Clube dos contos eróticos

Relatos eróticos escritos por Amigaço

Nome Categoria Autor Visitas Votos Classif.
Uma história sobre Ele. II. Gays Amigaço 2347 2 Nota 5
Amanhã. 1 1 Comentários Hetero Amigaço 1297 1 Nota 5
Os marinheiros. 2 2 Comentários Gays Amigaço 2324 3 Nota 5
A porta. 1 1 Comentários Hetero Amigaço 2164 5 Nota 4.5
Na choupana . Gays Amigaço 3768 6 Nota 4.5
Caçando as raízes. Gays Amigaço 4126 4 Nota 4.5
Na ausência dos patrões. Hetero Amigaço 2102 3 Nota 4
Como criar um conto pornô. 2 2 Comentários Incesto Amigaço 4959 10 Nota 4.5
O colecionador de ninfetas. Hetero Amigaço 3612 2 Nota 4.5
Escondendo o chapéu. Gays Amigaço 2758 4 Nota 5
Monólogo do mendigo seduzido. Hetero Amigaço 2344 3 Nota 4.5
O gari da minha rua. Gays Amigaço 3959 6 Nota 4.5
Por um punhado de amor. Gays Amigaço 2909 4 Nota 5
O mistério da boceta. Hetero Amigaço 1934 2 Nota 4.5
A chapeleta. Gays Amigaço 3515 2 Nota 5
A ponte dos desejos. Incesto Amigaço 11258 5 Nota 4
A Freira da Favela do Pico Velho. Hetero Amigaço 3408 5 Nota 4.5
Bizarrices. Hetero Amigaço 2464 1 Nota 5
Sobre viver e morrer. Gays Amigaço 1593 4 Nota 4.5
Um romance unilateral. Gays Amigaço 1534 6 Nota 4.5
A viuvinha. Hetero Amigaço 3428 3 Nota 4.5
Amizódio. Gays Amigaço 2794 7 Nota 4.5
Os bons e os maus. Gays Amigaço 3863 7 Nota 4.5
Punheta. Hetero Amigaço 2524 5 Nota 4.5
Como uma puta. Traição Amigaço 4873 6 Nota 4.5
DesAparecido. Gays Amigaço 3627 9 Nota 4.5
Festa do Peão. Hetero Amigaço 3267 4 Nota 4.5
O marido perfeito. Hetero Amigaço 3264 3 Nota 4.5
O Pedrão da Mula II Gays Amigaço 3973 9 Nota 5
O ocaso de Joãozinho. Gays Amigaço 3894 7 Nota 4.5
Fazenda Pindapora.1850. 1 1 Comentários Sado Amigaço 3739 8 Nota 4.5
Desejo mortal. Gays Amigaço 3396 10 Nota 4.5
A Manquinha e o marginal. Gays Amigaço 3253 10 Nota 4
Vendedor de enciclopédia. Hetero Amigaço 2326 6 Nota 4.5
O segredo de Raimundo. Gays Amigaço 4990 13 Nota 4.5
Chuva dourada. Hetero Amigaço 2301 11 Nota 4.5
Uma história sobre Ele Gays Amigaço 3396 23 Nota 4.5
Exame de próstata. Gays Amigaço 4891 10 Nota 4.5
O noviço na praça. Gays Amigaço 2618 14 Nota 4.5
Aquele da borracharia. Fetiche Amigaço 8001 38 Nota 4.5
A festa de Bebeto. Gays Amigaço 4344 21 Nota 4.5
Barraco democrático Orgias Amigaço 4608 22 Nota 4
O Pedro da Mula. Gays Amigaço 6997 47 Nota 4
As vidas do Sr. Lucas. Gays Amigaço 10155 32 Nota 4
O casamento. Hetero Amigaço 7217 88 Nota 3.5
A bicha da mineração. Gays Amigaço 4876 71 Nota 4
Barranqueiros Sado Amigaço 12738 106 Nota 3.5
No boteco do Xeréu. Gays Amigaço 7992 74 Nota 3.5
Confissões de uma ninfomaníaca. Hetero Amigaço 5992 69 Nota 3.5
O Palestrante. Gays Amigaço 4765 83 Nota 3.5

Escondendo o chapéu.

Compare Preços de: Notebook CCE | Monitores | Notebook Core Duo | Notebook Itautec | Notebook HP

Escrito dia 14 de janeiro de 2008 na categoria Gays por Amigaço

Escondendo o chapéu.

Na cidade onde Gino cresceu só havia duas opções: ou cursava o Comercial preparando-se para exercer trabalhos em escritórios e bancos, ou cursava a Escola Normal que lhe daria formação de professor primário. Resolveu optar pela segunda, uma vez que gostava de letras e detestava matemática.

Após ter se formado, saiu à procura de emprego e foi parar numa cidadezinha não muito distante chamada Jales. Ali, Gino conheceu outros jovens e começaram a lecionar em uma escola pequena, na zona rural. Eram cinco colegas e um deles foi designado como diretor da Unidade Escolar.

Logo os jovens perceberam que deveriam procurar uma pensão barata que lhes servisse quartos para dormir e refeições diárias, que seriam pagas ao final de cada mês.. Conheceram a pensão de Dona Maria da Glória , uma senhora gorda e simpática que lhes ofereceu ajuda. Hospedavam-se nessa pensão vários grupos de pessoas, trabalhando em outras ocupações. Havia, portanto, na pensão, o grupo dos Professores, o grupo da Malária ( prevenção e vacinação contra essa doença) e o grupo dos Fantas, apelido do pessoal destinado a eliminação de doenças cítricas, já que na região existiam muitos laranjais.

Ao Gino não era muito fácil fazer amizades, meio reservado e se dava bem apenas com os amigos professores, mesmo por causa dos afazeres conjuntos na escolinha rural.

Os quartos da pensão estavam sempre lotados, pois além de todas as pessoas que formavam os grupos específicos, Dona Maria da Glória também recebia os fregueses comuns, que pernoitavam e depois desapareciam.

O rapaz, Gino, com o passar do tempo, começou a encontrar muitas dificuldades para esconder suas preferências: sua mente não era como as dos outros.

Encontre em sua cidade os mais sensuais casais, homens e mulheres!!!

Secretamente ele apreciava outros rapazes, outros homens, outros machos. Tentava de todas as formas lutar contra esse sentimento, contra esse desejo, mas isso era quase impossível. Por mais que fizesse nada conseguia e devido ao fato de ser ainda inexperiente em relação a sexo, tentava minorar seus desejos masturbando-se enquanto pensava nos sujeitos que ele achava atraentes.

Gino percebeu que sentia dois tipos de desejos “condenáveis” : Uma certa ternura que beirava o sentimento amoroso por um outro rapaz professor chamado Ernesto e um tesão mais “animal” por um tal apelidado de Fanta , um sujeito que trabalhava

no grupo dos que viajavam pelas redondezas fazendo a profilaxia dos laranjais. É claro que desejava muitos outros homens hospedados na pensão, mas esses dois eram os principais motivos de seus desejos inconfessáveis.

Durante as noites, geralmente os grupos se misturavam para dormir nos quartos disponíveis e assim era comum que num mesmo quarto dormissem pessoas dos vários grupos.

Ocorreu que, como não podia deixar de acontecer num amontoado de pessoas de formação tão diferentes, começaram a sumir objetos de alguns e todos queriam descobrir quem era o ladrão.

Entre os objetos surrupiados, camisas, calças e até um rádio portátil, sumiu da mala de Gino uma revista pornográfica, que ele usava para se masturbar, olhando não as bocetas, mas sim os cacetes que as penetravam. Gino não reclamou o sumiço da revista, mesmo porque não desejava que os outros soubessem que guardava aquele material com o qual às vezes se satisfazia .

Uma noite, ocorreu que Gino viu-se obrigado a dormir na mesma cama onde o Ernesto havia se deitado e aquilo foi um suplício para ele. Não conseguiu dormir, pois enquanto o outro roncava profundamente, ele tentava acariciar o rosto do “amado” e depois, vendo que ele não acordava , passou a mão em sua virilha e descobriu que o amado amigo tinha um pênis bem pequeno, insignificante, muito menor que o dele. Isto foi o bastante para que todo o “amor” que sentia pelo rapaz se transformasse em desinteresse, e ele rapidamente olvidou o sentimento acalentado durante dois meses.

Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!

O único que exigia certa privacidade dentro da pensão era o tal do Fanta. Seu quarto era trancado a chave, sua cama era só dele e embora muito esquisitão, cara fechada, não gostava de brincadeiras, vivia permanentemente ocupado em suas paqueras com as moças da redondeza, muito mulherengo mesmo, diziam que ele conseguia foder até mulheres bem casadas.

Gino cobiçava aquele corpo amadurecido, não muito grande, moreno claro, muito peludo, os pêlos eram bem negros, inclusive suas sobrancelhas eram tão espessas que ficavam unidas acima dos olhos. Tinha um aspecto que não se poderia considerar bonito, porém tudo nele chamava a atenção de Gino.

Sempre que podia, olhava disfarçadamente para a mala do sujeito, sentado na varanda, consultando suas pranchetas de trabalho, ou conversando com os outros enquanto tomava cerveja e aguardente. O Fanta gostava um bocado de encher a cara, de vez em quando.

Já fazia uma semana que a revista havia desaparecido e também sumira recentemente uma camisa amarela de nylon, da qual Gino gostava muito.

Certa tarde, o Fanta estava no portão conversando com uma garota que, de vez em quando, lhe dava a buceta e Gino aproveitou a ocasião para entrar no seu quarto que ele havia esquecido destrancado. Por intuição, levantou o colchão da cama e encontrou lá a camisa e a revista roubadas. Não teve mais dúvidas: o larápio da pensão era o Fanta. Era ele quem , por certo, havia lhe roubado também o rádio. Sentiu um pouco de raiva do sujeito e pensou em contar aos colegas o que havia descoberto.

Mas não fez nada disso.

Sentiu medo, covarde que era. Ficou calado. E , pior, a partir desse dia, percebeu que o tesão que sentia pelo sujeito, não diminuira, ao contrário : aumentava.

Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!

Trêmulo de medo, recolocou o colchão no lugar, saiu do quarto e nem pensou em recuperar os seus pertences.

O Fanta raramente conversava com ele. Talvez pelo fato de os horários de folga não coincidirem , era raro encontrá-lo na pensão. Chegava do trabalho, tomava banho, botava uma roupa limpa e saia para namorar ou foder. Gino ansiava por uma oportunidade de espiar o sujeito tomando banho, mas isso nunca acontecia. Sempre havia alguém por perto. Gino sabia que o Fanta devia ser bem criado, pelo volume que sempre aparentava quando estava sentado, ele usava aquelas calças rancheiras, apertadas e ficava aquele volume bem evidente na braguilha.

Até que numa manhã, o Fanta havia chegado bem tarde na noite anterior, Gino bateu em sua porta perguntando se ele queria uma xícara de café.Era um domingo e apenas Dona Maria da Glória havia se levantado cedo, além dele. Bateu de leve na porta e esperou um momento.

Como não ouviu resposta, empurrou a porta e verificou que estava sem a chave. Entreabriu-a e olhou dentro do quarto. O sujeito estava estatelado, dormindo profundamente, descoberto, já que fazia muito calor. Encontrou a oportunidade que tanto desejava. Entrou sorrateiramente no quarto, segurando a xícara de café e ficou ao lado da cama observando o homem ... observando aquilo...

O cara estava com uma ereção. O pintão estava duro, aparecendo o seu volume embaixo da cueca de algodão branco, meio amarrotada. Gino permaneceu um bom tempo imaginando o começo dele naquele ninho de pentelhos negros e o final daquela cabeçona desenhada perto da perna esquerda. Foi uma visão da qual nunca mais se esqueceria. Era lindo, belo, sedutor, principalmente pelo volume que apresentava. Cavalo, pensou. O Fanta, o ladrão, era um cavalo-homem. Por isso tinha tantas namoradas! "Mulheres devem gostar disso, também"... imaginou.

E sabia que , embaixo do colchão onde ele dormia, estavam alguns dos objetos roubados...a camisa, a revista, onde estaria o rádio? Por certo não o havia escondido na pensão. Talvez o tivesse dado para alguma de usas amantes.

Ache solteiros sexy em sua cidade...de graça!!!

Foi nesse momento que o sujeito se mexeu, acordou, espreguiçou-se, abriu os olhos e deu de cara com Gino segurando a xícara de café , trêmulo, a seu lado.

-Quem mandou você entrar aqui? A porta estava destrancada, é? Perguntou ele meio zangado, sem a mínima preocupação de esconder o volume do grandão levantando a perna da cueca.

- Vim trazer uma xícara de café, você quer? Perguntou o Gino perturbado, sem graça, os olhos fixos no montão de pissa, pois conforme ele se moveu na cama, a abertura da braguilha aumentou expondo a haste do cacete escuro.

Percebendo que o jovem professor olhava demasiado para sua rola, o Fanta cobriu-se com o lençol , pegou a xícara de café e tomou-a, sentado na beira da cama, as pernas peludas aparecendo, os pelos tão negros que mais parecia um macaco. Gino nunca tinha visto umas coxas tão peludas como aquelas...

Gino pegou a xícara vazia e retirou-se.

O Fanta deitou-se novamente, a mão pressionando o caralho, incomodado com os olhares do jovem professor sobre sua pistola dura. "Será que é viadinho e gosta de olhar um cacete?"

Depois voltou a dormir novamente e só levantou às onze ...pouco antes do almoço.

Descrever o desejo de Gino nos dias seguintes é até complicado. Não pensava em outra coisa. Ele se masturbava duas vezes por dia pensando no que havia visto naquela manhã. Imaginava-se segurando o membro do Fanta e batendo-lhe uma punheta interminável.

Mas o sujeito, decididamente não tinha o menor tesão por viadinhos. Era macho, exclusivamente machão, só sentia prazer com mulher. Depois desse começo inglório, o Fanta passou a evitar mais ainda o Gino e nas raras vezes em que se viam , evitava falar com ele. Gino sentia –se discriminado e não sabia o motivo, mas o Fanta, que já era mais velho e vivido, sabia que se algo fosse comentado sobre aqueles olhares na sua mala, até ele ficaria mal visto na pensão...o preconceito naquele tempo era muito forte e arraigado. Além de ladrão era ele o mais preconceituoso do que muitos ali.

Encontre as morenas mais safadas em sua cidade!!!

Então , aconteceu um fato que veio mudar toda a estrutura do relacionamento entre os dois. A Dona da pensão, Dona Maria da Gloria , arranjou uma nova empregada, uma mulher de 30 anos mais ou menos, e essa mulher possuía uma (X). Era muito esperta e a (X) ficava brincando com todos, subindo no colo dos rapazes, dormindo nos braços de outros, rindo das palhaçadas que inventavam para alegrá-la.

E um dos que costumavam sentá-la no colo para acalentá-la , era justamente o Fanta. Gino logo percebeu a estranheza da coisa, pois o sujeito sempre foi muito turrão, cara fechada, não gostava de brincadeiras, etc. Por que, de repente, começou a se importar em cuidar tanto da (X)?

Certo dia , quando todos estavam dormindo após o almoço, Dona Maria da Glória havia saído para fazer compras junto com sua empregada, Gino percebeu que a (X) estava quieta, não se ouvia o som de suas risadas e o Fanta parecia estar dentro de seu quarto, não havia saído para dar suas voltas. Gino procurou pela (X) e não a encontrou em lugar nenhum da casa. Desconfiado, entrou no quarto ao lado do Fanta, e como não havia forro nos quartos, era possível espiar por cima da parede, tudo o que estava acontecendo no quarto ao lado. Com muito cuidado para não fazer nenhum barulho, Gino subiu no guarda-roupas, olhou por cima da parede e o que viu o deixou pasmo de espanto.

O Fanta estava sentado numa cadeira com a (X) em seu colo. O vestido dela estava bem erguido, ela sentada sobre aquelas pernas peludas, já que ele estava só de calção e o safado esfregava os dedos na (X) com muito cuidado, de modo que ela parecia estar gostando da carícia e deixava que ele a bolinasse à vontade... Depois ele levantou-se um pouco, e Gino percebeu que ele estava colocando o cacetão para fora da braguilha e voltou a sentar a (X) em seu colo. E ficaram ali , os dois em completo silêncio , Gino viu como ele passava a cabeçona da pica nos pequenos lábios da bocetinha...sem tentar forçar...só alisando. (X) quietinha, gostando daquilo...sem dizer nada... De repente, Gino viu o Fanta se estremecendo todo, parecia que estava gozando ao se esfregar na portinha da boceta e uns jatos enormes de porra saltaram entre as pernas dela e espalharam-se pelo chão....

Gino ficou estupefato! Se havia uma coisa que o revoltava era aquilo! Além de ladrão, preconceituoso e fodedor de mulher alheia, o Dito Fanta também dava uma de ........! Aquilo já era demais! Achou que deveria contar a todos o que tinha visto, mas logo pensou nas conseqüências... teria que provar o que afirmava e para isso precisaria contar que estivera espiando por cima da parede ...desconfiariam que ele tinha curiosidade sobre o pau do sujeito.

Encontre em sua cidade os mais sensuais casais, homens e mulheres!!!

Além disso, tinha de reconhecer que o sujeito não havia machucado a (X) . A bocetinha dela não tinha sido penetrada, mesmo porque isso seria impossível...ele apenas esfregava o cabeço da pica entre os pequenos lábios e logo havia esporrado por fora dela. Nossa! E quanta porra havia saído daquele pau! Gino ficou assombrado, pois quando gozava, apenas escorriam algumas gotinhas bem pequenas, não aquele volume enorme esbranquiçado que ele havia observado espirrando no assoalho encerado!

Gino foi para a varanda da frente, assustado com o que vira, e ficou ali conversando com um hóspede que havia chegado. Logo depois apareceram na varanda os dois :

a (X) acompanhada pelo Dito Fanta. Pareciam tranqüilos, a (X) subiu no colo de Gino e o jovem professor sentiu o cheiro de porra que exalava dela. O safado nem tinha se dado ao trabalho de limpar as pernas dela! Estava toda melada!

-Nossa! Onde você andou que está toda melada, (X)? Disse ele em voz alta para que o safado ouvisse e passou a mão na coxa dela sentindo a umidade.

Ao ouvir isso, o Fanta se retirou, meio apressado, dizendo que ia dar umas voltas pela cidade. E saiu. Gino levou a (X) para o banheiro e deu um banho nela, deixando-a limpa de novo. Depois ofereceu-lhe um copo de leite e como estava sonolenta, colocou-a na cama e ela adormeceu.

Parece que aquela foi a única vez que o Fanta fez aquilo com a (X). Pelo menos, o Gino nunca percebeu coisa alguma de diferente, antes ou depois. A (X) continuava tranqüila como sempre, sentava no colo de todos e todos faziam festa pra ela.

Dias depois o Gino ouviu uma conversa entre o Dito Fanta e a mãe da (X): ele estava aconselhando-a a cuidar melhor da (X) e não deixar que ela ficasse se esfregando nos caras da pensão. Que isso podia ser mal compreendido, coisa e tal. Para se ver até onde vai a falsidade de certos sujeitos. A mãe respondeu que ele tinha razão e até agradeceu pela preocupação com sua (X), tão inocente.

Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!

Foi aí que o Gino resolveu que aquilo já era demais e devia se aproveitar da situação. Naquela noite, a pensão estava lotada, não havia quartos disponíveis e Dona Maria da Glória pediu ao Fanta que deixasse alguém dormir no quarto dele, pois não havia outra solução para acomodar tantos hóspedes. Meio a contragosto, ele concordou e adivinhe quem se ofereceu para dormir no quarto do Fanta? Ele mesmo, O Gino.

O desejo insistente e invencível havia modificado muito o seu modo de agir e vendo que o outro não tinha valores morais nenhum, não respeitava nada, resolveu atacar. Era tudo ou nada. Resolveu finalmente enfrentar o preconceito do malandrão, safado, comedor de buceta alheia, o larápio, o abusador de (X) inocentes.

Logo que voltou do banho, onde providencialmente lavou bem o cuzinho virgem, por dentro e por fora, depois de ter lubrificado muito o anel e o interior do cu que nunca tinha sentido uma rola, entrou no quarto e encontrou o Fanta estendido na cama, pensando na vida..

Ele estava bem acordado e ficou olhando enquanto o Gino se enxugava, mostrando-lhe a bunda redonda e bem lisa, clara como uma lua cheia. Gino se curvou tanto nessa manobra que mesmo sem querer, o Fanta viu o olho do cu rosado piscando para ele. "Esse cara tá afim de levar ferro...mas não vai ser comigo, não gosto disso", pensou, virando-se para o outro lado, para não ver a bunda do professorzinho.

Não adiantou muito ele se virar, pois Gino fechou a porta do quarto com a chave e aproximou-se dos cabelos curtos, negros e grossos que cobriam a cabeça apoiada no travesseiro, fingindo que dormia para não ter que conversar com o companheiro de quarto, acariciou-os e segredou-lhe:

-Eu sei de tudo, Fanta...mas não vou contar para ningúem...

Clique aqui para diversão & romance em sua cidade!!!

-Sabe de tudo o quê? Tá querendo dizer o quê? Perguntou ele em voz baixa e irritada.

-Estou querendo dizer que embaixo desse seu colchão há uns objetos roubados por você...e eles são meus...

-E como é que você prova isso ? Pode ser que alguém colocou aí pra me comprometer, sua besta....não sou ladrão....meu chapa...

-Mas não é só isso...tem outra coisa que eu vi...e isso eu tenho provas...ela pode falar...como testemunha...

-Que coisa é essa? Você andou espiando o quê , seu viado?

-Eu vi você mexendo na bocetinha da (X), vi você gozando....você gozou bastante...tinha porra até nas calcinhas dela...

Quando ouviu isso, o Dito Fanta percebeu que o negócio era sério e que não tinha muita escapatória...olhou com raiva para o rosto do jovem professor e perguntou zangado :

-Que é que você tá querendo, afinal?...posso te fechar essa boca com um murro bem dado, isso sim...

Gino titubeou um pouco ante a ameaça, mas o tesão era maior, bem maior que o medo de ser agredido. Aproximou-se mais do ouvido dele para ninguém escutar no quarto ao lado, até olhou para cima, alguém podia estar trepado no guarda- roupa espiando , mas não havia ninguém, então sussurrou:

- Eu quero dar uma chupada nesse seu pintão...se você deixar, eu fico calado...só abro a boca pra te chupar...mais nada...faz muito tempo que só penso nisso...

Essa foi mesmo uma grande surpresa para o Fanta que nem sequer sonhava com aquilo, franziu as sobrancelhas, os olhos fechados e depois debochou:

-Sabia que você era viado...desde a primeira vez que lhe vi...basta olhar pra tua cara e já se vê...não engana ninguém...viadinho ....gosta de esconder o chapéu, não é?

Ache solteiros e solteiras em sua cidade!!!

Gino não se ofendeu com os desaforos, sabia o que era e não tinha por que esconder...não do Fanta, o sujeito imoral por quem ele tinha tanto tesão...e mesmo que o cara demonstrasse sentir um pouco de nojo ao ver que pretendia chupá-lo, o Gino percebeu que ele roçava a mão na braguilha da cueca, preocupado...interessado...?

Vagarosamente Gino enfiou a mão dentro da braguilha e puxou para fora o membro do sujeito e acariciou aquelas peça macia, larga e longa, e depois, curvando-se , abriu bem a boca e deu uma chupada enorme que abrangeu desde o pé cabeludo até a cabeçona encoberta pelo prepúcio . Achou delicioso o gosto daquele cacetão mole.

Até chegou a ajoelhar-se ao lado da cama para repetir o ato e o fez , chupando gulosamente o caralho inteiro novamente e, como a lâmpada do quarto estava acesa, ele pôde observar a progressiva mudança no caralho, crescendo lentamente, engrossando aos poucos, mais longo, mais largo, mais duro...até que o sujeito não teve mais como esconder que aquela chupação no seu pau estava servindo mesmo para entesá-lo.

E o Gino aproveitou-se mesmo da situação , lambeu e chupou e lambuzou de saliva aquele rolaço até que o Fanta se manifestou meio zangado:

-Se continuar a me chupar assim eu vou é encher essa sua bocona de porra já, já...

- Não...não...não goze ainda...quero chupar mais...sussurrou o viadinho e a mão dele arregaçou bem a pele fazendo a cabeçona amarronzada, gigantesca, saltar para fora da bainha apertada.

Quando viu aquilo, Gino quase enlouqueceu de vez...colou sofregamente os lábios ali e começou a mamar com força, esfregando a língua em todas as partes para saborear tudo o que podia. O sabor do macho era exatamente aquele com que sempre sonhara... Fez um biquinho com os lábios, fechou-o cuidadosamente sobre o olhão da ponta rombuda e mamou nele até que sentiu a boca muito lubrificada , cheia de gosma bem escorregadia.

Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!

O Fanta se espichava sobre o colchão, sentia cócega na cabeça do pau...parecia que já ia esporrar dentro da boca do bichinha, quando este parou os movimentos, esparramou a gosma toda sobre a cabeçona da pica e se ofereceu:

-Vem agora... pode me foder...quero que você enfie ele no meu cu...mas não faz muito barulho...os outros não podem ouvir...vai ficar feio pra você e pra mim, se descobrirem...

-Pra mim , não...não sou eu quem está querendo dar o cu...o viado aqui é você...

-Tá legal...mas bota com cuidado, senão eu grito...você é muito grande, cara...nunca imaginei um cacete tão grosso assim....olha só que cabeçona...

O Fanta, que era do tipo machão meio convencido, até que gostou de ouvir aquelas palavras, soando lhe como elogio...levantou-se vagarosamente da cama, pois o colchão fazia barulho quando se mexia nele, cuidadosamente aproximou-se por trás do Gino. A bichinha havia se ajoelhado no chão, em cima de um cobertor, para não machucar os joelhos e estava com a bunda bem aberta, o olho do cu bem lubrificado, pronto para receber o inimigo. Mal podia esperar e a primeira coisa que sentiu foi o calor da cabeçona escorregando para cima e para baixo, tentando achar o buraquinho.

Com certeza aquele era o primeiro cu de viado que o Fanta ia foder em toda a sua vida e não era fácil, pois além de virgem, era bem mais apertado que o de uma puta e o tamanho do cabeção não facilitava nada a entrada...Tentou três vezes e ouvia os gemidos abafados da bichinha cada vez que o negócio ameaçava abrir suas pregas e imaginou a dor que deveria sentir. Isso deu-lhe um certo tesão e o pau engrossou mais, ficou completamente duro, igual quando estava pra foder uma mulher gostosa. Queria mesmo que aquele viado sofresse embaixo de sua vara.

Encontre as loiras mais safadas em sua cidade!!!

E segurando- o pelos cabelos, puxou-o para trás, verificando assim que ele se abria mais, o cu mais arrebitado, de modo que o cabeção da pissa deslizou um pouco, o anel do cu se alargava lentamente permitindo que ele enfiasse a cabeçona inteira....Gino teve naquele momento um sentimento confuso entre alegre e triste ao mesmo tempo. Entre a certeza de suportar a dor enorme e a perda da virgindade do cu. Nunca mais seriam os mesmos. Nem ele, nem seu cuzinho.

A sensação era gostosa, o interior do cu era bem liso, macio, e o Fanta meteu lentamente, lentamente, atolando-se até na metade da haste, sentindo que a bichinha se arreganhava, as pregas se abrindo para dar passagem ao trem ...até que verificou que todo o caralho estava escondido lá dentro.

Gino levou a mão até ele e apalpou para ver se realmente havia conseguido engolir a peça inteira e ficou admirado. A dor estava aos poucos dando lugar ao prazer. Segurou a perna peluda dele e ficou parado, no maior silêncio, sentindo apenas a pulsação do cano que estava enterrado dentro de seu cu.

Pela primeira vez sentia o poder do macho sobre e dentro dele, mas não podia fazer barulho. Não sabia como o macho ia fazer pra gozar, pois tinha medo de que quando o Fanta começasse a foder, ele ia peidar, ia gemer de dor...o pessoal do outro quarto poderia desconfiar...

- Tá bom assim? Gemeu baixinho o Gino – Será que você consegue gozar dentro sem se mexer muito? Sem barulho...por favor...

Ouviu o sussurro atrás do cangote, o sopro quente do hálito ao lado da orelha esquerda :

- Acho que sim...vê se você consegue dar umas arrochadas com o anel do cu...aperta o meu cacete com o cu...assim não preciso mexer muito...tá gostoso... teu toba é parecido com uma buceta, bichinha .....

Clique aqui para diversão & romance em sua cidade!!!

E ao invés de começar a meter o pau pra dentro e pra fora, o Fanta apertou bem os bagos na entrada do cu, de modo que o caralho ficou completamente atochado, e começou a mover-se em círculos , como se fosse um tampão no cuzinho semi-virgem. Gino apreciou a manobra, gostou muito, tanto que também começou a mover a bunda, esfregando a bunda naqueles pentelhos negros, sentindo o cacete pulsando forte dentro dele e logo a seguir , esguichando enormes ondas de porra em seu interior. Sentiu-se tão cheio que até o estômago se rebelou e ele teve uma leve ânsia de vômito, mas logo passou este desconforto e ele permaneceu ainda algum tempo engatado ao macho.

Nem tentou se masturbar, pois sabia que isso irritaria o fodedor...achou melhor gozar depois, no banheiro resolveria essa questão. Para desengatar aquela pistolona de dentro do cu foi outro problema pois a porra escorreria no cobertor e a Dona Maria da pensão ficaria uma fera com ele! Teve que segurar o pau com a toalha e ir puxando-o vagarosamente, aparando e enxugando a porra que espirrava pelos lados do cuzinho arrombado!

O Fanta saiu de cima dele e usou a toalha para limpar o cacetão bambo:

-Tudo bem, viadinho...você conseguiu o que queria e agora...bocona calada....esses negócios que você falou aí que sabe...morre por aqui...senão já viu....

Era bem tarde da noite quando se deitaram em suas camas e Gino adormeceu feliz da vida.

E aqui termina a primeira experiência sexual do Gino, o professor bichinha que gostava de levar rola grande, grossa e dura . Ele permaneceu naquela cidade até o final do ano, quando terminou o contrato de trabalho. No final todos se despediram e, pelo menos ele, jamais reencontrou os elementos citados no texto. Nem mesmo o sujeito apelidado de Fanta, de quem sente uma imensa saudade.

Comentários 0 Comentários

Faça seu comentário

Download Legal