Olá, eu sou a Fernanda, que estou tendo relações sexuais com meu filho Tiago, como já contei antes. Estávamos tomando banho juntos, hábito antigo nosso, até que senti seu pau roçando nas minhas coxas... Acabamos na cama, e Tiago me enrabou maravilhosamente. Desde aquele dia, não me entreguei mais a outro homem. Tivemos uma relação anal por que eu não estava tomando anticoncepcional, não poderia ficar grávida do meu filho. Mas a partir do dia que ele esporrou meu cu completamente, tudo mudou na minha casa. Como eu contei, tenho uma filha de 16 anos, Carla, e nós não queríamos que ele percebesse coisa alguma. Tiago, depois do lanche que sempre fazemos de noite, veio quietinho para o meu lado, a irmã ainda estava na fazenda com uns amigos, e ligou dizendo que ia dormir lá. Foi o que bastou para meu Tiago me agarrasse pela cintura, já sem medo ou constrangimento, e murmurasse no meu ouvido ; “esta noite vou dormir com você”. Achei a idéia estranha, a princípio, mas me dei conta do que tinha acontecido. Retribuindo os carinhos que ele estava nos meus cabelos, com a delicadeza que lhe é característica, senti outra vez seu pau duro nas minhas coxas. Vimos um filme que estava na prateleira de DVDs e ficamos nos beijando muito, eu estava completamente molhada, querendo ser possuída. Tiago me pediu para fazer uma massagem estranha no seu pênis. Tinha que segurar com força e espremer com jeito, a partir da base até a cabeça, várias vezes. Ele me explicou que havia aprendido isto, o pau crescia muito e com o tempo podia mesmo aumentar de tamanho e grossura. Massageei muito e reparei que estava enorme! Quis ir para a cama com ele, desligamos o DVD, e fomos rápido para o meu quarto. Durante todo este tempo eu na larguei o pau dele, que estava cada vez mais duro e grande. Pensei logo em ser fodida na bocetinha, que estava toda depilada e ele havia beijado e chupado durante a tarde. Era um pouco perigoso, mas além de não estar nos dias férteis, eu tomaria a “pílula do dia seguinte”, e não correria o risco de uma gravidez. Enquanto eu pensava isso, Tiago já havia tirado meu bustier e meu shortinho, eu estava nua, segurando um caralho! Nos atiramos na cama e logo eu estava abocanhando o pau, com mais dificuldade do que antes, quando dei a bundinha a ele. Tiago estava louco, esfregava o pau no meu rosto, pedia para eu mamar fundo, e soltava um pouco de porra, logo engolida. Beijou minha boca com muito mais audácia do que tinha feito a tarde, e eu retribui gostosamente. Tinha uma especial habilidade de explorar meu corpo, eu nunca havia me sentido tão fêmea. Não agüentei mais. Implorei a ele que me penetrasse pela frente. “Pela frente, mãe? Pode ficar grávida.” “Não fico não meu querido, amanhã eu tomo a pílula do dia seguinte” murmurei no seu ouvido. Foi o bastante para sentir suas mãos me segurando firme pela cintura, levantando meu quadris e sentindo a cabeça começar a forçar a entrada na minha xaninha. Tiago estava cada vez mais sacana e carinhoso comigo, e eu me ajeitei toda, estava muito molhada, para receber o pau dele na bocetinha. Num longo e gostoso abraço, quando percebi, ele já havia enterrado tudo, e eu estava rebolando feito uma louca, querendo gozar. Lembrei da putinha da Clara, minha amiga e que estava dando a ele. O ciúme atacou novamente e não pude conter “quem é melhor, querido, eu ou a Clara?” Ele enterrou fundo, não respondeu nada e senti que ia gozar.
Não deu outra, estava louco, e me carregou junto no gozo. Ficamos agarrados, eu com as pernas levantadas e ele fundo dentro de mim, esporrando demais. Não sei quantas vezes gozei, mas foram mais de quatro. Tiago estava louco! Virou-me, botou de quatro e empurrou tudo mais uma vez, segurando meus quadris e puxando para junto de si. Perdi a conta de quantas vezes gozamos e no fim, foi outra vasta esporrada, que me inundou e deixou quentinha. Nunca havia gozado assim antes, com ninguém. Dormimos agarrados, sem antes o meu querido Tiago fazer muitos carinhos nas minhas costas, seios e cabelos. Seu beijo era uma delicadeza. Acordamos com a luz penetrando pela pequena abertura da cortina do meu quarto de tábuas corridas, elegante, eu e ele entre lençóis completamente amarrotados. Mulher nenhuma pode desejar coisa igual. Meu amante perfeito jamais me abandonaria.