Procurando as raízes.
Eu volto minha cabeça instintivamente ao ver o homem passar indiferente ao lado, na calçada. Anda apressado e é um perfeito exemplo do caipira que veio do sítio para a cidade, comprar os mantimentos, após ter recebido o parco salário que o patrão lhe paga após um mês inteiro tratando de vacas, bezerros e bois. Um vaqueiro magro e moreno claro. Feições severas de quem jamais olhou para outro sujeito a não ser com as mais normais das intenções..
Mas eu o desejo, em sua simplicidade caipira. Sigo-o até o mitório da praça onde ele entra sem notar minha presença, deposita no chão o pacote que carrega e displicentemente abre a braguilha, comprovando minhas suspeitas, expõe um cacete vistoso, mija copiosamente e abana o pintão, ajeita-o dentro das calças e, sem lavar as mãos, sai do mitório carregando seu pacote.
Nem me viu. Mas eu vi o que tanto desejava ver. Sigo seu andar másculo atravessando a rua até a lanchonete barata onde percebo que uma mulher gorda e um garoto de cinco anos o esperam. Infelizmente é casado, penso e isso me deixa um pouco desarmado.
De perto, observo as conversas e fico sabendo que deverão tomar o ônibus até a saída da cidade e então seguirão a pé até a estrada de terra que leva ao sítio onde moram. Eu me aproximo mais e pergunto se naquela região onde habitam existe raiz de árvore chamada imburana. Tem e muita, informa a gorda com um sorriso simpático. Mas não deve ser seca como estas vendidas nos mercados. Deve ser fresca, recém arrancada da terra. É o que mais tem no mato, nos fundos do sítio, explica a mulher. A raiz tem que ser grossa e sumarenta para fazer o efeito necessário. -Tem até dessa grossura! Explica o caipira mostrando um círculo exagerado entre os dedos. Eu sinto um arrepio e me ofereço para levá-los ao destino sem cobrar nada em troca das raízes.
E estamos combinados. No carro, o menino não pára quieto e a mulher gorda tenta em vão segurá-lo, o sujeito calmo olha pra frente avisando que não está muito longe não, quase chegando. Toda vez que troco as marchas minha mão roça no tecido da calça rústica de brim azulado, mas ele nem percebe... Lá dentro está o pintão adormecido o qual sonho conseguir.
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Não dá pra explicar por que exatamente o daquele caipira e não um outro qualquer. Tem que ser aquele. Talvez por parecer tão inacessível. Tem que ser o do Jovino, conforme diz ser chamado...
Em pouco tempo estaciono o carro no final da estrada, perto de um casebre, na porta do qual as galinhas estão ciscando. A mulher gorda e o menino irrequieto descem e entram no casebre carregando o pacote de compras, o homem volta com uma caneca de aguardente, toma um bom gole e me oferece. Eu agradeço, mas não.
Ele pega o enxadão para arrancar as raízes. Descemos os dois para os fundos do sítio, na beira da mata onde crescem as imburanas. Ele cava a terra, mostra uma raiz e pergunta se serve aquela. -Uma mais grossa um pouco, Seu Jovino.
Ele cava mais, revolve a terra úmida de chuva e não mostra cansaço algum. É forte e acostumado com o trabalho braçal. Mostra outro pedaço de raiz, mas eu me invisto de coragem e explico cuidadosamente, próximo ao seu ouvido: -Tem que ser mais grossa... igual ao teu pau, mais ou menos...Jovino...
O caipira me olha meio surpreso e, desconcertado, pergunta: -Mas que porra de raiz é essa? O doutorzinho está debochando de mim?
Eu não me abalo. Sei que o machão verdadeiro não resiste a um belo elogio. “ O senhor tem o mais lindo cacete que já vi em minha vida inteira, Seu Jovino... Explico-lhe meu desejo e ele permanece estático, com o enxadão parado entre as pernas. De repente se dá conta de que eu estivera observando-o no mitório da praça e havia notado o volume dele enquanto mijava. Daí o motivo da carona. As raízes eram apenas uma desculpa qualquer, inventada na última hora.
Ele permanece mudo durante certo tempo, talvez pesando os prós e os contras, mas eu vejo sua mão direita, instintivamente descendo e coçando o volume que parece aumentar, na perna da calça. Muitos cablocos não fazem distinção entre uma bichinha, mesmo recatada, e uma putinha de rua.
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Pergunto se há o perigo de sua mulher aparecer por aqueles lados e ele afirma que não. É gorda, muito gorda para caminhar longas distâncias.
Depois de certa hesitação, rodeou a imburana mais antiga, abriu a braguilha da calça e ficou se expondo, sem olhar diretamente para mim, para que eu o admirasse à vontade, fingindo que fosse mijar.
As copas das árvores nos serviam de abrigo úmido e me aproximei sobre as folhas caídas.
Segurei o cacete ainda flácido, encantado com seu peso, sua cor morena, as bolas peludas que pendiam sob a haste e lentamente acariciei com os dedos a cabeça dele, advinhando-lhe o sabor, pois engrossou lentamente e descobriu-se um pouco, a parte oculta mostrando seus segredos.
-Nossa! Que beleza, “seu” Jovino! Deixe-me chupar um pouquinho? Posso?
Ele olhava para cima, parecia não querer ver minha boca se aproximando, se abrindo para agasalhar o cabeção vermelho inteiro já bem tesudo e continuei chupando o máximo possível até que se afastou, evitando gozar dentro de meus lábios.
-O senhor já tinha sido chupado assim, seu Jovino?
-Não... a voz grossa misturada com o piar dos pássaros.
-É gostoso?
-É... bom... parece uma buceta...
Talvez em sua meninice houvesse fodido algum garoto de bunda branca e macia como a minha. Sabe-se lá o passado dos homens. Alguma velha lembrança deve ter inspirado a pergunta:
-O doutorzinho só gosta só de chupar?
Percebi que estava sendo “cantado” indiretamente.
- Eu gosto mesmo é de dar o cuzinho...informei esperançoso.
Coloquei-me de quatro em sua frente, as calças arriadas, com as duas mãos abri as polpas da bunda e ele olhou o cuzinho cor-de-rosa ansioso por ser invadido: -Será que eu agüento? Parece ser muito grosso, mas acho que...
Ele se afastou mais, procurando outro local mais escondido e eu o segui com as calças arriadas. Sobre a vegetação rasteira eu me ajoelhei novamente e senti que ele, meio apressado, se aproximava por trás e roçava a cabeça da pica entre os gomos, mas tomando o cuidado de não se encostar muito em meu corpo, a princípio.
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-Tem que cuspir na ponta dele, senão não entra, recomendei.
Ele cuspiu na mão e espalhou a gosma sobre seu cabeção. Segurei – o com a mão, e esfreguei-o bem na abertura, já bastante acostumada a ser invadida por grossos espécimes.
Não foi difícil. Nem muito doloroso, pois bem cuspido estava. Por grosso que fosse, o anel do meu cu se expandiu como os lábios de uma boceta e recebeu-o lentamente, a parte mais saliente dando um salto repentino para dentro. Senti as pregas do cu sendo alargadas até o limite máximo e suspirei de prazer.
Certamente estivera comparando minhas nádegas bem redondinhas e firmes, brancas e receptivas com as gorduras abundantes da mulher com quem dormia todas as noites. Com certeza havia gostado muito do via.
Segurou-me fortemente pela cintura e forçou a barra volumosa, minhas costas doeram sob o seu peso, deu três ou quatro bombadas, enterrando o mangalho até onde podia entrar.
Eu me masturbava embaixo de seu suor, sua respiração quente, suas pernas duras. Quase gozamos juntos, mas ele demorou um pouco além e ejaculou tão forte que senti nitidamente meu interior se aquecer e ficar cheio! Bem lá no fundo. Tranquei o cu para não escorrer pelas pernas, quando ele se desalojou rapidamente. Quase como um touro quando cobre uma vaca.
Olhei o cacetão amolecido ao meu lado, ainda pingando esperma, e ele arrancou algumas folhas da árvore, com as quais limpou-se, meio amuado.
Depois recolhi as raízes de imburana -sei lá pra que serve isso- e ele seguiu na frente, o cabo do enxadão apoiado no ombro esquerdo, mostrando o caminho até chegarmos ao casebre.
-Demoraram bastante! Sorriu a mulher. O senhor ferva elas na água e toma o chá...logo as dor nos rins desaparece, ensinou ela.
-Foi difícil encontrar o tipo de raiz que o doutorzinho queria... mas achamos! O senhor ferve elas na água e toma o chá...logo as dor nos quartos desaparece, repetiu o caipira e parecia estar zombando de nosso segredo..
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Já posicionado para dirigir, sentado no banco do carro, dançava sobre a porra que escorria pelo cuzinho bem usado e lubrificado de esperma caipira.
Santa raiz da imburana! Cura qualquer coisa!