Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Uma história sobre Ele. II. Gays Amigaço 2288 2 Nota 5
Amanhã. 1 1 Comentários Hetero Amigaço 1253 1 Nota 5
Os marinheiros. 2 2 Comentários Gays Amigaço 2231 3 Nota 5
A porta. 1 1 Comentários Hetero Amigaço 2123 5 Nota 4.5
Na choupana . Gays Amigaço 3727 6 Nota 4.5
Caçando as raízes. Gays Amigaço 4063 4 Nota 4.5
Na ausência dos patrões. Hetero Amigaço 2060 3 Nota 4
Como criar um conto pornô. 2 2 Comentários Incesto Amigaço 4831 10 Nota 4.5
O colecionador de ninfetas. Hetero Amigaço 3543 2 Nota 4.5
Escondendo o chapéu. Gays Amigaço 2701 4 Nota 5
Monólogo do mendigo seduzido. Hetero Amigaço 2298 3 Nota 4.5
O gari da minha rua. Gays Amigaço 3877 6 Nota 4.5
Por um punhado de amor. Gays Amigaço 2858 4 Nota 5
O mistério da boceta. Hetero Amigaço 1881 2 Nota 4.5
A chapeleta. Gays Amigaço 3444 2 Nota 5
A ponte dos desejos. Incesto Amigaço 11202 5 Nota 4
A Freira da Favela do Pico Velho. Hetero Amigaço 3367 5 Nota 4.5
Bizarrices. Hetero Amigaço 2416 1 Nota 5
Sobre viver e morrer. Gays Amigaço 1534 4 Nota 4.5
Um romance unilateral. Gays Amigaço 1483 6 Nota 4.5
A viuvinha. Hetero Amigaço 3367 3 Nota 4.5
Amizódio. Gays Amigaço 2734 7 Nota 4.5
Os bons e os maus. Gays Amigaço 3799 7 Nota 4.5
Punheta. Hetero Amigaço 2479 5 Nota 4.5
Como uma puta. Traição Amigaço 4822 6 Nota 4.5
DesAparecido. Gays Amigaço 3569 9 Nota 4.5
Festa do Peão. Hetero Amigaço 3222 4 Nota 4.5
O marido perfeito. Hetero Amigaço 3212 3 Nota 4.5
O Pedrão da Mula II Gays Amigaço 3927 9 Nota 5
O ocaso de Joãozinho. Gays Amigaço 3851 7 Nota 4.5
Fazenda Pindapora.1850. 1 1 Comentários Sado Amigaço 3692 8 Nota 4.5
Desejo mortal. Gays Amigaço 3364 10 Nota 4.5
A Manquinha e o marginal. Gays Amigaço 3196 10 Nota 4
Vendedor de enciclopédia. Hetero Amigaço 2260 6 Nota 4.5
O segredo de Raimundo. Gays Amigaço 4912 13 Nota 4.5
Chuva dourada. Hetero Amigaço 2218 11 Nota 4.5
Uma história sobre Ele Gays Amigaço 3341 23 Nota 4.5
Exame de próstata. Gays Amigaço 4806 10 Nota 4.5
O noviço na praça. Gays Amigaço 2536 14 Nota 4.5
Aquele da borracharia. Fetiche Amigaço 7939 38 Nota 4.5
A festa de Bebeto. Gays Amigaço 4286 21 Nota 4.5
Barraco democrático Orgias Amigaço 4565 22 Nota 4
O Pedro da Mula. Gays Amigaço 6941 47 Nota 4
As vidas do Sr. Lucas. Gays Amigaço 10087 32 Nota 4
O casamento. Hetero Amigaço 7165 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 4820 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12693 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 7941 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 5952 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4725 83 Nota 3.5

A porta.

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Escrito dia 26 de abril de 2008 na categoria Hetero por Amigaço

A porta.

O fato aconteceu quando dona Margarida resolveu trocar a porta da despensa que estava toda carcomida pelos cupins e muito estragada pela ação da chuva. Essas portas de agora que parecem feitas de farelo de madeira e cola. Não valem nada.

Pegou o telefone e discou o primeiro número que viu com a indicação de marceneiro, que trabalhava com perfeição e cobrava baratinho.

-Isso não existe, mas vamos lá, resmungou ela para o marido aposentado que dormitava na varanda da frente, lendo o jornal do dia anterior.

-“Vamos enviar o Valdemar para sua residência, às três da tarde, está bom assim, minha senhora?” Ouviu a voz do outro lado estipulando o preço e anotando o endereço.

Dona Margarida achou ótimo e pediu para o marido dar uma volta no comércio para ver se encontrava uma porta nova, boa e barata.

-“Isso não existe, mas vamos lá”, respondeu o seu Anselmo levantando-se da cadeira preguiçosamente, dispondo-se a cumprir as ordens da patroa.

- E que entreguem essa porta antes das três horas da tarde....

O velho Anselmo botou o chapéu de feltro, que o sol estava ardido, pegou a carteira, a bengala e saiu.

A bondosa senhora aproveitou para varrer a varanda da frente, já desimpedida de seu inquilino mais freqüente e depois fez o almoço, carne, feijão, arroz, verduras e legumes. Preparou também o suco de caju que o marido nunca dispensava.

Tomou um belo banho, vestiu saia e blusa leves, coloridas, passou um pouco de carmim no rosto e esperou o marido voltar. Ele voltou uma hora depois já dentro do caminhão que entregava a porta arrematada por um preço mais barato, já que estava um pouco empenada, mas nada que a inutilizasse para o uso nos fundos da cozinha.

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Depois do almoço, o velho Anselmo recolheu-se para o quarto e, como de costume, caiu na cama onde costumava dormir até às seis, quando se levantava para assistir o noticiário na televisão.

Às três e meia da tarde estacionou o furgão lá na frente, rente à calçada e dele desceu o marceneiro, o Valdemar, carregando a caixa de ferramentas.

A respeitável senhora foi recebê-lo no portão, deu passagem e ouviu a primeira manifestação do rapaz, desengonçado e, no entanto, simpático, bonito, até:

-Dona Margaridona! Prazer em revê-la ! Quanto tempo!

Atônita, ela vasculhou a memória para encontrar algum ponto de apoio, forçou os neurônios para tentar se lembrar se o conhecia e de onde . Nada encontrou... Ele já havia se dirigido para os fundos da cozinha , na parede esquerda e verificava , apalpava tudo para avaliar como o serviço deveria ser feito.

“Será que é o filho de dona Carolina? Será que cresceu tanto, desde a última vez que o vi?! Parece um pouco com ele... mas não é...tenho certeza.”

Pegou um pano de prato e com ele enxugou as mãos suadas ao contato com as dele, grandes, esfoladas pelo serviço de marceneiro:

- Desculpe-me, mas não consigo me lembrar se o conheço ou não....

-Qualé, dona Margarida?! Querendo me tirar, agora? E o cornão, como está? Tá dormindo, tá ?

Dona Margarida arregalou os olhos, profundamente ofendida, as palavras atropelando as sílabas de indignação:

- Você não tem respeito, meu rapaz? É doido varrido? Não o conheço, nunca o vi antes e meu marido não é nada disso que está insinuando!

- Não brinca, dona Margarida! Resolveu dar uma de doméstica, logo hoje? Por que não voltou mais na rua das piranhas? Já faz tempo que não aparece por lá! O pessoal sempre pergunta pela senhora....

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Imediatamente ela se aprumou , pronta a acordar o marido e exigir uma atitude que escorraçasse aquele indivíduo de dentro de sua residência. Só não o fez com gritos histéricos porque imaginou o escândalo que isso causaria nas vizinhanças, mas alertou-o com voz mais pausada:

-Não ligo para a polícia imediatamente, porque sei o senhor se retirará sem causar mais problemas... Retire-se, por favor!

O Valdemar deu uma risadinha sarcástica, manejou a chave de fenda desapertando os parafusos que prendiam a velha porta ao batente, mas não modificou o tom de voz :

-Continua igualzinha, sua velha safada...gosta de uma briguinha antes de abrir o bocetão... Vê aí que tá tudo em cima...o bichão tá pedindo carinho....já faz mais de ano que você babou nele, faz não?

Dona Margarida sentiu o sangue ferver dentro das veias e por pouco não agarrou a escada onde ele havia trepado para derrubá-lo e dar-lhe umas boas bofetadas na cara! Espumou de ódio:

-Retire-se, estou ordenando! Estou falando sério! Vou acordar meu marido! Você terá que provar, com testemunhas, tudo o que está inventando descaradamente!

-Testemunha, dona Margarida?! O Galego mudou-se para o interior há mais de seis meses, e as meninas não estão nem aí pra esse negócio de testemunha, não...Elas correm da polícia como o diabo da cruz...mas e aí...voltando ao assunto...

Ele desceu da escada, encostou a porta velha contra a parede e aproveitou o movimento para acariaciar-lhe as polpas da bunda :

-Bundão gostoso, Dona Margarida...bem usado, mas gostoso ainda...

Dona Margarida! A rainha do boquete....sabia que nunca ninguém me chupou melhor que a senhora?! To falando sério...não é pra agradar , não....verdade....

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Dona Margarida desvencilhou-se rapidamente das mãos espertas dele, afastou-se escandalizada, tapando a boca com as mãos, enojada:

-Meu Deus! Quanto disparate! Como é possível ser tão descarado? O senhor não tem respeito nem pela própria mãe, tenho certeza!

-Não bota a mãe no meio, Dona Margarida...mãe é sempre santa...Olha aí...Essa porta nova tá mais empenada que meu pau quando fica bem duro!

O Valdemar pegou a porta nova, encostou-a no batente, medindo largura e altura, os encaixes estavam certos, mas a parte empenada não nivelava perfeitamente:

-Vai assim mesmo? Vai ficar um pouco difícil de abrir e fechar ... mas não vai ser culpa minha....esse negócio de abrir e fechar...Dona Margarida...ninguém faz isso melhor que a senhora....né , não?...

E, ato contínuo, encaixou a porta no batente, pegou os parafusos, apertou-os com destreza, deu umas três movimentadas na porta, verificando que funcionava até bem. Trancou-a por dentro de modo que quando dona Margarida se deu conta, tal o estado de estupefação se encontrava, sentiu que ele a erguia do chão, colocando-a sentada sobre a mesa da cozinha. Tentou gritar, mas já a língua enorme dele entrava até o fundo de sua garganta e a boca tampava seus lábios com movimentos longos, tirando-lhe quase todo o ar e a respiração. Depois resfolegou:

-Hoje vamos numa rapinha mesmo, porque ainda tenho muito serviço pra fazer, mas agora que já sei o endereço, fica mais maneiro....

Meio desfalecida, com a mente em profunda confusão, a veneranda senhora tentou se debater, sem nenhum êxito e censurou o marido que não acordava para salvá-la daquela situação absurda. Percebeu que o Valdemar lhe puxava as calcinhas pernas abaixo e seus dedos se atolavam certeiros na racha cabeluda , ao tempo em que o peito dele a abrigava a dobrar as pernas para cima como se fosse uma galinha assada.

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Ele abriu as calças e libertou o cacete pulsante e de ponta muito farta, úmida e escorregadia como um bagre!.

-Minha Nossa Senhora, me socorra! Gemeu ela no mesmo instante em que se via obrigada a abrir completamente as coxas para recebê- lo, sofregamente.

-Bucetão largo, Dona Margarida! Buceta gostosa que a senhora tem....aposto que o corno nem sabe usar essa birosca! Fala a verdade....ele ainda fode ou já aposentou?

Dona Margarida olhava espantada para o queixo mal barbeado dele e comprimia as partes instintivamente para que ele não repetisse as palavras, taxando-a de bocetuda novamente e os sucos espirraram sobre os pentelhos dele, num orgasmo há muito não vivido! Ele fodeu sua boceta como um touro, chacoalhando a mesa com ela juntamente.

E, no último safanão da virilha, esporrou dentro dela uma torrente de lava! Depois desabou sobre ela com todo o seu peso e gemeu:

- Puta vida! Esgotei os bagos como na primeira vez, lembra?!

Dona Margarida sentia-se duplamente transtornada : primeiro por ser confundida com alguma prostituta qualquer, outra por ter gozado gostosamente ao sentir o varapau percorrendo e preenchendo seu labirinto secular.

Depois, enquanto Dona Margarida se recompunha apressadamente, meio apalermada ainda, o Valdemar recolheu, satisfeito, os parafusos que restaram no chão, guardou as ferramentas dentro da caixa e apresentou a nota da cobrança. Era o mesmo preço que havia sido combinado pelo telefone.

E ao se despedir ainda teve a pachorra de apalpar-lhe o bico do seio, com o convite desaforado:

-Aparece por lá, tá fazendo falta, sua danada! Liga lá pra firma....a senhora sabe que sempre tem bala na agulha!

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O velho Anselmo ainda estava dormindo. Ficou paralizada na varanda da frente, observando o furgão acelerado, sentindo a gosma que melava todo o seu sexo e procurou imaginar quais as palavras para justificar e quantas ave-marias teria que rezar na confissão da missa, no domingo.

Mas logo seus pensamentos foram perturbados pela gritaria dos netos que regressavam da escola.

Levantou-se e correu para o banheiro antes que o velho Anselmo acordasse.

“Isso não existe, mas vamos lá!” Gemeu agachando-se e observou, desgostosa, o fio de porra e gala escorrendo da boceta para o vaso.

Comentários 1 Comentários

  • peristilo peristilo

    Comentário feito por peristilo 03.06.2008

    Ah! gostei! Muito legal! Cara, você tem um estilo que se parece muito com o meu:humor e erotismo. Incrível! Mas você consegue tornar a coisa mais excitante que engraçada. E muito mais imaginativo.Tô virando seu fã! Bye, amigaço!

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