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Relatos eróticos de Fetiche

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PUNHETA NO TUBO DA MANGUEIRA OU A PRIMEIRA VEZ DA LAURA

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Escrito dia 27 de abril de 2008 na categoria Fetiche por ribeiro

A minha colega Laura farta de saber que em matéria de sexo do que eu gosto mesmo é de tocar punheta como não me tenho cansado de afirmar, vivia-me gozando de tal inclinação, dizendo que eu era um punheteiro porque além de ter uma pilinha pequenina, como ela sabe pois já ma viu algumas vezes, devo sofrer de ejaculação precoce e esporrar-me mal a meto, defeito que segundo ela sofrem todos os homens pouco avantajados de pilau e bagos como eu.

É verdade que tenho uma pila pequena e um conjunto de tomates pouco significativos mas isso não quer dizer que não aguento o leitinho nos meus colhões quando estou a foder ou a masturbar-me. Prefiro tocar à punheta porque isso me dá mais prazer do que ir ao pito ou ao cu à melhor boazona que me ponham na frente. E quis-lhe provar isso. Lá por ela ser uma puta que só está bem a levar com cacete de macho pela rata dentro, isso não significa que todos os homens troquem o pito por uma boa segóvia feita manualmente. É tudo uma questão de gosto. Assim num destes dias, como sou muito fetichista na punheta e gosto de improvisar umas recreações enquanto faço sexo sozinho, cortei um tubo de mangueira plástico com talvez mais de 30 centímetros de comprimento com a ideia inicial de a enfiar no cu como um caralho enquanto minhas mãos se entretinham a fazer-me gozar uma solitária como os homens sem mulher. E foi o que fiz efectivamente nessa noite. Mas como constatasse que o diâmetro da mangueira tinha precisamente o tamanho da parte mais grossa da minha piça erecta ( 5 cms.) resolvi aproveitá-la para uma punheta que contava tocar no dia seguinte durante as horas de expediente, em frente à Laurinha dos olhos azuis, de modo a fazer-lhe ver bem que eu não era nenhum esporra-barato como ela afirmava só porque me recusava a comê-la e preferia ficar só na punheta com ela, como aliás prefiro com qualquer mulher.

Como estamos só os dois no gabinete, e ali nunca vem ninguém, foi fácil conduzir a conversa para a minha tara. E lá vieram de novo as suas acusações: eu não devia ter jeito nenhum para foder, minha piça era incapaz de satisfazer qualquer mulher exigente o que era notório só de olhar para ela. E concluía dizendo que eu não era homem pois nem me tentava aproveitar dela a não ser para tocar ao bicho como um menino virgem.

- Pois então Laura – retorqui-lhe – vais-me ver foder agora.

- Não me digas, meu tarado, que pensas que te vou abrir as pernas aqui?- respondeu-me.

- Claro que não. Sei que tu és uma puta bem gostosa e que uma piça pequenina como a minha não merece entrar numa cona tão larga, como estou certo tens a tua. Apenas te quero provar que consigo estar a foder uma imensidade de tempo por mais apertado que seja o buraco- e exibindo-lhe o tudo da mangueira cortada expliquei-lhe que ia enfiar o caralho naquele buraco virgem e que o iria socar como se estivesse comendo mulher.

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- Durante quanto tempo?- quis saber ela – É que muitas vezes o tempo que um homem se aguenta depende da parceira que tem.

Eu não tenho grande experiência disso pois me venho mais vezes sozinho do que com qualquer parceira, mas não duvidava. Ora como aprecio imenso ouvir histórias sexuais contadas por mulheres belas, em especial a história da sua primeira vez, e como nunca ouvira a Laura contando-me como perdera a virgindade, respondi-lhe que já que era ela a minha parceira que me contasse esse episódio que a tornara mulher, que eu me viria no final demorasse ela o tempo que demorasse. A Laura que apesar das suas queixas com que gosta de humilhar-me, aprecia imenso ver-me punheteando tanto como eu aprecio punhetear-me na sua presença, deixou um clarão radioso assomar-lhe nos olhos, tornando-a mais bonita, e espreitando com a sua cabeça por cima da secretária pôs-se a mirar-me tirando a piça fora por sobre o fecho e masturbando-a um pouco para a deixar mais tesa antes de a enfiar no buraco da mangueira com algum esforço pois a entrada era estreita. Minhas mãos enlaçaram então aquele tubo de borracha e começaram a imprimir-lhe os movimentos automáticos de quem está tocando ao bicho, e que todos os homens conhecem bem. Minha piça parecia estar sendo sugada, era melhor tocar punheta assim do que envolvendo directamente a piça na mão, ou pelo menos naquela altura estava-me parecendo isso. A Laura dispôs-se então a contar-me como perdera os três não sem me ter achincalhado novamente:

- É como digo: tens uma pila que não chega a metade da do meu namorado que a tinha mais pequena de todos. Aposto que levaste muitas negas e como não te deixavam lá ir acabaste habituando-te a tocar exclusivamente punheta. Com esse tubo de mangueira enfiado nela ao menos ficas com uma piça de homem. Se fosse a ti não a tirava mais. (Grande puta, injuriava-a eu. Gozas porque és mulher e não precisa ter uma piça grande como eu para seres bem sucedida nos amores, mas as suas palavras estavam tornando aquela punheta a mais saborosa que tocara até então como acho sempre de todas as que envolvem uma situação nova). Bom, posso dizer que perdi a virgindade de livre vontade mas por sorteio (aquelas palavras escusado será dizer que me fizeram pôr o caralho ainda mais teso e além de me continuar punheteando com a mangueira comecei a socar a entrada da mesma como se ela fosse uma coninha apertadinha). Eu tinha 16 anos, nunca me masturbara sequer, estudava no Liceu e andava com uma vontade danada de provar um cacete. Ora uma colega, a Telma, da zona de Campanhã, organizava às sextas à tarde, umas farras em casa aproveitando o facto de depois do almoço não termos aulas e a casa estar vazia. O objectivo de tais farras não era outro senão proporcionar encontros sexuais fortuitos e todas as meninas que lá iam sabiam que tinham de abrir as pernas para um dos rapazes que o sorteio ditasse.

Ui, eu estava excitadíssimo com a história, mas tarado como sou queria saber mais pormenores.

- E que sorteio era esse?

- Já te explico – continuou a Laura, sem tirar os olhos da minha masturbação inédita. Para a consolar mais, tirei os colhões de fora do fecho e ela apreciou o movimento dos mesmos balançando junto ao buraco da mangueira. Não resisti a gabar meus dotes já que mesmo diminutos são os que tenho- Diz lá ó fodilhona, se os meus colhões mesmo pequeninos não são apetecíveis?

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Ela não o confirmou. Dizendo-me já ter visto melhores explicou em que consistia o sorteio. Eu já me levantara da cadeira e fodia agora o tubo de pé, seguríssimo de que ninguém entraria.

- A Telma tinha uma regra inflexível. O nº de rapazes era sempre o dobro do das meninas, tinham de ser alguns anos mais velhos, e para evitar o risco de sermos faladas na escola não podiam ser nossos colegas.

- E cada uma de vocês tinha de dar para dois?

- Não. Ela fazia aquilo para que a vizinhança não desconfiasse de nada, como desconfiaria se fosse o mesmo nº de rapazes e raparigas. E na verdade nunca houve problema nenhum.

- Então isso quer dizer – atalhei – que metade deles ficava a ver navios?

- Exacto! – confirmou Laura -. Ou então faziam como tu e desenrascavam-se à mão, se a tesão fosse muita. Os rapazes tinham ainda de contribuir com 50 escudos para serem aceites no sorteio.

Ui. Saber que a Laura fodera logo na primeira vez por dinheiro, coisa que eu nunca desconfiara que ela tivesse feito embora lhe chame muitas vez puta insuflou-me de tal modo o caralho que o tubo aumentou de largura e prendeu-me o membro impedindo-me momentaneamente de continuar fazendo o tira e mete. Laura gozou-me ainda mais, rindo-se muito.

- Com um bocado de sorte ainda vão ter de te cortar a pila. Então é que depois nem para uma punheta ela te servirá.

- Afinal não és só tu que és puta – devolvi-lhe o sarcasmo – Tuas amigas também.

- Não se pode dizer que fôssemos putas. Simplesmente a Telma achava que podíamos tirar algum proveito daquela situação. E muitas vezes com o dinheiro acumulado fazíamos uns lanches, e os rapazes habituais da casa eram convidados por nós. Além disso fracas putas seríamos cobrando tão pouco dinheiro.

Tinha razão. A Laura é um pedaço bom de mulher, se fosse puta seria das caras e nem me deixaria tocar uma punheta gratuitamente ao seu lado como estava fazendo naquele momento.

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- Então era atribuído um nº a cada uma de nós e dentro de uma urna a Telma colocava os mesmos números escritos e dobrados em quatro num boletim de papel e outros tantos boletins sem nº algum. Como eu era virgem a Telma estipulou que o individuo a quem eu calhasse pagaria o dobro, e todos concordaram pois todos queriam ser os contemplados com a minha virgindade. Cada rapaz tirava um boletim e consoante tivesse um dos nossos números ou o zero, assim fodia com uma de nós ou não. O meu nº era o 5 e calhou a um rapaz de 24 anos, o Julinho, gostosão e entroncado ( minha piça desinchara um pouco e eu podia continuar a socar o tubo como se estivesse dando na cona da Laura). Assim que ele pagou o excesso a Telma generosamente por ser minha primeira foda, consentiu que nos servíssemos da cama de casal dos pais, ainda que recomendando-nos que não a desmanchássemos para não sujarmos os lençóis, e o Julinho previdente lembrou que era possível que eu sangrasse quando me rasgasse o hímen, pelo que seria conveniente colocar uma toalha por baixo do meu cu quando me estivesse a dar. Telma arrranjou então uma toalha velha dizendo que a poderíamos manchar à vontade que ninguém daria pela sua falta. Assustei-me um pouco ouvindo dizer que ia sangrar mas era uma coisa que teria de me acontecer mais tarde ou mais cedo, já que nunca tive intenção de morrer virgem. A precaução contudo tinha bem razão de ser pois quando me levou para o quarto e após me ter deitado e despido sobre a colcha e me ter feito baixar-lhe as calças pude ver que ele tinha um bacamarte enorme, sem a pele da glande e bronzeado como todas as partes do seu corpo, demonstrando praticar nudismo regularmente. Disse-me que como tinha a piça muito grande ia ser muito cuidadoso comigo, só me fazendo sofrer o estritamente necessário para que eu não ficasse com má impressão de um acto tão prazeroso como é foder, e por isso antes de ma meter ia-me deixar a coninha bem preparada para aquela intromissão. Abriu-me bem as pernas, levantou-as ao alto e ajoelhado aos pés da cama fez-me o primeiro minete da minha vida, demoradamente. Tive o primeiro orgasmo sendo lambida por ele. Depois subiu a sua língua pelo meu peito e fez-me o mesmo nas mamas, enquanto suas mãos me massajam o grelo e me penetravam suavemente com os dedos dando-me a primeira impressão do que é ser penetrada. Não tardou muito a fazer-me sentir excitada de novo e então colocando-me de gatas fez-me novo minete por trás lambendo-me igualmente o cu e penetrando-o com a língua e também de vez em quando com os dedos. Eu aproveitava para esfregar meu clítoris e meus lábios vaginais e bem podia perceber como meu grelinho estava inchado e húmido. Quando tocou suas mãos em meus seios estes pareciam de pedra tão tesos se achavam. Comecei então a punheteá-lo por entre as pernas para sentir aquele caralho grosso nas minhas mãos e era uma sensação maravilhosa que nunca antes sentira.

- Não tens nojo de me chupares a piça, pois não? - perguntou-me o Julinho. Não, não tinha. Depois de todo o prazer que ele me estava dando não tinha nojo de lhe chupar nada. Deitada sobre a cama deixei que ele se estendesse sobre mim, o seu entre pernas no meu rosto, o meu no dele, e começamos um 69. Eu nunca chupara nenhum caralho mas acho que me saí bem daquela primeira vez. Com as mãos punhetei-o na minha boca, com os dentes trinquei-lhe suavemente o caralho e os tomates, abocanhei estes como se os fosse comer, sorvi-lhe a pila, enquanto com a língua tacteei-lhe cuidadosamente cada centímetro dos seus órgãos. E até as gotas de esporra que lhe iam saindo pela cabeça da pixota, apesar de salgadas me pareciam deliciosas. Vendo como eu apreciava aquilo, Julinho mandou-me descair a cabeça para fora da cama e fodeu-me demoradamente a boca. Na posição tombada em que eu estava sua piça enorme penetrava-me na garganta e apesar da sensação de asfixia que provocava era uma delícia impossível de ser contada senti-la deslizar ferozmente na minha garganta, entrando e saindo. Fiquei logo ali com a ideia de que como seria quando me estivesse a dar com ela na racha excretora

- Está na hora de te ir ao pito e fazer de ti uma mulher a sério- disse-me então o Julinho ao fim de algum tempo. Mas havia um problema. Eu não tomava a pílula nem queria usar preservativo na minha primeira vez. Meu parceiro ainda sugeriu enrabar-me mas além de não me agradar a ideia de maneira alguma iria sair dali com o meu selo de origem na cona. Ele então prometeu-me que tiraria a pila fora quando se estivesse a vir , pois embora não gostasse muito de praticar coito interrompido já o fizera antes. Colocamos a toalha então debaixo das minhas nádegas, a seu pedido dei-lhe uma cuspidela na pila e esfreguei-lhe o cuspo com as mãos ao longo do pau, e comigo por baixo e ele por cima, com as pernas totalmente esticadas para os lados de maneira a deixar-me a cona o mais arreganhada possível, fui penetrada por aquele torpedo. Julinho começou por encostar a cabeça melada da sua pila nos meus portões, roçando-a bem na minha cona, e foi metendo. Apesar do cuidado com que o fez a arrombadela que me provocou levou-me a soltar um ai forte e senti então um líquido quente escorrer por minhas coxas. Não quis olhar pois não gosto de ver sangue, mas aquilo só podia significar que eu já não estava no mesmo estado com que vim ao Mundo, e enchi-me de orgulho. Fodemos durante muito tempo. Quando nos cansámos daquela posição, virou-me de costas, e colocando meu peito estendido para a frente continuou dando-me no pito mas por trás. Quando me estava quase a vir (eu também estou-me quase a esporrar, grande puta, pensava eu, acaba a história, senão venho-me todo antes de tu a acabares) virou-me de lado e e levantando-me a perna direita, continuou a foder-me o pito. Gemi de prazer como nunca. Nunca imaginei que um acto que dá tanto prazer nos fizesse gemer tanto a nós, mulheres. Mas é claro que nem todos os homens nos conseguem fazer gemer de prazer. Duvido que um homem com um bacamarte tão raquítico como o teu me pudesse fazer gemer de prazer como o do Julinho – e dizendo isto voltava a olhar para o meu caralho totalmente enfiado no tubo da mangueira.- Quando me vim tive um orgasmo tão intenso que como o Julinho me deitara por cima dele, meu mel escorreu-lhe pelo pau abaixo até aos colhões deixando-os completamente húmidos. Mas eu sentia-me outra e podia agora comprovar que nada é melhor do que o sexo. Quando feito a dois óbviamente- voltava a Laura a dizer-me – agora fazê-lo sozinho como tu, meu punhetas de pilinha curta, não sei qual seja a piada.

Nem eu lho iria explicar. Apenas lhe perguntei que fim levou a esporradela do Julinho que a Laura não consentira fosse vertida na sua cona.

- Que fim haveria de ter? – respondeu-me ela rindo-se – Como não podíamos sujar a cama nem havia tempo de ir à casinha despejá-la pela sanita, mandou-me abrir a boca e colocando o caralho por cima da minha língua deu-lhe duas bombadas ferozes com a mão como tanto gostas de fazer, esporrando-se todo dentro dela.

- Engoliste-a?

Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!

- Engoli- confirmou-me. Ah grande puta! Ela acabando de dizer isto e o meu caralho fremente apesar do aperto que o tubo lhe provocava indicou-me que também queria despejar o líquido que os meus colhões lhe estavam enviando. Que pena não ser na boca dela e assisti-la engolindo minha esporra. Só tive tempo de tapar a extremidade livre do tubo com uma das mãos para que a esporra não pingasse no chão, e vim-me também copiosamente. Que delicia de punheta! Não admira que com mais ninguém eu goste tanto de tocar ao bicho como com a minha querida colega Laura. E que não troque tais punhetas nem pela cona da mulher mais sexy do Universo.

Comentários 1 Comentários

  • marquinhus marquinhus

    Comentário feito por marquinhus 08.06.2008

    conto muito curto as vezes da certo e contos muito londo e sem paragrafo nao da certo fik muito cansativo

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