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Relatos eróticos de Exibicionismo

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TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA

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Escrito dia 27 de março de 2008 na categoria Exibicionismo por sandra

Esta semana meu amante Renato tem dormido todas as noites em minha casa, e eu sinto-me cada vez mais sua mulher até porque este já me disse que me amava e querer viver comigo para sempre, mesmo mantendo seus escapes com homens. Meu grelinho humedece mais perante Renato mas ainda não lhe retribui sua declaração de amor pois meu coração ainda não se esqueceu de meu corninho R que vive connosco na mesma casa, dormindo sozinho no sótão por cima de nosso quarto escutando o barulho de nossas trepadas sem se poder masturbar, pois Renato voltou a exigir-lhe que durma com o cinto de castidade que me ofereceu no dia da Mulher. Apenas exijo ao meu amante que não lhe chame cornudo nem lhe faça usar a coleira em frente dos miúdos e ele tem cumprido tal exigência. Também Renato não o voltou a enrabar nem tem saído com homens pelo menos às noites, assim como não permitiu ainda que R assistisse a nenhuma de nossas transas. Posso assim dizer estar vivendo uma nova lua de mel com outro homem.

Temos fodido como coelhos ainda que minha ratinha não tenha provado esta semana o seu cacete, pois Renato mais habituado a copular com homens do que com mulheres passou estes dias comendo-me apenas o cu, argumentando querer-me habituar a gozar pelo buraco que por ser mais apertado prefere usar mais do que o da frente. Como tenho alguma dificuldade em atingir o orgasmo só sendo sodomizada com grande mágoa de Renato que consegue fazer R esporrar-se só lhe metendo por trás e sem este sentir que se está vindo, consente que me masturbe com um qualquer objecto duro, ainda que não goste muito de me ver dando para um vibrador, dizendo que a imaginação é tudo e que já antes de existirem sexs shops as mulheres solitárias, ou com maridos incapazes, se satisfaziam com outros objectos fálicos. Aliás Renato, tal como R, tem uma grande tara por me ver consolando a vagina com objectos duros como lhes vou contar.

No domingo à noite Renato chamou meu marido ao quarto que era dele, e à minha frente, no seu estilo autoritário disse-lhe que se ele quisesse continuar connosco teria de passar a dormir com o pau preso no cinto, pois nessa semana que contava passar comigo não queria sabê-lo tocando punheta escutando-nos na diversão. Disse-lhe isto só para o humilhar mais e porque nos excita grandemente entregarmo-nos um ao outro sabendo-o de pau feito escutando-nos do que dormindo com os tomates despejados. Proibiu-o também de me voltar a ver nua, excepto quando o decidir associar às nossas farras, e de me voltar a meter de futuro. Mandou-o então baixar as calças e ele próprio perante mim lhe colocou o cinto cuja chave me confiou, com indicação de todas as noites antes de subir para o sótão passar no nosso quarto para que um de nós lho ponha. Meu grelinho ficou encharcado com as suas palavras, e a pila de R se estivesse livre insuflar-se-ia como uma vela ao vento só por estar ali à nossa frente. Renato como sempre chamou-lhe pixota curta, exibiu-lhe a sua abrindo o fecho das calças dizendo que com tal diferença de tamanho não admirava que uma mulher quente e gostosa como eu a preferisse à dele.

- Homens com o caralho como o teu –disse-lhe – não deviam ter direito a mulher mas apenas a foder com o cu que como sabes mo deves apresentar sempre que to exigir.

Depois de lhe ter colocado o cinto, e guardado a pila dentro das calças, mandou-me tirar a roupa ficando só em lingerie. Gosto mais do preto ou vermelho para roupa interior, mas Renato prefere azul, e sempre com ligueiros segurando-me os collants. Como gosto de lhe fazer as vontades era assim que estava vestida. Renato puxou-me de encontro a si, beijou-me os lábios, apalpou-me as partes gostosas do meu corpo. Eu correspondi a tudo.

- Agora despe-me – mandou-me – e começa a satisfazer-me.

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Que tesão aquelas suas ordens, tratando-me com uma puta fazendo-me lembrar o meu primeiro namorado a sério, o alentejano Rodrigo com quem vivi um ano numa república estudantil em Coimbra. Apressei-me obedecer-lhe, despindo-o vagarosamente para mais tempo prolongar aquele momento até o deixar nu. Seu caralho mal se viu liberto das vestimentas que o comprimiam esticou-se todo na minha direcção obrigando seus tomates a balouçarem. Renato aproveitou para achincalhar mais R.

- Estás a ver meu grande cornudo como um verdadeiro caralho de macho se comporta em presença de uma mulher apetitosa como a Sandra?

Bom, o de meu marido nunca me deixou ficar mal ainda que não se compare àquele em dimensão. Como sei do que Renato gosta, e que é o que gostam todos os homens, ajoelhei-me, agarrei-lhe o membro punheteando-o durante vários minutos apreciando o gozo branco e leitoso que ia soltando, e quando o vi bem melado de esperma comecei a passar-lhe a língua na cabeça, lambendo-a e engolindo-a toda, antes de a abocanhar inteira e lhe começar a fazer uma mamada. Renato revirava os olhos e gemia de prazer, minha pita pulava e pingava-me na calcinha tão excitada a mamada que estava fazendo e a visão daquele cacete de 22 cms ocupando-me a boca até à garganta me iam deixando, obrigando-me a apertar as pernas como se quisesse esmagar meu tesão. Meu corninho R com a piroca apontada aos pés já que o cinto de castidade que envergava não a deixava levantar-se, acho que daria a própria vida para ser ele o beneficiário do trabalho da minha língua, de tal modo não tirava os olhos de nós.

- Coloca-te agora de gatas em cima da cama – exigiu Renato depois de me ter lambuzado fartamente a boca com o seu líquido de macho e o ter misturado bem na minha saliva. Pensei que me quisesse enrabar e R radiante pensou o mesmo e que finalmente lhe iria ser dado assistir já que meu amante tal como eu adora comer-me na minha cama de casal. Mas não. Renato apenas lhe queria provocar mais inveja. Pegou no seu pau duro como um tronco, atochou-me a calcinha no rego de meu rabo e grelinho, e enfiou a sua coisa por baixo daquela tira de pano esfregando-a assim bem melada nas minhas nádegas e rego deixando pingar algumas gotas do seu leite dentro dele. Hummm! Que bom! Embora não o tivesse dentro de mim comecei a rebolar-me naquele pauzão enquanto ele me socava como se me estivesse a comer de facto:

- Vês corno como uma boa piroca consegue dar prazer a uma mulher? – ia perguntando Renato a R. Este não dizia nada, limitava-se a olhar para o nosso roço. Que calor eu sentia na pitinha! Há lá coisa melhor que um homem e uma mulher em tais alturas! Hummm! Meu marido como sempre nestas ocasiões começou a pedir que lhe deixássemos por favor tocar uma punheta. Não sonham a excitação que tais pedidos me provocam, meu marido pedindo para se consolar à mão assistindo a uma trepada minha com seu corneador. As senhoras experimentem e verão que esse é o maior gozo de ser casada. Como resposta Renato só lhe retorquiu que o ia deixar consolar-se mais um bocado, ainda que apenas visualmente, antes de o mandar recolher. Percebi e R também que o grande final ia ser só entre nós os dois e estava em pulgas para que acontecesse. Meu amante gostoso e ainda mais tarado que meu corninho, totalmente nu como eu o tinha posto entrou no WC anexo ao meu quarto demorou-se um pouco nele, voltando de lá com o varão metálico de pendurar a toalha de banho que é de desaparafusar e mede 30 cms. de comprido pois o medi na manhã seguinte . Ultimamente minha rata o que tem apanhado mais é com vibradores caseiros, pensei. Ainda permanecia de gatas e Renato aproximando-se por trás passou sua mão no meu grelinho por baixo da calcinha constatando deliciado como escorria sumo. Estendeu-a assim molhada a R que a lambeu, e puxando uma cadeira que encostou à parede, mandou-me sentar nela. Não ia ser uma trepada em cima da cama nem Renato me mandara tirar ainda nenhuma de minhas peças íntimas. Quando me sentei no tampo aveludado, meu amante puxou-me as pernas para cima cruzando meus pulsos nelas. Depois com o seu cinto amarrou meus membros sem me magoar. Ahh, como é boa aquela sensação de ser dominada, imobilizada, violada, por um parceiro como aquele, sedutor e de formas divinais.

- Vou comer o cu da minha gostosona com o meu caralho avantajado que a deixa nas nuvens – Renato alardeando para meu cornudo o seu lado exibicionista que sempre me atraiu muito nos homens – E adivinha com que ela vai consolar a entrada da frente. Gostarias que fosse com a tua pilinha ridícula não gostarias, corno? Mas não vai ser. A Sandra gosta de coisas maiores e mais grossas que a tua. E acrescentou que estava na hora de R se retirar uma vez que não iria assistir a mais nada dali para a frente pois já vira tudo o que tinha a ver para aquela noite. Meu marido sabia que não adiantaria apelar para mim e despediu-se com um beijo na minha face como todas as noites. Sei que me continua a amar apesar ou por causa do que lhe faço passar e acho delicioso isso, assim como delicioso me soube receber aquele beijo, eu amarrada, apenas de calcinha e sutiã azul transparente como todas as minhas peças íntimas, preparada para receber meu amante abonado como todos os amantes que arranjei, provocando desejo a ele com o pau coberto por um cinto de castidade.

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Mal R fechou a porta do quarto atrás de si, Renato desapertou-me o sutiã enfiando sua cabeça entre minhas pernas erguidas, mergulhando de boca e mãos nas minhas mamas carnudas e tesas. Depois continuou beijando meu abdómen, trincando-me docemente a barriga provocando-me um arrepio de prazer, lambendo-me o umbigo, e fazendo-me contorcer de desejo.

- Ohh Renato não posso mais! Come-me toda! Não demores!

Renato tirou então minha calcinha húmida fazendo-a subir pelas minhas pernas. Mas como estava amarrada da forma que já descrevi elas ficaram detidas em volta dos tornozelos quase em cima de meu nariz e olhos. Renato também para me comer teria de esfregar seu rosto nelas. E foi o que começou por fazer.

- Oh que cheirinho bom a tesão de cu e cona – dizia roçando seu nariz na calcinha -. Vamos já tratar de o acalmar.

Penetrando-me o olhinho de trás com os dedos alargou-mo mais um pouco ainda que ele não precise muito de ser alargado graças ao uso que meus parceiros lhe têm dado, e não tardou muito que a piroca bojuda de Renato entrando de frente começasse a alargá-lo ainda mais. Aii! A chapeleta e o anel são sempre duas etapas que doem um pouco para serem ultrapassadas, mas quando o par de tomates me bate nas nádegas e a cabeça da vara me começa a socar o troço parecendo querer furar-me por dentro e invadir-me o canal do útero por trás, toda a dor é esquecida e só me quero rebolar como uma cadela no cio e gozar o melhor que posso porque nestes momentos o que conta é o prazer animal que uns chamam pecaminoso mas que eu acho natural.

Renato porém não me ia deixar só apanhando por trás. Quando seu cacete ia cavalgando no meu cu, e embora não pudesse abrir bem as pernas suas mãos iam-me masturbando o grelo. Quando me sentiu toda relaxada, afastando os lábios para os lados, começou a meter o varão metálico dentro dele. Uii que duro aquilo era, mas não mais duro que outra coisas que já lá meti. O pior era ser frio. Renato com minha colaboração conseguiu meter até só deixar 5 ou 6 cms. de fora como um implante erecto no meu entre pernas. Ai que pila monstruosa, vai-me rebentar toda, dizia para lhe dar mais tesão, enquanto me ia rebolando com o mesmo gosto no cabo que ia aquecendo quanto mais eu me esfregava nele, e na sua vara de carne. Era a minha primeira DP com uma pila e um varão de toalha de banho. Delicioso ainda que de vez em quando me fizesse arrancar um ou outro gemido que não era só de prazer. Meu corninho no sótão devia estar de ouvido colado no soalho para ouvir melhor. Renato com a voz entaramelada de tesão incentivava-me a dar o máximo naqueles dois paus.

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- Rebola-te toda, minha putazinha gostosa! Mostra-me como sabes ser uma puta!

Já passaram 20 anos desde esse tempo mas ainda não esqueci o que é sê-lo como lhe provei. Até era bom estar de pernas amarradas para sentir melhor a pressão daquele cabo espetado ao alto na minha vagina e esfregar meus lábios e clítoris nele, enquanto Renato tocando suas pernas nas minhas me bombava no cu até eu me vir molhando profusamente o assento da cadeira. Todas as fodas com meu amante me sabem sempre á primeira de tal modo consegue improvisar e surpreender-me.

Renato no entanto ainda não se satisfizera. Quando me vim ele deixando-me o varão continuar cravado na minha madre, sacou seu piçante fora e aproximando-se de minha boca de lado, mandou que o chupasse. Pelo estado de agitação do mesmo via-se não se ir aguentar muito. Abri a boca e sugando-o deixei que também ela fosse penetrada por aquele músculo delicioso. Não tardaram dois minutos a sentir seu dilúvio desaguando nela e não esperei que me pedisse mais nada. Lentamente, sorvendo cada gota de esperma que ele depositara em minha língua fui engolindo tudo, e não adormecemos sem que lhe limpasse com ela aquele talo que me tem feito tão feliz ou tão louca nestes últimos dias e que tanto têm escandalizado meus pais e sogros, vizinhos, amigos e até clientes. Nunca me senti tão puta nem mesmo quando alugava meu corpo e nunca me senti tão feliz e livre com isso como agora. Acho que mais do que me amar Renato me inebria e embriaga, mas isso são considerações que não as devo tecer aqui.

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