Compare Preços de: Acessórios p/ celular | Celulares | Recargas VIVO | Recargas OI | Recargas TIM
Tale of a Bloody Love
Novamente ele estava sentado na janela de seu quarto. Observava a enorme lua cheia, e as estrelas ao seu redor. O céu aquela noite parecia ainda mais límpido... ainda mais límpido do que na noite do assassinato dela.
-A morte dela... - um riso baixo escapou dos lábios dele enquanto recordava-se da noite em que sua amada morrera. Tomou mais um gole de whisky enquanto sentia o rosto sendo encharcado pelas lágrimas... sentia a falta dela... como sentia, mas nem por um momento em toda a sua medíocre vida, ele se arrependia de tê-la matado. Ao contrário. Ele sentia orgulho de ter livrado o mundo de uma pessoa como ela... uma vagabunda sem escrúpulos. Uma maldita cortesã que arrancava dinheiro dos homens prometendo a eles, uma noite de amor... uma noite de infinita paixão...
"Já passava das 21:00 quando ele enfim chegou em casa. Aquela fora mais uma sexta-feira cansativa em seu trabalho. Ele tinha boas notícias. Apesar de seu dia no trabalho ter sido muito cansativo, ele tinha uma boa notícia. Ele fora promovido. Isso era uma notícia realmente muito boa, assim poderia dar uma vida melhor à sua esposa que sempre reclamava da vida medíocre que levavam.
Tomou seu banho e fez o jantar e nada de sua esposa chegar. Cansado e com fome o pobre jantou enquanto se preocupava inutilmente com sua amada.
22:00... 23:00... e ela não chegava. O marido estava realmente preocupado. Mais uma vez... mais uma vez entre tantas outras...
Sete anos de casamento... sete anos... e há mais de quatro anos era sempre isso. Ela sempre chegava tarde em casa e cansada. Nunca estava disposta a conversar e bem... fazer amor... há mais de 5 anos que o pobre não sabia o que era isso... não sabia mais o que era sentir o calor do corpo de sua amada junto ao seu...
Desesperado, com medo de estar sendo traído pela pessoa que ele mais amava na vida ele começou a beber.
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
Whisky, vodca e entre tantos outros líquidos alcoólicos que encontrou pela frente. Quebrou os móveis, objetos e queimou as roupas dela numa fogueira à frente de sua casa... estava cansado de tudo aquilo. Estava cansado de sua vida, estava cansado dela, estava cansado de amá-la cegamente como sempre a amou.
Mais duas horas se passaram. Sentado no jardim ele bebia e engasgava com o cigarro. Nunca em toda a sua vida ele havia bebido tanto e encostado num cigarro... era inexperiente, nem tragar o pobre sabia. Seus olhos estavam vermelhos e sua boca estava roxa. Tamanho o frio que o pobre sentia sentado no gelo.
Ouviu passos vindos em sua direção. Logo sentiu a mão quente dela tocar seu queixo. Abriu os olhos para fitar os enormes olhos castanhos dela. Uma lágrima escorreu pela face morena dela quando ele agarrou-lhe os cabelos com selvageria e a jogou contra a porta fechada.
A mulher sentiu seu nariz quebrar, assim como sentiu sua roupa sendo rasgada e ele colando a boca em seu ouvido e mordendo a orelha com força, até fazê-la sangrar...
-Aonde estava hein sua putinha? Aonde estava? - dizia ele enquanto passava a mão pelos seios dela com força.
-Querido... por... por favor... estou cansada... vamos dormir, vamos? - sugeriu a mulher temendo que ele a espancasse.
-Dormir? - virou-a de frente para si e segurou os cabelos da mesma com força. Bateu a cabeça dela algumas vezes contra a porta enquanto enfiava a mão inteira dentro do corpo dela. - Você dá tanto que já está toda arregaçada sua putinha de esquina. Pensa que eu não sei hã? Pensa que não sei que você sai todas as tardes enquanto eu me mato de trabalhar tentando te dar uma vida melhor pra dar pros outros? Acha que sou burro?
-Amor... eu... eu nunca pensei... - murmurou ela enquanto chorava. Nunca tinha visto o marido daquele jeito. Sentia-se sendo rasgada conforme ele estocava o braço dentro dela. Furioso ele bateu a cabeça dela novamente contra a porta e socou a boca dela, gritando:
Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!
-CALA A BOCA! CALA A BOCA! - deu um tapa no rosto dela. - ENQUANTO EU ESTIVER FALANDO VOCÊ CALA A BOCA SUA PUTINHA DE ESQUINA!
-Amor... por...
Retirou o braço de dentro dela e jogou-a no chão de quatro. A mulher tentou-se levantar mas ele agarrou os cabelos dela novamente, como a um domador que toma as rédeas de seu cavalo.
-Você... você vai ser minha essa noite... eu vou te possuir sua putinha... vou adorar enfiar meu pau dentro de você e te arregassar a noite inteira... e quanto mais você pedir pra eu parar mais eu vou ter tesão pra continuar...
A mulher chorava silenciosa. O que seu marido havia se tornado? Seria sua culpa? Pela primeira vez em cinco anos, ela se arrependera de ter traído seu marido... pela primeira vez...
-Amor... por...
-CALA A BOCA! - gritou ele novamente enquanto apontava o revólver na cabeça dela. - Hoje você vai fazer tudo que eu quiser...
-Você está louco... louco!
-CALA A BOCA PIRANHA - com uma força anormal, até mesmo para um homem enraivecido ele puxou os cabelos dela novamente e enfiou o membro na boca dela. A mulher engasgou mas foi obrigada a chupá-lo de qualquer maneira. Sentia a cabeça dele em sua garganta e aquilo lhe dava ânsia de vômito. Explodindo em tesão ele não parava de estocar seu pênis na boca dela. Ao contrário quanto mais ânsia de vômito ela fazia, quanto mais ela arranhava suas coxas e suplicava com o olhar para que ele parasse, mais brutal ele era com ela. Sentia um prazer sádico em vê-la daquela maneira: jogada no chão, com o cabelo bagunçado, a maquiagem borrada e toda machucada.
-Você não vai... - ela o olhou enraivecida. Ele sabia que a esposa odiava engolir esperma, e nunca em toda a sua vida sexual com ela ele gozara em sua boca. Mas naquela noite ele não estava nem um pouco preocupado com o que ela gostava ou não numa transa. Queria consumar seus desejos, suas vontades por tantos anos contidas pelo grande respeito que tinha pela esposa. Mas não, ela não era merecedora de respeito. Uma mulher que se deitava com outros homens, dando à eles seu corpo por míseras notas de euros não era uma mulher digna de respeito. Não era uma mulher digna de amor, de seu amor! - droga! - murmurou ela enquanto prendia o esperma dele em sua boca.
Encontre as mais safadas ruivinhas em sua cidade!!!
-Engole putinha! Engole! - dizia ele puxando o gatilho do revólver. Revólver o qual estava dentro do corpo dela. Em seu rabinho... deu um tapa no rosto dela. Um tapa forte. Sorriu quando viu que o rosto dela se contorcer numa careta de dor e nojo. Dor pelo forte tapa que o marido lhe dera, e nojo pelo esperma que era jogado aos montes em sua boca.
Assim que ele parou de ejacular soltou os cabelos dela e a jogou de quatro no chão. A mulher bufou raivosa, não conseguia acreditar que o banana do seu marido iria enrabá-la. Ele sabia o quanto ela odiava praticar coito anal. Na verdade a mulher sempre fora muito conservadora no sexo, e sempre as suas vontades prevaleciam e o fato do marido a fazer engolir esperma e agora querer enrabá-la estava-a deixando nervosa.
-Quando você terminar sua diversão... - ela mal conseguia continuar a frase. Tamanha dor que sentia ao sentir a penetração funda do marido. Chorava e mordia os lábios com força enquanto ele com a ponta de uma faca quente escrevia seu nome nas costas dela. "Julia do Raoul!". Jamais tinha visto o marido daquele jeito. O que um cigarro de maconha e alguns poucos goles de whisky tinham causado nele. - eu vou denunciá-lo!
-Você não sairá viva daqui! - a mulher tremeu. Pela primeira vez ela sabia o que era uma pessoa falar com tanta convicção. Controlando-a pela cintura ele a fazia rebolar enquanto ainda a enrabava. Começou a masturbá-la. Mesmo sentindo ódio da esposa não queria que os últimos momentos da vida fossem só de dor, queria que ela sentisse prazer... sentisse muito prazer e soubesse o que perdeu por tantos anos. Em um momento acariciava o clitóris dela e em outro penetrava-a lenta e profundamente. A mulher em seus braços tremia em prazer e dor.
Porém começou a só sentir dor quando o marido começou a arrancar os cabelos dela com as mãos e a penetrar com força. A cavalgava como um vaqueiro que monta seu touro numa arena.
Queria poder gritar, como queria. Mas a calcinha dela e a cueca dele a impediam de dizer qualquer coisa. A mulher só podia chorar... só chorar. Adoraria que ele parasse de enrabá-la e penetrasse sua vagina. Sentira menos dor... mas ela sabia que o marido jamais faria isso. Ele queria vê-la sofrer... sofre muito! A noite inteira se fosse preciso!
Entre e se relacione com alguém de sua cidade!!!
Grudou as unhas no tapete da sala quando o maluco passou a faca em seus seios. Primeiramente sentiu um enorme prazer. Ele estava excitando-a novamente. Sentiu-se toda molhada enquanto ele passava aquela faca em torno de seus mamilos e depois escorregava o objeto até seu sexo encostando a ponta gelada em seu clitóris, porém sobrou só dor quando ele arrancou-lhe os mamilos e enfiou a faca dentro dela. Sangue... sangue... o marido se deliciava enquanto fodia a esposa e via o sangue escorrer abundante dos seios dela e do meio de suas pernas... gemia loucamente de tesão enquanto continuava a machucar a esposa. Queria matá-la... queria sentir como era ver uma pessoa amada morrer, queria saber qual era a sensação...
E foi assim no auge do orgasmo de ambos, que o embriagado Raoul cortou a garganta de sua amada. Parou de penetrá-la e vestindo sua roupa, viu sua esposa agonizar diante de seus pés. A mulher engasgava em seu sangue. Chorava e tentava em vão amaldiçoar o marido... sabia que tinha poucos minutos de vida... não iria durar muito.
Em toda sua vida ela jamais fora tão humilhada daquela forma, nunca! Nem mesmo quando estava com seus clientes. Jamais a humilharam tanto! E pensar que o homem que a fez sentir-se tão humilhada foi o homem pelo qual um dia ela fora apaixonada e se casara...
Apertou a garganta enquanto cuspia o sangue presente em sua boca. Se debatia de um lado para o outro tentando escapar da morte, tentando vencê-la com todas as suas forças. Mas ela mesmo já presenciara uma morte daquela e sabia que quando a Senhora Morte chegava não havia para onde correr... ela a acharia e a carregaria consigo... e foi vendo o sorriso sádico de seu marido que ela engasgou em seu sangue pela última vez...”
Agora sentado já sentado na grande escada de madeira rústica da casa, o bêbado e infeliz Raoul relembrava a morte de sua querida esposa.
Sorriu enquanto engatilhava o revólver semi-automático. Tragava um cigarro de maconha enquanto a casa era queimada. Há alguns instantes enquanto relembrava a morte de sua amada Julia, o louco Raoul jogava gasolina por toda a casa... não se esquecera de um só canto, um só móvel... ele queria ver tudo queimado, tudo, inclusive ele!
Clique aqui para diversão & romance em sua cidade!!!
Tomou um último gole de whisky -seu vício nos últimos anos- e colocou o copo ao seu lado da escada. Voltou a tomar o revólver entre as mãos e disparou uma, duas, três, quatro balas em sua cabeça. Sorrindo ele murmurou sádico: "Our bloody love"... e então esperou que a morte chegasse. Sentia o cheiro do sangue, da bebida e o cheiro forte do incêndio que o próprio havia causado.
Se ele se arrependia? Jamais! Um homem jamais deve se arrepender de seus atos...
-FIM-