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Aos 18 anos ingressei no curso de Engenharia Civil, na cidade do Porto. Como sou da província, comecei por arranjar um quarto numa casa de hóspedes. Por pouco tempo. Um colega mais velho, o Mário, que vivia com a namorada, Cláudia, estudante de História, numas águas furtadas, convidou-me a dividir com eles o aluguer do apartamento, pois dispunham de um quarto vago, e eu aceitei. Não só a renda era substancialmente mais baixa, como não havia entraves nas entradas e saídas, nem em convidar fosse quem fosse para lá ir, ou pernoitar. Além disso eu podia estudar com ele.
Como não era muito namoradeiro, à noite em vez de sair para tentar encontrar mulher, costumava ficar com eles na sala comum que dava acesso ao seu quarto, estudando ou jogando às cartas pois ambos também não eram muito de sair após o jantar. Uma noite em que estávamos ali os três, a Cláudia disse que se ia lavar e deitar-se de seguida, e perguntou ao Mário se ele também se queria deitar, ao que este respondeu que mais dali a bocado. Eu que quase todas as noites, com excepção das últimas, no meu quarto, ouvia a cama deles ranger enquanto fodiam como coelhos (o que me deixava cheio de tesão tanto mais que eles não procuravam disfarçar o que estavam fazendo), percebi que ela queria apanhar dele, e perante o aparente desinteresse do Mário, só lamentei que ela não mo estivesse perguntando a mim. Bom, a Cláudia lá tomou o seu duche, voltou coberta com o seu robe azul, as pernas nuas sobressaindo debaixo dele, provavelmente não trazia nada mais vestido, deu-me um beijo de boas noites, o que era raro fazer, voltou a perguntar-lhe se ele não se queria deitar, ouviu a mesma resposta, pediu-lhe que não se demorasse e entrou no quarto. Passado um bocado, como o Mário não se despachava a ir ter com ela, chamou-o, ele foi, cochicharam qualquer coisa que não ouvi, ele saiu, disse-me que ia tomar banho, e iria dormir de seguida. Apesar da minha pouca experiência, já que pouco mais era do que virgem pois apenas uma vez tinha transado, e mesmo assim fora com uma prostituta, compreendi a mensagem. Enquanto ele se lavava, abandonei a sala para não os atrapalhar, desejei-lhes boas noites, e fui para o meu quarto onde me deitei completamente de pau feito.
Quando o Mário se deitou com ela, nada aconteceu durante uns momentos. Apenas os ouvia rir baixinho, e de vez em quando o ruído de um ou mais beijos que trocavam entre si. Mas passado algum tempo lá comecei a ouvir a velha cama ranger ferozmente, sinal que tinham começado a entreter-se. Mas não foi só a cama a fazer barulho. Foi muito mais delicioso do que isso. Desta vez ela gritava forte como se estivesse sendo forçada. – Pára, Mário, pára! – gritava-lhe ela – Eu vou berrar por socorro! Isso é uma violação!
Adoro história de violações! Minha piça irrompeu pela abertura de minhas calças de pijama, e a sua cabecinha começou logo a soltar uns fios de esporra. Habitualmente quando os ouvia a foder, eu por uma questão de educação tapava os ouvidos com os cobertores e procurava adormecer. Mas à medida que o tempo passava, começava a ficar mais difícil conseguir fazê-lo na minha cama solitária. E nessa noite particularmente, compreendi que tinha os colhões demasiado cheios para adormecer. Ou pior: se adormecesse, corria o risco de me esporrar todo e sujar os lençóis. Lembrei-me de ir à casa de banho tocar uma punheta para me aliviar, e ia fazê-lo quando de repente me lembrei como seria melhor aguentar mais um pouco até a “violação” estar consumada. E logo de seguida ocorreu-me uma ideia melhor: eu nunca vira nenhum casal fodendo, e achei que estava ali uma boa ocasião para o fazer. Afinal de contas, já que eu não tinha com quem o fazer, ver sempre me serviria de consolo. Nem me detive a pensar que o meu acto de espionagem não era nada bonito. Bem vistas as coisas, tinham sido eles quem provocaram a minha curiosidade com a “música” que faziam durante o acto.
Levantei-me da cama sem fazer ruído, e pé ante pé, vagarosamente encaminhei-me para a sala que lhes servia de antecâmara, e verifiquei com agrado que o Mário não a fechara. E melhor ainda: ele igualmente não fechara a porta do quarto, limitara-se a deixá-la entreaberta. Como a cama se encontrava em frente à janela, e a persiana não se encontrava corrida, a luz da iluminação pública deixava ver tudo claramente. E o que vi sobre meus olhos, foi um belo filme pornográfico ao vivo, ainda que a preto e branco. O Mário, peladão, achava-se deitado sobre a namorada, igualmente sem roupa. Esta, tinha as pernas todas esticadas na direcção da cabeça, que com a sua mão larga e forte aquele prendia pelos tornozelos, e os fixava bem junto ao rosto dela, enquanto com movimentos fortes dos quadris a penetrava com gosto, fazendo a cama ranger. De onde estava não conseguia ver a cona dela, mas o caralho imponente dele era perfeitamente visível sempre que Mário o tirava fora para o voltar a meter de novo. Eu não sabia que se fodia assim, pois a única vez que o fizera, minha parceira limitara-se a deitar-se por baixo de mim, sem se mexer, como se fosse cadáver, e a me deixar vir dentro dela, coisa que aconteceu ao fim de muito pouco tempo. Mas o Mário, muito mais experiente, demonstrava como se fazia. Socava-lho o pito, socava, voltava a socar e não parecia ter vontade de se vir rapidamente. Cláudia continuava queixando-se de estar sendo violada, mas a dengosidade que colocava na voz demonstrava estar gostando muito daquela violação. Minha pixota estremecia, e a esporra corria agora com mais intensidade.. Apesar de se achar por fora da abertura das calças, eu baixei estas completamente e comecei a punhetear-me, mas muito lentamente para não me vir logo. Ao fim de alguns minutos naquele vaivém, Cláudia começou a gemer baixinho, e a dizer-lhe com a voz ainda mais lânguida:
- Isso meu fodilhão! Isso! Mete com força! Mostra que és um homem a sério! Enterra-me o caralho até aos colhões! Trata-me como uma puta que eu gosto! Isso! Mete! Mete mais! Ai que é tão bom! Só tu é que sabes consolar minha coninha! Isso! Ai1 Que bom! Aiiii!
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Compreendi que ela se viera, pois já vira mulheres vindo-se em filmes porno. Mas a piça de Mário continuava tesa, como ele tratou de lhe mostrar:
- Sua putazinha gostosa! – dizia-lhe – Vês como ainda tenho o pau? Ainda não gozei, e vou querer fazê-lo!
Cláudia respondeu-lhe que esse era problema dele, que já se podia ter vindo, mas ele retorquiu-lhe ter sido ela quem o desafiara para a cama, e por isso agora iria fazer como ele queria. Sentou-se sobre seus ombros, e exigiu-lhe que lhe fizesse uma mamada. Pensei que Cláudia, por ser uma moça fina se recusaria a fazer-lhe semelhante coisa (eu pensava que só as prostitutas aceitassem fazer sexo oral), mas ela não se fez rogada. Embora não desse para ver bem percebi que ela começou por lhe lamber as bolas, e em seguida com as suas próprias mãos conduziu-lhe o pau para dentro da boca, começando a chupar-lo gostosamente apesar de ele dever estar todo húmido depois da primeira foda que lhe dera, trincando-o levemente com os dentes. Mário delirava com aquilo, e eu também. Quanto não daria eu para ter aquela linda boquinha lambendo-me a piça!
- A tua cona é deliciosa – dizia-lhe ele, e eu mesmo sem nunca a ter provado, acreditava nisso – mas a tua boca e tuas mãos não lhe ficam atrás!
Cláudia com a boca ocupada não dizia nada.
- Limpa-me bem a esporrinha, minha putazinha querida! – incentivava-a ele – E engole tudo! Quero ficar com a piça limpa, antes de ta meter novamente!
Eu poderia lá acreditar que uma rapariga como Cláudia engolisse esporra! Mas pelos vistos, era isso que a safada que na rua parecia incapaz de fazer tais coisas, estava fazendo. Meu pau parecia querer explodir de tanto tesão acumulado. Eu agora passara a ocupar as duas mãos. Com a esquerda acariciava meus colhões, enquanto com a direita continuava punheteando-me. A pele de meu prepúcio estava toda esticada para trás expondo-me a cabeça vermelha e inchada! Meu caralho estava completamente ensebado de esporra.
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Mário pelo visto estava cansado de ser chupado.
- Põe-te de gatas, depressa! – exigiu ele- Vou-te foder por trás!
- Não, Mário, por favor! – suplicava ela, em voz trémula – De quatro não! Não sou nenhuma cadela!
- De quatro, já mandei! – retorquiu-lhe, inflexível. Cláudia então colocou-se como ele lhe mandara, queixando-se sempre da posição em que ia apanhar dele, mas tudo aquilo era teatro, como se constatava na cara de felicidade dela, agora voltada na minha direcção.
Mário, igualmente de joelhos, e ao nível das suas ancas, começou por a penetrar com os dedos. Ela exultou.
- Oh sim! Fode-me só com os dedos. Com a tua piça não que é muito grossa, e eu já apanhei dela hoje. Vou ficar toda rebentada – e rebolava-se toda naquele dedo. Mas o Mário, garantindo-lhe que ela poderia muito bem apanhar com ela outra vez – olha as putas da rua quantas vezes não têm de dar o pito ao dia, e não se queixam como tu, que podias muito bem estar no lugar de qualquer uma delas, anotava-lhe ele – já lhe esfregava a cabeça no meio das pernas, masturbando-se um pouco, e a voltava a possuir.
- Aiiii! – gemeu ela convictamente, não sei se a sério, ou se a fingir para lhe dar mais tesão.
- Não te adianta gemer, minha puta! – gozava ele – Vais saber o que é uma piça de homem a sério!- E voltava a socá-la como momentos antes fizera. Rac, rac, rac fazia a cama estremecendo toda. O corpo de Cláudia ia e vinha, para trás e para a frente, ao ritmo que o namorado lhe impunha, como se estivesse sendo percorrido por uma corrente eléctrica. O meu caralho também estremecia todo, e eu comecei a punhetear-me com mais vigor fazendo uma concha com a mão esquerda, envolvendo-me o caralho, para que quando me esporrasse não sujasse o chão da sala.
- Isso, meu fodilhão, isso! .- encorajava-o agora ela novamente, esquecida do que dissera há pouco – Come-me a rata com força! Fode-me! Rebenta minha cona! Não paras! Ai, que é tão bom! Ai! Mais. Aiiiiii!
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Ela vinha-se de novo. Mas agora o Mário também depositava nela todo o seu leite seminal. E a palma de minha mão recebia igualmente o dilúvio quente, acumulado nos meus colhões. Sim senhor! Embora só tivesse tido direito a ver, e mesmo assim clandestinamente, aquilo valera bem mais do que a minha incipiente foda com a prostituta, na minha primeira vez. Só esperava voltar a ter a oportunidade de voltar a presenciar tal espectáculo noutras ocasiões.
- Vamos tomar banho – convidou o Mário, ajudando-a a levantar-se. Ouvindo aquilo eu rapidamente tratei de me pôr a mexer, silenciosamente como quando entrei. Felizmente parecia-me não ter deixado vestígios da minha presença, e eles não se tinham apercebido que eu assistira a tudo. Pensava eu! No dia seguinte constatei que não era bem assim, e aqueles dois malandros iam-me fazer pagar caro o meu atrevimento. Mas a continuação da história deixo para outra altura.