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O gari da minha rua.
Moro num bairro muito grande e elegante da cidade de São Paulo, mas por motivos óbvios não direi meu nome.. Sou estudante, estou na oitava série colegial e gosto de homens, mas meus familiares não sabem disso, nem desconfiam dessa verdade, são muito preconceituosos em relação a isso.
Na rua onde moro, trabalha um gari muito gostosão, moreno, e mesmo debaixo daquele uniforme laranja, dá pra perceber um corpo muito gostoso e seu rosto também é muito agradável. Suas mãos são enormes e eu sempre ficava imaginando se a sua pica também era tão grande...Sou doido por mãos grandes e por caralhos enormes , embora não consiga explicar essa minha predileção.
Geralmente quando saia para ir à escola, que não fica muito distante, ele estava perto da minha casa, fazendo seu serviço, e pelos meus olhares ele percebeu a minha admiração, percebeu que sempre dava mole pra ele. Eu notava um sorriso maroto em seus lábios quando olhava para mim. Aquilo me deixava mais tesudo ainda. Ele sabia onde eu morava, pois sempre me via entrando ou saindo do endereço. Mas nunca conversava comigo...
Num certo dia eu estava tão disposto a resolver aquela situação, que saí bem mais cedo de casa para a escola e ele estava varrendo em frente a uma casa abandonada que fica perto da minha.
Os moradores até já fizeram um abaixo - assinado para que a prefeitura tome uma providência, alegando que ali é um local perigoso, mas , felizmente, ainda não conseguiram derrubá-la. Quando viu que eu estava vindo pela calçada, ele entrou atrás do muro da casa como se fosse mijar e eu olhei pros lados, verifiquei que ninguém estava olhando, me apressei e entrei atrás dele. Ele havia tirado as luvas e estava tentando abrir as braguilhas do uniforme. Fiquei de longe olhando aquela mãozona morena se movendo.
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Ao ver que eu o havia seguido, aproximou-se de mim com o olhar safado e disse:
-Estou tentando abrir este zíper, mas acho que emperrou... quer dar uma ajuda?
Mal pude acreditar no que estava ouvindo, pois meu maior desejo era justamente aquele: abrir aquele uniforme e segurar seu provável pintão...Não esperei um minuto para cumprir o pedido dele: aproximei-me, coloquei a mochila com os cadernos no chão e com cuidado fui abrindo a braguilha dele, olhando meio assustado para os lados, pois alguém poderia aparecer por ali e nos ver...
Quando verifiquei o tamanho daquele pau, mesmo mole, não acreditei! Meu pintinho ficou duro na hora! Fiquei super excitado! Comecei a alisar o caralhão dele, e ele dizendo que estava na seca há um bom tempo, pois sua nega estava menstruada. Perguntou se eu era bichinha e se eu gostava de chupar um pintão.
Imediatamente respondi que gostaria não só de chupá-lo, mas também de sentir aquele pintão encostado no buraquinho de meu cu. O pau dele começou a crescer, e ele foi abaixando minha cabeça em direção ao seu membro. Comecei chupando a ponta dele e aquela pica crescendo cada vez mais. Eu nem conseguia enfiar a ponta completa dentro de minha boca, tão grosso era! Mas ele foi forçando, forçando, até que minha boca ficou completamente arreganhada e cheia pela cabeçona! O cheiro dele era delicioso, de macho no cio, e paguei um boquete muito esperto, então quando menos esperava, ele respirou forte e fundo e encheu minha garganta com sua porra. Gozou feito um cavalo! E eu suguei até a última gota, deixando seu pau lustroso, mas ainda completamente erguido. Tão duro quanto antes de gozar!
O sujeito estava atrasado mesmo! Ele me levantou e eu tentei dar um beijo no seu rosto, mas ele impediu , mandando-me limpar a boca que estava ainda toda esporrada.
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Nisso senti suas mãos tentando desabotoar minhas calças. Fiquei com muito medo, pois o dele era muito maior que o do Tonico, que já havia me fodido um mês antes... Se não havia conseguido enfiá-lo na boca, quanto mais no cuzinho! Além disso, o local era muito aberto, tinha receio de que alguém me surpreendesse dando o rabo para aquele crioulo, ali, atrás do muro. Dei uma olhada e notei que havia um corredor aberto na casa abandonada e chamei-o para ir até lá.
Ele me seguiu, entramos no corredor onde havia algumas caixas de madeira, velhas e úmidas pela chuva da noite anterior. Ele me virou de costas, abaixou minha calça e cueca, e começou a alisar minha bunda, a pressionar meu cuzinho com os dedos. Enfiava o dedo e eu gemia de prazer. Salivou bastante, cuspiu na palma da mão e esfregou a gosma dentro do meu rego. Cuspiu no dedo e tentou atolar dentro e eu senti um prazer tão grande, que não resisti mais: apoiei as mãos numa das caixas e arrebitei o bumbum, trêmulo e ansioso. Tinha dúvidas de que o agüentaria mesmo e estava tremendo. Atracou-se em mim, e colocou a cabeça da pica enorme bem na entrada do meu rabo.
Acho que pensava que eu estava costumado a dar o cu e não teria problemas em levar o dele também. Avisei que não ia agüentar e pedi pra colocar só a pontinha, só pra encostar... Mas ele estava tão necessitado, que não me ouviu: segurou-me por trás e meteu a cabeçona de uma só vez, com muita força. Soltei um urro abafado de dor, implorei que tirasse, mas ele não queria nem saber e continuava empurrando, senti meu cu se abrindo de tal forma que quase desmaiei e então comecei a gritar alto mesmo!
-Seu filho da puta! Tá querendo me complicar?! Cala essa boca! E tapou minha boca com sua mãozona, impedindo que qualquer som fosse emitido! Alguns segundos se passaram e a dor aumentou quando senti que ele havia enterrado até na metade,tentei rebolar querendo tirar o cu da reta mas o tubo do cacete era grosso demais, muito duro para que eu conseguisse desalojá-lo com os movimentos desesperados que eu fazia tentando escapar dele.
Ele percebeu meu sofrimento e, no entanto, começou a botar o resto. Senti cada centímetro daquele cacete me rasgando, entrando todo, até que seu abdômen encostou em mim, e aquele sacão bateu nas minhas coxas. Nunca tinha me sentido tão invadido no rabo, tão fodido, quanto naquele instante. Ele começou um vai-e-vem frenético, me deixando mais desesperado ainda...
Senti tudo queimar, as pregas do meu cuzinho estavam completamente esticadas e estourei num choro de arrependimento, tentando morder a mão que tapava minha boca. Ele enfiou a outra mão por debaixo da minha camisa, apertou meus mamilos, fungou forte. Deu mais umas estocadas que me deixaram mais zonzo ainda, e finalmente esporrou muito, enchendo meu rabo de porra.
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Ficou ainda um tempo se esfregando dentro do meu reto, até que começou a amolecer e só deixou minha boca livre depois que já havia deslizado o cacete para fora de meu cu. Percebi que aquele estupro tinha acabado, olhei assustado para o baita pintão escuro que balançava já amolecido! Passei a mão no meu cu e estava todo melado de porra , o olhinho estava tão largo que caberia quase uns três dedos lá dentro!
Rapidamente ergui minhas calças, peguei a mochila com os cadernos e caminhei para a escola, ferido , dolorido, o cu ardendo muito e, depois, tão inchado que fiquei uns três dias sem poder me sentar.
Agora, quando vejo o gari varrendo a rua, penso três vezes antes de tentar abordá-lo. De vez em quando ele dá uma piscadinha para mim...Ainda sinto grande vontade de chupar aquela vara enorme novamente, mas tomá-lo no cu, nunca mais!