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O DELICIOSO CASTIGO DO COLEGA CORNUDO

Escrito dia 21 de janeiro de 2008 na categoria Gays por ribeiro

Como lhes contei anteriormente, Mário assistiu à minha transa com Cláudia, e estava furiosíssimo.

- Vou-te ensinar a pôr os cornos aos amigos, meu filho da puta - e ao dizer isto, tirou o pau para fora, exibindo-o. Media talvez uns 20 cms, com para aí uns 5 ou 6 cms de diâmetro, com uma cabeçorra circuncidada, enorme, toda vermelha, a haste tesa, completamente sulcada de veias. Pelos vistos, ele ficara cheio de tesão assistindo nossa trepada mas nem me ocorreu pensar porque motivo, se ele assistira a tudo não nos interrompera antes - O teu cu e a tua boca vão pagar a audácia - ameaçava-me ele, e eu então aterrorizado compreendo o que ele me tencionava fazer, supliquei-lhe que não me fizesse isso, mas não adiantou. Ele estava mesmo decido a enrabar-me.

- Um broche! – exigiu- quero que me faças um broche! Já que provaste o fruto que era meu, vais agora provar o fruto que é dela! De joelhos, meu filho da puta!

Que é que poderia fazer? Mário era bem mais forte do que eu, não me restava outra alternativa. Eu e Cláudia estávamos ambos completamente nus, e apesar da vergonha que sentia, não só por lhe ir meter a pila na minha boca, mas sobretudo por ela estar assistindo, ajoelhei-me perante ele e comecei a fazer-lhe um broche.

- Põe-te de joelhos, e chupa-me os colhões como ela te fez. Ela pode ter feito de ti um homem, mas eu vou fazer de ti um paneleiro- mandava-me ele.- E é bom que chupes bem, para não te doer tanto a meter.

Eu comecei então a mamada, enquanto Cláudia silenciosamente se limitava a assistir, e à medida que o fazia ia achando mais prazer naquilo. Seu pau era duro como um tronco, adivinhei que me doeria muito ser penetrado por ele, mas ao mesmo tempo a ideia excitava-me e o meu próprio começava a pôr-se pé.

- Olhem para este paneleiro- gozava-me ele, vendo-me excitado- Fica de pau feito só por tocar numa pixota! - E voltando-se para a namorada – olha só o homem a quem deste o pito, grande puta!

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Minhas mãos agora afagavam-lhe as bolas, e eu deliciava-me sentindo sua pele rugosa nas minhas palmas. Uns pinguitos de esporra começavam a soltar-se-me da cabeça do caralho, e não resistindo mais abocanhei aquele par de bolas, bem maiores que as minhas, e tal como Cláudia me fizera minutos atrás, trinquei-os suavemente. Mário gemeu um pouco e revirou os olhos, deliciado. Minha língua sorvia-os como se estivesse sorvendo um sorvete.

- Tens uma boca tão boca como a dela - disse-me, fazendo-me sentir uma verdadeira fêmea. Eu já não sentia vergonha alguma, e acho até que tinha esquecido a presença da Cláudia.

- Vamos! – voltava ele a exigir – Não quero que fiques só a passar-me a língua nos colhões! Quero que me chupas a piça igualmente!

Essa era a parte pior, pois a glande dele estava toda melada, e eu tinha alguma relutância em sentir na minha boca o gosto do seu leitinho. Mas não me podia negar. Continuando a punheteá-lo, enfiei-a na minha boca. Arrg! Que impressão me fez aquele gosto quente e salgado entrando em contacto com minha língua. Como me parecera mais doce o sumo de Claudia! Mas chupei-a o melhor que pude, embora ela me atravancasse a boca, lembrando-me como ela me tinha feito, passando-lhe a língua na cabecinha, antes de lhe percorrer o corpo do pau com ela. Mário começou a socar-me com força, procurando atingir-me o mais fundo da garganta, e fazendo-me engasgar, enquanto me insultava:

- Chupa forte, paneleiro ! Já vou ver se o teu cu é tão bom como a tua boca e as tuas mãos!

Oh, que castigo divino! Uma esporradela mais forte, e minha boca ficou inundada.

- Engole! Engole tudo, se não rebento-te, panasca!

E eu engoli. Não gosto muito do gosto da esporra mas aquilo enchia-me de orgulho por me lembrar que na véspera Cláudia engolira igualmente a esporra dele, e até já estava achando altamente excitante que ela estivesse ali vendo-me agora comportando como fêmea, e a fazer tudo tão bem como ela. Meu caralho balouçava fremente para cima e para baixo. Mário voltou a gozar.

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- Provoco-te mais tesão do que a minha mulher, não é mesmo? E sabes porquê? Porque não és um homem a sério. És um paneleiro que nunca lhe deverias ter ido ao pito.

Era tão bom escutar-lhe aquelas palavras, como tinha sido ouvir-lhe as dela enquanto a estava a comer. Só esperava que ele se aguentasse, e me enrabasse como me ameaçara, pois naquele ponto eu queria muito ser enrabado por ele. Mas Mário demonstrou ser muito macho. Apesar daquela primeira ejaculação, seu piçalho continuava em pé, e queria agora explorar minha entrada traseira

- De gatas! – mandou. E que excitado fiquei por me ver na mesma posição em que o vira dando em Cláudia.

- Era melhor pores-lhe um creme- disse Cláudia, e desde que começáramos eram as primeiras palavras que proferia – Olha que ele é virgem.

- Não! – retorquiu-lhe ele – Esta “Amélia” vai apanhar sem nada, para saber o que dá meter-se com um homem a sério.

Eu fiquei transido de medo, pois o seu membro grandioso parecia-me quase impossível de entrar no meu olhinho, tão apertado ele era (felizmente, já não o é mais!) Lembro-me de em criança, o castigo que era para minha mãe me enfiar um supositório nele, quanto mais um cacetão daquele jaez. Ele ia-me rebentar todo. No entanto, Mário foi mais meigo do que suas palavras fariam prever.

Tal como fizera na véspera, quando fora ao pito à namorada, encostou seu cacete no meu olho, afastou as pregas para os lados, e ficou ali lambuzando-o um bom bocado, sem o meter Oh! Que delícia! O que eu perdera até então! Como podia imaginar o gostoso que era sentir (e ainda não o provara!) um grosso cacete na entrada do cu, preparado para o assalto! Mas Mário queria mais. Com as suas mãos enlaçando-me a cintura, agarrou-me o saco e o penduricalho e começou agora a punhetear-me, até ficar com as mãos húmidas do meu suco.

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-Se te vens corto-te a pila fora! – ameaçou-me. Quando sentiu as mãos bem impregnadas com a minha langonha esfregou as palmas nos dedos, e em seguida meteu dois deles no meu olhinho. Foi o primeiro contacto do meu cu com langonha. Que calorzinho aquilo me fazia! Para já ainda não sentira dor alguma. Cláudia sentara-se no sofá, as pernas bem abertas, e enfiara igualmente um dedo na sua vagina, rebolando-se toda nele. Foi então que percebi que tudo aquilo fora uma armação, para me fazer ser violado por ele. Safados! Mas ainda bem que o tinham feito. Eu nunca gozara tanto como naquela manhã! E ainda gozei mais, quando Mário me parou de estocar com os dedos, e mos levou á boca para que eu fizesse com eles, o que tinha feito com sua piroca.

Argg! Sabiam e cheiravam a merda. Mas eu lambi-os na mesma, com gosto.

- Lambe, meu paneleiro, lambe! Lambe que a merda é tua! Ou pensavas que me punhas os cornos e te ficavas a rir?

O anel do meu cu depois do delicioso tratamento com os dedos, estava agora bem mais aberto, e o caralho de Mário começara a entrar com firmeza dentro dele. A cabeça larga fez-me doer quando começou a entrar, e o Mário ouvindo-me gemer de dor, gozou ainda mais:

- Isso, geme, rabeta! É para tu veres o que dói!

Mas os meus gemidos não eram apenas de dor, eram de prazer também. Como é bom ser homem fêmea de um macho portentoso como o meu colega violador. Demorou uma eternidade a enfiar tudo, Mário meteu devagar, bem devagarinho, provocando-me um ardimento como eu nunca tinha sentido, mas quando finalmente o pau se enfiou todo dentro de mim, e eu o senti romper pelo meu reto acima, massajando-me a próstata, oh céus! Que gozo eu senti! Agora compreendia o prazer que as mulheres sentem ao serem penetradas. Sinceramente não conheço prazer maior que esse.

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- Porta-te como uma puta, meu paneleiro traidor! - xingava-me o Mário – Rebola-te todo no meu piçalho.

Não era preciso mandar-me. Nunca tinha sido enrabado mas a Natureza dizia-me como proceder. Empinando ainda mais a bunda entreguei-a toda àquela verga demolidora, esfregando as nádegas naqueles portentosos colhões, e deixei que ele me socasse durante largos minutos. Quanto mais eu gemia, mais ele socava. Cláudia já se viera, mas a piça de Mário fora e dentro, não parava na sua cadência. Eu queria tocar uma pívia para me aliviar, mas Mário proibiu-mo.

- Por enquanto só alivias o cu e mais nada.

Quando ao fim de muito tempo naquela posição, ele a tirou fora, eu fiquei desapontado. Queria muito, tal como qualquer fêmea no cio, senti-lo esporrar-se no meu buraco, e pensei que ele não iria querer fazê-lo. Felizmente estava enganado. O Mario só queria uma pausa antes de me continuar a comer.

- Há bocado – observou-me – chupaste-me os dedos. Agora quero que me voltes a chupar a piça!

A piça como era maior, tinha ido mais fundo que os seus dedos, e à volta da glande achava-se lambuzada com merda Eu deveria ter lavado melhor o cu. Mas agora não tinha nojo nenhum, sentia-me levezissimo como nunca me sentira antes. Agarrei nela com os olhos radiantes de felicidade, por a voltar sentindo em minhas mãos, e fiz-lhe nova mamada que o fez de novo revirar os olhos, e me encheu a boca com o seu gozo. Que deliciosa achei aquela soberba pixota que tinha estado no meu cu. Quando ela de nova estava bem melada, derrubou-me no chão, levantou minhas pernas como o vira fazer na noite antecedente com a Cláudia, aninhou-se sobre mim, levantou meus quadris, e penetrou-me de novo naquela posição. Mas desta vez quis que ela ajudasse à festa.

.- Minha vaca não vais ficar só a ver. Chupa-me também, como o teu paneleiro fez.

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Cláudia não perdeu tempo, e dir-se-ia só estar esperando que ele a mandasse. Posicionou-se por trás dele, meteu sua cabeça entre as pernas do amante, e começou a lambê-lo. Mas não o lambia apenas a ele. Sua língua aproveitando o balanço, lambia também a entrada do meu cu , por vezes metia um pouco a língua dentro dele – e que refrigério que aquilo era, no meu olhinho dorido! – enquanto o pau dele entrava e saía. Aquela posição era muito menos dolorosa do que de gatas, e era igualmente boa, fazendo-me estremecer de prazer, e sentir aquele pauzão todo lá dentro, enquanto as bolas me açoitavam sem piedade. Quando ele se veio, eu incapaz de me conter vim-me também molhando-lhe a barriga toda com o meu gozo, embora Cláudia num movimento rápido, quando me viu esporrar ,se tenha voltado, abocanhado minha pila e engolido alguma da minha esporra. Estávamos todos satisfeitíssimos! Eu então, nem se fala! No curto espaço de nem 12 horas, perdera a virgindade do olhar, da pixota , do cu , dos colhões, até da boca. Que é que eu poderia querer mais?

Mário disse-me então que eu tinha levado uma boa lição. Que se eu quisesse podia continuar a viver com eles, que teria de vez em quando permissão para foder com a Cláudia, desde que desse igualmente para ele, aceitando assim ser a sua segunda fêmea. Eu aceitei, é claro. Nunca me arrependi. Aliás conservo ainda na lembrança, com saudade, muitas histórias que vivemos os três, e que provavelmente ficarão para outra altura. Ainda hoje não me importo de transar com homens, desde que eu seja a fêmea. Devo isso ao Mário. E à Cláudia também.

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