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Muitas em uma........

Escrito dia 17 de março de 2008 na categoria Hetero por marcelouro

Não sei como ela achou o caminho da minha casa, ela estava muito bebada e parecia ter fumado alguns baseados, entrou tropega no apê, já chegou caindo nos meus braços, chorava muito, dizia-se excluida pela família.

O nome dela é Regina, sentei-a no sofá, fiquei em pé à sua frente, ela caia sobre mim e chorava, meu pau ficou duro com aquela situação, ela esfregava a cabeça e o meu pau ficava ouriçado, ela nem abria os olhos direito. Então, vestido apenas do pijama, afinal já eram três da madrugada, eu tirei meu pau para fora e deixei-a relando nele.

Eu já não aguentava mais a fissura, segurei o seu queixo, e começei a passar o meu pau em sua boca, no primeiro momento em que ela abriu a boca para lamentar eu enfiei a vara dentro dela, falei para que ela chupasse o melzinho para curar a dor de cotovelo.

Meio sem jeito ela lambia meu pau, eu segurei sua cabeça com uma das mãos e fazia o vai-e-vém, com a outra eu masturbava pois ela não conseguia levantar os braços. Fui assim até gozar em sua boca, a porra escorria junto com sua baba de bebada.

Não houve reação alguma, então eu a peguei e a levei para o quarto de hóspede, entrei no quarto já tirando a minha roupa e a dela, deitei-a na cama, e pensei em lamber-lhe a xana e o cúzinho, mas ela estava muito cabeluda. Fui ao banheiro e peguei o creme de barbear e o barbeador, forrei a cama e passei a depilá-la, depois levei-a ao bidê e lavei-lhe a xaninha e o rabinho, enxuguei com carinho e a levei de volta ao quarto.

Lambi-lhe a xaninha e o cúzinho, bebada eu a fazia de gato e sapato, por fim o meu pau ficou duro como pedra novamente, no seu cuzinho lambido eu estoquei a minha vara, ela gemeu e eu enterrei até os bagos naquele cú quentinho, eu estava um animal, enfiava com força e a puxava pelos cabelos, segurava-lhe os ombros e urrava de prazer, sentia seu cú sendo arregaçado e sangrado, não tive dó, comi como um jumento aquela bebada alucinada.

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Gozei mas não a larguei, agora queria a sua xaninha, com meu pau sujo de cú eu coloquei na sua xana, sua pernas eu pus sobre meu ombros, queria ir fundo naquela xaninha raspadinha, gozei mais um pouco e enfim a deixei deitada nua sobre a cama e fui dormir ao seu lado.

Ela acordou no outro dia assustada comigo pelado ao seu lado, levantou correndo e gemeu ao sentir ao dor do cú rasgado, me acordou e perguntou o que tinha acontecido, eu falei que ela me procurou louca de tesão, que queria me dar o cú, a xaninha, chupar o meu pau, ser minha cadela.

Ela parecia fora do ar, mas como não lembrava de nada, acabou por acreditar, perguntei se ela queria tomar um banho a dois, ela balançou a cabela resignada, como tudo já acontecera...., entramos no banho e eu a fiz ficar de joelhos, mandei chupar o meu pau para começar o dia com todo prazer.

Ela ainda me olhava com os olhinhos de coelho assustado, mamava e fitava meu rosto, eu era puro prazer diante daquela alucinação, agora ela chupava com prazer, estampavam os olhos tristes a solidão e amargura. Mas a medida que ela chupava o calor ia aumentando e o furor de cadela mal amada se mostrava mais latente, já chupava o saco, lambi minhas coxas, as suas unhas fincavam minhas pernas, tive que conte-la para não morder meu precioso pau.

Num certo momento fiquei mais carinhoso com ela, levantei-a e mordiquei-lhe os seios, ela foi ao delírio, buscou minha boca e eu o seu pescoço, mordi-lhe como um vampiro, lambia-lhe as orelhas, e dedava sua xaninha molhada, virei-a para a parede, segurei-lhe a cintura e bsuquei o seu cúzinho, ela abriu as pernas e aconchegou o meu pau em seu cú arregaçado.Ela empurrava a bunda contra meu corpo, eu a segurava pela cintura e afundava-me nela, ela gemia como uma vadia e então percebi o quanto ela sentia falta de uma mão apertando-lhe o corpo, mordia-lhe o pescoço e a chamava de minha xaninha querida, gozei com fúria e deixei-me morrer dentro dela.

Eu estava começando a gostar da cadelinha, ainda debaixo do chuveiro eu lambi aquela xaninha, ela apertava minha cabeça entre as pernas, agarrava os meus cabelos a ponto de arrancar alguns fios, eu estava pensando em nem ir ao trabalho, e assim o fiz. Levei-a para o sofá, sentei-me e fiz sinal para que ela sentasse em meu colo, achei que ela iria me dar a xana, mas que nada, ela abriu as nádegas e direcionou o seu anelzinho para meu pau. Ela gostou, gostou tanto que afundou-se de uma só vez no meu pau, engoliu-o todinho e começou a rebolar em meu colo, eu ia nas nuvens e voltava, não sabia até que hora eu ia aguentar aquela suruba magistral.

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Bom, era hora de descanso, combinei com ela para passar o dia no meu apartamento enquanto eu tomava folego. Cheguei a tarde louco para comer a minha cadelinha, encontrei as cortinas fechadas e a fúria uterina andando pelada pelo apartamento, nem dei tempo, já fui tirando a roupa também e a joguei no tapete, fizemos um 69 gostoso para esquentar o ambiente, ela chupou o meu pau até eu gozar tudo em sua boca e garganta.

Ia tudo bem, estavamos deitados no tapete quando tocou o interfone, era meu amigo Sérgio que veio trazer uma encomenda para mim, falei para ela ir para o quarto e o atendi vestido no meu pijama. Ele percebeu algo no ar e perguntou qual era a minha, levei-o sem fazer barulho até o meu quarto, lá a cadelinha estava deitada de bruços e nem percebeu a presença de ambos.

Gritei: surpresa...... Ela olhou assustada, falei para não se preocupar, o Sergio era da casa, e falei para ele que ele tirasse a roupa também, já fui falando para ela abocanhar a vara do amigo, ela veio meio sem jeito e com receio, dei um tapinha na sua bunda e começei a chupar o seu cuzinho, aí ela relaxou e chupou com vontade o pau do amigo.

Fomos para a sala, lá deitei-me no chão e pedi a ela para sentar-se no meu pau, ela o fez, sinalizei ao Sérgio que o cuzinho seria dele. Fizemos um sanduíche gostoso da cadelinha, eu senti nossos paus se resvalando dentro da cadelinha, ela era só gemidos, eu apertava os seus seios e o Sérgio a sua barriguinha, por fim êle deitou-se sobre ela e ficamos alí, espremidos no chão. Eu propus que eles fizessem um 69, foram se lavar, era muita porra dentro da vadia, retornaram à sala e começaram o 69, eu me posicionei por detrás dela, enquanto o Sérgio lambia e mordia aquela xaninha arregaçada eu brincava com meu pau na entrada de seu cúzinho, e numa destas pinceladas meu pau tocou a boca do Sérgio, êle não reagiu, nem se pertubou, continuou mamando a cadelinha.

Fui descansar um pouco, fiquei do sofá assistindo aos dois se lamberem, mas logo logo começei a ficar com ciúmes da minha cadelinha, fiquei de joelhos e enfiei a minha vara também na sua boca, enchemos a boca da danadinha, ela quase não aguentava tanta carne nas bochechas. Falei para pararmos um pouco e bebermos alguma coisa, fiz uma mistura bem caprichada para ela, em dois tempos ela ficou zonza, rindo como uma vadia, dançava na sala, e rebolava nos provocando,

Fiz sinal para o Sérgio, falei vamos enterrar as nossas varas juntos nesta bundinha saliente, seguramos a cadelinha, a fiz sentar de frente para o Sérgio sobre a sua pica, direcionei a sua vara para o seu cuzinho, o Sérgio por sua vez , já com a vara enterrada naquele cú, abraçou e puxou-a contra o seu peito, dei-lhe um beijo quente e eu não tive trabalho em enfiar minha vara no buraquinho, forçei de uma vez só, ela nem teve tempo de resmungar, só deu um gemidinho e eu vi aquele cú se abrir todo, a vadia chorava de dor e nós urravamos de prazer, gozamos junto, era porra e sangue escorrendo perna abaixo.

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Deitamos no tapete, ela zonza apertava nossos paus e por fim lambeu aquelas varas impregnadas de porra e sangue que haviam acabado de arrombar aquele cuzinho maravilhoso e putesco.Para terminar a festa eu segurei o pau do Sérgio e êle o meu, batemos uma punheta alucinada e rimos daquele bacanal inesquecível.

Isto me deixou excitado apesar do cansaço, resolvemos então tomat um banho para relaxar e recuperar as energias, depois fomos deitar em minha cama de casal, nús e totalmente à vontade nos espalhamos pela cama e fomos tirar uma soneca.A cadela ainda estava groge da foda, gemia baixinho pela dor no rabinho, isto não nos deixou dormir por muito tempo, acordamos com a cadela rolando pela cama, resolvemos então dar uma chupadinha nela para sossegá-la.

Eu queria lamber aquele cuzinho arreganhado, o meu amigo resolveu bombar sua xaninha pouco explorada na noite, fiquei excitado com o movimento do pau do amigo entrando e saindo daquela xaninha, dava para perceber o s movimentos de entra e sai, fui ficando excitado com a possibilidade de lamber tanto a xana como o pau duto do amigo.

Percebi o medo e passei a lamber os dois ao mesmo tempo, por fim não aguentei segurei aquela vara e passei a chupá-la discretamente, enquanto isto enfiava os dedos no cúzinho da cadela, ela estava tão zonza que não percebeu o meu ato impulsivo, eu estava gostando da experiencia, o meu amigo também, deixamos a cadela dormir e fomos para a sala. Lá deitamo-nos no tapete e fizemos um 69 desprentencioso, nossos paus estavam cansados e sem porra para jorrar nos deliciamos em chupar o pau um do outro.

Mas a coisa não ficou por aí, em dado momento o Sérgio aproveitou-se que eu estava deitado de bruços no tapete e deitou-se sobre mim, senti a sua vara roçar o meu cú e fiquei mais excitado ainda, abri as pernas deixei que êle explorasse o meu cuzinho virgem, êle desceu lambendo as minhas costas até chegar ao meu anelzinho, foi lambendo e enfiando o dedo, dois dedos e tres dedos como reza a regra para amaciar o cú.Amaciado êle deitou-se sobre meu corpo e forçou a entrada, doia um pouco, mas cedi, arrebitei a bunda deixei a vara entrar, fui forçando meu corpo contra o dele e me deliciando com aquela arrombada, senti a cabeça tocar minhas entranhas , agarrava o tapete com força e delirava de prazer, senti o jorro quente da porra que ainda restava me invadir, relaxei, o meu amigo deixou-se cair sobre mim, e ficamos ali por um bom tempo.

Agora o meu tesão voltara, minha vara ficou novamente dura, eu queria mais, fui para o quarto e achei a cadela deitada de bruços, lambi o seu cuzinho, sua xaninha, e deixei meu cu arrebitado para cima, lembrava da penetração que acabara de ter gozado, eu levantei a bundinha da cadela e enfiei minha vara em seu cu, sem deixar de abrir minhas pernas e oferecer minha bunda.O Sérgio entendeu, lambeu o meu cú esporrado, enfiava a língua e eu fui a loucura, atolei minha vara e fiquei quieto esperando a vara do amigo, mas êle pensou em outra coisa, me empurrou um pouco para frente e enfiou a vara no cú da Regina, de novo aquela sensação gostosa de dois paus relando no cú da cachorra.Gozamos juntos, a cadela deu sinais de acordar mas parecia muito cansada, resmungou alguma coisa e apagou.

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Bom, o jeito era tomar outro banho, chamei o amigo e entramos no box, a aventura estava esquentando cada vez mais, nos ensaboavamos e riamos das loucuras acontecidas, ele mamava o meu pau, lambia meu cú e eu fazia o mesmo, já não tinhamos força para mais nada, o jeito era dormir, afinal era madrugada de sábado e tinhamos muito para fazer no outro dia.Fomos dormir, apagamos espalhados sobre a cama, nús, é claro.

Acordei antes de todos, fiquei olhando a cadela raspadinha e me veio a idéia de raspar o pau e o saco do meu amigo, fui delicadamente raspando, ele dormia como uma pedra, afinal foi quem mais gastou energia na noite anterior.Não esperei muito tempo, passei a lamber os dois, a xaninha da cadela escorria gozo e a vara do amigo ficou de novo dura como pedra.Bom, fica para outro dia a continuação deste encontro.....

Para gostar basta começar.......

Eu não imaginava que a coisa ir “crescer” desta maneira, alguns dias após o acontecido eu tive outro momento de ousadia na minha vida. A geladeira estava apresentando problemas fazia um tempo, mas eu não tinha tempo para chamar alguém para consertá-la até o dia em que encontrei casualmente um profissional saindo de um prédio vizinho e então o indaguei da sua disponibilidade para olhar o problema da minha geladeira.

Êle estava com a agenda cheia mas se prontificou a dar uma olhada, dependendo do problema êle podeira consertá-lo na hora ou marcar uma hora para tal, perguntou se poderia ir após as 20:00 horas e eu falei que sim, não teria outro jeito, tinha que aproveitar a oportunidade.

Assim foi, aguardei e pontualmente as 20:00 horas êle tocou o interfone, não sei porque não havia porteiro naquele dia, mandei-o subir, e prontifiquei a mostrar o problema da geladeira.Êle usava uma macacão e como estava muito calor pediu para deixá-lo aberto até o umbigo, falei que não tinha problema, e êle começou a olhar a geladeira. Nisto percebi que a barguilha estava aberta e a vara do caboclo ameaçava saltar para fora, estava sem cueca?

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Não mais tirei os olhos de suas partes baixas, fiquei curioso, e lógico que êle percebeu, ajeitou um pouco mas a bendita vara voltava a querer sair do ninho, o rapaz acabou ficando excitado com o meu olhar insistente, a vara começou a crescer e acabou ficando toda para fora em dado momento, dura e grossa me espantei com o volume emergente.

Êle falou que estava a seco, que há muito dias não via uma xana pela frente, e eu falei que estava admirado com o tamanho do seu membro, a conversa foi ficando íntima e descontraída, e acabou o rapaz me pedindo o favor de poder tomar um banho no meu apartamento, que estava atrasado, que perderia muito tempo até chegar em sua casa, falei que teria nenhum problema.

Êle foi tomar o banho e eu convenientemente esqueci a toalha, queria vê-lo por inteiro, a curiosidade era grande, e após uns cinco minutos de banho entrei no banheiro com a toalha, peguei-o masturbando e êle pediu desculpas, falei que é muito chato bater uma, que o melhor é alguém fazê-lo por nós, tirei minha roupa e entrei no box que é muito espaçoso, segurei aquele membro vistoso e passei a masturbá-lo, êle gostou e relaxou.

Fui ficando mais ousado e acabei por me agachar e sugar aquela cabeçorra, aí não teve jeito, o cara gozou na minha boca e eu provei o gosto de gozo retido como êle havia falado, veio muita coisa sobre o meu rosto e ainda bem que estavamos debaixo do chuveiro. Ali no box mesmo eu me virei de costas, abri as pernas e me ofereci como uma cadela vadia, não precisei falar nada, o cara dedou o meu cú a pouco tempo arromabado, não foi muito fácil enfiar a cabeça dado o tamanho da vara mas logo aconcheguei a apetitosa dentro de mim, o cara cafungava em meu pescoço e me puxava pela cintura.

As pernas foram bambeando, aquela vara enorme ainda não entrara totalmente, eu fiquei de quatro e arreganhei de vez a minha bunda, aí sim êle enterrou tudo no meu rabo, eu gemi sentindo aquela vara tocar quase que o meu estomago, êle foi aumentado o rítmo das estocadas e o vigor, por fim êle puxou as minhas pernas, colocou-as sobre seu ombros e eu senti a delícia daquela vara entrando e saindo do meu rabo, tocando as minhas nádegas, era puro arrepio e gozo, senti a porra se alojar dentro de mim, ficamos assim por um bom tempo, senti que a porra ia secar dentro das minhas entranhas, segundo êle para que não me esquecesse daquela noite, havia sido muito bom para êle que andava num jejum danado.

Para mim foi mais uma noite de ousadia e prazer, não queria deixa-lo ir embora, sentia que faltava alguma coisa ainda, nos secamos e saimos nús da suíte, olhei para a cama e pisquei para êle, mandei-o deitar-se , agora era a minha vez de enguli-lo, fiquei frente a frente agora, suguei a sua vara para deixa-la no ponto, na cabeceira o espelho me mostrava o tamanho da vara que ia engolir, foi calmamente me introduzindo naquele mastro, bem devargar, queria ver cada centimetro engulido, me arrepiei sentindo o volume me invadindo, segurava-o pelos ombros e cavalgava frenético aquele membro, abusei, gozei sobre sua barriga e deixei enfim o mancebo tomar outro banho e partir para o seu destino.

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