Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 1640 4 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 1023 3 Nota 4.5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 931 2 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1339 3 Nota 4.5
O Minete do Namorado Corno Depois de Ter Transado Com Três Clientes Fetiche sandra 1252 2 Nota 4.5
Os Dois Cus e a Salada de Grelos que Meu Amante Comeu à Chegada 1 1 Comentários Orgias sandra 2401 9 Nota 4
MEU MARIDO, MEU PANASQUINHA Fetiche sandra 2657 5 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - II Parte 1 1 Comentários Traição sandra 3676 13 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS- I Parte Exibicionismo sandra 5592 12 Nota 4.5
HUMILHAÇÃO PÚBLICA DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA Exibicionismo sandra 2004 16 Nota 4.5
O ORGASMO DOS MEIAS PILA 2 2 Comentários Fetiche sandra 1241 8 Nota 4.5
Apanhando Com Leite de três nas Minhas Duas Gretas 1 1 Comentários Incesto sandra 4886 18 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3658 7 Nota 4.5
VIOLAÇÃO CONSENSUAL NO BUNGALOW Traição sandra 4227 14 Nota 4.5
TREPADA E BOCHECHO NO TÁXI 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 3687 16 Nota 4.5
NOVA ENRABADELA A TRÊS 1 1 Comentários Orgias sandra 1956 8 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2768 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5166 17 Nota 4.5
O TESTE DO CORNO Traição sandra 4452 17 Nota 4.5
CONFISSÕES POÉTICAS DE UMA MULHER CASADA MUITO SAFADA 2 2 Comentários Traição sandra 3340 23 Nota 4.5
PUNHETA COM MEU FILHO 2 2 Comentários Incesto sandra 19500 24 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3160 15 Nota 4.5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4861 22 Nota 4.5
A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ 4 4 Comentários Exibicionismo sandra 7113 21 Nota 4.5
COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS Exibicionismo sandra 3844 15 Nota 4.5
ORGIA ANAL COM MEU AMANTE Orgias sandra 4077 16 Nota 4.5
PILADA NA PRAIA Exibicionismo sandra 4548 11 Nota 4.5
A NOITE PASSADA NA CAMA DO CORNO Traição sandra 5850 11 Nota 4.5
FANTASIA SEXUAL NA CELA Fetiche sandra 2803 18 Nota 4.5
DESBUNDA ANAL NO FINAL DA TARDE Orgias sandra 5968 16 Nota 4.5
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4638 17 Nota 4.5
CONSOLANDO MEU AMANTE COM O CU E O MARIDO CORNO COM AS CALCINHAS Exibicionismo sandra 4151 23 Nota 4.5
A FESTA DO BROCHE EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 4756 28 Nota 4.5
A TRANSA QUE FEZ MEU NOIVO GANHAR FAMA DE CORNO Traição sandra 4233 30 Nota 4.5
TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA Exibicionismo sandra 3743 21 Nota 4.5
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA Exibicionismo sandra 2319 24 Nota 4.5
SODOMIZADA PELO AMANTE NA CAMA DE CASAL Traição sandra 1937 16 Nota 4.5
CORNEANDO MEU MARIDO NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2636 11 Nota 4.5
DUPLA PENETRAÇÃO A QUATRO Orgias sandra 4189 14 Nota 4.5
FANTASIA A TRÊS COM PEPINO E TOMATES Fetiche sandra 2234 15 Nota 4.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3549 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1669 12 Nota 4.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4500 15 Nota 4.5
ENRABANDO MEU MARIDO Fetiche sandra 5459 12 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME COM MEU MARIDO Fetiche sandra 3649 15 Nota 4
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO- II PARTE Orgias sandra 3046 10 Nota 4.5
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 2920 10 Nota 4.5
ORGIA COM PAU DE CABINDA Orgias sandra 2154 12 Nota 4.5
DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO Orgias sandra 4121 8 Nota 4.5
SEXO À SAÍDA DO LICEU Teens sandra 2509 7 Nota 4.5

O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO

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Escrito dia 26 de fevereiro de 2008 na categoria Orgias por sandra

Já lhes contei a primeira festa particular em que participei como prostituta em casa dos Machado, em Coimbra, e das deliciosas trepadas que me aconteceram no decorrer dela. R, meu namorado, que assistira a tudo ficou fascinado pelos episódios de sexo ao vivo que presenciou, e vivia-me pressionando para arranjar novo convite. Três ou quatro semanas após voltei a encontrar o mesmo sujeito que me contratara da primeira vez, a quem chamarei de Afonso, e nem precisei de me insinuar para receber nova proposta para estar presente na farra do sábado seguinte, já que a presença de mulheres de costumes fáceis nunca era demais. Desta vez, disse-me o Afonso, a festa seria organizada em moldes diferentes, pois o pagamento pelos meus serviços sexuais e das minhas colegas seria acordado e efectuado pelos homens presentes que os solicitassem, como é normal, o que eu achei mais justo do que da primeira vez. Acrescentou também que já falara com a Tita, e que esta se comprometera a trazer mais algumas amigas que igualmente não desdenhavam de fazer umas biscatadas com homens. Apenas se exigia que nós não nos recusássemos a dar para eles do modo que eles quisessem, o que para mim não constituía problema, e que levássemos pouca roupa vestida. Eu na altura já não recorria à prostituição com a frequência de outros tempos, procurando custear apenas meus estudos com o pequeno ordenado de cozinheira da república de****, mas ainda fazia os meus part-times na arte, pelo que acolhi de bom grado a proposta, e nesse sábado acompanhada do meu habitual e querido pendura, lá me encontrava a bater à porta.

Tita e o namorado, já lá se encontravam com mais umas meninas, todas estudantes universitárias como nós, entre os quais uma açoriana, muito bonita de olhos negros, e muito bem feita de corpo, chamada Catarina, que tendo engravidado recentemente do namorado, começara a prostituir-se em ambientes seleccionados para pagar o aborto que tencionava fazer, às ocultas daquele. Desta vez seriam uns 30 ou 40 homens, entre os quais dois assistentes que conhecia de vista, e mulheres pouco menos de metade, pois os Machado e os que lhes eram próximos pelo que me apercebia gostavam que fodessemos com mais do que um. Ah, e desta vez já não havia Pau de Cabinda embora o angolano abonado que o trouxera na primeira festa, e que era muito da casa, se encontrasse lá. Mas também não foi preciso, pois os homens presentes tiveram tesão que chegasse.

Durante algum tempo não se passou nada. Quem queria dançava, embora alguns dos homens presentes se aproveitassem daqueles momentos para nos passarem as mãos em nossas partes íntimas, o que me começou a deixar a parreca húmida, em especial quando me apalpavam as mamas. Bebeu-se uns copos pois bebidas não faltavam, como não podia deixar de ser. Já passava da meia-noite quando o anfitrião mandou que nós mulheres nos alinhássemos no centro da sala, e despisse-mos as roupas ficando apenas em lingerie. Eu trazia a mesma roupa da primeira vez: top e saia de ganga pelo joelho, que despi e coloquei dobrada sobre um sofá castanho ficando apenas com a calcinha preta transparente oferecendo o espectáculo dos meus pentelhos morenos e do meu rabo. Mas como era a única que não usava sutiã, minhas mamas gordinhas e direitas ficaram à vista de todos, e ouviram-se aplausos e assobios de provocação, o que motivou a primeira erecção da noite ao meu namorado, e não sei se a mais alguns exemplares do sexo forte. Mas por enquanto ainda nenhum deles tirara a pila para fora, como na semana em que houvera Pau de Cabinda. Íamos ver por quanto tempo.

O dono da casa, que apesar das suas cãs grisalhas, era tão ou mais tarado que os outros mais novos, explicou então em voz alta o que pretendia com aquela exibição de meninas em seus trajes íntimos. Perguntou primeiro quem estava com vontade de foder, e todos os homens levantaram a mão, mostrando estar todos disponíveis para nos encabarem.

- Os meus amigos – disse ele então - sabem bem que estas lindas garotas estão dispostas, mediante uma generosa retribuição, a conceder a quem o pretenda, o seu corpo. Como nós somos mais do que elas, se todos quiserem lá ir, algumas vão ter de apanhar com mais de um de nós. Ora como não queremos estragar a nenhuma aquilo que a Natureza tão generosamente lhes deu e com que elas ganham a vida, e considerando que todas têm pelo menos dois buracos que a nós homens proporcionam muito prazer, decidi que hoje as regras seriam diferentes das habituais, até para que nenhuma saia daqui mais fodida que as outras como tem acontecido. Cada uma só poderá foder com no máximo três de nós, e em cada foda não haverá troca de parceiros, sendo a primeira no cu. As meninas serão leiloadas, e os meus amigos farão os seus lances de acordo com as suas preferências. Quem oferecer mais dinheiro leva a que estiver a ser leiloada. Quem não conseguir arrematar nenhuma no final bate uma punheta perante todos. Vamos por começar por leiloar o cu da primeira, depois da segunda, e por aí fora até à última. Quem não gostar de comer cu mesmo feminino só tem de esperar pelo segundo sorteio, que será do pito. Quem tiver tesão e dinheiro que chegue pode participar dos dois leilões. Quem não quiser gastar nenhum e apenas comer e beber à minha custa, toca uma punheta. Nada mais democrático. Não se esqueçam que sendo o cu mais apertado, devem ser mais generosos nas ofertas deste primeiro leilão. E é claro, como todos sabem, não há quartos privados para ninguém. Quem quiser foder terá de o fazer em frente a todos e não ter vergonha de mostrar a piça. E o mesmo vale para os das punhetas.

Não sei se ele disse aquilo por causa de R, meu namorado, que por ter uma pila pequena dera nas vistas da outra vez que lá tínhamos estado, pois fora o único que não se pusera por vergonha de a mostrar em cima de nenhuma. A Tita que não gostava de apanhar por trás não gostou muito da ideia de ir ser enrabada, ainda para mais estando presente o namorado, mas não disse nada pois tínhamos sido avisadas que não nos recusaríamos. E o leilão começou. Cada uma de nós, à medida que ia sendo nomeada dava um passo em frente, e cada um fazia a sua licitação. O preço mínimo a licitar era de mil escudos, e cada lance valia mais cem escudos. Catarina, que era a mais bonita de todas, foi a que conseguiu a melhor oferta pelo cu que era aliás a única parte virgem que ainda tinha: quase três mil escudos oferecidos depois de muita disputa pelo organizador da festa que estava disposto a pagar o que fosse preciso para meter naquele cuzinho por inaugurar. Eu não consegui que dessem tanto pelo meu, mas motivei um dos presentes, na casa dos 40 anos e ligeiramente calvo ainda que bastante charmoso, a desembolsar 2.200 escudos para mo comer. Poucos foram os homens que não quiseram participar daquele leilão, ou porque não gostassem de comer cu de mulher, ou porque achassem os lances altos demais. Apesar de eu e as minhas colegas nos sentirmos como se estivéssemos sendo vendidas num leilão de escravas, estava achando aquilo muito excitante, pois nunca tinha sido comida daquela forma e o voyeurista do R então nem se fala, de tal modo estava excitado com aquilo. Apesar de tudo no entanto, as trepadas só principiaram quando já todas nós tínhamos sido leiloadas para que fossemos sodomizadas ao mesmo tempo. Tita foi penetrada na posição de frango assado por um dos assistentes, e fez uma cara de dor pois como não estava habituada àquilo tinha o olho muito apertado. Catarina, já completamente despida estava montada por cima do Machado, que lhe metia o pau por baixo depois de ela o ter chupado e rebolava-se nele com gosto, apesar de algumas caretas de dor que de vez em quando fazia. Apercebi-me que três ou quatro homens se vieram num instante e foram gozados por isso. Quanto a mim, o meu quarentão após ter baixado as calças e me exibido o seu caralho de mais 20 cms pediu-me que lhe fizesse uma mamada. Embora algumas meninas o estivessem fazendo nos seus companheiros, aquilo não fazia parte do trato mas eu que gosto de saborear o pau com a boca não me neguei a fazê-lo até porque queria provocar mais tesão ao corninho do meu namorado, ao mesmo tempo que me facilitava a penetração. Chupei-o todo como uma boa profissional, que embora em part-time me prezava de ser até ele ficar todo melado e começar a pingar seu leite na minha língua com mais insistência. R como sempre postara-se num ponto estratégico para não perder nada de meu desempenho.

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- O que tu queres sei eu, minha puta – dizia-me o outro vendo meu entusiasmo na brochada – é que eu me esporre todo para não te comer o cu, agora que já recebeste o dinheiro. Mas não vou deixar que isso aconteça. Vira a peida, coirona, que vais levar uma trancada que não te vais esquecer.

Por acaso até nem é verdade. Já tive quem me comesse o cu com mais garra, mas sabia bem ouvir aquilo antes da coisa acontecer. Havia vaselina na sala, pois não estavam ainda vulgarizados os lubrificantes anais, mas eu cuspindo-lhe no pau, não a utilizei. Coloquei-me de quatro como ele mandou, deixei que me afastasse as pregas do olhinho e me metesse a tranca bojuda depois de ma ter esfregado longamento no rego. Seu cacete contudo não estava suficientemente teso pois quando começou a enfiar a chapeleta senti-o vergar um pouco. Tentei abrir mais o olho pois queria muito que R me visse ele metendo, e nesse momento levei uma palmada com força na nádega direita, seguida de mais duas ou três. De imediato o pau dele empinou-se todo, ficou duro feito uma rocha e começou a entrar ocupando toda a abertura do meu buraco. Por baixo do cacete, meu enrabador fazia entrar dois dedos deitados, e eles lembravam-me a pila pequenina de R, como se aqueles dois dedos fossem a coisa dele indo-me ao cu. Com tais pensamentos minhas partes baixas aqueceram ainda mais e como não consigo vir-me só sendo enrabada, pedi-lhe que me masturbasse com a outra mão, pedido que ele apesar de estar a pagar não negou fazer. Estive quase a vir-me, mas lembrei-me que ainda ia ser leiloada a entrada da frente e decidi poupar-me, tanto mais que não sabia se seria um ou dois a comer-ma. Meu fodilhão estava cada vez mais excitado, e eu achei por bem apressar-lhe o orgasmo, comprimindo meu anel em torno da sua base do pénis. Ele sentindo o aperto no pau ainda tirou os dedos procurando aliviar a pressão, mas eu que embora amadora era puta como ele me chamava, e sabedora de muitas manhas, rebolando-me toda nele e esmagando-lhe os tomates de encontro às minhas nádegas em breve o fiz despejar seu liquido seminal. Foi uma bruta esporradela que me deixou toda encharcada. Em redor alguns casais já tinham terminado igualmente, mas outros ainda fodiam. R ofereceu-se para me acompanhar à casa de banho, foi ele próprio quem me lavou, e no final fez-me um delicioso minete no cu e na parreca.

- Pára! Pára ! Não me quero vir já! – pedi-lhe ao fim de uns momentos deliciosos. Ele obedeceu e perguntei-lhe se queria que lhe tocasse uma punheta ou que o aliviasse de alguma maneira pois a protuberância da frente das calças não deixava dúvidas quanto ao seu tesão. Não, agradeceu-me. R também não se queria vir já. Assistir à segunda parte de pau feito dava-lhe mais gozo. Demos as mãos e voltámos à sala. Morto por me voltar a ver sendo comida estava ele, e eu que agora me queria vir, mortinha por ir ser comida na rachinha onde gosto mais. Afinal de contas não há nada que impeça uma puta principalmente amadora como eu era de ter prazer naquilo que faz, nem que seja de vez em quando como estava sendo aquele momento.

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