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sou uma pessoa normal, e assim sendo, penso muito em sexo, diria que cerca de 25 horas por dia. Desde que perdi meu cabacinho, na ponta do caralho de meu namorado, há uns 2 anos, tenho me tornado uma ninfomaníaca insaciável, com perdão do pleonasmo. De lá para cá não passo um dia sem uma siririca gostosa, no banho ou na cama, onde adoro ver filmes eróticos na tv paga, e todo final de semana saio voando pra casa do meu comelão afim de me atarracar naquele cacete delicioso. Sempre fui de fazer tudo. Já na minha primeira foda fiz questão de levar por trás e babar o vergalhão dele até ser inundada com aquela sopa de macho quente e caldalosa, e desde que liberei a rachita pro meu jegão tem sido assim quase todo final de semana, exceto quando estou no meu período fértil, pois não sou burra e quero continuar nessa vidinha de sexo e putaria por muito tempo. Mas o que me leva a escrever esse relato foi uma coisa que aconteceu na última semana e creio que vá mudar minha vida sexual para sempre, pois me acendeu um fogo que eu não conhecia em mim: Na segunda passada estava sozinha em casa, como é normal durante o dia, pois minha mãe é separada desde que eu tinha 2 anos e trabalha durante o dia enquanto eu estudo à noite. Por um motivo qualquer coloquei-me a mexer nas coisas de minha mãe, e para minha surpresa e espanto encontrei no fundo do armário do quarto dela uma caixa de papelão com a seguinte inscrição: "Smart & Brand 25 x 5cm". Como sou uma putinha e adoro ver todo tipo de pornografia na internet, além de ter um hobby muito saudável para meninas da minha idade, que é de visitar todos os sites de sex-shops e escolher lingeries que eu só comprarei quando sair de casa, de cara, pela marca, eu sabia que aquilo era a caixa de um vibrador. Senti uma contração na priscila (priscila é o nomeda minha xoxota) e imediatamente meus seios se enrijeceram quase furando com meus bicos duros a regatinha branca que eu usava. Tremendo de tesão e com o coração batendo apressado eu abri a caixa, mas para meu desapontamento, dentro só havia isopor. Imaginei como um menino se sente ao brochar, pois foi o que aconteceu comigo, imediatamente fiquei puta da vida, pois com um vibrador em casa eu descabelaria a priscila todo dia, vendo filminhos ou brincando no chat de sexo do irc (outro dos meus hobbys saudáveis). Imaginei que não seria possível existir uma caixa de vibrador dentro de casa sem que existisse o próprio vibrador, e coloquei-me a procurar como uma doida, passando a manhã toda a remexer as coisas dela, mas sem sucesso. Enquanto procurava eu estava imaginando que o consolo de borracha era o que mantinha ela calma durante todos esses anos sem namorar, ou talvez uma certa perversão que ela escondia de mim durante todos esses anos. rocurei por muito tempo sem sucesso, cansei e entrei na internet ara procurar o modelo que estava escrito na caixa. Achei em um site estrangeiro, e reconheci o bom gosto dela até para isso, era um poste de borracha siliconada em forma de pinto, com todas as veias no lugar, medindo 25 de comrimento por 5 de grossura, delirei, fiquei nua para me masturbar, mas voltei a procurar o amansador -de-louca. Estava quase desistindo quando resolvi olhar debaixo do colchão dela. Levantei-o e não havia nada entre o colchão ortopédico e o estrado da cama, mas ao soltar o colchão com raiva, percebi que existia algo solto entre a caixa de madeira, no interior do colchão ortopédico. Meu coração disparou novamente, pela décima vez naquela manhã, e arranquei o lençol e a capa elástica do colchão, e ara meu total frenesi, descobri um buraco na lateral do colchão, dando para o interior da caixa ortopédica. Nunca pensaria num esconderijo tão bom, e já sentido as gotas de minha seiva escorrerem ela perna, enfiei a mão dentro do buraco e senti um saco plástico, o qual puxei num solavanco só. Estava lá! O pintahão enorme dentro do saco, e não era só isso. Dentro do saquinho havia muitas camisinhas e uma bisnaga de lubrificante vaginal, além de um biquíni minúsculo, todo feito em borracha preta, com detalhes em metal. Saí correndo para a sala e liguei a TV no canal erótico, filmes suecos, gang bang (uma coisa que me excita muito). Comecei a me excitar, brincando com meus mamilos, e masageando meu clitoris. Em poucos minutos já estava encharcada, e vestindo uma camisinha no Rambo (é o apelido que dei ao pau de borracha) comecei a desferir chupadas violentas no dito cujo, me excitando cada vez mais. Na tela, acontecia uma cena de fist fucking e eu delirei pensando: "É agora". Apontei o cogumelão na direção da minha rasgueta e sentei até o fundo, sentindo desflorar regiões nunca exploradas de meu útero. Quando já estava acostumada à grossura e ao tamanho do pintassílgo eu liguei a vibração, e foi um deliírio, um desvairio de tesão. Me masturbei or horas a fio, gozando várias e várias vezes, chupando meu gozo, espalhando minha seiva portodo meu corpo como nunca havia feito. visitei minha rabiola com metade do Rambo e gozei novamente esticando meus mamilos. Quando me dei conta já estava quase na hora da dona do Rambo chegar, e percebi o cheiro de precheca que impregnava a casa, além da bagunça que eu tinha deixado no quarto dela. Fiz uma faxina relâmpago, colocando tudo no lugar, inlcusive o dildo, tomei um banho, onde me deliciei lavando a xereca, que estava inchada e bem aberta. Durante a semana eu brinquei todos os dias com esse brinquedo gostoso, uns dias vendo tv,outros na internet, outros até no banho. Descobri o tesão que é vestir aquele biquíni de borracha, que aperta e estimula a xeca, a rabeta e os biquinhos dos seios, fazendo gozar bem rápido. Hoje decidi compartilhar essa experiência com vocês, e agora, terminando esse relato, me preparo para enfiar o Rambo em todos os meus buracos, mal podendo esperar o final de semana para contar tudo ao meu namorado tarado. Clarinha mail: ladywriter2001@hotmail.com