Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos de Sado

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 779 2 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 810 2 Nota 5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 765 2 Nota 5
Minha iniciação 1 1 Comentários Sado Nice40 594 1 Nota 5
Meu namorado me viu dando p/ o pai dele e me deu uma surra!! 3 3 Comentários Sado Angel_Erotics 1743 4 Nota 4.5
COM RAIVA DE JANETE 1 1 Comentários Sado gabriel 1899 1 Nota 5
AQUELA NOITE ESTRANHA Sado gabriel 484 1 Nota 5
Fui literalmente usado Sado Vassili 1373 1 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1290 3 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3562 7 Nota 4.5
Fui o culpado pelo estupro 3 3 Comentários Sado Beto123 4045 20 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2612 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5070 17 Nota 4.5
Eles não tiveram pena Sado Beto123 3119 21 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3106 15 Nota 4.5
Penetração a fundo Sado Vassili 2666 1 Nota 5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4724 22 Nota 4.5
Switcher, uma ficção!!!!! Sado Vassili 1254 2 Nota 4
Delírios de prazer no Sul de Minas Sado Macalango 1450 2 Nota 4.5
Spanking e inversão no Sul de Minas Sado Macalango 2397 1 Nota 4
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4497 17 Nota 4.5
Redondinho para Ela pisar. Sado Bola 2897 21 Nota 4.5
TORTURADO NO PARQUE DA CIDADE Sado SADOC 2145 4 Nota 4.5
APRESENTAÇÃO DE SADOC Sado SADOC 1952 2 Nota 3.5
eu de novo Sado marcelouro 1128 2 Nota 2.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3463 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1615 12 Nota 4.5
Tale of a Bloody Love Sado bloodyrose 1093 5 Nota 3.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4403 15 Nota 4.5
ELA FOI PRESA MERECIDAMENTE 1 1 Comentários Sado Beto123 2918 32 Nota 4.5
VIOLAÇÃO POR ENCOMENDA COMO PRENDA DE ANIVERSÁRIO Sado sandra 3772 14 Nota 4.5
Mãe e filha minhas amantes Sado babam 4754 6 Nota 4.5
O CLIENTE QUE GOSTAVA DE APANHAR COM O CHICOTE Sado sandra 3390 14 Nota 4.5
A RECOMPENSA DE SER MEU CORNO Sado sandra 4247 12 Nota 4.5
SEGUNDA LIÇÃO DE SUBMISSÃO DE MEU NAMORADO Sado sandra 3055 4 Nota 4.5
A PRIMEIRA LIÇÃO DE SUBMISSÃO DE MEU NAMORADO Sado sandra 2778 2 Nota 4.5
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 3 Sado arlete_gauchinha 7398 4 Nota 4
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 2 Sado arlete_gauchinha 4604 6 Nota 4.5
PERDI AS PREGAS NO GINECOLOGISTA - parte 1 Sado arlete_gauchinha 6443 4 Nota 4.5
Dominado em Brasília III Sado Luck 2608 1 Nota 5
Dominado em Brasília II Sado Luck 1434 0 Nota 0
Dominado em Brasília - Parte I Sado Luck 1575 0 Nota 0
Fazenda Pindapora.1850. 1 1 Comentários Sado Amigaço 3692 8 Nota 4.5
Minha Madrasta - Parte I 1 1 Comentários Sado luaesol 5579 2 Nota 5
Completamente Dele Sado Natasha Torres 6348 10 Nota 3.5
Barranqueiros Sado Amigaço 12693 106 Nota 3.5
Fantasia da minha namorada Sado pittbullnit 35896 133 Nota 3.5
Minha Esposa Escrava Sado mestre_sado 14031 112 Nota 3.5
Eu e ana paula Sado mestre_sado 4776 79 Nota 3
Como me tornei um dominador. Sado mestre_sado 2919 79 Nota 3.5

SEXO COM O MEU PILA MURCHA

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Escrito dia 10 de março de 2008 na categoria Sado por sandra

Apesar da minha larga experiência com homens confesso que nestes últimos dias tenho aprendido muito com o meu novo amante, Renato. Após a ménage ocorrida no meu escritório, meu marido R tão entusiasmado como eu no meu novo parceiro sexual, não via hora de participar em nova trepada minha com ele e instava-me a marcar novo encontro. Renato por sua vez tendo constatado o prazer que nos dera a nossa transa enquanto meu corno querido assistira a ela com os colhões fortemente amarrados, sugeriu-me como bom cultor que é do BDSM uma nova tortura para o deixar mais entesado.

- Se o mantiveres sempre de pau feito – aconselhou-me – vais ver que o dominas melhor, pois ele andando num permanente estado de insatisfação sexual, ser-te–á muito mais submisso do que andando com os tomates despejados. À medida que fores ganhando experiência, conseguirás enrabá-lo com um vibrador massajando-lhe a próstata tão bem que ele se esporrará todo sem se aperceber, o que o deixará insatisfeito como se fosse uma ejaculação nocturna involuntária. Este é um dos oito níveis da castração.

Na verdade lembro-me dos nossos primeiros meses de namoro. Apesar de eu ser então prostituta em part-time, só o deixei pôr-se em mim ao fim de mais de 4 meses de namoro, e ele andando sempre esse tempo com a pila em pé, foi o namorado mais submisso que tive. Renato sugeriu-me ainda que enquanto não voltássemos a realizar uma sessão os três, eu todas as noites lhe amarrasse os genitais, não apenas o saco como sucedera no meu escritório, mas também a pilinha, e o fosse masturbando e chupando, até mesmo o deixasse metê-la em mim, mas sem lhe consentir ejacular. Assim ele nunca deixaria de ter tesão mas não se satisfaria. Eu gosto de sentir a esporradela no final do acto, mas tal sugestão humedeceu-me de tesão. Um homem que se retira da mulher sem se satisfazer, após lhe ter proporcionado um bom orgasmo, parece-me a mim o máximo no domínio desta sobre ele. E liberta-a das preocupações com uma gravidez indesejada. Acolhi tal ideia de bom grado. Além disso a técnica da castração parecia-me uma prática excitante para praticar com o meu meia piça. Apenas me lembrei que uma das contra-indicações do coito interrompido é poder provocar com o tempo impotência sexual no homem. Observei a Renato tal objecção, mas este encolheu os ombros.

- Não te digo para o fazeres sempre, mas pelo menos durante algum tempo já que tanto gostas de o dominar. E depois uma mulher livre de convenções como tu precisa assim tanto da tesão dele?

Convenceu-me. Assim durante a primeira semana de Março, R levou um tratamento especial meu. Todas as noites, antes de nos deitarmos, dava-lhe banho o que o entesa muito, e em seguida com um cordel amarrava-lhe os tomates e o pau tentando apertá-los o máximo. O piçalho do meu taradinho ainda ficou mais armado, e eu para lhe causar mais incómodo atei-lhe outro cordel à volta da cabeça, puxando-o para baixo e amarrando-lhe a outra ponta ao redor da perna. R gemeu de dor e eu ri-me. Agora por mais tesão que ele tivesse não a conseguiria pôr de pé como um impotente, e aquela sensação de tê-lo ali à minha disposição apenas para me proporcionar prazer, sem que o mesmo gozo que ele me iria proporcionar lhe fosse consentido, deu-me uma grande satisfação. Empunhando um cinto de couro que lhe dei como prenda de aniversário, avisei-o:

- Vou brincar com a tua pila, e tu vais-me satisfazer da forma como eu te mandar, ouviste corno? Mas não te vens, porque se o fizeres juro-te que te aplico uma dúzia de cintadas nela e nos balões.

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Ele sabe que nestas alturas eu falo sempre a sério, e como R aprecia que lhe faça sentir dor desferi-lhe duas pancadas com o cinto mesmo no meio das pernas. R retraiu as pernas acusando os toques, e deixou escapar um gemido abafado de dor. Nossos filhos já devem ter ouvido mais vezes seus gemidos doridos, e talvez se interroguem sobre o que os pais farão no quarto. Amarrei então meu marido todo nu, com os braços e as pernas bem abertos à cama mas não o amordacei porque estava contando servir-me da sua boca e precisaria dela livre, mas vendei-o para o deixar cego. E uma vez que até à próxima sessão com Renato, meu maridinho obediente não iria ter quem lhe comesse o cuzinho, eu para lhe manter aquela entrada suficientemente aberta, enfiei-lhe nele um Plug anal que é outro dos acessórios de dominação que adoro empregar nele. Quando R ficou assim imobilizado comecei a apalpar-lhe os colhões muito lentamente até os sentir tão húmidos como eu fico quando estou com tesão, subindo até ao pau, e afagando-o. R gemia de prazer e estava tendo por certo tanto gozo com minhas carícias e torturas como eu. Seu caralho apesar de bem atado e esticado, começava a mostrar o estado de excitação que estava vivendo pois eu bem via e sentia quando lhe passava a mão como ele estremecia violentamente, lutando afincadamente para se libertar do nó que o segurava quieto e poder exibir-se em todas as dimensões do seu tesão. É claro que não ia perder a oportunidade de o humilhar mais como ambos gostamos tanto:

- A tua piça não tem força suficiente para se libertar. Se tivesses uma piça como a do Renato ou como a do teu colega de tropa Rogério, que são bem maiores e mais fortes do que a tua, talvez o conseguisses fazer. Agora com as ridículas dimensões da tua, nem pensar.

Corneá-lo, chibatá-lo, e gozar com o tamanho do seu piçalho e dos seus bagos, deixam meu taradinho muito próximo do orgasmo. Seu pau mesmo amarrado insuflou mais e eu percebi que ele estava cheio de vontade de derramar seu leitinho, mesmo em cima da cama. Recordei-lhe o castigo que o esperava se ele se esporrase, advertindo-lhe ainda que o faria lamber e engolir a esporra dele que pingasse nos lençóis e R com dois suspiros fundos começou a controlar sua vontade de despejar os tomates. Eu para o ajudar e o manter num domínio de submissão desferi-lhe mais duas pancadas nos colhões com a palma da mão aberta, o que o levou a contorcer-se de novo com dores, tanto mais que estando vendado recebia sempre as pancadas sem contar. Mas eu queria-o entesar mais até o deixar louco de desejo ou não gostasse quando visto a pele de dominadora de ser má até à crueldade Comecei primeiro por lhe lamber o saco, e enquanto o fazia, volta e meia, ia passando a língua no seu caralho. Depois subindo com a língua pelo seu peito acima, trinquei-lhe suavemente os mamilos e lambi-os com a língua como ele tanto gosta de me fazer, durante vários minutos. Os movimentos do seu corpo tentando rebolar-se na cama, deixando-lhe as cordas mais marcada nos membros, eram bem elucidativos do estado de excitação a que ele estava chegando. Eu não tirava os olhos do seu cacete, e quando o via mais agitado sem cerimónia aplicava-lhe mais uma palmada que ia deixando minha ratinha cada vez mais quente e húmida. Então aqueles gemidos dele, deixavam-me mesmo no ponto de rebuçado. Mas eu queria mais, e meu marido apesar de estar sendo torturado também. Como as orelhas de R são o seu principal ponto erógeno não tardou muito que minha face não estivesse encostada a elas, mordiscando-as e lambendo-as, chegando mesmo a meter minha língua no interior dos seus ouvidos.

- Sandrinha, minha querida, por favor – falou numa voz entrecortada de tesão – não aguento mais, preciso de despejar os colhões.

- Nem penses – neguei-lhe – desfaço-te a pixota à cintada.

Mais duas palmadas no pau, e outras tantas nos tomates. Não lhe bato com força em tais sítios, mas mesmo assim minhas pancadas secas doem-lhe sempre bastante. Mas desta vez não fiquei só pelas palmadas. Apertei mais o nó que lhe apertava a pila e os colhões como se os fosse estrangular, fazendo com que eles parecessem aumentar de volume. É uma das coisas porque gosto de lha amarrar, para lhe ver os seus instrumentos mais inchados. Quando o senti mais calmo, desamarrei-lhe a venda para que R me pudesse ver nua, desamarrei-lhe o nó que lhe mantinha a piça na posição vertical, presa à perna. Esta mal se viu solta empinou-se de imediato, provando-me não ter ainda perdido o tesão apesar da imobilização forçada a que estivera sujeita, e eu prontamente juntando meus seios com as mãos, de barriga para baixo em cima de meu marido, cravei-a no meio delas. Estava na hora de começar a tratar de meu orgasmo.

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- Fode-me as mamas, meu corno manso – mandei-o. Sua piça começou a esfregar-se toda naquele reguinho formado no intervalo de minhas mamas. Apesar de minha proibição R tinha o caralho todo melado que eu bem sentia a esporra dele besuntar-me a pele. Não fazia mal, ele já iria saber mais uma vez o gosto que o seu leitinho tinha. Após vários minutos naquele bem bom, retirei minhas mamas, e vendo aquela cabecinha coberta de branco não resisti e passei-a na minha boca, limpando-a cuidadosamente com a língua. Então rodando de posição enfiei-lhe as mamas, uma de cada vez na boca dele.

- Disse-te que esta noite não ia querer ver esporra tua, não disse? Então o que é isso molhado nas minhas mamas? É esporra, não é, meu grande boi? Sabes que a vais ter de limpar muito bem, não sabes? E também já sabes com quê, não sabes, meu colhões de pássaro?

Ele sabia, ou já não tivesse feito antes. Com a sua língua bem estendida fez-me um minete delicioso no meu peito lambendo todo o seu líquido masculino. Eu fechava os olhos de prazer, tão bem me sabe que me mexam nas mamas. Quando as deixou limpas, apenas molhadas com a saliva da sua boca, encavalitei minha pachacha em cima da cara dele.

- Vamos cavalo tarado – xinguei-o – faz-me um minete como tanto gostas de fazer. Nos dois buracos. E mete a língua bem no fundo.

Não é preciso dizer-lho pois R gosta mais de meter a língua do que o pau. Mas entrar em pormenores quanto ao desempenho reforça o clima de submissão que lhe queria impor. Meu marido tratou de me começar a consolar com a língua enquanto eu lhe comecei a bater uma punheta. Apesar de lhe recomendar que não se viesse, era impossível ele controlar-se completamente e de vez em quando lá saía mais um bocado de esporra pela cabeça abaixo que lhe começava a escorrer pela piça, mas ele não se viera. É certo que aquilo como método contraceptivo não era muito seguro, e fora assim que há mais de 30 anos eu ficara grávida de meu padrinho, mas naquele caso não corria esse risco. E eu que sou fascinada por esperma, não perdia a oportunidade sempre que a vi assim tão leitosa de lhe voltar a fazer nova mamada. O leite de macho é o único leite que consigo ingerir seja porque parte do corpo for. Ah, que minete delicioso aquele! Então quando R enfiava a língua no olhinho do meu cu, penetrando-me com ela o canal, eu ia às nuvens. Meu corninho é óptimo a fazer-me gaifonas e deixa-me o grelinho aos saltos. Pois eu ia deixá-lo ainda mais. Baixei minha boca sobre seus quadris e recomeçando a punheteá-lo fui-lhe lambendo o saco e o pau. Sempre que R ficava com o cacete mais teso, eu cruelmente puxava-lhe o nó que lho prendia aos tomates, e desferia-lhe mais duas palmadas na lança.

- Quietinho – bradava-lhe interrompendo a mamada – Quero o teu caralho para baixo, em ponto morto! Percebeste? Nos próximos dias serás o meu eunuco. Serás o meu eunuco enquanto eu to determinar, entendes corno manso? Quero a tua pila sempre para baixo. Vou-te tocar uma punheta e fazer-te um broche, mas quero ver sempre a tua pila murcha.

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R completamente apanhado de surpresa, era a primeira vez que me ouvia confessar-lhe minha vontade de o querer ver sem tesão, ainda mais se excitou. Seu caralho aumentou mais uns centímetros. O cinto de couro voltou à acção.

- Que é isso, R? Não te disse que não te queria ver com o caralho de pé? Para baixo, já! Ou queres levar mais?

A custo R lá foi baixando seu cacete, depois de inutilmente muito me ter pedido que não fizesse isso e eu recomecei a chupada, e ele o seu minete. Retirei-lhe o plugg, minha língua acariciou-lhe longamente o olhinho como ele me estava fazendo, e sodomizei-o com um vibrador anal da mesinha de cabeceira, que ele já conhece bem.

- Rebola-te, puta! – Nem seria preciso mandar-lho. Ele sabe do que eu gosto, e enquanto se entregava àquele vibrador, eu recomeçava a lambê-lo. Seu pau ia mostrando sinais de agitação mas eu não o deixava ganhar entusiasmo recorrendo às palmadas e ao cinto, e relembrando-lhe que até novas ordens ele seria o meu pila murcha. Ao fim de algum tempo R aprendera a controlar-se e eu já conseguia abocanhar-lhe o pau ou punheteá-lo sem que ele se pusesse em pé. Muitas vezes no decorrer das nossas trepadas, exprimo verbalmente a ameaça de o capar ou de lhe cortar o pau, o que nos deixa a ambos super excitados mas aquela era a primeira vez que estava conseguindo fazer de meu corninho um eunuco ainda que temporariamente, e a realização de tal fantasia deixava-me subindo pelas paredes de tanto tesão. Eu nunca sentira tanto poder e domínio sobre R como naquela noite. Tinha a certeza que iria ter um orgasmo fantástico, mesmo sem levar nenhuma esporradela. Uma coisa era fantasiar castrar meu marido, outra diferente era fazê-lo mesmo, ainda que não fisicamente mas pelo menos psicologicamente, conseguindo impedir meu marido de ter tesão apenas porque essa era a minha vontade, e não porque ele não o conseguisse como acontecia com alguns clientes nos meus tempos de puta. Querido Renato que me deu a ideia, e querido corninho que é presentemente a minha vítima. Bem e esta sessão de sexo com o meu pila murcha acabou conforme planeara. Masturbando-lhe e chupando-lhe o piçalho flácido como o de um velho, esfreguei furiosamente meu entre pernas em brasa no rosto dele, deixando que sua língua e suas mãos me fodessem totalmente as duas entradas de baixo, até eu desaguar meu sumo de tesão satisfeito na sua boca aberta. Quando engoliu tudo, R voltou a estender a língua e limpou-me com ela a ratinha e os lábios, como fizera nas minhas mamas, até lhes limpar todo o vestígio do meu gozo. Mas não verteu seu leitinho, tirando uma ou outra gota que não tinha como controlar. Ia andar assim mais uns dias. Enfiei-lhe o pau num preservativo, e amarrei-lhe um cordel na base para ele não sair durante a noite. Avisei-o que dormiria agora sempre assim, e na manhã seguinte não queria ver esporra no depósito sob pena de lhe voltar a empregar o cinto nas partes. Deitámo-nos com um beijo de boas noites e eu sabia que ele teria uma noite difícil. Ri-me comigo mesma. Renato sem dúvida ensinara-me uma técnica fantástica para dominar melhor meu marido, e só por isso já valera a pena conhecê-lo e tê-lo como amante.

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