Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por sandra

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
ESTICANDO A PILA E OS TOMATES DO CORNO EM CASA DE RENATO Sado sandra 1639 4 Nota 4.5
ENRABANDO O CORNO NA SALA DE TORTURAS DE RENATO Sado sandra 1023 3 Nota 4.5
A ESPORRADELA QUE DEU PRETEXTO A UMA NOITE DE TORTURA Sado sandra 931 2 Nota 5
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO Sado sandra 1339 3 Nota 4.5
O Minete do Namorado Corno Depois de Ter Transado Com Três Clientes Fetiche sandra 1252 2 Nota 4.5
Os Dois Cus e a Salada de Grelos que Meu Amante Comeu à Chegada 1 1 Comentários Orgias sandra 2401 9 Nota 4
MEU MARIDO, MEU PANASQUINHA Fetiche sandra 2657 5 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - II Parte 1 1 Comentários Traição sandra 3676 13 Nota 4.5
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS- I Parte Exibicionismo sandra 5592 12 Nota 4.5
HUMILHAÇÃO PÚBLICA DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA Exibicionismo sandra 2004 16 Nota 4.5
O ORGASMO DOS MEIAS PILA 2 2 Comentários Fetiche sandra 1241 8 Nota 4.5
Apanhando Com Leite de três nas Minhas Duas Gretas 1 1 Comentários Incesto sandra 4886 18 Nota 4.5
A PUNHETA QUE VALEU A MEU FILHO APANHAR NO CU ONTEM À NOITE 2 2 Comentários Sado sandra 3658 7 Nota 4.5
VIOLAÇÃO CONSENSUAL NO BUNGALOW Traição sandra 4227 14 Nota 4.5
TREPADA E BOCHECHO NO TÁXI 1 1 Comentários Exibicionismo sandra 3687 16 Nota 4.5
NOVA ENRABADELA A TRÊS 1 1 Comentários Orgias sandra 1955 8 Nota 4.5
FILHO PUNHETAS, MARIDO CORNO E EU PRÓPRIA ENRABADOS POR MEU AMANTE 4 4 Comentários Sado sandra 2768 7 Nota 4.5
COMO AJUDEI RENATO A ENRABAR MEU FILHO Sado sandra 5166 17 Nota 4.5
O TESTE DO CORNO Traição sandra 4452 17 Nota 4.5
CONFISSÕES POÉTICAS DE UMA MULHER CASADA MUITO SAFADA 2 2 Comentários Traição sandra 3340 23 Nota 4.5
PUNHETA COM MEU FILHO 2 2 Comentários Incesto sandra 19500 24 Nota 4.5
EU E MEU AMANTE AJUDANDO MARIDO CORNO E FILHO A ESVAZIAREM OS TOMATES Sado sandra 3160 15 Nota 4.5
ESPOSA TRAIDORA E MARIDO CORNO ENRABADOS PELO AMANTE 1 1 Comentários Sado sandra 4861 22 Nota 4.5
A PUNHETA MATINAL QUE MEU FILHO MAIS VELHO NUNCA ESQUECERÁ 4 4 Comentários Exibicionismo sandra 7113 21 Nota 4.5
COMIDA NO MEU ESCRITÓRIO POR DOIS MACHOS Exibicionismo sandra 3844 15 Nota 4.5
ORGIA ANAL COM MEU AMANTE Orgias sandra 4077 16 Nota 4.5
PILADA NA PRAIA Exibicionismo sandra 4548 11 Nota 4.5
A NOITE PASSADA NA CAMA DO CORNO Traição sandra 5850 11 Nota 4.5
FANTASIA SEXUAL NA CELA Fetiche sandra 2803 18 Nota 4.5
DESBUNDA ANAL NO FINAL DA TARDE Orgias sandra 5967 16 Nota 4.5
HUMILHANDO MARIDO CORNO COM MEU AMANTE Sado sandra 4637 17 Nota 4.5
CONSOLANDO MEU AMANTE COM O CU E O MARIDO CORNO COM AS CALCINHAS Exibicionismo sandra 4151 23 Nota 4.5
A FESTA DO BROCHE EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 4756 28 Nota 4.5
A TRANSA QUE FEZ MEU NOIVO GANHAR FAMA DE CORNO Traição sandra 4233 30 Nota 4.5
TRANSANDO COM UM VARÃO E UMA PILA Exibicionismo sandra 3743 21 Nota 4.5
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA Exibicionismo sandra 2319 24 Nota 4.5
SODOMIZADA PELO AMANTE NA CAMA DE CASAL Traição sandra 1936 16 Nota 4.5
CORNEANDO MEU MARIDO NA CAMA DE CASAL Traição sandra 2636 11 Nota 4.5
DUPLA PENETRAÇÃO A QUATRO Orgias sandra 4189 14 Nota 4.5
FANTASIA A TRÊS COM PEPINO E TOMATES Fetiche sandra 2234 15 Nota 4.5
TORTURANDO MEU CORNINHO E FODENDO COM AMANTE NO DIA DA MULHER 1 1 Comentários Sado sandra 3549 15 Nota 4.5
SEXO COM O MEU PILA MURCHA Sado sandra 1669 12 Nota 4.5
SEXO A TRÊS NO ESCRITÓRIO Sado sandra 4500 15 Nota 4.5
ENRABANDO MEU MARIDO Fetiche sandra 5459 12 Nota 4.5
MASTURBANDO-ME COM MEU MARIDO Fetiche sandra 3649 15 Nota 4
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO- II PARTE Orgias sandra 3046 10 Nota 4.5
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO Orgias sandra 2920 10 Nota 4.5
ORGIA COM PAU DE CABINDA Orgias sandra 2154 12 Nota 4.5
DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO Orgias sandra 4121 8 Nota 4.5
SEXO À SAÍDA DO LICEU Teens sandra 2509 7 Nota 4.5

A NOITE EM QUE MEU MARIDO FEZ DE "BICHONA" E EU DE PUTA

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Escrito dia 14 de janeiro de 2008 na categoria Orgias por sandra

Esta história ocorreu á poucas horas atrás, e está por isso bem viva na minha memória. Tudo se passou na sequência do último conto, onde vos narrei como fiz meu marido apanhar no cu de três gays. Um deles, precisamente o proprietário da casa onde tudo ocorreu, leitor assíduo deste site, leu o conto, e ligou-me para o escritório perguntando-me se não gostaria de a recriar, só com nós os três. É normal que os homens apreciem ver sexo entre duas mulheres, e eu como mulher, confesso-vos que sinto o mesmo em relação a ver sexo, onde os participantes sejam exclusivamente homens. Disse logo que sim. Apenas acrescentei que desta vez não estava com disposição para ficar apenas a ver, com direito a foder unicamente no fim. O meu interlocutor observou que devido às suas inclinações eróticas, não era costume associar mulheres às suas festas privativas como intervenientes de pleno direito, ao que lhe sugeri que fizesse de conta que era um travesti, como ele tanto gostava. Concordou desde que não fosse ele a ter contacto com o meu corpo. A coisa ficou marcada para o último fim de semana, e tal como da outra vez, não contei nada ao Rui. Mas quando no sábado ao fim da tarde, lhe disse que o ia vestir de mulher, e que ele ir-se-ia comportar como uma fêmea até ao fim da noite, desconfiou logo que o seu cuzinho ia sofrer um assalto.

- Só espero que não seja como da outra vez, em que me fizestes ser enrabado por três tipos! – exclamou, mas também no fundo ele estava com as pulsações mais aceleradas com a perspectiva da farra que se aproximava.

Como da outra vez depilei-o cuidadosamente, vesti-lhe a mesma cabeleira, negra, á anos 20, que sempre lhe tapava as orelhas, escondendo a ausência de brincos, umas meias compridas, até às coxas, com cinta, de lycra negra, transparentes, uma cueca branca, justa na frente, para lhe comprimir ao máximo a piroca e os tomates, e tornar-lhe aquela parte o mais lisa possível, como o de uma mulher, soutien branco, corpete de malha, negro, de apertar ente pernas por cima da cueca, comprimindo-lhe ainda mais a zona genital. Apesar de estarmos em Janeiro, época fria em Portugal, só o deixei vestir um comprido casaco de cabedal, igualmente negro, que lhe dava pelos joelhos. Achei que ele estava uma autêntica bichona!

- Isto foi tudo comprado com o meu dinheiro? – quis saber.

- Estás à espera de quê? – respondi-lhe – E não é verdade que as nossas economias são comuns?

Desta vez nossos filhos estavam em casa, e ficaram muito surpreendidos com a sua figura. Quiseram saber se íamos a um baile de máscaras, disse-lhes que era mais ou menos isso, que o seu pai nessa noite seria a Marlene, e não saberíamos a que horas viríamos. Findo o jantar, maquilhei-o convenientemente, arranjei-lhe as sobrancelhas, fi-lo calçar os mesmos sapatos abertos da outra vez, que ele não voltara a usar, e saímos. Meu marido logo reconheceu o sítio, assim que chegamos.

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- Eu já sabia que ia levar no cu! – comentou – E são os mesmos?

- Desta vez é só um – respondi-lhe – E foi assim tão mau?- Ele rindo-se, disse que não.

Mais uma vez o proprietário da casa, a que chamarei Américo por comodidade de tratamento, gabou muito a forma como eu trazia meu marido, dizendo que a roupa com que ele se apresentava vestido lhe dava muito tesão, só era pena não ter mamas de verdade, nem uma pila e tomates mais preenchidos, e até lhe deu um beijo na boca, coisa que da outra vez não fizera. Por isso delirei vendo-o beijar meu marido.

Américo conduziu-nos ao quarto, e ele próprio despiu “Marlene”, enquanto “esta” o desnudava a ele. Quando Américo o viu nu, seu pau começou a latejar, mas a sua “parceira” ainda não se entesara.

- Estás muito murcha, querida! – observou-lhe- Sabes que não ficas nada interessante com essa pilinha que mais parece um palito? Temos que dar um jeito de a pormos em pé.

E com as mãos começou a acariciar-lhe as bolas e o pirilau, enquanto lhe pedia que lhe lambesse os mamilos. Meu marido assim fez, e passado um bocado seu piçalho apresentava-se já teso, como se estivesse a ser punheteado por minhas mãos.

- Assim está melhor! – exultou Américo – Não tens a verga muito grande, mas começas a comportar-te como uma verdadeira bicha.

Marlene foi então derrubada em cima da cama, e o seu macho colocou-se por cima “dela”, apertando-lhe a cabeça com os joelhos, com alguma força, pois “a” fez gemer.

- Hás-de gemer vai ser quanto te comer o cu, minha paneleirinha gostosa! Mas agora vais-me chupar a piça e os colhões, que eu quero sentir essa tua boquinha de menina chupar-me todo, minha puta! –adjectivava-o.

E apresentava-lhe a cabeça da pixota nos lábios. “Marlene” com as mãos encaminhou-a para dentro de sua boca, começando a fazer-lhe uma mamada.

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Meu clítoris estava inchado com aquilo! Minha vagina escorria tesão! Eu trouxera desta vez um vibrador, para o caso de ser preciso – o mesmo que comprara quando meu marido estivera três meses em Angola – mas não o queria usar já. Comecei no entanto a despir-me, pois me parecia que nenhum dos dois homens presentes, entretidos como estavam um com o outro, o fosse fazer, deixando somente minha roupa interior. E deixei-a, não por uma questão de pudor, mas porque meu marido se entesa mais vendo-me em lingerie, do que totalmente nua. Nesse momento Américo, baixava sua boca sobre o baixo-ventre de meu marido, e começara a fazer-lhe um broche, e a massajar-lhe a pila com as mãos. Eu aproximando-me pelos pés da cama, levantei as pernas de Marlene, “colocando-a” na posição de frango assado, e comecei a lamber-lhe o olho do cu. Américo, interrompendo o broche, encorajava-me a fazê-lo.

- Isso, cara dra. , lamba-lhe bem o cu, que esta paneleira desta vez vai apanhar nele, sem creme!

Mas a “paneleira” agora, já interiorizada no seu papel de bichona, não se mostrava atemorizada com tal perspectiva, e entregava-se toda àquela felação tripla. Percebi quando Américo se esporrou na boca “dela”. Não muito, mas em todo o caso Américo não deixou de verter alguma da sua esporra na boca de meu marido, para lhe demonstrar a sua dominação sobre ele. Meu marido tentou esquivar-se, mas os joelhos do outro, impediram-lhe de movimentar a cabeça, e recuar com a boca. Minha ratinha parecia querer fugir da calcinha, tão excitada se achava. Limpei a esporra da boca do Rui, com um lenço de papel, e Américo mandou então que ele lhe limpasse o caralho, e lhe colocasse um preservativo com a boca, pois ia enrabá-lo. Quando Marlene lhe desembrulhou a camisa de Vénus no seu bacamarte, foi-lhe ordenado que se colocasse de gatas, e naquela posição teve primeiramente o traseiro penetrado por dois dedos do seu violador, que abertos lhe distendiam o anel o mais possível, e “a” faziam gemer convictamente. Mas a sua pila, reflectida em contraluz, na parede do quarto, balouçava para cima e para baixo, evidenciando-me que aquelas estocadas preliminares na próstata “a” estavam deixando fora de si, de puro gozo. Será que duas mulheres conseguem alcançar o mesmo prazer? É uma coisa que nunca ainda experimentei, e talvez o venha a fazer um dia, pois sempre tive a ideia de que ninguém deve morrer sem experimentar tudo o que a Natureza criou para nos adoçar a existência. Enquanto estava pensando nisto, Américo deixou de lhe masturbar o cu com os dedos, e mantendo-lhe as pregas afastadas para os lados, deitou o seu cecete no canal, sacudiu-o e batendo-lhe com ele no rego, umas duas ou três vezes, como muitos enrabadores gostam de fazer, constatou que o rabo de “Marlene” estava muito apertado- já há bastante tempo que não tenho utilizado o vibrador nele – e cuspiu-lhe para facilitar a penetração. “Marlene” fez um esgar de repugnância, ao sentir a saliva do outro entrar-lhe no cu, mas não fez comentários. Não tardou que o esgar de repugnância fosse substituído por gemidos de dor, à medida que o cacete volumoso de Américo ia sendo tragado, sem meiguice, pelo seu traseiro. Aiii! Aiiii! Aiiiii! Era apenas o que se lhe ouvia, à medida que entusiasticamente Américo o socava, e lhe ia comendo o cu.

- Isso, minha bichona! Grita que é para saberes quanto vale uma verdadeira piça de homem! – xingava- lhe Américo, possuído de tesão. Minha calcinha estava molhada com o sumo que minha ratinha deixava escapar. Tão húmida eu me sentia, que me achava capaz de levar com duas pirocas ao mesmo tempo dentro dela, e por isso já não aguentando mais, tirei a cueca e o soutien, e fiquei tão nua como os dois já se encontravam. Deitada ao lado deles, enquanto meu marido estava sendo enrabado, comecei a acariciar minhas partes íntimas, e não tardei muito a ligar o vibrador e a introduzi-lo no meu órgão. Por pouco tempo. Eu apenas queria acalmar um pouco meus calores, e sabia por experiência própria que a sua capacidade de rotação, me faria vir ao fim de pouco tempo, quando o que queria era prolongar aqueles momentos ao máximo. Retirei-o quando senti que estava prestes a atingir o orgasmo, precisamente quando o dono da casa virava Marlene de costas, e a continuava a encabar de lado. O cu dele estava agora voltado para mim, e inspirou-me uma ideia. Exibindo-lhe o vibrador, perguntei-lhe se me dava licença de o usar nele.

- Não costumo levar no cu, como seu marido, Dra!- respondeu-me- Mas também não costumo dividir meus amantes com mulheres, e já o estou a fazer. Por isso vá lá! Não é um vibrador no cu que me vai fazer ficar menos homem. Mas uma vez que ele acabou de estar dentro de si, meta-lhe uma camisinha. Não sei o que me parece levar com um vibrador com molho de pito.

Encarapucei aquele pénis artificial, e enfiei-lho no rabo, depois de lhe ter igualmente cuspido. Seus gemidos ao ser penetrado sobrepuseram-se aos de meu marido, e foi difícil introduzir-lhe aquele brinquedo de 18 cms. pois o seu cu era mais apertado do que o do Rui, já que ele era um homossexual activo. Mas quando vencendo a forte resistência lhe consegui encostar as bolas que lhe adornavam a base nas suas nádegas, a sua vibração fez-lhe aumentar a intensidade dos seus movimentos pélvicos, o que originou que o Rui começasse a ser socado ainda com mais intensidade. Devia estar com o olho a arder!. No entanto Américo estava-se a aguentar bem. Sua piroca entrava e saía sempre com rapidez do cu de Marlene, mas ele não dava mostras de se querer vir. A pila de meu marido estava completamente melada, e fios de esporra corriam-lhe por ela abaixo. Para se aliviar um pouco, Rui começou a punhetear-se. Decidi ajudá-lo, e aproveitar para me aliviar também. Parei de masturbar o cu do nosso anfitrião com o vibrador que desliguei, abri as pernas, sentei-me em cima da cara de “Marlene”, como Américo fizera momentos antes, a minha pareça sobre a sua boca, “esta” sem que fosse preciso dizer-lhe alguma coisa, começou a fazer-me um minete, como faz tão bem, e a afagar-me os seios com as mãos, fazendo-os ficarem duros e empinados como tanto gosto.

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- Anda minha gaifoneira! –incitava-o agora eu – Lambe-me toda, que estou cheia de tesão. E diz-me depois se é melhor lamber uma parreca ou um caralho.- Mas eu não queria só que ele me lambesse, pois a minha boca também se preparava para abocanhar a sua pila, trincando-a e lambendo-a igualmente, e proporcionando-nos um 69 de se lhe tirar o chapéu.

- Parem! Parem! – gritou por fim o Américo, ao cabo de longos minutos- Parem que eu não aguento mais! Se não param, vou-me esporrar todo, e ainda quero comer esta bichona noutra posição.

A piroca de meu marido estava agora completamente limpa de esporra, que eu engolira toda. Américo fez a” bichona” mudar-lhe o preservativo, e pude ver que apresentava seu grandioso caralho completamente ensebado de esperma. Adoraria tê-lo chupado, só para sentir minha boca atravancada por aquele órgão, que era quase o dobro do do Rui, mas não me atrevi a sugeri-lo por saber de sua aversão a contactos íntimos com pessoas do meu sexo. Mas tive pena. Em todo o caso, não perdi muito. Américo, tendo conseguido conter a ejaculação, sentara-se agora num assento de maple, que encostara à cama, de modo a poder apoiar as costas nesta. Seu piçalho parecia um mastro, espetado no ar. Ele podia ser, e era, paneleiro (sem ofensa), mas possuía um soberbo corpo de homem, não havia dúvidas! Assim instalado, quis que meu marido se sentasse em cima dele, o cu do Rui sobre seu piçalho, e que fossem as mãos deste a conduzi-lo para dentro do seu rego. Notei que o Rui, apesar de já lhe ter feito um broche, não encarou lá com muito agrado a ideia de lhe mexer na piça com as mãos, mas também não o tentou demover da ideia. Lentamente foi-a introduzindo. O seu aro estava agora mais aberto, e a penetração foi mais rápida, embora não se tivesse livrado de ouvir mais uns insultos do seu macho. Pela sua expressão de alívio compreendi quando a chapeleta lhe passou na entrada do reto, ou eu já não tivesse passado pelo mesmo. No momento seguinte já ele estava cavalgando para cima e para baixo, nas pernas do Américo. E aquele som dos colhões batendo nas suas entradas ainda me deixava mais entesada, tanto mais que eu não descarregara ainda, e tal como eles, estava agora precisando muito de o fazer. Desta vez não pedi licença. É verdade que das pixotas que estavam ali, se pudesse ter escolhido qual delas quereria meter na minha rata, teria escolhido a do sodomizador, mas como isso estava fora de questão, tive de atacar a do meu cara-metade, que embora mais curta e fina, se achava igualmente tesa e empinada. Sentei-me em suas coxas, ergui minhas pernas de modo que meus pés ficaram apontados para cima, minhas costas ficaram completamente apoiadas nas pernas de “Marlene”, e foi naquela posição, ensanduichado entre mim e o Américo que continuava a enrabá-lo que meu marido me comeu, metendo primeiro o pau no meu rabinho (tendo-o visto apanhar no mesmo sítio, não queria deixar o meu a seco!), e depois, já com preservativo enfiado, no meu grelinho. Foi bom! Foi muito bom! Américo veio-se em primeiro lugar, mas seu piçalho continuou enfiado em “Marlene” até que “ela” e eu nos virmos também.

- Bravo! Bravo! Muito bem!

Ao ouvirmos estas palavras, e o som das palmas que as acompanhavam, o Rui e eu voltámo-nos para trás, para vermos quem falara. E vimos um quarto elemento, saído do guarda- fatos embutido, completamente nu, e que aparentava ser um pouco mais velho que o nosso parceiro, pois já passaria dos 50 anos. Sua pixota circuncidada, estava completamente em pé, o que não admirava dado o espectáculo que lhe proporcionáramos, embora não fosse maior que a do Rui, pois apesar de tesa, não mediria mais de 15 cms. Meu marido, que nestas coisas não está tanto à vontade como eu, mostrou-se incomodado com a presença de tal “voyeurista”, mas Américo tranquilizou-nos.

- Peço desculpa pela surpresa, mas aqui o meu amigo adora assistir a cenas de sexo ao vivo, principalmente heterossexual, uma vez que ele não faz parte da minha confraria. Como a sra. dra. me disse que iria querer participar activamente na nossa festinha, resolvi convidá-lo. Sei que foi um abuso da minha parte, mas como vocês são da borga, achei que não haveria mal. E asseguro-lhes que nada sairá daqui, tal como não saiu da outra vez. A sra. dra. é que gosta de relatar os seus feitos na Net…!

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O estranho interveio então num tom educado:

- Peço desculpa por estar despido, mas não me parecia correcto não partilhar convosco a mesma intimidade que os senhores partilharam, ainda que inadvertidamente, comigo. Na verdade não pertenço à confraria deste amigo, nem à vossa. Digamos que sou um homem que se contenta com ver o prazer dos outros, e em fazer sexo sozinho. E como podem ver, deixaram-me num estado que um homem como eu sem mulher, só consegue resolver manualmente. Se não considerarem um abuso da minha parte, pedia licença para aproveitando a vossa companhia, me aliviar à minha maneira solitária.

Adoro ver homens tocando ao bicho. Mas como também sei que meu marido aprecia ver-me apanhando de outros, e recordando o prazer que lhe dava em Coimbra, quando já namorávamos, saber que me ia encontrar com um cliente, sugeri um final diferente.

- Porque há-de aliviar-se sozinho – perguntei-lhe – quando tem aqui uma mulher de verdade? Mediante uma pequena retribuição de 30 euros, abro-lhe as pernas. Se como diz, é raro comer mulher, tem agora uma oportunidade de mudar de “prato”.

O homem não estava à espera daquilo, e admitiu sem falsos pudores, que embora apreciasse meter em mulheres, não era capaz de as satisfazer, pois esporrava-se muito rapidamente“ (lembrei-me logo do bexigoso Tomás, de Coimbra), só à punheta conseguia manter a erecção mais tempo. Tranquilizei-o. Satisfeita estava eu, aquela não passava de uma fantasia em que eu faria de puta e ele de cliente. A ideia agradou-lhe, passou-me o dinheiro para as mãos, cobri-lhe o membro com uma camisa de Vénus, depois de o ter masturbado um pouco, a pila do Rui voltou a crescer e eu ri-me. Mandou-me deitar na cama, eu deitei-me e abri as pernas, ele mirou deliciado minha pachacha, deitou-se por cima, e eu deixei que ele me penetrasse ainda lambuzada com a esporra do Rui, como uma vulgar puta de rua, sem esboçar nenhuma reacção, procurando manter-me o mais fria e inerte possível como quando fazia sexo com clientes que só me interessava despachar o mais depressa possível. E foi o caso. Com nem meia dúzia de sacões nas minhas coxas, o punheteiro confesso não tardou a esporrar-se como acontece com quase todos os onanistas, em dois ou três esguichos, cujo conteúdo confesso não saber se seriam suficientes para fecundar uma mulher, a avaliar pela quantidade de líquido. Mas apesar de tudo, soube-me bem voltar a sentir outra esporradela dentro de mim, ainda que com a barreira do preservativo. E ele estava todo contente por se ter vindo na minha vagina!

- Temos de repetir isto mais vezes – disse o Américo no final. - O marido da dra. é uma excelente fêmea, e a senhora pelos vistos, uma excelente mulher da vida. Ainda sai daqui a ganhar dinheiro!

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Encarei aquilo como um elogio, e meu marido também. Se me tivesse lembrado antes, tinha-lhe imposto igualmente um preço por o deixar servir-se da “Marlene”. Talvez para uma próxima. Se a houver. É que não quero correr o risco de que “ela” se habitue a tomar pelo cu, e descure os seus deveres de homem casado. Só por isso não disse logo que sim a semelhante proposta. E reparo em mais uma coisa. Eu que sempre gostaria que o Rui me pusesse os corpos com uma mulher, ando agora a fazer dele mulher, para que me ponha os cornos com outros homens. As voltas que a vida dá!

P.S. Para já não corro o risco de ver meu marido substituir-me por outros prazeres. No intervalo de escrever este texto, e de o rever, isto é, de ontem para hoje, ele já me deu mais uma. E não se portou nada mal!

P.P.S. Pelo menos este ano, ainda só narrei histórias frescas!

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