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Caçando as raízes.
Eu volto minha cabeça instintivamente ao ver o homem passar indiferente ao lado na calçada. . Anda apressado e é um perfeito exemplo de caipira que veio do sítio para a cidade, comprar os mantimentos, após ter recebido o parco salário que o patrão lhe paga após um mês inteiro tratando de vacas , bezerros e bois.
Um vaqueiro magro e moreno claro. Feições severas de quem jamais olhou para outro sujeito a não ser com as mais normais das intenções .. Mas eu o desejo, em sua simplicidade caipira. Sigo-o até o mitório da praça onde ele entra sem notar minha presença, deposita no chão o pacote que carrega e displicentemente abre a braguilha, expõe um cacete vistoso, mija copiosamente e abana o pintão , ajeita-o dentro das calças e, sem lavar as mãos, sai do mitório carregando seu pacote. Nem me viu. Mas eu vi o que tanto desejava ver. Sigo seu andar másculo atravessando a rua até a lanchonete barata onde percebo que uma mulher gorda e um garoto de sete anos o esperam. Infelizmente é casado, penso e isso me deixa um pouco desarmado.
De perto observo as conversas e percebo que deverão tomar o ônibus até a saída da cidade e então seguirão a pé até a estrada de terra que leva ao sítio onde moram. Eu me aproximo e pergunto se naquela região onde habita existe raiz de árvore chamada imburana, mas não deve ser seca como estas vendidas no mercados. Deve ser fresca, recém arrancada da terra. É o que mais tem no mato, nos fundos do sítio, explica a mulher. A raiz tem que ser grossa e sumarenta para fazer o efeito necessário.
-Tem até dessa grossura! Explica ele mostrando um círculo exagerado entre os dedos. Eu sinto um arrepio e me ofereço para levá-los ao destino sem cobrar nada em troca das raízes. E estamos combinados. No carro, o menino não pára quieto e a mulher gorda tenta em vão segurá-lo, o sujeito calmo olha pra frente avisando que não está muito longe não, quase chegando. Toda vez que troco as marchas minha mão roça no tecido da calça rústica de brim azulado. Lá dentro está o pintão adormecido o qual sonho conseguir. Não dá pra explicar por que exatamente o daquele caipira e não um outro qualquer. Tem que ser aquele. Tem que ser o do Jovino, conforme diz ser chamado..
A mulher gorda e o menino irrequieto descem e entram no casebre carregando o pacote de compras, o homem me oferece uma caneca com aguardente da qual já havia tomado bons tragos e pega o enxadão para arrancar as raízes. Descemos os dois para os fundos do sítio, na beira da mata onde crescem as imburanas.
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Ele cava a terra, mostra uma raiz e pergunta se serve aquela.
-Uma mais grossa um pouco, Jovino.
Ele cava mais, revolve a terra úmida de chuva e não mostra cansaço algum. É forte e acostumado com o trabalho braçal . Mostra outro pedaço de raiz, mas eu explico cuidadosamente:
-Tem que ser mais grossa... igual ao teu pau, mais ou menos...Jovino...
O caipira me olha meio surpreso e, desconcertado, pergunta:
-Mas que porra de raiz é essa? O doutorzinho está mangando de mim?
Explico-lhe então meu desejo e ele permanece estático, com o enxadão parado entre as pernas, de repente se dá conta de que eu estivera observando-o no mitório da praça e notado o volume dele enquanto mijava. Daí o motivo da carona. As raízes eram apenas uma desculpa qualquer, arranjada na última hora.
Ele permanece mudo durante certo tempo, talvez pesando os prós e os contras, mas eu vejo sua mão direita, instintivamente coçando o volume que parece aumentar , descendo pela perna da calça.
Pergunto se há o perigo de sua mulher aparecer por aqueles lados e ele afirma que não. É gorda, muito gorda para caminhar longas distâncias.
Não pareceu ficar ofendido quando lhe disse que jamais havia visto antes uma pica tão bonita quanto à dele.
-Tem nada demais, não, doutorzinho... Igual à dos outros, sorriu modesto. Depois de certa hesitação, rodeou a imburana mais antiga e ficou se expondo, sem olhar diretamente para mim, para que eu o admirasse à vontade.
Observei as copas das árvores que nos serviam de abrigo e me ajoelhei sobre as folhas caídas. Segurei o cacete ainda flácido, encantado com seu peso, sua cor morena , as bolas peludas que pendiam sob a haste e lentamente engoli a cabeça dele, extraindo o sabor, cuspi meio assustado com o resultado disso, pois engrossou imediatamente e descobriu-se um pouco, a parte oculta mostrando seus segredos.
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Ele olhava para cima, parecia não querer ver minha boca se esforçando para agasalhar seu cacete inteiro já bem tesudo , mas continuei chupando o máximo possível até que se retraiu, evitando gozar dentro de meus lábios.
Talvez em sua meninice houvesse fodido algum garoto de bunda branca e macia como a minha. Sabe-se lá o passado dos homens. Mostrei-me, arriando as calças e ele observou os contornos, depois firmou mais os olhos , quando separei as nádegas e exibi o olhinho do cu , ansioso por ser invadido:
-Será que eu agüento?
Ele se afastou mais, procurando outro local mais escondido e eu o segui com as calças arriadas. Sobre a vegetação rasteira eu me ajoelhei e senti que ele, meio apressado, se aproximava por trás e roçava a cabeça da pica entre os gomos, mas tomando o cuidado de não se encostar muito em meu corpo, a princípio.
-Tem que cuspir, senão não entra.
Segurei – o com a mão, e esfreguei o cabeção bem na abertura, já bastante acostumada a ser invadida por grossos espécimes. Não foi difícil. Nem muito doloroso, pois bem cuspido estava. Por grosso que fosse, o anel do meu cu se expandiu como os lábios de uma boceta e recebeu-o lentamente, a parte mais saliente dando um salto para dentro . Certamente estivera comparando minhas nádegas bem redondinhas e firmes, brancas e receptivas com as gorduras abundantes da mulher com quem dormia todas as noites. Com certeza havia gostado muito do via.
Segurou-me fortemente pela cintura e forçou a barra volumosa, minhas costas doeram sob o seu peso, deu três ou quatro bombadas, enterrando o mangalho até onde podia entrar. Eu me masturbava embaixo de seu suor, sua respiração quente, suas pernas ondulantes. Quase gozamos juntos, mas ele demorou um pouco além e ejaculou bem lá no fundo. Tranquei o cu para não escorrer pelas pernas, quando ele se desalojou rapidamente. Quase como um touro quando cobre uma vaca. Olhei o cacetão amolecido ao meu lado, ainda pingando esperma, e ele arrancou algumas folhas da árvore, com as quais limpou-se, meio amuado.
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Depois recolhi as raízes de imburana (sei lá pra que serve isso) e ele seguiu na frente, o cabo do enxadão apoiado no ombro esquerdo, mostrando o caminho até chegarmos ao casebre.
-Demoraram bastante! Sorriu a mulher. O senhor ferva elas na água e toma o chá...logo as dor nos rins desaparece, ensinou ela.
-Foi difícil encontrar o tipo de raiz que o doutorzinho queria... mas achamos! O senhor ferve elas na água e toma o chá...logo as dor nas costas desaparece, repetiu o caipira..
Só sei dizer que, sentado no banco do carro, dançava sobre a porra que escorria pelo cuzinho bem usado e lubrificado de esperma caipira.
Santa raiz da imburana! Cura qualquer coisa!