aproximou do grupo fazendo carranca, ela marchou para eles e recriminou as meninas puxando-as pela rua abaixo. Afinal de contas, ela tinha ouvido falar histórias dos homens do mar e como eles agiam quando desciam para a terra. Nenhuma mulher jovem estava segura! Nós rimos da cena e os marinheiros nos notaram e vieram para perto de onde estávamos.
“O que é tão engraçado?” um deles perguntou, parecendo mais divertido que irritado.
Assustado, Skip disse muito sério: Não estávamos rindo de vocês e sim daquela senhora tão engraçada! Ela parecia achar que vocês dois eram demônios! E que estão na cidade para corromper as jovens filhinhas delas!.”
“Talvez nós sejamos demônios mesmo...” o marinheiro moreno respondeu com um sorriso astuto. Ele coçou o volume que aparecia bem destacado na calça branca de brim e disse sem meias palavras: “Vocês dois são virgens nos cuzinhos”? Não estão a fim de alegrar o nosso dia de folga?
Eu e o Skip demos uma risadinha nervosa, meu pintinho começou se pondo duro e eu me amaldiçoei por não estar usando cuecas. . Agora eu estava inseguro e o marinheiro tinha notado minhas calças inchando na frente e meus esforços para esconder isto fizeram minha vara mais dura ainda. Eu tentei disfarçar mas o Skip que é bem mais avançado do que eu, não perdeu tempo e deu uma boa olhada na mala deles e disse baixinho : “Nós somos virgens...nunca fizemos isso...”
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“Vocês, caras, afinal vão assistir a parada?” Eu perguntei –lhes tentando parecer o mais amigável possível..
“Bem, nós pensamos que nós vamos, mas está tão cheio de gente que não vamos poder ver muita coisa, o marinheiro magro disse, enquanto dava uma olhadinha na bunda do Skip”. Esse era bem alto e tinha uma barbicha avermelhada. Eu achei os dois muito másculos e gostosos. O Skip com certeza também concordava comigo.
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“Se vocês quiserem, vocês podem vir conosco e podem assistir a parada olhando do terceiro andar daquele prédio onde papai tem um escritório...,” eu disse. “Meu pai adquiriu o escritório com uma janela bem grande e nós podemos ver tudo. Está no terceiro andar.” Eu apontei para o velho edifício comercial da rua.
“Isso é muita bondade sua, garotão. E seu pai não vai achar ruim se a gente subir até lá?
“Uh, não, ele é o prefeito da cidade e presidente do Rotary Club , assim ele está envolvido em todos os discursos que serão feitos na parada, eu respondi. Estará muito ocupado.
“Sim, completou o Skip: “Subamos lá em cima agora e ficaremos confortáveis antes do começo da parada.”
Os marinheiros olharam um para o outro, encolheram os ombros e nos seguiram. Um deles levava um grande saco de papel e eu percebi que estava cheio de latas de cerveja batendo umas contra as outras..Acho que já haviam bebido algumas ou até algo mais forte, pois cheiravam a álcool e cigarro.
Nós atravessamos pela multidão e entramos no edifício. Peguei a chave que sabia estar escondida dentro de um vaso de plantas, no corredor do prédio e logo nós estávamos no escritório de meu pai que é todo decorado com painéis de cerejeira e tapetes orientais. Os sujeitos sentaram-se no sofá de couro e começaram a tomar as latinhas de cerveja sem nos oferecer a princípio.
Os nomes deles eram Tônio,mais claro e magro e o Decano, moreno e mais forte e eles tinham 20 e 21 anos, mas pareciam bem mais velhos que nós. Era excitante ficarmos sozinhos naquele ambiente meio escuro com eles. Meu pintinho continuava se pondo duro toda vez que acidentalmente o Decano esbarrava em mim.
“Seu pai não acredita em condicionador de ar?” O Tônio perguntou.
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“Sim, mas eles desligam a energia elétrica quando saem do escritório nos fins de semana ,” eu respondi.
“Estou com uma puta vontade mijar , pois tomei muita cerveja ...disse o Decano – Onde é o banheiro?
“Oh, sinto muito, mas está trancado, não tenho a chave”...respondi meio sem graça, pois havia lhes oferecido conforto e agora não podia cumprir o prometido.
“Posso mijar nesse vaso de plantas? Perguntou ele apontando um grande vaso de folhagens que ficava ao lado da escrivaninha de meu pai..
Eu ia dizer que isso poderia matar a planta, mas ele já havia aberto as calças e havia tirado o maior cacete que já havia visto na vida e estava regando toda a planta com os jatos grossos de mijo.
“Bem, eu estou começando a suar e não quero que meu uniforme fique fedendo, disse o Tônio . . Se importa se eu tirar a camisa e as calças? Está bem quente aqui dentro...
“Claro que não”, disse rapidamente o Skip. “Pode ficar a vontade...”, respondeu ele por mim. Na verdade o Skip estava tão ansioso por ver o sujeito sem as roupas quanto eu.
O Tônio tirou o uniforme dele e ajeitou-o sobre uma cadeira ,ficando só com os calções bem largos ...Ele se levantou com os calções folgados e olhou para baixo para as meias dele, decidindo se elas deveriam sair, também. Então eu perguntei se ele queria que eu o ajudasse e me ajoelhei em sua frente até tirar as duas meias dele. Eu gostei do cheiro forte delas e coloquei-as perto do uniforme.
Ambos o Tônio e o Skip foram para a janela e ficaram um tempo olhando o desfile que já estava quase para começar. O Decano ainda estava mijando, parecia uma mangueira aberta e eu fiquei olhando o pintão escuro dele , tão interessado que ele percebeu e me chamou para perto dele . Havia aberto outra latinha de cerveja e continuava tomando em goles barulhentos.
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Eu me aproximei dele e ele perguntou se eu gostaria de segurá-lo enquanto mijava. Imediatamente eu não consegui me controlar e levei minha mão até ele e comecei a dirigir os jatos de mijo para dentro do vaso, evitando que molhassem todo o tapete.
Noooossaaaa! Acho que era umas três vezes maior que o meu! Ele procurou o maço de cigarros, acendeu um e começou a fumar. O Tônio também aceitou um e os dois enfumaçaram o escritório todo com seus cigarros.
Lentamente acariciei o cacete dele, e parecia até que fazia questão que eu visse a ponta dele, o prepúcio bem longo cobria toda a ponta e era realmente uma coisa bonita de se ver! Eu não conseguia tirar meus olhos daquilo...! Eu olhei para a face dele e ele estava assistindo meu desconforto com uma zombaria leve na face. Ele soube que eu tinha um segredo. Que eu e o Skip gostávamos de caralhos! Por isso éramos tão amiguinhos...
Então ele acabou de mijar e eu sacudi o pintão que já havia adquirido mais tamanho...ele acendeu outro cigarro e se sentou no sofá ao meu lado , eu podia sentir a perna dele roçando na minha. “Está bem quente aqui dentro, hem?, ele meio-sussurrou. “Vou ficar só de cuecas , como o meu companheiro...você quer ver tudo o que tenho? Quer ver o tamanho do sacão? ” Perguntou-me zombeteiro.
Eu confirmei com a cabeça e encarei o tubo de músculos se esticando bem assim perto de mim. Eu poderia cheirar aquela lingüiça! Dava pra sentir o cheiro...
“Você gosta?” ele se inclinou vestido só com a cueca e sussurrou em minha orelha: “Prossiga, pegue nele... toque uma punheta pra mim... Não preocupe com eles. Eu posso perceber por essa protuberância em suas calças que você é o tipo de garotão que gosta de um bom badalo....”
E eu fiz. Pense em explosões! O que explodiu dentro de meu cérebro fez todos os traques e rojões parecer como musiquinhas! Eu que costumava usar a pontinha dos dedos para me masturbar, verifiquei que para segurar no dele , tinha que usar minha mão inteira e ainda não bastava! Minha garganta estava seca e eu estava tremendo como uma folha, mas eu não pude deixar de apalpar aquela viga que escapava das cuecas dele!
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Eu olhei para a janela e me surpreendi quando vi que o outro marinheiro havia descido o calção do Skip e enquanto olhavam pela janela, percebi que ele estava com a mão no rego do meu amigo e tentava atolar o dedo no cuzinho dele! O Skip continuava olhando para fora, estava fitando o desfile da janela como se a vida dele dependesse disto, e então eu vi por quê..
Eu estava atordoado! Skip estava meneando o cuzinho dele e estava gemendo enquanto o Tônio afundava quase o dedo inteiro lá dentro! O Decano notou que eu estava vidrado na ação entre nossos amigos e ele passou a mão por baixo de minha coxa e deu uma alisada em minha bunda.
“Veja, por que não afrouxa essas calças um pouco? Vejamos o que você tem aí...parece a bundinha branca de uma virgem...não é?
Eu continuava apalpando-o assim, nervoso, e ele abriu e afastou minhas calças jeans até que fiquei todo nu. Meu pauzinho estava escoando um fluxo de líquido claro e o marinheiro vendo minha excitação, esfregou a ponta do dedo no meu pintinho e depois passou em minha boca!
Ele riu e começou a forçar minha mão para fazer o mesmo com ele. Eu deveria devolver o favor. Era selvagem! O tato da mão áspera dele deslizando para cima e para baixo e apertando minha bunda enquanto eu massageava sua ferramenta grossa, a cabeça coberta dele era demais para mim! Sem mais pensar, esfreguei o dedo na ponta, lubrificando com a gosminha que escorria e depois chupei meu dedo. Ele riu ao ver minha reação e pediu mais. Enfiei meu dedo dentro do prepúcio e esfreguei bastante até ficar bem impregnado pelo seu odor. Então coloquei meu dedo na boca e chupei pra sentir o gosto. Era impressionante!
No instante em que pensei que eu ia gozar, ouvi o Decano dizendo em meu ouvido : “Estou tão tesudo, dentro daquele navio sem foder há mais de seis meses, que poderia gozar bem na sua boca! Poderia usar uma boca como se fosse uma boceta!”
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Eu abri meus olhos e vi que o ambiente estava nublado com a fumaça dos seus cigarros. Os olhos dele eram marrom- escuros e cercaram-me através de sobrancelhas grossas, negras. “Você sabe o que é uma chupetona, não sabe?” ele perguntou.
Eu estremeci na minha cabeça. Estava doido para tentar uma naquele pintão enorme .
“Fácil como torta, garoto. Abra os lábios, ponha sua boca em meu cacete e chupe nisto, como se você estivesse provando um pepino em conserva. Mas não morda!”
Dizendo isso ele se levantou e ficou em pé na minha frente, com o caralho pulsante a alguns centímetros de meus lábios .Ele apertou a parte de trás de meu pescoço e curvou minha face de encontro ao grosso caralho dele. Eu fechei meus olhos e sentia o deslizamento do prepúcio enrugado em minha língua. Eu comecei a explorar com pequenos beijos e pequenas chupadas a maçaneta lisa, bulbosa encaixada nas dobras sedosas de pele que enchiam minha boca.
Eventualmente como eu me pus confortável com mais um pouco do caralho dentro da garganta, o Decano começou a bombear cada vez mais fundo, o talo passando mais fundo por meus dentes. . Parei um pouco de chupar aquela cabeçona marrom e olhei o Skip que estava ainda na janela. Ele estava respirando pesadamente junto com o Tônio que tinha a pica volumosa dele sobressaindo para fora dos calções . Tirou o dedo que tinha sido enterrado profundamente no cuzinho do Skip e deu uma cuspida na palma da mão, depois esfregou –a no rego de meu companheirinho. O Skip mantinha as pernas afastadas, debruçado na janela, fingindo que assistia ao desfile. Parecia que estava no paraíso com a massagem que o dedão do Tônio fazia dentro de seu cuzinho!
O Decano inseriu o caralho gosmento dele suavemente em minha boca e eu recomecei chupando, parecia uma bela mamadeira que gotejava em minha garganta. Depois ele segurou-me pelas bochechas e começou a foder minha boca, fazendo a cabeçona marrom deslizar cada vez mais rapidamente entre meus lábios.
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“Este aqui já está no ponto, Decano...Declarou o Tônio. “Como vai indo aí com o seu garoto?
“O garotinho aqui se mostrou um chupador de primeira! . Estou quase gozando , mas estou guardando para enfiar nesse botãozinho rosado . Traga isso para mim, companheiro...
Durante os próximos minutos os dois marinheiros nos bolinaram até que já estávamos quase doidos de tesão e prontos para levar aquelas duas enormes pistolas nos cuzinhos! Eu fui posto perto da janela onde estava o Tônio e o Skip foi para perto do Decano, no sofá de couro.
Como já havia provado o do Decano, estava ansioso por chupar a vara do Tônio. Por isso, ajoelhei-me perto dele e enquanto ele me observava de cima, eu segurei seu pintão e comecei a masturbá-lo. “Chupa...chupa a maçaneta...mas não com muita força, pois estou quase gozando...
Ele era realmente tão grande quanto o seu amigo moreno e a maçaneta da pica dele, depois de descoberta, tinha um odor bem forte, eu a lambi inteira antes de enfiá-la completamente na boca. Passei a língua em todos os seus contornos e abri bem a boca para que me fodesse entre os lábios. Mas não passou da terceira bombada e ele gemeu: “Não vou agüentar...não vou agüentar...” e segurou minha cabeça, impedindo que eu saísse e me fez engolir rapidamente uma golfada de porra que desceu ligeira pela minha garganta! Afastei-me assustado, pensando que estava bravo comigo, mas ele riu e disse para o Decano :
“Esse viadinho me fez gozar...acredita? Mas logo vou estar em forma de novo...não se preocupe...
Skip estava ajoelhado sobre o sofá e atrás dele o Decano se posicionou. Só ouvi ele gemendo baixinho : “Ai...cara! Como é grosso! Não vai entrar! Não vai entrar!” E ameaçou gritar de dor, mas o Tônio se adiantou e antes que pudesse reclamar, encheu sua boca com sua pica semi-ereta e o Skip ficou entre os dois, dando o cu e chupando a vara do outro marinheiro.
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Quando a pica do Tônio adquiriu firmeza novamente, eles se afastaram e nos colocaram com as bundas para cima, ajoelhados em frente a eles. “ Em qual você vai?” Perguntou o Decano tirando o cacete do cu do Skip e mostrando o cuzinho arregalado dele para o amigo. “ Vou nesse aí...depois a gente troca....” Respondeu o cara cuspindo na cabeça da rola e espalhando a gosma sobre ela.
O Decano fez o mesmo e colocou-se com as pernas bem abertas atrás de mim para alcançar a altura certa. Eu olhei espantado para o Skip ao ver a ferramenta enorme do sujeito afundando dentro de seu anelzinho arrombado enquanto ele agarrava e mordia o encosto do sofá. . Mas em seguida senti meu cuzinho igualmente se abrindo para deixar passar aquela bolota gosmenta do Decano e ele se afundou lenta e completamente dentro de mim. Parecia que eu estava cagando pra dentro!
O Skip olhou para mim e perguntou como eu estava agüentando aquilo tudo e eu gemi: . “Estou todo fodido!” Respondi assim ao perceber que o negócio era mais difícil do que pensava, pois sem querer havíamos escolhido os dois maiores cacetes do navio, acredito eu! Mas eu rebolei meu cuzinho até que a grossa jeba me invadiu até o estômago! E era uma delícia apesar da dor!
“Não era isso que vocês estavam procurando? “ Gemeu o Tônio .
“Bom, vocês não vão poder reclamar que não acharam o que queriam”, completou o Decano..
E depois disso partiram para a foda mesmo! Pelo escritório inteiro só se ouvia o som das coxas deles batendo de encontro às nossas bundas e o barulho das picas se desatolando inteiras num vai vem incessante! Quase nos arrasaram, pois estavam de fato a seco há muito tempo e foi isso que deduzimos ao sentir os cacetes duros trabalhando em nossos cuzinhos, abrindo todas as nossas pregas e nos deixando bem alargados!
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Finalmente saciados os marinheiros se afastaram de nossas bundas que ficaram escorrendo porra sobre o sofá. As cervejas já tinham acabado e eles se vestiram dizendo que precisavam descer para comprar mais. Porém sabíamos que não voltariam.
Skip ajudou-me a limpar todo o ambiente, e o sofá esporrado, colocando tudo nos lugares certos, a não ser a planta do vaso que sofreria as conseqüências daquela imensa mijada!
Depois ficamos olhando pela janela. A parada estava caminhando a todo vapor, o som dos tambores e das flautas subiam até onde estávamos nos contagiando de alegria. Nossos cuzinhos estavam ardendo , mas o Skip fixou o olhar lá embaixo e me disse “Olhe lá perto da banca de revistas.....veja aqueles outros dois marinheiros...parece que estão procurando umas bocetinhas para foder...
“Poxa vida, eles parecem ser quentes, hem ?” Observei.
“Eles são homens, machos de verdade... Vamos os localizar lá embaixo. A parada ainda vai demorar pra terminar...Dessa vez não quero que me chame de Skip, OK?
“Certo, vamos procurá-los antes que alguma putinha bote as mãos neles!
“Afinal de contas, nós temos duas bocetinhas insaciáveis!”
“Sim, e você é um patriota! Não pode deixar esses pobres marinheiros vendo navios no 4 de Julho! !”
Meu melhor amigo riu:.
“Claro, e lembre-se : nós somos virgens...”
Fim...
Será que sou gay e não sabia?! Ou o conto é que é excitante mesmo?! Gostei! Muito bem escrito e incrivelmente erótico.Parabéns!E que imaginação, hein!bye, Amigaço; depois leio os outros. Sou leitor compulsivo e leio tudo que posso, até mesmo pra aprender com os colegas. Aprendi mais um pouquinho com você.Até!
Amei esse conto,gostaria q lesse os meus contos também,cara estou todo melado aqui,gozei duas vezes,uma pelo cu e outra pela pica,esse conto é ficticio não é mesmo?
se fosse veridico seria melhor...
se vc tiver msn me add,e avisa de onde está me add está bem?
meu MSN é.:boysafadinho02@hotmail.com